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A Hora das Lobas Tomarem Conta do Condomínio - Parte 03

Um conto erótico de Alessandra
Categoria: Lésbicas
Contém 8661 palavras
Data: 22/08/2026 11:10:11
Última revisão: 22/08/2026 17:04:13

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui vão de 02 de agosto de 2025 (sábado) a 03 de agosto de 2025 (domingo).

Eu me chamo Alessandra, tenho 32 anos, sou professora universitária. Na faculdade, dou aulas, oriento estudantes, participo de projetos de pesquisa, corrijo relatórios. Fora dali, nos espelhos da academia e nos corredores do condomínio, eu me via diferente. Como uma mulher livre e gostosa. Tenho 1,69 m, pele clara com fundo pêssego-rosado, sardas e pintinhas nos braços, ombros, abdômen e coxas, olhos castanho-claros, rosto oval-arredondado, bochechas que coravam fácil, nariz fino e boca proporcional. Meu cabelo loiro, ondulado e cacheado, com volume próprio.

Meus ombros são firmes, meus braços têm marca de treino, e minhas pernas denunciam anos de agachamento, escada, funcional e tudo que não pulei em dia da perna. As coxas são robustas, musculosas, daquelas que marcam no short. Minha cintura é marcada e abre para uma bunda larga, cheia, redonda, firme, com boa projeção. Meus seios são médios, naturais, de base larga e projeção moderada. Os mamilos são grandes, de bicos duros. Minha buceta é saliente, com pelos loiros aparados.

Foi a Andréia que me levou à Confraria das Lobas, criação da Cinthia. Na teoria, o grupo existia para mulheres de 30 e tantos pra cima conversarem sobre vida, tesão, solidão e liberdade. A embalagem era bonita. Cada Loba tinha levado uma mulher mais nova, uma favorita, alguém para chamar de protegida enquanto marcava território com sorriso. A tensão sexual naquela mesa era palpável e gritava “festa do velcro”.

Saquei tudo quase de imediato. Eu me recusava ser aprendiz de alguém, exibida como troféu ou tratada como putinha particular de uma mulher mais velha que se achava no direito de me nomear.

Mas eu não queria destruir aquele grupo, mas tomá-lo. Ser A Loba. E, depois do golpe, nós aprendizes iríamos comemorar nossa vitória com uma suruba lésbica, como aquele grupo deveria ter sido desde o começo.

No sábado de manhã, fui pra sauna. Entrei de biquíni por baixo da toalha. Sentei num banco lateral e abri a toalha apenas o suficiente para respirar melhor. Não deu um minuto e a Larissa entrou também.

Ela estava com a toalha enrolada no corpo e o cabelo ruivo escuro preso no alto. A pele clara, cheia de pintinhas nos braços e nos ombros, ficou ainda mais bonita com o calor. A Larissa tinha 23 anos e corpo de crossfiteira. Ombros arredondados, seios médios e firmes, braços com tônus e coxas grossas que empurravam qualquer short. A bunda dela era redonda. O rosto dela tinha uma expressão sarcástica quase permanente, como se estivesse sempre pronta para rir da primeira idiotice ao redor.

Ela sorriu pra mim, devolvi o sorriso e encostei as costas na madeira. A Larissa colocou a garrafa d’água no chão e ajeitou a toalha nos seios. Isso fez a toalha subir um pouco nas pernas e as coxas apareceram, cheias e musculosas, com pintinhas claras espalhadas pela pele.

Conversamos um pouco e fiz uma piada rápida sobre as pernas dela. A Larissa apertou os lábios para segurar um sorriso. O calor fazia a pele dela ganhar um tom rosado. Uma gota de suor desceu pelo pescoço e entrou no vão da toalha.

A Larissa desviou o olhar pra porta, depois voltou para mim. Havia tesão ali, misturado com irritação e medo de parecer óbvia. Eu gostava daquele ponto. A toalha dela estava bem fechada no alto dos seios, só que uma das pernas tinha escapado mais. A pele brilhava de suor.

— Você ficou pensando na conversa da academia? — perguntei. — Sobre a sua curiosidade.

Ela engoliu seco.

— Um pouco.

— Um pouco quanto?

— O bastante.

Eu descruzei as pernas devagar, deixando a minha toalha abrir mais sobre as coxas. A Larissa olhou pro meu corpo. Viu meus ombros firmes, meus seios médios presos pelo biquíni, minha barriga com pintinhas e minhas coxas robustas. O olhar dela desceu até a parte da toalha que cobria a minha buceta. Eu senti o prazer arrogante de ser olhada por uma mulher que ainda estava aprendendo a admitir o próprio tesão.

— Então, você ainda não beijou uma mulher?

A Larissa respirou pelo nariz, como se estivesse decidindo entre mentir e ser adulta.

— Não.

— Por que não experimenta?

Deixei o calor da sauna trabalhar por nós. Passei a mão pelo meu próprio pescoço, desci até a clavícula e ajeitei a alça do biquíni. A Larissa acompanhou meus dedos com uma atenção deliciosa.

— Não sei...

Ela esfregou a mão na coxa, nervosa. O corpo dela parecia dividido entre sair e chegar mais perto. A toalha afrouxou um pouco no peito, revelando parte da curva dos seios. Eu via o início da pele macia e o volume firme por baixo.

Eu me aproximei dela. Nossas coxas quase se tocavam. A toalha dela roçou na minha perna. A Larissa olhou para minha boca e depois pros meus seios.

— Você quer me ver? — perguntei.

Ela hesitou bastante antes de responder.

— Quero.

Abri a minha toalha sem tirar tudo. Eu estava de biquíni, mas ela podia ver os meus seios médios ficaram marcados pela parte de cima, os mamilos duros empurrando o tecido. A minha barriga estava úmida de suor, com as pintinhas pequenas espalhadas pela pele clara. A parte de baixo cobria a minha buceta, mas o tecido já estava colado demais ao corpo. A Larissa olhou de forma contida. Tive vontade de puxar a mão dela e colocar direto onde ela queria tocar, mas me segurei.

— Agora você.

A Larissa soltou uma risada nervosa. A mão dela subiu até o nó da toalha. Ela hesitou, olhou pra porta e depois para mim. A sauna parecia menor. Eu ouvia a respiração dela, mais curta do que antes. Quando ela abriu a toalha, fez de uma vez, como quem preferia atravessar a vergonha sem dar tempo de desistir. E o corpo dela apareceu nu na minha frente.

Os seios eram médios, firmes, com base arredondada, e os mamilos tinham bicos grandes, endurecidos pelo calor e pelo tesão. A barriga era atlética, sem perder a maciez natural de pele viva. Os ombros tinham tônus, os braços marcavam de leve. As coxas eram cheias, fortes, com músculos aparentes sob a pele clara cheia de sinais pequenos. A bunda, mesmo sentada, mostrava volume redondo e firme contra a madeira. Entre as pernas, vi o triângulo de pelos ruivos, bem definido, e a buceta apertadinha, rosada, parcialmente escondida pelas coxas fechadas por reflexo.

Senti a minha própria buceta pulsar.

A Larissa manteve a toalha aberta, respirando fundo, com o rosto vermelho. Ela tentava parecer desafiadora. Eu queria lamber cada parte dela. Queria abrir aquelas coxas musculosas, beijar os pelos ruivos, meter a língua naquela buceta e ouvir a Larissa perder a pose sarcástica aos poucos. Mas não queria avançar o sinal.

— Você é muito gostosa.

Ela riu baixo, sem saber onde colocar as mãos. Aproximei a mão devagar e toquei primeiro o joelho dela. Subi pela coxa com calma, sentindo o calor e a firmeza do músculo. A Larissa abriu um pouco mais as pernas, quase sem perceber. Os meus dedos chegaram perto demais da virilha e pararam ali. Ela soltou o ar pela boca.

— Você está tremendo.

— Culpa do calor.

— Mentira.

A mão dela veio até minha coxa. Tocou de leve, depois ganhou coragem. Os dedos subiram sobre minha pele e pararam na borda do biquíni. Ela olhava para baixo enquanto tocava, como se quisesse aprender o caminho pela visão. A unha curta raspou perto da minha buceta por cima do tecido.

A Larissa chegou mais perto. Os seios dela estavam próximos do meu braço, os mamilos duros. Eu inclinei o rosto na direção do dela. O primeiro beijo em uma mulher podia virar muita coisa ou apenas uma confirmação simples de tesão. Eu queria ser lembrada por ser a primeira boca feminina dela.

Nossos lábios estavam quase encostando quando ouvimos um barulho perto da porta.

A Larissa fechou a toalha num susto, prendendo o tecido contra os seios. Eu me afastei no mesmo instante e puxei a minha própria toalha. A maçaneta se mexeu antes que qualquer uma de nós falasse. A porta abriu e o Roberto apareceu.

Ele parou como se tivesse entrado no vestiário feminino achando que tava no masculino. Era um senhor gordinho, calvo em cima, com cabelo branco nas laterais. O rosto dele mudou de cor quase na hora. Viu duas mulheres seminuas e pareceu ter um curto-circuito interno. Parecia estar tremendo.

— Desculpa. Desculpa mesmo. — Roberto olhava pro chão. — Eu não sabia que tinha gente.

— Bom dia — falei, puxando a toalha.

A Larissa estava rígida ao meu lado, com a toalha fechada no peito e cara de quem queria sumir ou matar alguém.

— O médico falou que sauna podia ser bom pra saúde. Pra emagrecer um pouco. Eu não sabia que vocês estavam aqui. Desculpa. Eu volto outra hora.

Ele mal terminou a frase antes de sair, fechando a porta com constrangimento. A Larissa passou a mão pelo rosto, irritada e olhando pra porta como se aquele pobre coitado tivesse nos assediado.

Pouco depois, entrou o Cleber. A reação foi diferente. O Cleber não pediu desculpa e nem ficou vermelho. Ele tinha 24 anos, corpo bonito, pele cuidada e uma confiança que ficava entre charme e arrogância. Eu entendia por que muita mulher olharia pra ele. Ele era inegavelmente gostoso. Ombros jovens, barriga seca, braços firmes. Sentou do lado oposto, abriu a toalha sobre as pernas e se encostou na madeira, cantarolando sozinho de olhos fechados.

Eu e Larissa olhamos para ele em silêncio. Depois de uns três minutos, o Cleber abriu os olhos e percebeu o clima. Ainda assim, sorriu.

— Bom dia.

— Bom dia — respondi.

A Larissa demorou mais.

— Bom dia.

Ele ajeitou a toalha na cintura e passou a mão pelo cabelo.

— Interrompi alguma coisa?

A Larissa fechou mais o tecido nos seios.

— Não.

O Cleber era gostoso e eu não era hipócrita. Em outro contexto, talvez eu olhasse para ele e pensasse em trepar. Mas, antes da partida, ele e o Pedro tinham sido muito escrotos com as minhas amigas, tratando elas como espólios de guerra. A tal Lisandra que ele queria para si como prêmio era apenas uma conhecida de corredor, mas ainda assim eu não admitia que as minhas amigas fossem reduzidas a troféus.

A Larissa bebeu água. A mão dela tremia menos agora, embora a toalha continuasse fechada com força.

— Eu posso sair se vocês quiserem — disse Cleber, bastante tranquilo.

A parte mais irritante era que talvez aquilo fosse cortesia real. Mas também poderia ser uma jogada na qual, se disséssemos sim, estaríamos admitindo que queríamos privacidade. Não queria jogar aquela manhã.

— Fica. Eu já estava saindo.

A Larissa virou para mim depressa.

— Já?

O jeito como ela reagiu surpresa me deu vontade de ficar. Eu ainda queria beijá-la. Só que eu não queria plateia. E eu sabia que, caso eu saísse, ela também sairia em seguida.

— Já — respondi, mais suave. — A gente conversa depois.

Levantei e ajeitei a toalha no corpo. O Cleber acompanhou o movimento com os olhos sem tentar disfarçar. Até quarta passada, talvez eu gostasse daquele olhar. Saí da sauna e fui pro vestiário, pensando naquela buceta ruiva, apertadinha, que eu ainda iria chupar.

No vestiário, enquanto me vestia, vi a porta se abrindo pra Larissa entrar. Mas desta vez não nos falamos.

No sábado à noite, eu fui correr com a Débora e a Milla na praça do bairro. Eu gostava de correr. Sentir o corpo funcionando, o suor descendo pela nuca, a coxa queimando no fim da subida e aa respiração entrando forte no peito.

A Débora vinha do meu lado com uma regularidade que beirava o irritante de tão claro estava que ela tava de marcha reduzida para acompanhar o nosso ritmo. Negra, 1,68 m, corpo atlético de corredora, tronco compacto e pernas fortes. O top esportivo segurava seios pequenos, redondos e firmes, daqueles que pareciam feitos para caber na palma da mão sem sobra. A cintura dela era definida e se abria numa bunda alta, arredondada e projetada, boa de ver em movimento. As coxas eram volumosas, musculosas, e cada passada fazia o tecido da legging trabalhar para acompanhar o corpo dela.

A Milla corria alguns passos à frente em certos trechos, depois diminuía o ritmo para provocar a gente. Loira, lábios grossos, corpão de atleta, seios médios marcados pelo top e uma bunda enorme que chamava atenção até quando ela estava só ajustando o cadarço. Era impossível correr atrás da Milla sem reparar naquela raba. A bunda dela era grande, firme, redonda, cheia em cima e embaixo, e a legging fazia pouca questão de esconder.

Por que esse condomínio reunia a maior concentração de loiras rabudas do país?

— Vocês duas estão quietas demais — disse Milla, olhando por cima do ombro.

— Estou economizando fôlego.

— Estou garantindo que a Alessandra não fique pra trás.

Eu olhei para Débora e vi o sorriso dela abrir com facilidade. A pele estava úmida, a testa brilhava, e o pescoço dela tinha gotas de suor descendo até o top. Havia uma confiança tranquila nela.

A Milla diminuiu mais o passo até ficar ao nosso lado. A camiseta curta grudava na barriga enxuta.

Corremos por quase duas horas. Fizemos voltas longas, alternamos ritmo, paramos pra água perto dos bancos e seguimos de novo quando a Milla reclamou que parar demais dava preguiça. A conversa foi mudando de assunto sem esforço. Falamos de malhação, da rotina de trabalho de cada uma e de uma certa rivalidade que a Milla sentia entre a Torre B e a Torre A.

— As mulheres da Torre A nos olham como se fossemos inferiores — suspirou Milla. — Como se todas nós da Torre B fossemos coadjuvantes descartáveis enquanto elas são as protagonistas populares. “Ain, nós somos a turma da academia”, “Ain, nós chamamos atenção nas reuniões do condomínio”, “Ain, uma de nós vai ser síndica”. Isso enche!

— Não é tão assim, não — tentei defender.

— É, Alessandra — enfatizou Débora. — E é pior a forma como elas nos olham por causa dos rapazes.

— Sim! A forma como elas tratam o Enéias e os outros como os maiores babacas do universo só porque eles não querem comer elas é de lascar. Elas fazem toda aquela de santa do pau oco, como se fossem melhores que nós e, por isso, devessem ser “protegidas” dos avanços do coitado do Enéias. Porra, o Enéias nem olha pra elas! Aí, como elas nos tratam? As vadias! Os pedaços de carne que não se dão valor e só servem para ir pra cama com os crápulas dos quais elas seriam protegidas por algum mandato divino. Eu tenho ranço delas! Ranço!

— Aposto que metade delas já deu até pra velho gordo e feio no sigilo — disse Débora.

Elas tinham realmente bastante raiva das minhas amigas e se eu defendesse seria pior. A turma liderada pela Eliana estava precisando de uma relações-públicas mesmo. A maior parte das mulheres da Torre-B olhavam feio pra elas por motivos similares ou por recalque das belezas delas. Boa parte das mais conservadoras e religiosas da Torre-A eram lideradas pela Marieta e não gostavam delas andando de biquini e shortinho nas áreas comuns.

Quando voltamos pro condomínio, as três estavam suadas. A minha blusinha grudava nos seios e eu sentia os bicos grandes endurecidos contra o tecido por causa do ar fresco da portaria. O short marcava minhas coxas robustas, e minha pele clara, cheia de pintas pequenas nos braços e nas pernas, estava avermelhada pelo esforço. Eu gostava do meu corpo naquele estado.

O seu Geraldo levantou os olhos da bancada quando passamos. Fez aquele cumprimento simpático de sempre e tentou ser discreto ao olhar para nossas roupas grudadas. Eu quase ri pensando que ele ainda não tinha comido as outras duas. Mas, conhecendo ele, era questão de tempo.

— Boa noite, minhas jovens. Treino puxado hoje?

— O de sempre — respondeu Milla.

Nos despedimos dele rápido. A Milla seguiu pra Torre B, mexendo no celular, e a Débora foi com ela. Eu senti a chance passar na minha frente e a segurei antes que escapasse.

— Débora, pode passar lá em casa rapidinho? Tenho um livro que acho que você vai gostar.

Ela virou para mim com curiosidade. A Milla continuou no celular. A Débora ajustou a alça do top e assentiu.

— Passo sim.

A Milla continuou caminhando no celular, acenou de despedida pra nós e foi na direção da Torre B. A loira parecia estar resolvendo algo sério para estar tão concentrada no aparelho. A bunda dela balançou dentro da legging, enorme e segura de si. Eu vi a Débora olhar também.

Eu e a Débora caminhamos até os elevadores da Torre A. Em pouco tempo, estávamos no meu apartamento.

A Débora parou perto da porta, olhou ao redor e depois olhou para mim. O rosto dela estava sério, mas os olhos vinham quentes. Cheguei mais perto, o bastante pra sentir o cheiro de suor dela.

Ela me encarou em silêncio. Segurei o rosto dela e beijei sua boca. A Débora demorou pouco para abrir os lábios e me deixar entrar. A língua dela veio contra a minha com vontade e eu senti as mãos dela na minha cintura, apertando o tecido molhado da blusinha. O corpo dela encaixou no meu de um jeito que fez minhas pernas pesarem.

Empurrei a Débora de leve contra a parede ao lado da porta. Ela aceitou o movimento e puxou a minha nuca, aprofundando o beijo. As nossas roupas molhadas grudavam entre os corpos. Senti os seios pequenos dela pressionados contra os meus, a barriga firme dela contra mim, a coxa forte abrindo espaço entre as minhas pernas. Aquilo me fez gemer baixo na boca dela.

— Você inventou o livro... Safada!

— Um pouco.

Ela riu contra os meus lábios e voltou a me beijar. O riso virou gemido quando enfiei a mão por baixo do top dela e toquei seus seios. Eram pequenos, firmes, redondos, quentes de suor. Os mamilos ficaram duros contra meus dedos. A Débora arqueou o corpo e o top subiu junto com o movimento. Eu puxei a peça para cima, ela ergueu os braços e me ajudou a tirá-la.

Os seios dela apareceram livres. A pele escura brilhava de suor, e os mamilos saltavam firmes, sensíveis. Baixei a boca até um deles e chupei devagar. A Débora encostou a cabeça na parede e soltou um som que me pegou direto entre as pernas. A mão dela veio pros meus cachos, segurando sem delicadeza.

Chupei o outro seio enquanto passava a mão pela barriga dela. O abdômen era compacto. A cintura afinava antes de abrir pra bunda cheia e os meus dedos desceram por ali com intenção. Apertei a bunda dela por cima da legging. Era alta, redonda, sustentada, boa de pegar com força. A Débora empurrou a pélvis contra mim e mordeu o lábio.

— Vamos pro quarto.

Segurei sua mão e a levei pelo corredor sem pressa demais. A cada passo, ela me puxava de volta para beijar a minha boca. Fomos tirando a roupa no caminho. A minha blusinha caiu perto da entrada do quarto. O short ficou no corredor. O tênis dela bateu contra o rodapé e o meu foi parar de qualquer jeito perto da cama. Quando desci a legging pelas coxas fortes, precisei parar para olhar.

A Débora nua era ainda mais gostosa do que eu imaginava. O corpo atlético chamava atenção pelas pernas e bunda, com a cintura definida. Os seios pequenos ficavam firmes no peito, redondos, com os mamilos duros por causa do tesão. A barriga lisa ainda brilhava de suor e a pele escura dela deixava tudo mais bonito sob a luz comum do quarto. As coxas grossas tinham força de corredora, e a bunda alta, arredondada e projetada parecia feita para ser segurada com as duas mãos.

A calcinha dela estava molhada. O tecido grudava na buceta e desenhava os lábios inchados por baixo, marcando o quanto ela já estava excitada antes mesmo de deitar. Aquele detalhe me deu um prazer quase arrogante. Passei os dedos por cima da calcinha, bem no meio das pernas dela, e senti o calor da buceta através do tecido úmido. A Débora prendeu a respiração e abriu um pouco mais as coxas.

Eu queria aquela mulher inteira. Queria as pernas fortes dela me prendendo, a buceta dela molhada na minha cara e os dedos dela marcando a minha pele.

Ela também me olhou. Eu estava nua diante dela, com a pele clara ruborizada, cabelo loiro cacheado meio solto, seios médios com mamilos grandes e duros, barriga firme e pintas pequenas espalhadas pelos braços, pelos ombros e pelas coxas. As minhas pernas eram robustas, mas não se comparava às dela. A minha bunda cheia pesava atrás de mim, arredondada e larga, e a minha buceta saliente aparecia entre os pelos loiros aparados, molhada o bastante para brilhar.

A Débora desceu os olhos por mim. Olhou meus seios, minha barriga, minhas coxas e parou na minha buceta. A mão dela subiu pela minha cintura e parou no meu peito. Os dedos passaram pelo mamilo duro e eu senti a pele arrepiar.

— Você é muito gostosa — disse ela.

Peguei a mão dela e levei até a minha buceta. Os dedos dela tocaram os meus pelos loiros e afundaram de leve na umidade. A Débora ficou séria de repente, como se tivesse acabado de entender o tamanho do meu tesão.

— Eu fiquei assim olhando você correr.

A mão dela se mexeu entre as minhas pernas, explorando por cima, sentindo a minha buceta saliente e molhada. Eu fechei os olhos por um instante e deixei o prazer subir. Ela tinha dedos firmes, sem pressa boba. Quando roçou no meu grelo, meu corpo respondeu antes da minha cabeça.

— Deita.

Ela obedeceu com um sorriso e subiu na cama. Abriu as pernas para mim com uma naturalidade linda. Tirei a calcinha dela devagar, puxando o tecido pelas coxas musculosas. A buceta da Débora estava molhada, com os lábios inchados de tesão. Passei os dedos por ela e vi a barriga dela contrair. Gosto de ver essa primeira reação.

Ajoelhei entre as pernas dela. Beijei a parte interna de uma coxa, depois subi até a buceta. O cheiro dela era forte de corpo suado e tesão fresco. Passei a língua pela abertura e a Débora soltou um gemido preso. Segurei as coxas dela abertas com as duas mãos. As pernas dela tinham força e a ideia de ser apertada por elas me animou. Lambi de novo, mais devagar, abrindo os lábios da buceta com a língua.

— Porra, Alessandra...

A voz dela saiu mais rouca. Eu sorri contra a sua buceta e continuei. Chupei o grelo de leve, depois voltei pra entrada molhada. A Débora tentou fechar as pernas e eu apertei suas coxas para manter espaço. Ela gemeu mais alto. Enfiei dois dedos nela enquanto chupava, sentindo a buceta apertar em volta de mim. A Débora segurou o lençol e levantou a bunda da cama, buscando mais contato.

Eu gostava de chupar uma mulher com paciência. Ouvir a sua respiração mudar, sentir o seu corpo largar a resistência, perceber quando o gemido virava necessidade. A Débora tinha chegado a esse ponto rápido. O corpo dela, tão controlado na corrida, começou a obedecer ao prazer. Ela rebolava contra a minha boca, molhava os meus dedos, prendia os meus cachos quando a língua subia pro grelo. A boca dela soltava o meu nome com urgência.

— Continua assim... Continua...

Chupei o grelo com mais pressão e mexi os dedos dentro dela, curvando levemente até achar o ponto que fez a Débora arquear o corpo inteiro. As coxas dela fecharam ao redor da minha cabeça. Senti a força daquelas pernas me prendendo e mantive a boca nela. A buceta dela pulsou nos meus dedos. Ela gozou com um som longo, quebrado, a bunda levantando da cama enquanto eu lambia tudo. O gozo molhou a minha boca, os meus dedos e a parte interna das coxas dela.

Quando ela afrouxou as pernas, subi pelo corpo dela e beijei a sua boca. A Débora provou o próprio gosto na minha língua e me segurou com mais vontade. As mãos dela desceram pelas minhas costas e agarraram a minha bunda. Ela apertou com força, como se tivesse esperado a noite inteira por aquilo.

— Agora você — disse ela.

Eu sentei sobre suas coxas, com a buceta molhada encostando na pele dela. A Débora passou as mãos pelos meus seios e apertou os mamilos grandes entre os dedos. O meu corpo inteiro acendeu. Inclinei a cabeça para trás e deixei o prazer aparecer na minha cara. Ela chupou um dos meus seios, puxando o bico com a boca, enquanto uma das mãos descia pela minha barriga. Quando os dedos dela chegaram aos meus pelos loiros, eu já estava aberta para ela.

A Débora me tocou com calma no começo, espalhando a minha umidade pelos lábios da buceta, brincando com o grelo, enfiando um dedo e observando a minha reação. Eu segurei o ombro dela e movi a pélvis no ritmo que queria. Ela aprendeu rápido. Enfiou outro dedo, chupou o meu seio de novo e começou a me comer com a mão. O atrito dos dedos dentro de mim e a boca dela no meu mamilo me tiraram a pose.

— Mais forte — pedi.

Ela sorriu contra o meu peito e obedeceu. Os dedos entraram mais fundo, a palma da mão esfregando meu grelo a cada movimento. Eu cavalguei a mão dela, sem vergonha do meu desejo. A minha bunda se movia sobre as coxas dela, os meus seios balançavam perto do rosto dela e a minha buceta fazia um som molhado que enchia o quarto. A Débora segurou a minha cintura com a outra mão e me puxou para baixo.

Ela beijou a minha boca com mais força, depois desceu pro meu pescoço e chupou a pele ali até arrancar um gemido meu. Senti a pressão dos lábios, os dentes pegando de leve, a língua passando por cima em seguida. Era o tipo de chupão que ficaria marcado no dia seguinte e eu gostei disso mais do que deveria. Puxei o cabelo dela e trouxe sua boca de volta pra minha. O beijo ficou mais cheio de língua e saliva. A mão dela continuava entre as minhas pernas, espalhando a minha umidade pelos lábios da buceta, enquanto o polegar roçava o meu grelo sem aliviar.

Eu perdi um pouco do controle ali. Segurei a nuca dela com uma mão e a bunda com a outra, puxando a Débora contra mim enquanto ela enfiava os dedos devagar. A minha buceta estava tão molhada que o movimento entrou fácil. Ela gemeu junto comigo ao sentir os meus músculos apertando sua mão. Aquilo me excitou mais ainda.

Ela mordeu o meu seio de leve, depois chupou a pele ao redor do mamilo até eu sentir a marca se formando. Aquilo me deixou selvagem. Inclinei o meu corpo sobre ela e a beijei sua boca com força, metendo a língua na boca dela enquanto continuava cavalgando sua mão. O suor das nossas peles fazia tudo escorregar. A minha buceta aberta e molhada, meus músculos tensos de tanto segurar o prazer.

O gozo veio forte. Agarrei o cabelo dela e estremeci com a buceta apertando os dedos. A Débora continuou enfiando durante a onda, e eu gemi alto. Quando o prazer baixou, desci sobre ela e a beijei com a respiração bagunçada.

Ficamos assim por algum tempo, corpo contra corpo, suor antigo misturado ao suor novo. Depois voltei a querer mais. A noite tinha começado tarde e o meu tesão pela Débora ainda estava longe de acabar.

Transamos novamente, com a minha perna por cima da dela e a minha mão metendo na buceta dela por trás. A Débora estava encharcada. Os meus dedos entravam nela com facilidade e a buceta apertava em volta de mim a cada investida. Eu mantinha o rosto colado ao pescoço dela, beijando e chupando a pele até sentir o corpo dela estremecer. Quando mordia o seu ombro de leve, ela empurrava a bunda contra a minha barriga e gemia o meu nome.

A bunda dela encaixava na minha mão de um jeito gostoso. Eu apertava com força, puxava suas nádegas para abrir mais espaço e voltava a meter os dedos na buceta molhada. A Débora segurava o meu braço e rebolava contra mim, perdida no ritmo. A cada movimento, suas coxas grossas se esfregavam nas minhas. Eu sentia o corpo dela inteiro trabalhando para gozar de novo e aquilo me deixava mais pirada. A bunda da Débora era firme de um jeito que me dava vontade de marcar com os dedos. Eu encaixava a mão inteira nela e puxava o seu corpo contra o meu, sentindo a buceta dela molhar os meus dedos de novo.

Depois ela me colocou de costas no colchão e desceu a boca pelo meu corpo. Beijou os meus seios, lambeu os meus mamilos duros, passou pela barriga com as pintas pequenas e abriu as minhas pernas. Quando a boca dela chegou à minha buceta, eu apoiei os pés na cama e deixei as coxas abertas. A Débora lambeu meus pelos loiros antes de abrir a boca sobre mim. A língua dela era firme e ela parecia gostar do que fazia. Chupou o meu grelo, enfiou a língua na minha entrada e segurou as minhas coxas quando comecei a me mexer demais.

Ela chupou a minha buceta sem pressa no começo, lambendo meus pelos loiros, abrindo os lábios com a língua, respirando contra mim como se o cheiro a deixasse mais excitada. Depois perdeu a delicadeza. Segurou as minhas coxas, abriu as minhas pernas com firmeza e enterrou a boca em mim. A língua dela subia do começo da abertura até o grelo, voltava para dentro, saía molhada e recomeçava. Eu sentia a minha buceta pulsar contra a boca dela, cada vez mais sensível, cada vez mais aberta.

Eu olhava para baixo e via a Débora entre as minhas pernas, os olhos concentrados, a boca brilhando da minha umidade. Aquela visão me bateu forte. Puxei os seus cabelos e pressionei a sua cabeça contra mim. Ela aceitou a pressão e chupou com mais vontade. A minha coxa tremeu ao redor do rosto dela. O quarto já cheirava a suor e sexo e a cama rangia sob os movimentos do meu corpo.

Eu olhei para baixo e vi o rosto dela entre as minhas pernas. A pele escura dela contrastava com minhas coxas claras. Eu segurei a cabeça dela, puxando-a mais contra mim.

Ela gemeu contra mim. O som vibrou direto no meu grelo e eu perdi o ar. A língua dela ficou mais rápida. A minha buceta se abriu para aquela boca e eu senti o gozo subir pelas pernas. Segurei o lençol com uma mão e os cabelos dela com a outra. A Débora chupou o meu grelo com pressão, enfiou dois dedos em mim de novo e me fez perder qualquer controle.

Gozei na boca dela, com as coxas prendendo seus ombros e a bunda levantando da cama. O prazer veio forte, espalhando calor pela barriga e fazendo a minha buceta apertar os dedos dela. A Débora continuou lambendo enquanto eu tremia. Quando tentei afastá-la, ela segurou as minhas coxas e chupou mais um pouco, arrancando um gemido sensível de mim antes de beijar a parte interna da minha perna.

Ainda virei Débora de bruços antes de deixar a noite desacelerar. Ela foi sem resistência, rindo baixo quando puxei a sua bunda para cima. A visão dela naquela posição me deixou quase sem paciência. A bunda alta e redonda ficava empinada na minha frente, as coxas fortes abertas o bastante para mostrar a buceta molhada entre elas. Passei a mão pela lombar dela, desci pelas nádegas e abri a bunda com cuidado só para ver melhor. A buceta estava inchada, brilhando, ainda pulsando dos gozos anteriores.

Inclinei o corpo e beijei a parte de trás da coxa dela. Depois subi com a boca pela curva da bunda e deixei um chupão firme na pele. A Débora gemeu no travesseiro. Fiz outro na outra nádega, só para ouvir a reação de novo. Ela empinou mais, oferecendo o corpo, e eu enfiei os dedos nela por trás. A buceta engoliu os meus dedos molhados com facilidade. Segurei a sua bunda com a outra mão e comecei a meter nela num ritmo mais forte.

A Débora agarrou o lençol. Os músculos das coxas dela ficaram tensos, a bunda se mexia contra minha mão e a voz saía abafada pelo travesseiro. Eu mordi de leve a pele de sua nádega e depois voltei a lamber a sua buceta por trás, sem tirar completamente os dedos. Ela perdeu a fala por alguns segundos. Só gemia e rebolava, tentando buscar mais da minha boca e dos meus dedos.

— Alessandra, assim eu não aguento...

Ela gemeu mais alto quando voltei a chupar a sua buceta. Eu abria seus lábios com os dedos, lambia a entrada, subia pro grelo e descia de novo, enquanto minhas mãos seguravam aquela bunda firme. A Débora gozou de novo de bruços, tremendo contra a minha boca, com as pernas fortes falhando um pouco. Eu continuei lambendo até ela se render no colchão, mole.

A Débora deitou por cima de mim e senti os seus seios pequenos contra os meus. Nos beijamos de novo, mais lento. A língua dela já vinha com intimidade. A mão dela deslizou para minha cintura e parou na minha bunda.

— E então? Fui melhor que a Odete?

— Sim!

A resposta dela me deu satisfação e me fez querer ainda mais. Eu virei nós duas na cama e fiquei por cima, encaixando a minha coxa entre as pernas dela. A Débora entendeu rápido e esfregou a buceta molhada contra minha pele. Fiz o mesmo nela. Nossas bucetas se buscaram, uma contra a outra, num atrito quente e molhado. Segurei a sua perna e abri mais. Ela segurou a minha cintura, ajudando o movimento.

A Débora era forte. O corpo dela respondia com energia, mesmo depois da corrida. Ela prendia a minha bunda, puxava o meu corpo, levantava a pélvis para aumentar o atrito. Eu via os seios pequenos dela subindo e descendo, os mamilos duros, a barriga contraindo. O prazer dela vinha em ondas, e eu sentia cada uma pela forma como a buceta dela molhava mais contra a minha.

— Vou gozar de novo — disse ela, quase sem voz.

— Goza comigo.

Movi o corpo com mais força, esfregando a minha buceta na dela, usando a coxa e a pélvis para manter o ritmo. O calor acumulado da corrida, da boca, dos dedos e da pele me atingiu de novo. Gozamos quase juntas, agarradas, com as pernas misturadas e os gemidos abafados pela boca uma da outra. O corpo da Débora tremeu embaixo do meu e o meu respondeu logo depois, com a buceta pulsando contra ela.

Depois disso, o quarto ficou quieto por alguns minutos. Eu deitei de lado, e a Débora veio para perto, encaixando-se em mim. Ela apoiou a cabeça no meu ombro e passou os dedos pela minha barriga, distraída com as pintas na pele.

Passei a mão pela coxa dela, sentindo o músculo sob a pele. Era uma coxa boa de segurar. Beijei a testa dela e fiquei olhando pro teto, até que lembrei da Milla.

— O que você acha de trazermos a Milla pro nosso pequeno time?

A Débora ficou parada por um momento. Depois soltou uma risada curta.

— A Milla é gostosa. Mas ela é hétero.

Passei os dedos pela nuca dela, sem pressa.

— Eu não acredito que nenhuma mulher seja hétero. Elas só estão a uma boa chupada de vir para o clube das bis.

— Nada a ver. Ela fala muito de homem.

— Gente que fala muito às vezes quer ser convencida de outro jeito.

Encarei ela em silêncio.

— Vai me dizer que nunca se imaginou transando com ela?

A Débora ficou me olhando e vi a ideia passar pelo rosto dela antes da resposta. Eu soube pela boca entreaberta, pelo jeito como a mão dela parou na minha barriga, pelo brilho no olhar.

— Não tem jeito. O negócio da Milla é rola.

Eu sorri. Essa parte era simples.

— Isso dá para resolver. Eu tenho um strap-on.

A Débora sorriu com uma surpresa gostosa. O riso dela fez os seios pequenos balançarem de leve contra o meu braço.

— Claro que você tem.

A Débora mordeu o canto da boca. A mão dela desceu sem perceber até a minha coxa.

— Se o negócio da Milla é rola, a gente come a Milla com o meu cintaralho. A gente se reveza. Uma mete enquanto a outra é chupada. Depois trocamos.

A Débora ficou em silêncio, imaginando. Eu acompanhei o pensamento dela pelo corpo. A respiração mudou, os dedos apertaram a minha coxa, as pernas se mexeram de leve.

— Eu ia adorar — disse Débora. — Mas precisaríamos convencê-la.

— Nada que um bom plano, paciência e união entre mulheres por um objetivo não resolvam.

A Débora me olhou com um sorriso lento. Havia malícia ali e eu gostei de ver.

— E como você pretende fazer isso?

Passei os dedos pela nuca dela, gostando de ver que a ideia já tinha entrado.

— Estou pensando ainda. Mas vamos continuar chamando ela para correr enquanto isso.

A Débora passou a mão pelos meus seios e apertou um mamilo, como se quisesse me distrair ou me testar. A conversa sobre Milla estava nos excitando de novo, e eu sentia a minha buceta latejar com a possibilidade. A ideia da Débora tinha sua buceta chupada pela Milla enquanto eu metia nela com o strap-on me deu um calor bom. E eu adorava sexo com sabor de conspiração.

A Débora me beijou. O beijo veio cheio de cumplicidade. A mão dela voltou pra minha buceta, tocando meus pelos loiros e a umidade que continuava ali. Eu abri as pernas para ela, recebendo o toque sem interromper a conversa.

— A Milla vai dar trabalho — disse Débora.

— Que bom. Eu gosto de mulher gostosa e desafiadora.

A Débora enfiou dois dedos em mim de novo e a minha resposta virou gemido. Ela sorriu contra a minha boca, orgulhosa do efeito do toque. Eu deixei que ela me dedilhasse mais um pouco, porque a noite ainda tinha espaço pra mais orgasmos. Enquanto ela mexia os dedos dentro de mim, continuei pensando em como nos aproximaríamos da Milla. Talvez com a ajuda da Letícia e da Andréia.

Quando gozei de novo nos dedos da Débora, agarrei a sua nuca e puxei a sua boca para mim. Ela me beijou enquanto a minha buceta apertava a mão dela e eu gemi contra os seus lábios com o corpo inteiro cansado. Depois ficamos abraçadas, suadas e satisfeitas.

Domingo de manhã, desci pra piscina com maiô escuro e uma toalha jogada no ombro. Passei protetor nos ombros, no colo, nos braços e nas coxas antes de me deitar na espreguiçadeira. A minha pele clara corava rápido. O maiô segurava meus seios médios com certa firmeza, mas os meus mamilos grandes marcavam o tecido sempre que vinha uma brisa. As minhas coxas musculosas ficavam expostas contra a espreguiçadeira.

A piscina estava calma. A Larissa e a Milla tomavam banho dentro d’água. A Larissa estava de biquíni esportivo, o cabelo ruivo escuro preso alto e a pele branca cheia de pintinhas nos braços, nos ombros e nas pernas. Ela tinha corpo de crossfiteira, com seios médios e firmes, cintura definida e coxas fortes que apareciam toda vez que ela impulsionava o corpo na água. A bunda dela era redonda.

A Milla estava mais solta. Loira, lábios grossos, corpo atlético e curvilíneo, com uma barriga enxuta que surgia quando ela se apoiava na borda. O biquíni marcava os seios médios e bicudos. As coxas grossas se moviam debaixo d’água com força e a bunda grande dela aparecia em pedaços sempre que virava o corpo. Era uma bunda cheia, redonda, alta. A Milla falava bastante, ria com facilidade e parecia confortável demais com a própria gostosura.

Eu observava as duas com interesse. Meu tesão por mulher tinha ficado mais claro desde que voltei ao Brasil e fui morar nos prédios que, aparentemente, tem a maior concentração de gostosas por metro quadrado do país.

— Você vai ficar só olhando ou vai entrar? — perguntou Milla, apoiando os braços na borda.

— Quero aproveitar um pouco mais o sol.

Ela sorriu, nada ofendida.

— Está quente demais hoje — disse Larissa.

A conversa ficou por aí, porque a minha atenção foi puxada por movimento do outro lado da piscina. Dois homens saíram da água quase ao mesmo tempo, subindo pela escada metálica. Primeiro reconheci o Antônio. Forte, alto, ombros largos, peito firme e braços musculosos. A sunga colada deixava as coxas grossas e o volume do pau gritante sob o tecido molhado. Eu sabia muito bem o que aquele volume escondia. Eu já tinha sentido aquele pau enorme me abrir e o meu corpo lembrava disso com carinho e até saudade.

Ao lado dele vinha outro homem. Forte, 1,84 m, braços grossos que pareciam encher qualquer camiseta e um rosto simpático. Peito firme, barriga trabalhada, coxas fortes e a pele molhada deixava tudo mais atraente. Ele tinha um jeito bonito de se mover, sem pose exagerada. A água escorria pelo tronco e descia até a sunga, que também marcava bem. Menos absurdo que o do Antônio, claro, porque o Antônio tinha um pau lendário que era 1 em 1 milhão. Mas o volume que eu vi ali não era nem de longe de se subestimar.

O Antônio passou a toalha pelo rosto e olhou na minha direção. Quando me viu, sorriu aberto. Havia uma leveza nele naquela manhã. Ele veio na minha direção junto com seu amigo. Quero dizer, “amigo”. Tinha algo ali que eu podia sentir.

— Alessandra — disse Antônio, ao chegar na minha espreguiçadeira. — Este é o Rodolfo.

O Rodolfo sorriu. De perto, ele era ainda mais interessante. A simpatia dele parecia real e isso me agradou de imediato.

— Oi, Alessandra. Prazer.

Gostaria que ele me desse prazer.

— Prazer, Rodolfo.

O Antônio passou a toalha pelo pescoço e ficou com a outra mão ainda perto dele. O gesto era pequeno, mas dizia bastante. Eu me levantei um pouco na espreguiçadeira, apoiando o peso nos cotovelos. O maiô puxou nos meus seios e percebi os olhos do Antônio baterem ali antes de voltarem ao meu rosto.

— Nós estamos ficando — disse Antônio.

Era uma boa notícia. O Antônio andava bastante infeliz desde o término com a Letícia. Mas este Antônio, que me contava isso, estava sorrindo, leve. Não estava indeciso ou querendo se provar. Não procurava aprovação no meu rosto. Ele só estava me contando. Não sei se tudo isso foi mérito do Rodolfo ou se o Rodolfo foi apenas consequência da mudança de atitude, mas eu estava sinceramente feliz pelo meu amigo e aluno. Deixei o sorriso vir.

— Fico feliz que a fila tenha andado.

Ele riu, e o riso dele veio com uma alegria que me deixou menos inclinada a provocá-lo demais.

O Antônio tinha seus defeitos e o término com a Letícia foi quase todo (falta de) responsabilidade dele. Mas eu gostava dele. Ele era bruto no sexo e leal fora dele. Era alguém em quem eu sentia que poderia confiar, desde uma simples carona até problemas mais sérios.

O seu ficante, Rodolfo, parecia um cara legal. E era gostoso. Se o Rodolfo fosse bi e os dois tivessem algum tipo de abertura para inserir ocasionalmente uma terceiro, poderíamos conversar sobre uma tarde excelente de ménage qualquer dia. Mas só em breve. Se eles ainda eram ficantes, eu não ia atravessar o casal até eles se decidirem.

O Antônio se despediu de mim com um beijo na bochecha. O corpo dele ainda estava úmido e o cheiro de piscina veio junto. Quando se afastou, o volume da sunga ficou perto demais do meu campo de visão. O Rodolfo também se despediu com um aceno e um sorriso. Os dois foram pros elevadores.

Eu coloquei os óculos de sol de volta. A Milla saiu da piscina, chamando meus olhos. A água escorreu pela barriga enxuta, pelos seios presos no biquíni e pelas coxas grossas. Quando ela virou para pegar a toalha, a bunda enorme apareceu inteira sob o tecido molhado. A Larissa percebeu o meu olhar e depois olhou também. A ruiva tentou disfarçar coçando o rosto. Eu quase ri.

A Larissa saiu da piscina também. O biquíni dela grudou nos seios médios, desenhando os bicos sob o tecido. As coxas fortes brilhavam de água e a bunda firme balançou pouco quando ela caminhou até a toalha. O cabelo ruivo escuro molhado colou na nuca. Ela tinha um rosto bonito, com expressão viva, e um olhar que parecia sempre prestes a contestar alguém.

A Milla passou protetor nas pernas perto da Larissa e a ruiva tentou ajudar nas costas dela com mãos um pouco cuidadosas demais. Eu observei de longe, interessada no pequeno teatro das duas. A manhã seguiu nesse ritmo.

À tarde, voltei de um compromisso qualquer fora do prédio. Entrei no hall e notei que ele estava ocupado por três casais em uma conversa amigável.

Rogério e Jéssica estavam de mãos dadas perto do sofá. Vinícius e Lisandra conversavam ao lado deles. Antônio e Rodolfo completavam o grupo, também de mãos dadas.

A Jéssica estava linda como de costume. Pele amendoada, cabelo castanho-claro caindo em ondas suaves, rosto oval e sorriso largo. Usava camiseta e short curto. Os seios médios e cheios marcavam a camiseta com naturalidade e a cintura firme deixava o corpo em formato de violão. A barriga dela era definida. As coxas eram torneadas e fortes. A bunda, redonda e firme. Eu entendia cada homem que olhava para Jéssica e perdia o fio da conversa.

O Rogério tinha o tipo de corpo que passa segurança antes de qualquer palavra. Ele não era um brutamontes. Era forte de um jeito funcional, com ombros firmes e braços trabalhados. A camiseta desenhava o peito e os antebraços chamavam atenção quando ele gesticulava. Havia algo muito atraente naquela combinação de beleza e nenhuma necessidade de se gabar dela. Ele segurava a mão de Jéssica com carinho simples. Eu gostava disso nele. Gente boa de verdade costuma me deixar desconfiada por hábito, mas Rogério insistia em parecer genuíno.

O Vinícius estava ao lado da Lisandra. Ele até tinha certo charme, mas era quem menos chamava atenção dos seis. Moreno claro, cabelo castanho-escuro ondulado, sorriso aberto e olhar atento.

Já a Lisandra chamava bastante atenção, até parada. Alta, muito clara, loira de cabelo comprido com reflexos dourados, rosto oval com ar de boneca viva e sardas finas no nariz e nas bochechas. Os olhos grandes, verde-acinzentados com nuances douradas, davam a ela uma aparência quase delicada demais. A delicadeza acabava quando o corpo entrava na conta. Ela tinha cintura marcada, seios pequenos e naturais, pernas longas e uma bunda redonda, alta, volumosa, que se destacava em qualquer vestido justo. Naquela tarde, a roupa dela deixava as pernas claras à mostra e valorizava a bunda de um jeito honesto.

O Antônio estava com o Rodolfo. De roupa, ele ficava menos indecente que de sunga. A camiseta marcava peito, ombros e braços. A bermuda deixava as pernas fortes à mostra, e o volume do cacete dele continuava difícil de ignorar. Qualquer pessoa com olhos e libido notaria aquele pau. O Rodolfo, ao lado dele, estava de camisa simples e calça leve. Os braços grossos preenchiam as mangas. O rosto simpático dele conversava com a postura calma.

— Boa tarde — falei, chegando perto o suficiente para ser incluída na roda.

A Jéssica sorriu primeiro.

— Oi, Alessandra — começou e passou a apresentar a Lisandra, Vinícius e Rodolfo.

Não tinha como não reconhecer o Vinícius pela partida dele dias antes. A Lisandra eu conhecia de vista, aquela raba divina rebolando aqui e ali pelos corredores enquanto ia trabalhar nos apartamentos do Rogério, Lorena, Carlos ou Andréia. Curiosamente, a Jéssica a apresentou como uma amiga, não como sua diarista. Me perguntava se ela estava sendo sincera ou se era um daqueles paternalismos “ela é como se fosse da família”. O Rodolfo, eu tinha acabado de ser apresentada. Mas seria descortesia contar isso pra Jéssica.

A roda parecia leve. Havia carinho entre os casais, proximidade entre os amigos e uma certa intimidade. Rogério e Jéssica estavam relaxados. Vinícius e Lisandra pareciam um casal novo demais para esconder o quanto gostavam de ficar perto. Antônio e Rodolfo se sentiam à vontade com os demais.

Se eu tivesse olhos paranoicos, poderia dizer outras coisas a respeito desse sexteto. A Jéssica sempre olhava pra bunda da Lisandra. Eu entendia. Era uma raba que chamava atenção com facilidade. O Antônio passeava os olhos pelos corpos de Rogério, Jéssica e Lisandra com curiosidade e tesão. Mas talvez fosse só hábito de homem tarado. Lisandra tentava acompanhar a conversa, mas seu olhar caía de vez em quando no volume da bermuda do Antônio. A Jéssica também, até porque lembro que ela votou a favor de ver a rola do Antônio. E todos ali pareciam ter acabado de sair de uma suruba a seis.

Isso não fazia sentido, claro. Rogério e Jéssica eram tão certinhos que pareciam o casal mais assexuado que já tinha visto na vida. Não os julgava. Se eles gostavam de ser assim e eram felizes sendo assim, isso que importava. E quando não estava tentando impor suas ideologias na vida dos outros, a Jéssica era uma das amigas mais leais da turma da academia.

A conversa voltou para assuntos pequenos e eu me despedi deles. Precisava de um banho e descansar um pouco. Acenei para eles e fui em direção ao elevador. Antes de ir, olhei pra eles uma última vez. O desenho dos braços do Rogério quando cruzava um deles sobre o peito. A curva clara da bunda da Lisandra dentro da roupa. Cara, eu definitivamente assinaria um OnlyFans daquela loira. O peito do Rodolfo esticando a camisa quando respirava fundo. O olhar da Jéssica parando na bunda da Lisandra por alguns segundos antes de voltar pro Rogério. Eu não sabia se ela queria aquela bunda como um ideal de como deveria ficar a dela ou se só queria dar uns tapão na raba da loira. Antes da porta do elevador, troquei um último olhar com o Antônio. Ele sorriu de volta.

Eu podia querer ser A Loba do condomínio. Mas isso não me impedia de ficar feliz com a felicidade dos meus amigos e amigas.

Pois bem, leitor. No próximo capítulo, teremos Andréia, Tatiana, Natália, Sarah, Fernanda, Letícia, Lorena, Cinthia, Rebecca, Anacleta e Denise. E a Alessandra vai meter seu cintaralho em uma delas.

Perguntas:

01) Afinal, quem vocês acham que deve conseguir transar com a Larissa no final das contas?

02) O que vocês acharam das reclamações contra a mulherada da Torre A?

“Elas estão certas. A gente está aqui pela Jéssica, Sarah e cia. Elas são figurantes que só tão na história pra cumprir a cota de sexo por capítulo.”

Coloquem nos comentários pro que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos mais capítulos.

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NOTA DO AUTOR:

Ando com o tempo um pouco escasso (trabalho) pra poder fazer as respostas aos comentários com frequência por enquanto.

Mas estou lendo todos os comentários e continuo atento às opiniões de todos vocês. O próprio arco da Lorena veio da necessidade que senti de corrigir a rota da Lorena e mostrar o lado mais independente e empresarialmente competente dela depois de tê-la feito pagar de Michael Scott demais.

Amanhã, eu devo postar um “comentários COM spoilers” (mas que também deve ser menor que o habitual) para discutir algumas coisas e andamentos com vocês.

No final de semana, vem a parte 4 desta série para fechar este arco da Alessandra e um material que eu estava trabalhando. Se eu conseguir terminar a parte 2 da Lorena, aproveito para postar. Ironicamente, a parte 4 dela é a que está pronta.

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 176Seguidores: 324Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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Mais um conto excelente, Alessandra é um bom POV, fica com uma personalidade mais safada que os demais.

1) Alessandra, mas um jogo mais demorado, onde sempre alguma coisa atrapalha.

2) Elas estão certas, mas essa richa deve ser mantida, pra não lotar a trama principal.

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1) Acho que tem que ser em dupla com a Alessandra e a Andréia seduzindo ela com muita calma e respeitando o tempo dela.

2) Achei até engraçado elas acharem que o Enéias e os colegas deles não queiram comer elas.

Por mais que você sempre fale que a Larissa é fdp, a única coisa "ruim" que ela fez foi falar do Zé Maria pra Natália (e da pra argumentar que ela poderia estar fazendo com boas intenções).

Ela parece uma adolescente buscando pertencimento num grupo de meninas malvadas, só que pra complicar mais a situação dela, ela é muito mais nova e muito mais inocente do que a turma que ela anda.

De brinde ela paga pau pro Enéias, mas toda vez que vimos eles dois juntos o Enéias que só vê ela como uma buceta pra comer e passa ele adiante (fez ela chupar o Zé Maria pra ele não denunciar eles e passava ela pro Antonio e pegava de volta quando queria na suruba na sauna).

Toda a situação entre Alessandra, Debora e Milla me fez pensar também o quanto a Debora realmente concorda com a Milla e o quanto ela só vai na pilha da Milla pra manter a amizade (também tenho dificuldade em ver o que ela ganha, fora talvez transar com o Enéias mais de uma vez só, já que ela deu a entender que não tava acreditando que conseguiria pegar a Milla sem a Alessandra incentivar).

Eu ainda tenho expectativa de que do jeito que a Alessandra gosta de falar umas verdades pras pessoas, ela possa mostrar pra Larissa e pra Debora que elas tão se rebaixando a inferiores da Milla pra ganhar migalhas.

Mais uma ótima cena de sexo, mas eu gostei mais das duas últimas.

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Alessandra vai meter seu cintaralho em uma delas: Se for uma Lorena, Natalia, Sarah, Rebecca eu vou me surpreender (não quer dizer que não vá gostar kkkkkk) Chutaria Anacleta ou Fernanda (leticia ela ja meteu)

Acho Alessandra com Cinthia e Jonas podia funcionar muito!Outra coisa, vcê já descreveu Cinthia como esperta e antecipou varios cenarios, acho que ela deveria perceber a movimentação de alessandra e no final ela dizer que deixou alessandra ganhar terreno, ams a loba é ela e ela ser a mandante. (como voce sempre descreveu cinthia ela não pode ser ingenua de nao perceber um golpe desse)

Perguntas:

01) Afinal, quem vocês acham que deve conseguir transar com a Larissa no final das contas?

Sentindo falta de Andreia, merecia ser ela, mas Alessandra tambem. Podia ser no menage das três.

02) O que vocês acharam das reclamações contra a mulherada da Torre A?

Na visão delas estão certas, mas você criou elas para sexo, as protagonistas são Torre A. Então elas aceitem seus papeis secundário e façam muito sexo kkkkk

O que eu to ansioso para Jonas/Lorena/Cinthia/Leticia/Carolina não tá escrito....

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Bom dia!

Cada novo episódio desta novela nos deleitam com gratas surpresas...

Fica aqui um pedido/sugestão para que nosso autor nos presenteie com um link em que nos mostre a figura de cada personagem (feito por IA) de acordo com sua inspiração ao escrever esta saga erótica.

Agora vamos aos dois questionamentos:

01 - Para mim a Larissa já está nas teias da Alessandra, só falta públicar...

02 - Nesta estória (ou seria História vivenciada pelo autor, kkk) as/os moradores da torre B eram irrelevantes até a partida de futebol e para mim continuo achando isso...

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1) Alessandra. Talvez um ménage delas com o Cléber para a Alessandra também entrar para o clube do “foi mal, tava doidona”

2) Na visão delas eu entendo esse pensamento, mas no âmbito geral da história elas só estão aqui para preencher a cota de cenas de sexo.

Esse capítulo foi muito melhor do que o anterior, principalmente a cena de sexo. Essa coisa de “vai ser minha putinha”, perguntar quem é a dona, coleira; passou do ponto já. Como alguém comentou no anterior, a Alessandra virou o Jonas.

Ménage Antônio/Rodolfo/Alessandra não estava no meu bingo mas estou aberto a essa ideia.

Na Austrália, Alessandra/Milla/Débora já aconteceu, só precisam comunicar as envolvidas.

E ainda espero algum tipo de confronto Alessandra x Cinthia pelo controle das Lobas.

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O Alberto ta fazendo a gente sonhas que esse crossover

E respondendo as perguntas, queria que a Andreia pegasse a Larissa, ta sumida ela, gostava muito dos contos dela.

E elas falaram que o Enéias é coitado que sofre é de fuder kkkkkkk

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É muito gostoso ler as aventuras da Alessandra com seu lado bi sendo mantido com toda a força 💪 de que ela é capaz.

Gostaria de ver a Alessandra pegar a rabuda da Lisandra e dar um tratamento de chupada para deixá-la apaixonada e querendo repetir sempre, porque a Lisandra já trocou beijos cliente com a Lorena, ou estou enganado? Acho que não, então está faltando um capítulo especial da Alessandra com a Lisandra, wue tal?

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Fiquei louco para saber como a Alessandra vai transar com a Larissa e com a Milla, ainda com a ajuda da Débora. Essas histórias das Lobas prometem!

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Respondendo as perguntas:

Eu gostaria de ver ela transando com a Cinthia. Nunca foi descrito uma transa da Cinthia, mas confesso que amaria ver uma briga entre as duas. Quem sabe a Alessandra mate a vontade de meter na Andreia. Três grande lobas e pegando. Seria interessante.

1) Talvez, mas por curiosidade, ao contrário do que Alessandra declarou não creio que toda mulher seja bi. Toda lésbica e todo gay deseja que o outro seja, alguns até podem ser mas não compreendo que todos desejam. Seria bom ver a Larissa com o Cleber também, quem sabe um menage?

2) Justo, elas não são próximas e entre ser humano há rivalidades. Nada que uma boa convivência e interação nao mude a percepção. Deu perceber que são bacanas, não escritas.

Um coisa também, tudo é relativo. Há uma hipocrisia no pensamento da Alessandra. Na torre A o Jonas, objetificou, buscou emocionalmente envolver as mulheres, sem vinculo afetivo pra satisfazer sua fantasia. Usava da lábia e do jogo perspicaz para ter o que queria. Ela detona o Cleber qe aparentemente é jovem e tem atitudes imaturas, mas não no nível de manipulação do Jonas. Fazer juízo de valor ou qualificar alguém é perigoso, pois, é relativo a partir do lugar que você está. Acho complicado definir o Cleber como vilão. Pra mim é um garotão imaturo e vaidoso, fato que todo mundo está sujeito a ser em determinada fase da vida. E olha que Jonas é um dos meus personagens favoritos. E o considero um tremendo manipulador.

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