Capítulo 2: O Viciado
Depois daquele domingo, eu nunca mais fui a mesma, porém, não puta virtual da noite para o dia.
Nós dias seguintes eu fiz duas ou três visitas para o meu vizinho Jorge, não transamos de fato, mas ele estava me ensinando a chupar um pau do jeito que as atrizes porno faz com direito a leitinho de pica no final e claro que ele também chupou minha xota e rabo, tava louca pra dar meu anel. Também mandou eu me depilar, nunca tinha feito isso e Silas estranhou quando viu.
— Mas o que, em nome de Jesus é isso? — perguntou indignado.
— Foi a médica que mandou eu fazer isso amor. — menti, a reação de Jorge foi outra, quando viu me chupou até eu gozar.
Naquela sexta-feira à noite a igreja estava lotada. O pastor tinha organizado um encontro especial para ex-viciados que estavam em recuperação: crack, cocaína, álcool, uns quantos que ainda carregavam a cara de quem já tinha visto o fundo do poço. Eu e Silas fomos chamados pra ajudar a servir o café, distribuir os panfletos e “dar um sorriso de acolhimento”. Vestida como sempre: saia longa preta, blusa fechada quase até o pescoço, cabelo preso, aliança brilhando.
Eu andava entre as cadeiras com a bandeja de copos, sorrindo pra todo mundo, falando “Deus te abençoe, irmão” com a voz doce. Foi aí que eu vi ele.
Chamava-se Diego. Uns 35 anos, 1,85 m, ombros largos, braços grossos cobertos de tatuagens pretas, caveiras, serpentes, nomes que eu não conseguia ler. Barba por fazer, cabelo curto raspado nas laterais, cara de mal. Ele estava sentado no fundo, pernas abertas, braços cruzados, sem sorrir pra ninguém. Quando eu passei perto com a bandeja, os olhos dele desceram direto pro meu peito e depois pra bunda. Não disfarçou. Minha xota molhou na hora.
O pastor falava sobre “libertação do cativeiro das drogas” e eu só conseguia sentir meu grelo vibrando e pensar em como seria ter aquele macho me violando, o olhar do Diego dizia a mesma coisa. O tesão tava me consumindo, resolvi ir ao banheiro jogar uma água na nuca pra ver se esfriava o fogo. Quando sai dei de cara com Diego, seus olhos percorreram meu corpo como se tirasse minha roupa e os meus pararam no volume sob suas calças.
— A irmã é um tesão sabia? — Falou com aquela voz grossa e cheia de maldade. Eu adorei.
— Você também é — Respondi meio sem pensar, deu pra ver a surpresa no olho dele. — Rápido, ali no quartinho.
O tal quartinho não passava de um pequeno depósito onde ficava cadeiras quebradas, caixas de documentos velhos, vassouras e um colchão velho enrolado no canto. Puxei ele pela mão e entramos rápido, dentro do salão dava pra ouvir o Pastor gritando. Mal entramos e ele já veio me apertando com aquelas mãos grandes de predador.
— Olha só… a crentinha safada. Eu vi o jeito que voce tava me olhando. — Sussurrou desabotoando minha blusa. — Quer que eu te foda aqui mesmo, não é cadelinha?
Eu engoli seco, a buceta já molhando a calcinha, apenas asenti com o tesão transbordando já. Ele Subiu a saia longa até deixar minha calcinha branca exposta, rasgou minha calcinha de algodão com um puxão forte. Dois dedos grossos entraram na minha buceta sem aviso, metendo fundo.
— Já tá encharcada, sua vadia. Tava pensando nisso o culto inteiro, né?
— Tava… — eu gemi.
Diego tirou o dedo, baixou a calça e soltou o pau: grosso, veioso, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Sem mais conversa, encostou a glande na entrada da minha buceta e forçou entrando com tudo. O prazer veio lancinante, intenso, quase gozei. Eu abri a boca pra gritar e ele tapou com a mão inteira, dedos apertando minhas bochechas.
— Cala a porra da boca. — Falou entre os dentes empurrando o pau fundo novamente. — Fica quietinha pra eu fuder você vagabunda.
O viciado levantou uma das minhas pernas, assim o pau ia mais fundo e seguiu socando forte. Dentro da igreja a sermão tava no fim, ali no quartinho tava só no começo. O primeiro orgasmo veio fácil me fazendo tremer.
— Tô gozando… Tô goz… — Gemi agarrando sua costas
— Isso irmãzinha goza no pau do tarado. — ele cravou fundo seu pau na xota.
Diego saiu de dentro de mim e me virou de Costa para ele me prensando na parede e voltou a enfiar dois dedos na minha buceta encharcada brincando um pouco com ela assim, me fazendo delirar. Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e enfiou o dedo grosso de uma vez no meu anel e empurrou com força.
— Meu cuzinho é virgem. — Sussurrei esperando que ele desistisse.
— Era virgem. — Respondeu passando o pau na entrada da minha gruta molhada pra lambuzar o pau.
— Não, por…
— Fica quietinha puta. — interrompeu, forçando a cabeça contra a portinha do meu cu.
Ele meteu tudo de uma vez. O pau grosso arrombando meu cu, abrindo sem piedade. Eu tremia, lágrimas nos olhos, não consegui gritar, mas empurrei a bunda pra trás mesmo assim. Ele começou a socar com força, cada estocada batendo fundo, as bolas batendo na minha buceta molhada. A mão continuava tapando minha boca, o outro braço segurando minha cintura com força bruta.
— Isso… toma no rabo, puta evangélica. — grunhiu ele forçando o pau cada vez mais fundo. — Toma esse cacete no teu cu apertado. — sentia meu cuzinho sendo dilacerado. — Gosta de ser arrombada sua vadia?
Eu gemia abafado contra a mão dele, saliva escorrendo entre os dedos. Ele metia cada vez mais forte, o som molhado ecoando no quartinho bagunçado. Ele me fodia como se quisesse me destruir, sem carinho, só fome e raiva contida. Eu jamais imaginei que seria violada dessa forma na igreja, no salão todos davam glória e cantavam e eu ali sendo destruída, mas tava amando.
— Fode meu rabo…
— Rebola, caralho. Rebola nesse pau.
Eu rebolava, apertando o cu em volta dele. Ele tirou a mão da minha boca só o suficiente pra eu respirar e voltou a tapar quando eu quase gritei de novo. A mão livre desceu, dois dedos entraram na minha buceta, metendo no mesmo ritmo. Eu gozei forte, pernas bambas, o orgasmo me fazendo tremer inteira enquanto ele continuava socando o cu sem parar.
— Vou gozar no teu rabo, puta. Pede.
— Goza… goza no meu cu… . — Pedi chorando de tesão. — Enche ele de porra
Ele acelerou, gemeu baixo e gozou fundo, jatos quentes enchendo meu cu. Continuou metendo até a última gota, depois saiu de uma vez. A porra escorreu quente pelas minhas coxas.
— Limpa essa porra e some daqui. — Ele se afastou, puxou a calça, me olhou com desprezo. — Se contar pra alguém, te mato, vadia.
Eu arrumei a saia, limpei o que deu com a calcinha rasgada, escondi o tecido sujo na bolsa. Abotoei a blusa, ajeitei o cabelo. Quando abri a porta, o corredor estava vazio. Voltei pro salão como se nada tivesse acontecido.
O pastor passou por mim, pôs a mão no meu ombro e disse:
— Obrigada pela ajuda hoje, irmã Ruth. Você tem um coração servil.
— Amém, pastor. — Eu sorri doce. — Estou sempre à disposição.
Por baixo da saia, o cu ainda latejava, a porra do Diego escorrendo devagar e o fogo na buceta queimando cada vez mas forte.
