Eu percebi que ela estava me evitando.
Não de forma óbvia. Larissa ainda me cumprimentava, ainda sorria educada, mas agora desviava o olhar mais rápido. Quando eu entrava na sala dela para qualquer serviço, ela encontrava uma desculpa para sair ou ficava de costas o tempo todo. Isso só me deixava mais determinado.
Na quinta-feira, no final da tarde, a escola já estava quase vazia. Eu sabia que ela costumava ficar até mais tarde corrigindo trabalhos. Fui até a sala dela carregando uma escada, fingindo que precisava trocar uma lâmpada do corredor bem em frente à porta.
A porta estava entreaberta. De onde eu estava, conseguia vê-la sentada à mesa, de perfil. Naquele dia ela usava uma saia vinho até o joelho e uma blusa bege. A saia marcava o formato da bunda mesmo sentada. Quando ela se inclinava para pegar uma caneta que tinha caído, o tecido subia um pouco e eu via a parte de trás das coxas grossas.
Meu pau endureceu na hora.
Eu entrei sem bater.
— Professora, vou trocar essa lâmpada aqui na frente. Pode ser?
Larissa ergueu o rosto. Pela primeira vez em dias, não conseguiu disfarçar o desconforto. O olhar dela desceu rápido até a minha calça e voltou para o meu rosto. Eu não estava usando a calça larga de trabalho. Tinha vestido uma mais justa de propósito. O volume do meu pau estava claro.
— Pode… — ela respondeu, a voz um pouco rouca.
Eu posicionei a escada bem na entrada da sala, de forma que, toda vez que ela olhasse para a porta, me visse. Subi alguns degraus e fiquei trabalhando devagar. De cima, eu tinha visão privilegiada dela. Observei o jeito que ela tentava se concentrar nas provas e falhava. O peito subia e descia mais rápido. Em determinado momento, ela cruzou e descruzou as pernas, apertando as coxas uma contra a outra.
Eu desci da escada e fui até a mesa dela, parando do outro lado.
— A lâmpada estava queimada mesmo — eu disse, baixo.
Larissa não levantou o rosto de imediato. Quando levantou, os olhos estavam um pouco vidrados.
Eu apoiei as duas mãos na mesa e me inclinei ligeiramente para frente. Dessa posição, o volume da minha calça ficava bem na altura do olhar dela. Não precisei dizer nada. Ela viu. E dessa vez não desviou rápido o suficiente.
— Você está me olhando diferente esses dias, professora.
A frase saiu calma. Direta.
O rosto dela corou forte. Ela abriu a boca para responder e fechou de novo. Eu continuei:
— Eu também olho. Todo dia. Essa saia… essa bunda… essas coxas. Você não faz ideia do que isso faz comigo.
Larissa engoliu em seco. Eu vi a garganta se mover. As mãos dela apertaram as folhas em cima da mesa.
— Diego… isso não é apropriado.
— Eu sei. — Eu sorri de canto, sem humor. — Mas eu não consigo mais disfarçar. Toda vez que você passa por mim, meu pau fica duro. Igual está agora.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Eu podia ouvir a respiração dela. Ela olhou de novo para o volume na minha calça, dessa vez sem conseguir esconder. Os lábios se entreabriram.
Eu me endireitei devagar.
— Eu não vou te forçar a nada. Mas eu quero que você saiba exatamente o que eu penso quando te vejo. Eu imagino você de quatro em cima dessa mesa. Essa saia erguida. Essa bunda empinada. E eu enfiando tudo de uma vez só para ouvir o barulho que você vai fazer.
Larissa fechou os olhos por um segundo. Quando abriu, estavam úmidos. Não de lágrima. De outra coisa.
— Você precisa sair — ela disse, a voz falhando no final.
Eu fiquei mais dois segundos parado, só olhando para ela. Depois assenti.
— Tudo bem. Mas a gente os dois sabe que isso não vai ficar só nas palavras.
Eu saí da sala sem me virar. No corredor, meu pau estava tão duro que doía. Eu fui direto para o banheiro dos funcionários, traguei a porta e tirei ele para fora. Era grosso, as veias saltadas, a cabeça já molhada. Bati uma punheta rápida e violenta, imaginando que estava gozando dentro dela, em cima daquela mesa cheia de provas. O esperma saiu forte, em jatos densos, sujando a parede do box.
Enquanto limpava, eu respirei fundo e sorri sozinho.
Ela tinha ficado molhada. Eu tinha certeza. O jeito que apertou as pernas, o jeito que a voz tremeu, o jeito que olhou para o meu pau…
Larissa, a professora casada, estava começando a desejar o que eu tinha para dar.
E eu ia fazer ela admitir isso.
Cedo ou tarde.
Parte 4
Depois daquela conversa na sala, o clima mudou de verdade.
Larissa passou a me evitar com mais cuidado. Não me olhava nos corredores. Quando eu entrava em algum lugar onde ela estava, ela encontrava um motivo para sair. Mas eu via o que ela tentava esconder. O corpo dela me denunciava. Toda vez que eu passava perto, ela apertava as pernas uma contra a outra. O pescoço corava. A respiração mudava.
Eu adorava isso.
Na terça-feira, no final da tarde, a escola estava quase vazia de novo. Eu sabia que ela tinha ficado para terminar um relatório. Fui até a sala carregando uma caixa de material de limpeza que eu nem precisava entregar. A porta estava fechada. Bati e entrei sem esperar resposta.
Larissa estava de pé, de costas para mim, guardando cadernos no armário. Naquele dia usava uma calça social cinza bem justa e uma blusa branca. A calça marcava o contorno inteiro da bunda. Quando ela se esticou para alcançar a prateleira de cima, o tecido esticou e eu vi claramente o formato da calcinha enfiada no meio.
Meu pau endureceu na hora.
— Boa tarde, professora.
Ela se virou rápido. O susto no rosto durou só um segundo. Depois veio aquele olhar misturado de irritação e nervosismo.
— Diego, eu estou ocupada.
— Eu também. Mas precisava falar com você.
Fechei a porta atrás de mim. O clique da tranca soou alto no silêncio da sala. Larissa engoliu em seco. Eu caminhei até ela sem pressa, parando a menos de um metro de distância. Dessa vez não disfarcei o volume na calça. Deixei que ela visse.
— Você está me evitando.
— Porque o que você falou naquele dia foi absurdo. Eu sou casada.
— Eu sei que você é casada. — Me aproximei mais um passo. — E mesmo assim você ficou olhando para o meu pau. Ficou com as pernas apertadas. Ficou com a respiração alterada. Você pode negar com a boca, mas o corpo não mente.
O rosto dela corou forte. Eu vi o peito subir e descer rápido. Aproximei mais um pouco. Agora quase não havia espaço entre a gente. O cheiro dela subiu: perfume suave misturado com o calor da pele.
— Eu quero te comer, Larissa. — Falei baixo, olhando direto nos olhos dela. — Quero te colocar de quatro em cima dessa mesa, puxar essa calça até as coxas e enfiar tudo de uma vez. Quero ouvir o barulho que essa bunda vai fazer batendo contra mim. Quero gozar fundo e ver escorrendo.
Ela tremeu. Não foi medo. Foi outra coisa. Eu vi.
— Para com isso… — a voz saiu fraca.
Eu levantei a mão e passei o dorso dos dedos devagar pela lateral da coxa dela, por cima da calça. Senti o tecido quente e a carne firme por baixo. Ela não se afastou. Só fechou os olhos por um segundo, a respiração presa.
— Você está molhada agora? — perguntei.
Larissa abriu os olhos. Estavam escuros, brilhantes. Ela abriu a boca, mas não respondeu. Eu desci a mão um pouco mais e apertei a parte de trás da coxa, bem perto da bunda. A carne era macia e pesada. Meu pau latejou forte dentro da calça.
— Responde. Está molhada?
Ela mordeu o lábio de baixo. Depois, quase num sussurro:
— Sim.
A palavra saiu baixa, mas foi o suficiente. Um calor subiu pela minha barriga. Eu sorri devagar, satisfeito.
— Bom.
Retirei a mão e dei um passo para trás. O olhar dela acompanhou o volume na minha calça. Eu abri o botão e puxei o zíper com calma. Abaixei um pouco a calça e a cueca e tirei o pau para fora. Ele estava completamente duro, grosso, as veias saltadas, a cabeça escura já brilhando.
Larissa olhou e não conseguiu desviar. Os lábios se entreabriram. Eu vi a garganta se mover quando ela engoliu.
— Isso é o que você está fazendo comigo todo dia — eu disse, segurando o pau pela base e mostrando para ela. — Toda vez que você passa por mim com essa bunda balançando, ele fica assim.
Ela não falou nada. Só olhava. Eu comecei a masturbar devagar na frente dela, sem pressa, deixando que ela visse o tamanho de verdade. O barulho úmido da mão no pau encheu o silêncio da sala.
— Eu podia te foder agora. Aqui mesmo. Você deixaria?
Larissa apertou as mãos na lateral da calça. O peito subia e descia rápido. Eu via a luta no rosto dela. A culpa, o desejo, o medo de si mesma.
— Eu… eu não posso.
— Mas você quer.
Ela não negou.
Eu continuei batendo punheta na frente dela por mais alguns segundos, só para gravar a expressão no rosto dela. Depois guardei o pau com dificuldade e fechei a calça.
— Um dia você vai pedir — falei, baixo. — E quando pedir, eu vou te dar inteiro.
Virei e saí da sala sem esperar resposta. No corredor, meu pau ainda doía de tão duro. Fui direto para o banheiro, traguei a porta e terminei o que tinha começado. Gozei imaginando que estava gozando dentro dela, segurando aquela bunda com as duas mãos enquanto ela gemia meu nome.
Enquanto limpava a mão, eu já sabia.
Ela estava cada vez mais perto de ceder.
E eu ia continuar empurrando até ela quebrar.