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DEU EM MERDA! Eu avisei para MINHA ESPOSA que o pau dele era GIGANTE... Mas ela quis. Veja fottos e viddeos.

Categoria: Grupal
Contém 860 palavras
Data: 22/08/2026 04:42:29

Ontem à noite eu levei minha esposa para a boate.

Não foi uma noite qualquer.

A gente tinha combinado com o Paulinho. Clica em meu nome ou no perfil, pois deixei linkss para voce ver e baixar tudo nosso.

Paulinho é o cara do maior pau de Recife.

Grosso, comprido, veias saltadas, daqueles que não entram fácil em lugar nenhum.

Famoso no meio.

Ele já comeu o cu de várias casadas da cidade e da região.

Sempre o mesmo resultado: as mulheres cagam na pica.

Não porque querem.

Porque o pau é grande demais, grosso demais, e ele mete fundo demais.

Enfia até as bolas, abre o cu inteiro, e o corpo não aguenta.

Sai residual, sai peido, sai merda.

Ele adora.

E as mulheres, depois do primeiro grito de dor, também acabam adorando.

Ontem foi a vez da minha esposa.

A gente chegou na boate perto da meia-noite.

Ela estava de body de tela preta, meia-arrastão até a coxa, calcinha fio dental por baixo.

O pau do Paulinho já estava duro quando ele nos encontrou no corredor do banheiro.

Ele nem cumprimentou direito.

Só olhou para ela, depois para mim, e falou:

— Vai ficar olhando, corno?

Eu fiquei.

Entramos no banheiro da boate.

Porta trancada.

Ela já estava de quatro, mãos apoiadas na pia, o body de tela subido até a cintura.

O cu apareceu.

Rosinha, apertado, ainda limpo.

Paulinho cuspiu na mão, passou no pau e encaixou a cabeça.

Empurrou.

Ela gritou.

— Ai, porra!

Grossa pra caralho!

Ele não parou.

Foi entrando centímetro por centímetro.

O cu dela abriu com dificuldade.

Eu via a pele esticando, branqueando em volta da cabeça do pau.

Quando ele enfim enterrou até o fundo, ela soltou um gemido longo e um peido alto.

— Caralho…

Tá saindo…

Paulinho riu baixo e começou a meter.

Estocadas longas, fundas, sem pressa.

A cada ida e volta o pau saía mais sujo.

Primeiro só um brilho escuro.

Depois residual marrom grudado na pele.

Depois pedaços maiores.

Ela peidava sem parar.

— Ai, meu Deus…

Tô cagando no teu pau…

Desculpa…

Não consigo segurar…

— Caga à vontade — ele respondeu.

— Todas cagam.

A Renata cagou.

A Débora cagou.

A Fernanda cagou tanto uma vez no motel que escorreu até o saco.

É assim mesmo.

Ele meteu mais forte.

A mão grande segurando a nádega dela, abrindo, mostrando o cu arrombado.

O buraco já não fechava mais.

Ficava aberto quando o pau saía, vermelho, sujo, latejando.

Minha esposa gemia e chorava ao mesmo tempo.

— Dói…

Dói pra porra…

Mas não tira…

Mete mais fundo…

Paulinho obedeceu.

Segurou o cabelo dela e começou a socar de verdade.

O barulho de pele batendo em pele misturava com o barulho molhado de merda.

O cheiro subiu rápido no banheiro pequeno.

Forte.

Azedo.

Inconfundível.

Eu estava duro dentro da calça.

Assistindo minha mulher ser aberta por um pau que já tinha feito a mesma coisa com várias outras.

Em um momento ele tirou o pau completamente.

Mostrou para mim.

Estava coberto de residual marrom, brilhando sob a luz fria do banheiro.

— Olha o que a tua esposa fez, corno.

Ela olhou por cima do ombro, o rosto vermelho, o cabelo grudado de suor.

— Me desculpa…

Não aguentei…

Paulinho não deixou ela terminar.

Empurrou o pau de volta de uma vez só.

Ela gritou alto.

— Porraaaaaaaaa!

Ele fodeu mais uns minutos assim, sujo, fundo, sem dó.

Até que falou:

— Agora chupa.

Ela virou, ajoelhou no chão frio do banheiro e abriu a boca.

O pau melado de merda entrou.

Ela engasgou, mas não recuou.

Chupou.

A língua rodando, limpando, engolindo o que dava.

Os olhos marejados.

O rímel escorrendo.

— Isso… — Paulinho gemeu.

— Limpa tudo.

Igual a Carla limpou na trilha aquele dia.

Igual a Patrícia limpou no casarão abandonado.

Eu lembrei das histórias que ele mesmo já tinha contado.

Mulheres de quatro na terra, cagando enquanto ele metia.

Outras no meio do mato, gritando que ia sujar tudo.

Outras na praia deserta, o mar batendo nas pernas enquanto o pau saía sujo.

Todas elas.

Todas cagando.

Todas chupando depois.

Minha esposa chupou até o pau ficar relativamente limpo.

Aí ele mandou ela ficar de quatro de novo.

— Agora eu vou gozar dentro.

Enfiou.

Meteu rápido, fundo, até o corpo tremer.

Gozeu com um gemido baixo, enterrado até as bolas.

Eu vi o pau latejar.

Vi o cu dela receber tudo.

Quando ele tirou, um fio branco misturado com marrom escorreu.

Ela ficou ali, de quatro, o cu aberto, latejando, sujo, cheio de porra.

Paulinho olhou para mim.

— Gostou do show, corno?

Eu só consegui acenar.

Ele se limpou por cima, abriu a porta e saiu.

Minha esposa ainda estava no chão, respirando pesado, o body de tela rasgado na lateral, o cu destruído.

Eu ajudei ela a se levantar.

O cheiro de merda e sexo estava impregnado na roupa dos dois.

No carro, no caminho de casa, ela falou baixo:

— Ele é maior que todos.

E mais fundo.

Eu caguei pra caralho…

Mas gozei.

Gozei com vergonha e tudo.

Eu dirigi em silêncio.

A imagem do pau sujo entrando e saindo não saía da minha cabeça.

E o pior:

eu já queria marcar de novo.

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