Na mesma noite, João foi até a casa de Poliana. Ele estava visivelmente inquieto. Assim que ela abriu a porta, ele pediu para conversar no quarto.
Os dois se sentaram na cama. João respirou fundo antes de começar:
**João:** — Amor, eu preciso te contar uma coisa que aconteceu hoje no ensaio de teatro.
Poliana franziu a testa, já sentindo que não ia gostar.
**João:** — Eu e o Eric fomos sorteados juntos. A cena tinha um beijo no final… e agente ensaiou. O beijo… foi mais longo do que deveria. Eu me empolguei um pouco.
Poliana ficou em silêncio por alguns segundos, processando.
**Poliana:** — Você gostou?
João hesitou, mas decidiu ser sincero:
**João:** — Gostei. Foi estranho… mas eu gostei. O Eric beija bem. Me deu umtesão que eu não esperava.
Poliana sentiu uma onda de raiva e ciúme subir imediatamente. Seus olhos marejaram.
**Poliana:** — Você tá falando sério, João? Você gostou de beijar o Eric?
**João:** — Eu sei que foi errado… mas foi só o beijo. Não rolou mais nada.
**Poliana:** — “Só o beijo”? Você tá namorando comigo e gostou de beijar outro cara? E ainda vem me contar isso na cara dura?
A voz dela subiu de tom. Ela se levantou da cama, andando de um lado para o outro.
Poliana parou na frente dele, com os olhos cheios de mágoa e raiva.
**Poliana:** — Então resolve essa merda na sua cabeça antes de me magoar mais.
João se levantou e segurou as mãos dela, a voz desesperada:
**João:** — Não… por favor. Eu quero você. Só você. Eu tô louco pra te foder agora, pra te mostrar que eu quero isso aqui.
Ele puxou Poliana pela cintura e a beijou com força, quase desesperado. Suas mãos desceram para a bunda dela, apertando enquanto ele falava contra a boca dela:
**João:** — Eu quero você… quero te comer gostoso agora. Quero te fazer geme rmeu nome. Só você, Poliana. Me desculpa… me deixa te mostrar o quanto eu te quero.
Poliana ainda estava irritada, mas o beijo e as palavras dele mexeram com ela. Ela correspondeu o beijo, embora com menos entusiasmo.
**Poliana:** — Você me magoou pra caralho hoje… mas eu ainda gosto de você.
João a empurrou de leve contra a cama, beijando seu pescoço.
**João:** — Então me deixa compensar você…
João empurrou Poliana contra a cama com urgência. O beijo era bruto, quase desesperado. Ele tirou a blusa dela com pressa, jogando-a longe, e desceu a boca para seus seios, chupando os mamilos com força enquanto abria o short dela.
— Eu quero você… só você — rosnou ele, tirando a própria roupa.
Poliana ainda estava irritada, mas o tesão venceu. Ela puxou João para cima dela. Ele abriu as pernas dela e enfiou dois dedos na boceta já molhada, movendo rápido enquanto chupava seu pescoço.
— João… me fode logo — pediu ela, voz manhosa.
João não esperou. Posicionou o pau grosso na entrada e meteu tudo de uma vez, fundo e forte.
— Aaaahh! — gemeu Poliana, cravando as unhas nas costas dele.
Ele começou a meter com força, estocadas pesadas e ritmadas, segurando a cintura dela. A cama rangia violentamente. João metia como se quisesse tirar toda a frustração e culpa do corpo.
— Isso… toma meu pau — grunhiu ele, acelerando. — Você é minha, porra.
Poliana gemia alto, as pernas abertas ao máximo. João segurou uma delas e levantou, metendo ainda mais fundo. O som molhado das estocadas enchia o quarto.
Depois de alguns minutos, Poliana tremeu inteira. Seu primeiro orgasmo veio forte:
— João… eu vou… aaaahhh!
Ela gozou apertando o pau dele, o corpo convulsionando. João não parou. Continuou metendo com força, prolongando o orgasmo dela até ela ficar mole.
Ele virou Poliana de quatro, segurou o cabelo dela como rédea e meteu novamente, batendo fundo e rápido. A bunda dela ficava vermelha com os tapas que ele dava.
— Isso… geme pra mim — ordenou ele, socando sem piedade.
Poliana gritava de prazer, empinando mais a bunda. João metia como um animal, suor escorrendo pelo peito. Ele gozou pela primeira vez com um gemido rouco, enchendo ela de porra quente, mas não parou. Continuou metendo, o pau ainda duro, misturando o sêmen com os fluidos dela.
— Não para… me fode mais — implorou Poliana.
João virou ela de lado, levantou uma perna e meteu novamente, estocadas curtas e violentas. Poliana gozou pela segunda vez, tremendo e gritando o nome dele, a boceta apertando forte ao redor do pau.
Mesmo gozando, João continuou. Ele estava insaciável. Virou ela de costas novamente, deitou por cima e meteu com todo o peso do corpo, socando fundo. O ritmo era brutal.
— Você é minha… só minha… — repetia ele entre as estocadas.
Poliana gozou pela terceira vez, quase chorando de prazer, o corpo completamente mole. João acelerou ainda mais, o suor pingando nele, e gozou pela segunda vez, enchendo ela novamente com jatos grossos.
Ainda assim, ele não saiu. Continuou metendo devagar, mantendo o pau duro dentro dela, prolongando o prazer.
Depois de alguns minutos, ele a virou de frente, colocou as pernas dela sobre os ombros e meteu com tudo mais uma vez. Poliana estava destruída, gemendo sem parar, o corpo sensível demais.
João meteu fundo, rápido e forte, até gozar pela terceira vez com um gemido longo e grave, enchendo Poliana até transbordar. Só então ele diminuiu o ritmo, ainda dentro dela, respirando pesado contra o pescoço da namorada.
Os dois ficaram em silêncio por um tempo, apenas recuperando o fôlego. Poliana estava exausta, o corpo marcado por tapas e chupões, a boceta vermelha e cheia de porra.
João beijou o ombro dela e murmurou:
— Eu te amo… desculpa por hoje.
Poliana não respondeu. Apenas fechou os olhos, ainda sentindo ele dentro dela.
A manhã seguinte chegou com o quarto ainda cheirando a sexo e suor.
Poliana acordou primeiro, o corpo dolorido, especialmente entre as pernas. Elasentia o sêmen de João seco em suas coxas e dentro dela. Virou o rosto e viu João dormindo de lado, um braço jogado por cima da cintura dela.
Ela ficou olhando para ele por um tempo, sentindo uma mistura confusa de emoções: prazer residual, carinho, mas também uma raiva latente pelo que ele havia confessado na noite anterior.
João acordou pouco depois, piscando devagar. Quando viu Poliana acordada, puxou ela para mais perto e beijou seu ombro.
**João:** — Bom dia… — murmurou, a voz rouca.
Poliana não respondeu com o mesmo carinho. Ficou em silêncio por alguns segundos antes de falar:
**Poliana:** — Você realmente gostou de beijar o Eric?
João ficou tenso. Suspirou e respondeu com sinceridade:
**João:** — Gostei. Foi um beijo bom. Mas não foi nada comparado ao que eu sinto quando tô com você.
Poliana se afastou um pouco, sentando na cama e cobrindo o corpo com o lençol.
**Poliana:** — Eu tô tentando entender, João. Você me pede em namoro, diz que me quer… e dias depois tá excitado beijando outro cara. Como eu devo me sentir com isso?
**João:** — Eu sei que foi errado. Eu tô confuso, Poliana. Nunca senti atração por homem antes… ou pelo menos achava que não. Mas eu quero você. De verdade. Ontem eu te fodi três vezes pra te mostrar isso.
Poliana olhou para ele, ainda magoada.
**Poliana:** — Sexo não apaga o que você sentiu. Eu te perdoei ontem porque eu gosto de você… mas não vou aguentar isso toda hora. Se você quiser explorar coisas com homens, me avisa antes. Eu não quero ser corna.
João se sentou e segurou a mão dela.
**João:** — Eu não quero explorar nada. Eu quero você. Só você. Me dá uma chance de provar isso?
Poliana ficou em silêncio por um longo tempo, depois suspirou.
**Poliana:** — Tá bom. Mas se acontecer de novo, acabou. Eu não vou ficar sofrendo por causa de você.
João puxou ela para um abraço apertado.
**João:** — Não vai acontecer de novo. Eu prometo.
Eles ficaram abraçados por um tempo. João beijou o pescoço dela, descendo a mão pelas costas, mas Poliana o afastou gentilmente.
**Poliana:** — Hoje não. Tô dolorida pra caralho por causa de ontem, você foi magnífico.
João deu um sorrisinho sem graça.
**João:** — Desculpa… eu me empolguei.