Sempre foi o sonho da minha esposa engravidar, mas nunca conseguimos. Durante 25 anos de casamento, tivemos inúmeras tentativas frustradas. Quando desistimos minha esposa já estava com 45 anos e nesse momento o improvável aconteceu, ela engravidou.
Meu nome é Carlos, tenho 48 anos e na minha casa, eu sou a lei. Sempre fui um cara rígido, metódico e um pouco individualista. Minha esposa Regina é uma mulher servil, me obedece sem questionar. Um dos motivos pelos quais sempre tive resistência em ter filhos, foi pelos meus gostos sexuais. Sou dominador e gosto dos meus rituais de dominação. Gosto de longas punições, privações, açoites e tudo isso exige que minha mulher esteja disponível para mim.
Desde que engravidou a Regina começou a ficar preguiçosa. Por algum motivo, acreditou, talvez, que viveria para criança, que a submissão acabaria, ou que eu aliviaria pra ela, mas tudo isso foi o contrário. A gravidez me deixou ainda mais dominante, senti como se ela fosse minha fêmea prenha, aguardando um ser que também me pertence e que consequentemente também irei dominar e adestrar. A submissão pareceu pesar para Regina, mas não pra mim. Perguntei a ela se ela gostaria de separar, já que nada seria feito sem consentimento e ela me garantiu que me amava muito que queria me satisfazer em todos aspectos e que eram apenas os hormônios da gravidez que a deixavam sensível.
A vulnerabilidade dela me excitava, então comecei a ser bastante cruel.
Tenho um quarto inteiro a minha disposição, com inúmeros brinquedos de tortura e adestramento. Todos os dias colocava Regina na máquina de ordenha e deixava por bastante tempo para começar a produção de leite, era perfeito ver aquele peito inchado, dolorido. Nós tínhamos uma senha, mas ela evitava usar, pois sabia que me azedava muito. Eu sempre justificava que era para o bem do bebê todos treinamento e a ordenha, pois já tendo leite, seria mais fácil a amamentação.
Outra prática que comecei a fazer foi o alargamento vaginal para o parto. Ela estava com muito medo do parto normal, queria fazer uma cesária e o médico deu essa opção por ela ser mais velha. Eu disse que não, exigi o parto normal e em casa. Aquilo me excitava completamente. Não aceitaria cesária. Comecei a fazer cursos de parto caseiro, queria que ela aguentasse o máximo comigo e só chamaria a enfermeira no último segundo.
Comecei a introduzir objetos enormes na vagina dela e a fazer expulsar, como em um parto, ela urrava de dor e eu me masturbava assistindo "força, você consegue. Engole o choro"ela fazia tanta força que muitas vezes fazia cocô. Isso me enlouquecia, já que era muito humilhante.
Depois deixava ela lá, arreganhada e cagada por um tempo, dizia que ia buscar coisas para limpa - la, mas tomava banho e só depois voltava. Acho interessante como é a submissão, a pessoa não consegue reagir, mesmo tendo acabado a cena, mesmo com todo incômodo pela sujeira e exposição do corpo, ela ficava lá com as pernas abertas a minha espera. Muitas vezes, só de pensar nisso, quando voltava já estava excitado novamente e já engatava outro sexo.
Com tempo a ordenha fez efeito e seus peitos esguichavam leite.
Muito bem, eu tinha uma vaca agora. Regina estava completamente surtada e irritada, estava com oito meses de gestação, muito inchada e pesada, apresentava resistência no sexo, principalmente anal, falando a senha de segurança sem parar, o que me deixava surtado também, mas eu parava, pois sempre respeito os limites, minha dominação, antes de tudo, é mental. Quero que ela se entregue por querer, que queira superar limites, que aceite. Não forço.
Então, já que estava tudo difícil, decidi que precisava de outra submissa e comuniquei a Regina, disse que estava muito insatisfeito, que gravidez não era sentença de casamento eterno, sou dominador e morrerei sendo. Casei com uma submissa e não quero ser casado com alguém que não seja uma. Ela enlouqueceu. Disse que não aceitaria e se colocou de joelhos a beijar meus pés dizendo que eu podia fazer o que quiser. Sendo assim, ótimo. Era o que queria ouvir.
Perguntei o porquê de tanta resistência no sexo anal, se antes não acontecia. Ela disse que por causa da gravidez estava tendo muita prisão de ventre, chegando a ficar 7 dias sem evacuar.
Me fiz de marido atencioso e escutei tudo com compreensão, ela abriu o coração, chorou, falou sobre suas dificuldades e medo, mas meu pau estava estalando e me sentiria até mal por isso, se não fosse um filha de puta.
Quando ela acabou, já sabia da sua falta de evacuação há 7 dias e queria estourar o cu dela. Coloquei ela de 4 e comecei a fazer um enema. Expliquei que ela ia precisar segurar o líquido dentro do cu o máximo de tempo possível pra amolecer as fezes. Regina aceitou serviu como quem não quer perder o marido pra outra submissa sedenta por um ótimo dominador, mas estava muito constrangida.
__ Carlos, eu vou poder ir no banheiro soltar o enema?
__ não, você vai fazer no balde. Estou te ajudando a melhorar o desconforto. Não é nenhuma punição
__ Eu sei, sei que está só me ajudando mas queria te pedir, fico muito envergonhada, já tem sete dias
__ não
__ Carlos, eu não consigo
__ Você disse que teríamos um relacionamento melhor, não confia em mim?
Ela abaixou o olhar e não falou mais nada.
Peguei a bola de treino do parto. Nessa hora ela enlouqueceu, estava com rabo cheio de Água de enema, se esforçando pra segurar e não se cagar toda e eu apareço com nossa bolinha de treino para parto do tamanho da cabeça de um bebê.
__ pronto, vamos treinar o controle
Ela começou a chorar muito
__ calma, amor. Vai dar tudo certo... Eu falei fazendo carinho na cabeça dela. Regina estava soluçando de chorar, minha vontade era esfregar minha pica nas lágrimas daquela puta prenha. -- quer que eu amarre suas pernas bem abertas ou você vai conseguir manter sem fechar?
__ não precisa amarrar. - foi a única coisa que ela falou além de chorar.
Comecei a por a bola, ela gemia alto e pedia por favor, mas não falava a senha, nem pedia pra parar. Só dizia "por favor" mas por favor não significa nada, então eu continuava
Regina pedia pra fazer cocô, o enema tinha feito efeito. Eu não deixei, claro. É preciso ter controle.
Quando coloquei tudo, expliquei que era pra expulsar apenas a bola na vagina, segurando toda água do enema dentro do cu.
Ela não conseguia e se revirava e revirava. Me chamava pedindo pra chupar meu pau, na esperança de que se eu gozasse desistiria do treino. Eu não iria desistir. .
Chupava como a puta prenha que ela é, mas não tinha uma gota do meu gozo.
E o cu dela vazando água... A bola sem sair nenhum centímetro. Regina urrando. Até que ela pos todo enema pra fora de uma vez, explodiu. Saindo merda pra todo lado. Fiquei puto com a falta de controle dessa vadia, peguei ela pelos cabelos e esfreguei a cara na bosta.
__ eu falei que era pra trancar esse cu, sua puta desgraçada
__ eu não aguentei
__ fala direito, puta. Pede desculpas. Implora
Não pediu.
__ pede... Sacudi ela com força
Não pediu
Enfiei a cara dela na merda com ódio comecei a esfregar, mandei abrir a boca, fiz lamber. De 4 com o rosto pra baixo na bosta, meti no cu dela estourado em ódio.
Me desestabilizei com o descumprimento da minha ordem. Meti com força
A bola estava dentro da vagina arrombada de grávida.
Mas do nada a bola saiu com um monte de água. A bolsa da Regina havia rompido e ela entraria em trabalho de parto.
Com muito tesão sem pensar
Tirei o pau do cu e meti na buceta, que em breve estaria dando a luz