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Velho Bêbado da Minha Rua

Um conto erótico de Reddanny
Categoria: Heterossexual
Contém 7540 palavras
Data: 21/08/2026 17:49:16

Olá, leitores! Me chamo Daniela e irei contar um fato real que aconteceu comigo. Tenho 28 anos, sou morena, tenho 1,68 de altura, posso dizer que tenho um bumbum um pouco grande e sou muito bem casada. Esse fato aconteceu há 2 anos.

Meu marido se chama Luís, nos conhecemos desde a adolescência, e começamos a namorar. Terminamos nossos estudos, começamos a trabalhar, ele em um escritório e eu me tornei enfermeira.

Depois de 6 anos de namoro, resolvemos dar um passo maior em nosso relacionamento e ir morar juntos. Conseguimos comprar um terreno em um bairro não tão longe de onde morávamos e logo começamos a construir. Apesar de ser próximo do local que crescemos, não conhecíamos ninguém na rua.

Assim que rebocamos a casa, decidimos comprar alguns móveis essências, apenas para que a gente já pudesse se mudar. Na primeira semana, começamos a observar a rua, a movimentação, vizinhança... Logo percebemos que a rua era movimentada, vizinhos um pouco barulhentos, com seus sons nas alturas, tanto nos carros, quanto em suas casas e era uma bebedeira danada. Os dias foram se passando e fomos nos acostumando, saíamos pela manhã e voltamos no final da tarde juntos. O problema é que meu marido começou a fazer horas extras, por conta da grana, para adiantar as obras da casa. Ele começou a sair mais tarde do escritório e nos feriados iria trabalhar. Com isso, precisei voltar pra casa sozinha de hospital. Como era nova na rua, todos os dias escutava as piadinhas, e eram sempre do mesmo grupinho, uns homens já velhos, entre seus 50 a 70 anos. Ficavam enchendo a cara quase que todos os dias e sempre que me viam passar, soltavam uns elogios escrotos “ olha que gostosa!” “Que rabo tem essa safada!” “Ela tá com a calcinha no cú!”. Confesso que de fato eu só usava calcinha minúscula. Meu marido sempre me pedia pra usar calcinhas pequenas pra ele e acabou virando rotina, mas isso não os dava o direito falar aquelas coisas. Já estava com nojo daqueles velhos. Tinha um, que considerava o pior de todos! Um velho nojento! Ele se chamava Durval, tinha 68 anos. Tinha ódio daquele escroto. Além dele soltar as piadas pra mim, ainda ficava apertando suas partes íntimas e me olhando com a cara de tarado. Comecei a passar rápido por eles e algumas vezes, preferia fazer uma volta gigante, só pra não passar por onde eles ficavam. Meu marido começou a chegar muito cansado, sempre que o procurava, na cama, já estava dormindo. Já estava meio que subindo pelas paredes. Precisava muito transar! Veio um feriado ele foi trabalhar e eu estava fora de escala. Resolvi ir visitar meus pais, até Luis chegar do trabalho. Tomei meu banho e quando fui me vestir, decidi colocar minha menor calcinha, pensando: Hoje, Luís não me escapa! Coloquei uma saia, de tecido leve, que valoriza minha bunda e sabia que meu marido iria ficar louco. Ao sair na rua, arranquei vários olhares e elogios. Fui em direção ao ponto de ônibus e quando estava próximo, avistei o ônibus se aproximando. Comecei a correr pra pegá-lo, com as duas mãos segurando a saia, tomando cuidado pra ela não subir. O ônibus parou e como estava ainda um pouco esbaforida, tirei as mãos da saia, segurei na porta e quando estava subindo o 1º degrau, passou um vento e levantou minha saia, minha bunda ficou toda na rua com aquela micro calcinha, que mal cobria meu cú.Tomei um susto e fui segurar a saia, mas pra piorar, percebi que tinha alguém atrás de mim, querendo subir no ônibus e fiquei morrendo de vergonha. Pensei: meu rabo ficou todo exposto na cara dessa pessoa.

Me viro, sem graça, numa tentativa de pedir desculpas e me deparo com a última pessoa que poderia estar ali: Durval!

Eu não acreditei. Ele estava com o olhar de tarado, fixo pra minha bunda, apertando suas partes, por cima da bermuda e falando baixinho:

- Que cuzinho gostoso!

Fiquei morrendo de ódio. Subi rápido, segurando minha saia, passei pela catraca e sentei no ônibus, na parte do fundo. Ele ficou lá na frente, por ser idoso. Durante a viagem ele virava a cabeça, olhava pra mim e dava um sorriso escroto. Eu desviava o olhar revoltada. A antipatia com aquele velho só fazia crescer. Depois de 3 pontos eu desci e ele seguiu viagem. Cheguei na casa de meus pais, outros parentes também compareceram, fizemos um churrasco em família e assim o dia foi passando... Já estava na hora de voltar pra casa, pois Luís já estaria retornando do trabalho. Ao chegar em casa, meu marido já havia chegado e quando me viu, ficou espantado.

- Saiu assim? Ele perguntou.

- Sim! Respondi (com sara de sapeca).

Ele me pegou pela cintura, foi descendo a mão até minha bunda e quando percebeu o tamanho da calcinha ficou louco de tesão.

- Eita que tá praticamente sem calcinha. Ele disse

Eu dei risada.

Ele rapidamente me jogou no sofá e fiquei praticamente de 4 pra ele, que levantou minha saia, revelando todo meu rabo naquela calcinha.

- O cuzinho tá toda na rua! Vou comer ele por conta disso. Disse ele

Senti um tesão por meu marido está cheio de fogo mas ao mesmo tempo preocupação, por conta do ocorrido no ônibus. Me perguntava “será que aquele velho viu me cú?!” Mas acabei deixando isso de lado. Nessa noite, meu marido me comeu todinha. Depois da transa, ficamos deitados na cama, conversando sobre nossos planos, projetos e resolvi falar com Luís sobre a situação com os velhos tarados da rua, que ficam mexendo comigo todos os dias e que isso estava me incomodando. Ele falou pra eu não ligar, afinal, eu sou uma mulher muito bonita e gostosa, e pediu pra relevar pois eles eram velhos. Já estava me preparando pra contar sobre o ocorrido do ônibus, mas como ele falou isso, decidi deixar pra lá e escutar os conselhos dele.

Estava decidida a seguir os conselhos de meu marido e não ligar para aqueles velhos bêbados da minha rua, mesmo com minha consciência um pouco pesada, na incerteza de que um daqueles pervertidos, poderia ter visto minhas intimidades, no ocorrido no ônibus, e pra piorar o pior deles: o psicopata, caquético, do Durval. Meu corpo tremia, com repugnância, só de imaginar que isso poderia ter acontecido. Era começo de semana, e lá estávamos nós para voltar a rotina. Meu marido me levou para o trabalho e seguiu para o escritório. Depois de um dia exaustivo no hospital, lá estava eu voltando para casa, bem mais tarde do que o comum e com um pensamento: Vou ter que encarar aqueles velhos degenerados! Isso me deixava furiosa, aterrorizada e nojenta ao mesmo tempo.

Pelo horário, não era recomendado fazer o retorno, para não passar por aquele local, passaria por ruas desertas, arriscado a acontecer algo mais grave. Cheguei na minha rua e pra minha surpresa, não tinha nem rastro dos depravados. Fiquei aliviada, mas esse estado foi momentâneo e durou pouquíssimo. Ao passar por um dos carros estacionados, lá estava o canalha do Durval, agachado. Só foi me ver, que deu um sorriso escroto, mostrando seus dentes amarelados, e falando:

- Eita que lá vem a morena do rabo gostoso!

Furiosa, esbravejei:

- Me respeita que eu sou casada!

O cretino foi levantando e falando:

- Eu sei sua putinha. Você tá merecendo isso aqui ó... (colocando seu pênis pra fora e balançando com a mão)

Senti um arrepio percorrer meu corpo ao ver suas intenções. Aquele homem, com seu olhar insistente e aquele membro... Fiquei horrorizada e corri para longe dali.

Cheguei em casa, fechei a porta, morrendo de ódio, respirei fundo, fiquei pensando no ocorrido e na dúvida se deveria contar para Luís.

Duas horas se arrastaram como dias. Quando finalmente ouvi a chave na porta, senti um nó se formar na garganta. Meu marido entrou, sério, e sem tirar os olhos dos papéis que carregava.

-Preciso viajar amanhã.

Anunciou, como se fosse uma sentença. Senti um aperto no peito. A notícia de sua viagem, foi como um balde de água fria em minhas costas.

- Terá um seminário importante. A empresa está em uma situação delicada e preciso estar lá. Serão três dias fora. Sei que você não queria que eu fosse, mas...

Ele se aproximou, seus olhos percorrendo meu corpo.

- Quando eu voltar, te mostro o quanto senti sua falta.

Meu coração pulsava em meu peito, implorando para que eu revelasse minha angústia. No entanto, a razão me dizia que seria egoísta. Abracei-o com força, prometendo estar ao seu lado em tudo:

- Serão apenas 3 dias, amor. Passa rápido!

Ele me beijou e fizemos amor. Seus beijos e carícias me fizeram esquecer do mundo, e por um momento, a raiva e o medo se dissolveram em puro prazer.

No dia seguinte, preparamos sua mala e ele me levou no trabalho, antes de viajar. Se despediu e me falou que qualquer coisa poderia ligar que ele voltaria de imediato. Dei risada e ele seguiu rumo a sua viagem. Trabalhei normalmente e no retorno para casa, estava decidida a dar uma volta pra não passar pelos trastes da rua. Assim fiz. No primeiro dia eu não os encontrei. Cheguei em casa tranquilamente e ansiosa para ligar para meu marido.

Por chamada de vídeo, matamos um pouco a saudade. Como a viagem foi cansativa e no dia seguinte teria o seminário, falamos um pouco e fomos dormir.

Retornando do trabalho, na noite seguinte, utilizei a mesma estratégia do dia anterior, mas só que dessa vez o infeliz do Durval me viu entrando em casa. Nem dei Ibope. Conservei com o marido novamente por vídeo, ele me contou como foi, tava todo feliz, tinha conhecido muita gente, e recebido bastante elogios de seus superiores. Fiquei muito feliz por ele e falei que estava morrendo de saudades já e que quando ele voltasse teria que compensa e fazer amor gostoso comigo. Ele me prometeu uma foda inesquecível. Falamos mais algumas ousadias e fomos dormir.

No terceiro dia, mesmo fazendo o mesmo roteiro dos dias anteriores, a sina parecia estar contra mim. Ao virar a esquina, lá estava ele, Durval, com aquele sorriso irônico que me causava arrepios. Sem me dar chance de escapar, ele se colocou em meu caminho, como se estivesse me desafiando.

- Tá achando que vai me escapar é, sua gostosa?! Disse Durval

Eu disse: - Me deixe em paz! Saia da minha frente se não eu vou gritar.

Ele disse: - Eu só vou me contentar depois que enfiar minha pica toda nesse rabo, sua cadela!

Ele tentou me segurar, mas o empurrei com todas as minhas forças e corri o mais rápido que pude. A cada passo, olhava para trás, temendo que ele me perseguisse.

Cheguei em casa enfurecida. Tomei um banho, me acalmei e fui falar com meu marido, mas evitei falar do incidente, mas ao mesmo tempo sabia que mais cedo ou mais tarde teria que ter uma conversa séria com eles sobre os ocorridos. Ele retornaria no dia seguinte. Fui dormir morrendo de saudade e na expectativa pelo seu retorno.

Ao raiar do dia, a promessa de um bronze perfeito me impulsionou. Fui em um espaço de bronzeamento. De volta para casa, me despi diante do espelho, admirando as curvas que a luz acendia em minha pele. A sensação de me sentir desejável era irresistível .

Tomei banho e coloquei um vestido solto, sem calcinha, para esperar o mozão.

Ele chegou por volta das 11h. Estava na cozinha tratando um frango para fazer o almoço. Chegou todo feliz, me abraçou e beijou, contou rápido que tinha sido muito boa a viagem, que a troca de experiências foi muito bacana lá, deixando pra me contar mais detalhes depois.

Resolveu comprar umas cervejas, foi até a quitanda do seu Zeca, o ponto de encontro dos velhos tarados lá da rua.

Trinta minutos se passaram e Luís ainda não havia voltado. A inquietação tomou conta de mim e fui até a porta, o coração acelerado. A cena que vi me deixou furiosa: ele, ali, rindo e conversando animadamente com aqueles velhos, como se não houvesse nada mais importante. Entrei pra aguardar ele chegar e continuei a preparar o almoço.

Uma hora depois, o silêncio foi quebrado pelo som da porta sendo aberta. Já havia terminado de lavar a louça e estava secando a pia, o pano acabou caindo, quando fui pegar ouvi: “Amor!”. Um arrepio percorreu minha espinha. Sua voz, carregada de surpresa, ecoou pela cozinha: “Nós temos visita!”. Meu coração disparou. Levantei-me abruptamente, o vestido se arregaçando, revelando mais do que eu gostaria. Olhei para trás, aterrorizada. O problema é que eu estava de vestido, agachada, com a bunda pra cima e o pior, sem calcinha.

Meus olhos se arregalaram ao perceber a figura que se encontrava ao lado de meu marido. Era ele, Durval, aquele homem repulsivo que eu sempre odiei. O sorriso cínico em seus lábios ao ser apresentado como nosso novo pedreiro me congelou no lugar. A incredulidade se misturou à repulsa, pintando meu rosto de horror.

Por um instante, o mundo parou de girar. A notícia me pegou de surpresa.

A voz saiu rouca, quase um sussurro:

- Amor, não precisamos de pedreiro agora. Estamos com as contas no vermelho.

Seus olhos brilhavam de entusiasmo:

- Amor, eu queria falar depois, mas uma das boas coisas que aconteceram na viagem foi que recebi um bom aumento e agora vamos poder dar seguimento a nossa obra... Ele já vai começar na segunda o serviço.

Mas a minha mente se recusava a processar as informações.

Olhei para Durval, cuja mão ainda se estendia em minha direção, uma bolsa com ferramentas na outra e um sorriso falso nos lábios:

- É um prazer conhecê-la senhorita. Espero poder realizar um ótimo serviço pra vocês.

Virei as costas, sem um pingo de educação, e me afastei, deixando-o ali, com a mão no ar. Só ouvi meu marido falando: “Relaxa, ela está preocupada com as economias. Irei conversar com ela. Entre seu Durval! Vamos tomar uma aqui.” E nisso ele veio até a cozinha e perguntou:

- O que houve amor?

Eu respondi:

- Você está louco? Esse velho só falta me tarar quando passo na rua. Acabou de me ver com o rabo pra cima, sem calcinha, tudo o que ele mais quis ver e você me pergunta o que houve?!

Ele respondeu:

- Calma, amor! Aquilo foi um acidente.A culpa foi minha. Ele é um velho e tem idade de ser seu avô. E quem não ficaria louco por uma mulher como você, em?! Além do mais, ele não nos conhecia. Acho que agora ele não vai mais mexer com você.

Perguntei :

- E ele vai ficar bebendo com você aqui em casa?

Ele disse:

- Só vou tomar umas duas com ele e depois ele vai embora.

Um nó se formou em minha garganta. A ideia não me agradava, mas a felicidade dele era contagiante. Decidi que não era hora de discutir. Afinal, ele tinha acabado de chegar e estava tão animado. A vontade de aproveitar aquele momento, de me entregar aos seus braços, era mais forte do que qualquer outra coisa. O ofereci almoço, ele não quis, mas ofereceu ao traste, que não recusou. Coloquei a comida, levei até ele, e o velho me comendo com os olhos. Ainda mais depois da bela visão que lhe proporcionei. Insisti com meu marido que ele precisava comer, pois estava de estômago vazio, mas não tive sucesso, recusou, falando que comeria depois.

Saboreei o almoço em silêncio, na cozinha, a cada garfada que levava à boca, a impaciência crescia. O tempo parecia arrastar-se, enquanto a algazarada da sala de estar se intensificava. Uma hora se passou, duas. Resolvi intervir. Encontrei-os sentados no sofá, os olhos vidrados na televisão, a voz mais alta do que o som da própria TV. A frustração me consumia.

- Luís, já está tarde. Você não vai se ajeitar pra dormir?

A resposta foi um balbucio incompreensível, seguido da promessa de que seria apenas mais uma.

Isolei-me no quarto, fui tomar um banho, na esperança de ter uma noite gostosa de amor. Vesti uma lingerie provocante, quase nada. Mal cobria minhas curvas. Um verdadeiro convite silencioso.

Deitada na cama, entreguei-me aos meus pensamentos, imaginando seus toques e sussurros. Acabei adormecendo. Mas acordei animada...Com a abertura das bandas de minha bunda e os cheiros no meu cuzinho e bucetinha, que já estavam expostos, pois minha calcinha havia sido colocada de lado. Não demorou pra que recebesse algumas chupadas. Seus lábios quentes deslizaram pela minha pele, deixando um rastro de fogo. Com um gemido rouco, ele iniciou sua jornada, sua língua explorando cada centímetro do meu clitóris. A cada movimento, um tremor percorria meu corpo, e eu me entregava completamente ao prazer. De bruços, com o corpo arqueado, ofereci meu corpo a ele. Seus dedos se juntaram aos seus lábios, intensificando o êxtase. Com gemidos cada vez mais altos, meu corpo se contorcia, enquanto eu me aproximava do clímax. A explosão foi intensa, me deixando exausta e completamente satisfeita. Pensei: “Eita que Luis tá animado hoje.” Empinei mais o quadril, deixando o cuzinho mais aberto.

- Vai, chupa! Chupa sua esposa safada, vai!

Ele continuou me sugando gostoso. Cada chupada me fazia arrepiar. Eu gemia alto. Comecei a gozar, minha bucetinha ficou toda encharcada. Mas ele fez questão de chupar tudo. Depois de limpar toda a bucetinha, chupou meu cuzinho até com uma certa violência. Enfiando quase toda a língua dentro do meu ânus. Depois de um certo tempo, voltei a gozar.

- Amor, está com o quê no corpo hoje? Acabou comigo, só me chupando. (Disse)

A escuridão da noite foi interrompida por uma voz rouca e familiar.

- Eu estava doido pra te chupar todinha, sua cadela, vadia! (Uma voz que não era a de Luís)

Aquele timbre áspero, carregado de ironia, me causou um arrepio e a raiva me consumiu. Meu corpo se tensionou, e senti o coração acelerado. O quarto estava escuro, dificultando a identificação e estava de bruços. Me virei rapidamente, puxando um lençol e cobrindo o corpo.

- Quem é você? Falei assustada já prevendo o pior.

Ele:

- Não está reconhecendo minha voz sua cachorra?!

Era ele!O desgraçado do Durval.

- Saia daqui! Eu vou gritar! Saia! (Exclamei)

- Calma, vadia! Não adianta gritar. Seu maridinho está desmaiado lá na sala. Não vai acordar tão cedo. Mas irei embora com esse gostinho desse cuzinho delicioso. ( E foi saindo do quarto)

O som da porta batendo ecoou pela casa, um som que me congelou no lugar. A raiva me consumia. Levantei-me, tremendo, e caminhei até a sala. Meu marido estava ali, estirado no sofá, roncando alto. Tranquei a porta com força, desejando nunca mais ver a cara daquele infeliz. A noite se arrastou, e eu passei horas no banheiro, tentando lavar de mim a sujeira que ele havia deixado.O silêncio me dominou. Senti-me invadida, impotente, um verdadeiro lixo. Aquele velho imundo, finalmente, havia conquistado o que tanto prometeu. Violentou meu corpo e minha intimidade com sua língua. Eu ainda estava incrédula, tentando a todo custo despertar daquele pesadelo.

​Diante do meu marido, andava cabisbaixa. Ele sempre perguntava se algo havia acontecido, e eu, esquivando-me, dizia que eram apenas aqueles dias, que logo passaria. Os dias subsequentes foram uma montanha-russa de sentimentos: medo, angústia, raiva, e um sopro de alívio. Quase uma semana se passou sem qualquer vestígio daquele asqueroso. Meu marido, dia após dia, perguntava sobre Durval, que tinha ficado de começar a reforma na segunda, e eu apenas dizia desconhecer seu paradeiro.

Luís acabou fechando o serviço de reforma, apenas da cozinha, com outra pessoa, que por sinal, fez um serviço muito bom.

​A rotina persistia: acordar cedo, trabalho, academia, passando pela mesma rua diariamente, mas sempre com um alívio por não encontrar aquele detestável. 3 meses se esvaíram sem notícias dele. Presumi que ele havia fugido, temendo que eu contasse tudo a Luís ou o denunciasse.

​Certo sábado, acordamos. Luís tomou seu banho, e eu fui logo em seguida. Eu ainda estava no chuveiro quando meu marido decidiu sair, como de costume nos fins de semana, para comprar cerveja. Segui com meus afazeres domésticos, arrumando a casa e cozinhando, sempre vestida à vontade: um vestido velho e curtíssimo, que mais parecia uma camiseta longa, mal cobria metade da minha bunda, e sem calcinha ou sutiã.

​Seis horas se passaram desde a saída de Luís. Eu escutava minhas músicas, cozinhava e lavava, entretida no meu dia de folga. Como estava sozinha, não me preocupava com o vestido que, devido aos movimentos, exibia muitas vezes minha bunda por inteiro, como se eu estivesse apenas com uma blusa colada ao corpo. Era uma visão excitante, com a marquinha do bronze e, ao me agachar para espiar o frango no forno, a fenda íntima e o ânus ficavam expostos. Afinal, eu estava em casa, com tudo fechado, completamente só.

​Devido ao volume do som, não ouvi a porta se abrindo. Continuei despreocupada. Até que senti uma mão agarrar minha nádega exposta, seguida de um cheiro forte no meu cangote. Uma respiração ofegante e um odor intenso de bebida alcoólica, dessas quentes — corote ou pitu, algo do tipo — invadiu o ar. Não era apenas cheiro de cerveja. Virei-me, na intenção de repreender meu marido por consumir essa cachaça, quando senti seu pau, completamente ereto, roçando em minha nádega.

​Girei o corpo e tomei um susto atroz! Deparei-me, para meu espanto e pavor, com Durval, exibindo um sorriso cínico e sarcástico, fitando minha nudez. Rapidamente, tentei cobrir-me, ajeitando o vestido, e esbravejei:

​— Como você conseguiu entrar aqui? Você é louco?!

​Com um cinismo ainda maior, ele respondeu:

​— O trouxa do seu maridinho me mandou aqui. Me deu até as chaves! (Sacudiu o chaveiro para que eu visse).

​Perguntei:

​— Como assim ele te deu as chaves?

​Durval:

​— Seu marido está bêbado no bar da esquina. Inventei que precisava de uma ferramenta que havia esquecido. Ele, preguiçoso, me encarregou de passar aqui rápido e pegar. Aproveitou e me pediu para trazer essas compras (mostrando os sacos de supermercado abarrotados).

​Fiquei pasmada com a ingenuidade do meu marido.

​Durval continuou:

​— Hoje parece ser meu dia de sorte! Chegar e defrontar com essa raba completamente nua.

​Gritei:

​— Saia daqui! Vá embora ou vou gritar!

​Durval, com um cinismo gelado no rosto:

​— Você não vai gritar. Ninguém vai ouvir. E se vierem, o que vão pensar de nos encontrar sem roupa aqui? (Foi deslizando a calça jeans velha e surrada).

​Durval estava sem cueca e exibiu seu membro, que devia ter uns dezenove centímetros, mas era muito grosso, em pleno estado de excitação. Flagelei seu pênis para cima e para baixo enquanto ele falava:

​— É hoje que vou fuder seu rabo. Hoje você vai sentir minha rola, sua puta! Achou que eu não iria te foder? Vou enfiar nesse cu até o talo!

​Meus olhos marejaram, implorando para que ele se retirasse. Mas de nada adiantou. Ele foi se aproximando, tentando me agarrar com violência.

​Durval:

— Calma, sua vagabunda! Eu sei que você quer também (já esfregando o pênis na minha coxa).

​Eu estava encurralada, prensada entre a bancada de mármore da pia e aquele monstro. Comecei a me debater, entrando em luta corporal, mas o velho era mais forte. Ele me puxou pelos cabelos, forçando-me a ficar de costas, arqueando meu corpo sobre a bancada.

​Durval:

— Isso, sua safada! Seja boazinha! Se cooperar, será rápido.

​Na posição em que estava, minha bunda estava completamente exposta, meu ânus e vagina estavam à mostra. Eu só conseguia chorar e implorar para que ele parasse.

​Durval:

— Que visão esplêndida! Devo estar sonhando. Enfim, vou comer seu cu, sua puta. Vou deixar ele arrombado. O trouxa do seu marido nem deve comer esse rabo, do jeito que está apertadinho.

​Neste momento, ele estava atrás de mim, segurando meus cabelos, com meu traseiro todo empinado para aquele cretino. Ele direcionou seu membro para o meu ânus e soltou um cuspe em direção ao meu anel.

​Durval:

— Se prepara, sua safada! Esse cú vai ser meu agora.

​Comecei a espernear, a me debater, meu quadril balançava freneticamente, na tentativa de me livrar daquele maldito.

​Durval:

— Isso, sua cachorra! Rebola essa bunda! Você assim só me deixa mais excitado!

​Senti a ponta de seu pênis encostar na entrada do meu ânus. Não aceitava que aquilo era real. Em meus pensamentos surgiam várias perguntas: “Como vim parar nessa situação?” “Este asqueroso vai mesmo me comer?” “Esse homem que odeio vai foder meu ânus?”

​Senti-o fazendo pressão para que o membro entrasse, forçando minhas pregas.

​Durval:

— Que cú apertado. Seu marido nunca comeu? Você ainda é virgem desse rabo, vadia?

​Ele tirou rapidamente seu pênis da entrada do meu ânus, cuspiu novamente e tentou forçar a entrada. Senti que uma parte da cabeça entrando. Sentia como se ele estivesse me rasgando aos poucos.

​Durval:

— Abre esse cú para mim, sua puta!

​Ele pressionou novamente, foi quando senti a cabeça do pênis do velho penetrando. Dei um grito estrangulado de dor. Eu sempre fiz sexo anal, mas a circunferência do membro de Durval era descomunal. A ponta era grossa, mas o restante era ainda mais volumoso.

​Durval:

— Que ânus gostoso e apertado, sua puta! A cabeça já entrou vadia! Aí que delícia (fazendo movimento suave de vai e vem).

​Ele tentava introduzir o restante do pênis. Forçava, retirava a cabeça e colocava novamente, umedecia com saliva, pressionava para entrar... Eu já estava sem forças para resistir, já percebia meu corpo meio que desfalecendo. Quando eu estava quase cedendo, bateram na porta:

​TOC TOC TOC! Amor, abre a porta!

​Foi a luz no fim do túnel. A salvação que tanto implorava.

Durval se encolheu assustado, erguendo às pressas a calça jeans surrada. Eu ajeitei meu vestido, com a cara fechada e emburrada, enquanto ele exibia os olhos arregalados após as batidas repentinas na porta. Eu estava decidida a contar tudo o que havia acabado de acontecer ali para o meu marido. Meu cuzinho ainda latejava, dolorido das investidas brutais e forçadas de Durval. Fui abrir a porta, estressada também com Luís por ter permitido que aquele traste entrasse em nossas vidas.

Ao destrancar a porta, deparo-me com meu marido completamente bêbado. Falava muito alto! Foi só bater os olhos em Durval que ele começou a brincar, dizendo que ficou esperando o velho voltar para o bar e perguntando se ele havia encontrado o que procurava. Parei, respirei fundo e concluí que não adiantaria falar nada para ele naquele estado lastimável. Ele não se lembraria de absolutamente nada no dia seguinte. Durval, ao ver aquela cena e perceber minha hesitação, mudou de feição. Ficou visivelmente mais aliviado, soltando risinhos e agindo de forma mais solta. Meu marido insistiu para que o traste tomasse a “saideira” com ele ali mesmo. Durval, que já estava querendo permanecer, foi se acomodando folgadamente no sofá. Foi quando eu surtei.

— Você vai sair daqui agora! Meu marido chegou a se espantar:

— Calma, amor! O que houve?

Irritada, apontando em direção à porta, gritei:

— Saia!

Durval foi se retirando, e eu fechei a porta com certa violência. Luís me lançou um olhar de surpresa, sem entender nada. O sobressalto cortou um pouco do efeito da bebida. Olhei bem no fundo dos olhos dele e decretei:

— Amanhã teremos uma conversa muito séria!

Fui saindo e um silêncio pesado tomou conta daquela sala. Peguei minha toalha e segui em direção ao banheiro, repassando na mente tudo o que havia acabado de acontecer. Cheguei, tirei minhas roupas e parecia que o tempo tinha parado. Aquele velho asqueroso tinha conseguido tocar minhas partes mais íntimas. Eu nunca tinha sido tocada por outro homem a não ser meu marido antes desse traste entrar em nossas vidas. Como algo assim veio a acontecer? Por muito pouco a pica grossa dele não entrou inteira no meu cu. Fiquei debaixo do chuveiro, a água escorrendo, e eu pensando... Ainda sentia minhas pregas ardendo, um pouco doloridas e certamente dilatadas pela pressão. Perplexa, eu me perguntava: “Eu havia sentido mesmo a cabeça da pica daquele velho empurrando o meu cu?”. Esse foi o banho mais demorado da minha vida.

Terminei o banho e vesti apenas uma camisola, sem nada por baixo devido ao incômodo na minha bunda, e fui deitar. Luís ainda estava na sala, bebendo solitário. Meus olhos simplesmente não queriam fechar. Tudo voltava à tona como um flashback insuportável. A insônia me dominou por completo. Precisava dormir, mas quem disse que o sono vinha? Já eram três da manhã e nada. Levantei-me para tomar água e me deparei com Luís roncando no sofá. Enquanto bebia, fiquei observando-o dormir e me perguntando como ele podia ser tão ingênuo a ponto de achar que aquele cretino era seu amigo. O chamei para ir para a cama, pois estava de mau jeito. Ele foi, e eu finalmente acabei cochilando.

Pela manhã, acordei decidida a ter a conversa com Luís e expor tudo. Meu marido acordou de ressaca, mas, mesmo assim, eu o chamei para a realidade.

— Luís, precisamos ter uma conversa muito séria sobre Durval.

Ele, com o semblante fechado, ficou escutando, calado, só balançando a cabeça.

— Eu não quero mais esse homem aqui em casa! Eu não quero mais você andando pra cima e pra baixo com ele!

Luís, com um olhar confuso, perguntou:

— Mas o que o Durval fez pra você não gostar tanto dele?

Respondi, já nervosa:

— Será que você não enxerga que ele não é seu amigo? Que ele não gosta de você e é desrespeitoso?

Luís já foi discordando:

— Ah, para com isso, amor! Deixa de implicância com o Durval. Ele me respeita e tem consideração por mim, sim.

Eu, injuriada e sem acreditar no que estava ouvindo, disparei:

— Ele te respeita e te considera tanto que é doido pra me comer!

Ele arregalou os olhos, espantado e surpreso:

— Como assim doido pra te comer?

— É isso mesmo que você ouviu. Sempre que ele tem oportunidade, tenta me agarrar.

Luís, duvidando:

— Ah, para com isso, Daniela! Deixa de exagero! Sei que não gosta do Durval, mas não precisa inventar essas coisas.

Retruquei com firmeza:

— Eu estou te avisando, Luís. Qualquer dia desses você vai chegar em casa e vai encontrar o Durval todo enfiado no meu rabo, e depois não diga que eu não te avisei.

Luís já se estressando:

— Mas que conversa é essa, Daniela?

— Isso mesmo que estou te dizendo. O seu amiguinho quase me comeu ontem. Por pouco você não encontra ele com a pica toda enterrada no meu cu. Foi por um triz mesmo! Ele entrou aqui com as suas chaves, me viu sem calcinha, distraída e de costas, e tentou me arrombar.

O semblante de Luís escureceu, ficando muito sério:

— Como é que é, Daniela? E você me fala isso só agora?

Pensei ainda em revelar que ele havia passado a língua em mim, mas fiquei com receio, temendo ser questionada do porquê não gritei na hora ou não falei antes.

— Eu tô tentando te avisar o tempo todo, Luís. Esse cara não é bem-vindo na nossa casa. Ele não gosta de você. Ele quer foder comigo. Esse é o desejo doentio dele.

Luís sentou-se, abaixou a cabeça, passando as mãos nervosamente pelos cabelos. Quando finalmente percebeu o tamanho do problema, esbravejou:

— Eu vou chamar ele aqui e tirar essa história a limpo agora mesmo!

Falei:

— Esquece esse homem! Vamos viver nossa vida em paz, sem a presença desse asqueroso.

Mas ele estava irredutível:

— Não. Ele desrespeitou você, me desrespeitou na minha própria casa. Eu vou ter uma conversa com ele! A vontade que tenho é de esmurrar a cara dele toda, mas quero entender o porquê de ele fazer isso e me enganar pelas costas.

Percebi que Luís, mesmo conhecendo-o há pouco tempo, havia criado um laço genuíno com o velho. Um sentimento de amizade verdadeira. Ele saiu de casa, furioso, na tentativa de achar Durval. Comecei a chorar copiosamente. Aliviada por ter tido a coragem de falar com meu marido, triste por saber que ele devia estar péssimo com toda aquela situação, mas confortada pela ilusão de que nunca mais precisaria lidar com o escroto do Durval.

Algumas horas se passaram até que percebi o barulho da porta se abrindo. Era Luís retornando, mas ele não estava sozinho. Estava na companhia do infeliz do Durval.

— Amor, cheguei! Trouxe o Durval aqui. Tive uma conversa séria com ele, e ele me contou coisas que eu não sabia e queria muito falar com você também.

Eu arregalei os olhos, paralisada de espanto, sem acreditar que aquele velho estava pisando novamente na minha casa.

Respondi secamente:

— Eu não quero ouvir nada desse traste. E não tenho absolutamente nada pra falar com ele.

Luís, tentando apaziguar:

— Calma, amor! Só escute. Por mim.

Fiquei calada, com a cara emburrada e braços cruzados, esperando para ver qual seria a desculpa esfarrapada que havia amolecido meu marido.

Durval veio em minha direção e, num teatro perfeito, ajoelhou-se à minha frente, pedindo desculpas:

— Minha filha, me perdoe! Eu te peço desculpas do fundo do meu coração. Estou muito envergonhado por tudo o que fiz.

Estranhei a atitude e ele continuou:

— Lamento profundamente por tudo. Nesse momento, ele começou a forçar um choro:

— Eu tive uma perda irreparável há uns vinte anos. Perdi o grande amor da minha vida, a Rosa. Ela era tudo pra mim. Me completava. A Rosa chegou a engravidar, mas perdemos o nosso filho no parto. Isso mudou toda a nossa vida. Ela mergulhou numa profunda tristeza, adoeceu e, depois de alguns anos, sofreu um infarto fulminante. Faleceu. Depois disso, eu me entreguei à bebida. Eu que nem bebia, não conseguia passar um minuto longe da cachaça pra esquecer os problemas, e a coisa só piorou. Vendi todos os meus bens em troca de álcool, até ficar sem teto pra morar. Hoje moro de favor, pedindo ajuda aos conhecidos... Eu lamento muito por tudo que te fiz. Durval estava chorando de soluçar.

Respirou fundo e jogou a cartada final:

— Ontem, eu estava muito bêbado. Quando cheguei aqui, juro que não enxerguei você. Eu vi a minha falecida esposa. Ela sempre me esperava daquele jeito que você estava. Eu fiquei cego. Eu sinto muito! Eu sinto tanta falta dela...

Confesso que me deu um certo dó da tragédia, mas eu não acreditava 100% naquele homem. Ele continuou:

— Eu tenho o Luís como um filho. O filho que eu não tive. Ele teria a idade de vocês se estivesse vivo. E você... pode se sentir como uma filha pra mim.

Essa fala atingiu Luís em cheio, deixando-o com lágrimas nos olhos. Eu permaneci em silêncio. Luís me olhou suplicante:

— Não foi de propósito, amor. Ele já sofreu bastante nessa vida.

Eu, de braços cruzados, encarei Luís e retirei-me para o quarto. Eles continuaram a conversar na sala. Depois de um tempo, Luís entrou e falou:

— Amor, pedi pra Durval fazer o restante do serviço aqui de casa que temos pendente.

Resmunguei, incrédula:

— Você só pode estar louco! Eu ainda não esqueci a violência que ele me fez.

— Ele se justificou, não foi a intenção dele. Ele sofre pelas perdas e com a dependência do álcool. Precisamos ajudá-lo.

— Espero que ele não procure conversa comigo. Não quero ele chegando perto de mim.

— Ele prometeu que não vai se repetir.

No dia seguinte, Durval já estava lá antes de sairmos. Como a casa ficaria vazia, Luís, na sua ingenuidade, deu uma chave reserva para ele, com a condição de devolvê-la todos os dias ao fim do expediente. Fomos trabalhar, mas eu estava completamente desligada. Ficava parada, olhando para o nada. Minha colega e quase confidente, Sara, percebeu.

— O que tá rolando, amiga? — ela perguntou.

Tentei despistar: — Não é nada. Coisas da vida.

Sara insistiu: — Claro que não é nada, né? Pode se abrir. Tenho certeza que é homem na jogada!

— Vou te contar, mas jura pra mim que isso não sairá daqui?

— Claro, amiga. Eu juro.

Despejei tudo. Contei sobre as investidas do Durval, o assédio nojento e a reação passiva do Luís.

Sara ficou boquiaberta:

— Amiga, que babado! Tô chocada!

— E eu não sei o que fazer. Não confio naquele homem. O teatro e o choro dele não me convenceram.

Sara brincou, com seu jeito desbocado:

— Amiga, cá entre nós, você também com uma raba dessas, estourando na marquinha de fita... O velho deve ter ficado louco quando viu. Até eu ficaria louca, e olha que nem sou lésbica! Rsrs!

Dei risada:

— Para com isso, doida! Deixa de palhaçada!

— Sério, amiga. Se sou eu, eu iria provocar ele até o limite. Só pra matar aquele tarado do coração!

— Deus me livre! Se eu fizer isso, ele vai achar que tô dando carta branca pra ele me atacar de novo.

Sara coçou o queixo:

— O mais incrível é o Luís. A reação mansa dele. Será que ele é desses caras com fetiche encubado, que gostam de ver a esposa sendo comida por outro? Rsrs.

— Sai pra lá, amiga! Não! Ele não é assim.

— Eu testaria. Daria umas provocadas no velho, fingindo que foi sem querer, bem na cara do Luís. Vai que esse é um desejo que ainda não foi revelado?

— Não vou fazer isso.

Fiquei calada e ela provocou:

— Já pensou o velho realizando o tesão e arregaçando essa raba gigante? — disse ela, dando um aperto na minha bunda.

Tirei a mão dela: — Sai, doida! Eu nunca daria pra aquele cretino. — É... mas você confessou que já sentiu a cabeça da pica do velho na porta da sua bunda. Foi por pouco.

Fiquei pensativa.

Os dias se passaram com Durval fazendo o serviço. Eu voltei a focar intensamente na academia, uma forma de esquecer tudo e, de quebra, os resultados no corpo estavam maravilhosos. Só cruzava com o velho no retorno para casa, na presença de Luís. Mesmo assim, sentia o olhar pervertido dele me devorando de canto de olho sempre que eu passava com minha legging colada. O serviço prosseguia até que Durval sofreu um acidente lá em casa. Caiu e machucou feio a perna. Foi levado à emergência pelos vizinhos. Precisou imobilizar a perna por 10 dias. Luís foi do trabalho direto para o hospital e o que ele fez? Ofereceu nossa casa para ele se hospedar e se recuperar, já que o traste não tinha pra onde ir.

Quando Luís chegou com ele no quarto, disparei:

— Você enlouqueceu de vez!

— O que queria que eu fizesse? Ele se acidentou trabalhando na nossa casa, não tem pra onde ir. Vai dormir no sofá.

— Eu não sei, só não queria esse velho tarado morando debaixo do nosso teto.

Nos dias seguintes, passei a me policiar. Evitava roupas curtas, mas era impossível não ser secada pelos olhos famintos de Durval quando eu chegava da academia, suada, com a roupa de treino grudada em cada curva. Eu corria pro banho. Coincidentemente, notei que por três dias seguidos, logo após eu sair, Durval entrava no banheiro. Comecei a suspeitar que ele estava aprontando. No dia seguinte, montei a tocaia. Cheguei, tomei banho e saí; ele entrou. Quando ele desocupou o banheiro, fui conferir. Descobri o que o escroto estava fazendo. Eu tirava a roupa de ginástica e colocava no cesto. A calcinha suada sempre ficava enrolada dentro da legging. O cretino estava destrinchando o cesto, separando minhas calcinhas encharcadas de suor apenas para cheirar! Achei aquilo repugnante. Porém, as palavras maliciosas de Sara voltaram à minha mente: “provocar o velho”. Coloquei na cabeça que, se ele queria cheirar meu suor, que cheirasse. Ele só não me tocaria. A partir de então, passei a usar as microcalcinhas mais cavadas que eu tinha, as que ficavam totalmente enfiadas. Na academia, eu me matava nos exercícios, voltando pra casa pingando. A legging molhada evidenciava o formato e o tamanho minúsculo da calcinha. Era eu sair do chuveiro, e lá ia o velho se trancar, inalando meus fluidos e certamente se masturbando. A ousadia dele aumentou. Começou a deixar a porta do banheiro entreaberta, fingindo esquecimento, só para que eu passasse e me deparasse com ele urinando, segurando aquele pau grosso pra eu ver. Eu virava a cara e saía na hora. Às vezes, ele esbarrava em mim de propósito, dava tapinhas “ingênuos” na minha bunda pedindo: “Com licença, minha filha”. Eu fuzilava Luís com o olhar, mas meu marido só balançava a cabeça, achando que não havia maldade.

Cansada daquela situação e armada de tesão reprimido, resolvi colocar o plano da Sara em prática para desmascará-lo de vez. Peguei um dos meus vestidos mais curtos, que subia todinho ao me abaixar, e vesti sem nenhuma calcinha, ou melhor, com uma micro.

Na sala, Luís estava numa cadeira e Durval no sofá, a um metro de distância um do outro. Fui até eles. Inventei de pedir o cartão de crédito pro meu marido e parei no meio dos dois. Me curvei intencionalmente na direção de Luís, deixando minha bunda totalmente arreganhada e empinada direto na cara do velho. A calcinha sumia no meu cú, e o vestido não cobria nada. Ele deve ter visto cada detalhe, cada preguinha. Passei 30 segundos sussurrando no ouvido de Luís, e ao levantar, flagrei os olhos de Durval saltando das órbitas, o volume na calça dele formando uma barraca monstruosa. Mais tarde, fui tomar banho. Tirei a roupa no quarto, me cobrindo com a toalha. A visão de quem estava no sofá dava direto para o corredor. Fiz barulho ao fechar a porta e, fingindo distração, deixei minha toalha cair. Dei as costas para a porta e, sem dobrar os joelhos, empinei bem o traseiro e me abaixei lentamente para pegar. Durval teve uma visão panorâmica e privilegiada do meu cuzinho e da minha buceta raspadinha. Tenho certeza que o tarado quase enfartou. Aquela adrenalina exibicionista me encheu de uma luxúria absurda. Quando Luís foi deitar, eu estava fervendo. Pulei em cima dele, tirei a pica do seu short e comecei a mamar com uma fome animal. Transamos loucamente. Gemendo alto, de propósito, eu queria que o velho ouvisse tudo. Pedi aos sussurros pra Luís me foder o cu, mas a foda estava tão intensa que ele não aguentou e gozou fartamente, encharcando minha bucetinha de porra quente.

Essas ações reativaram o verdadeiro predador no Durval. E era isso que eu queria, precisava de provas para Luís. Eu voltei a usar vestidos finos e sem calcinha. Quando passávamos no corredor, ele agarrava minha bunda com força. Eu o empurrava, e ele sussurrava, malicioso:

— Você acha que vai ficar me esfregando esse rabo na cara e eu não vou comer? Tá enganada, putinha. Eu vou meter a minha pica todinha dentro de você. Pode esperar!

— Tá aí sua verdadeira face, seu filho da puta! — eu rosnava, me desvencilhando.

Ao fim dos 10 dias, ele voltou ao médico para reavaliação. Eu já estava celebrando a partida, mas o infeliz voltou com o pé ainda imobilizado e mais 10 dias de atestado. O pesadelo continuou. Num sábado de manhã, Durval me atormentava mais que o normal. Dei tapas nas mãos dele para afastá-lo e fui limpar os armários baixos da cozinha. Sem perceber a armadilha, fiquei de quatro, esfregando o chão, com a bunda empinada. Durval, que vinha pedindo linha e tesoura a Luís há dias, havia feito uma sabotagem. Ele enfraqueceu as costuras da parte de trás do meu short de academia. Quando me curvei e fiz esforço, o short se rasgou exatamente no meio, escancarando minha ausência de calcinha. Só percebi o perigo quando aquele velho asqueroso avançou ferozmente, agarrou meus quadris com força bruta, afundou o rosto no meio das minhas nádegas e cravou a língua quente, grossa e molhada, deslizando-a violentamente da minha buceta até o meu cu de uma só vez! Tomei um susto elétrico e o empurrei. Quando levei a mão pra trás, entendi a armadilha. O filho da puta estava com meu cuzinho e bucetinha servidos numa bandeja.

— Seu desgraçado! Filho de uma puta! Escroto do caralho! — gritei.

Com a cara mais pervertida do mundo, ele lambia os lábios e ria:

— Calma, sua safada! Eu não fiz nada. Que culpa eu tenho? Você escancarou essa xoxota e esse cuzinho pra mim, não resisti.

Fui pro quarto tremendo de ódio, esquecendo até de tapar o rasgo. O velho babava, me devorando com os olhos:

— Que bunda gostosa, puta que pariu!

No trabalho, relatei a Sara, que riu horrores:

— Que babado, amiga! Esse velho tá adorando provar o sabor desse cú, hein? Tá colocando mel aí? — brincou ela.

— Misericórdia!

Mesmo irritada, comecei a notar que Durval andava quase sem mancar. O atestado estava no fim. E, no meio disso, chegou o aniversário de Luís. Empolgado, ele organizou um churrasco e chamou amigos, parentes, a Sara e contratou até uma bandinha de samba. Luís comprou roupas novas para Durval participar. Decidida a apimentar a noite com meu marido, comprei um fio-dental microscópico de sex shop — apenas um fiozinho invisível — e vesti por baixo de um vestido leve. Sussurrei pra Luís que havia uma surpresa pra ele mais tarde.

A continuação e o desfecho deste conto já estão disponíveis em formato e-book! Para ler o final, acesse a página de autor

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Continua...

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Comentários

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Rabuda enfezado, corno crédulo e velho tarado! Mistura explosiva! Rsrsrs Muito bom.

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