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O marido dela aceita ser corno no sertão, onde todos sabem. Eu COMI O CU e gravei para vocês.

Categoria: Grupal
Contém 1415 palavras
Data: 21/08/2026 17:26:20

Eu cheguei em Arcoverde num fim de tarde de calor seco.

Sertão de Pernambuco.

Pousada simples, quarto com ventilador barulhento e cheiro de mofo.

Eu estava na cidade para um serviço de elétrica numa rua mais afastada.

Três dias de trabalho, no máximo. Clica em meu nome ou veja no perfil onde estão os viddeos e fottos, para voc~e ver e baixar.

Foi no segundo dia que eu vi ela pela primeira vez.

Lígia.

Passava toda hora na frente da pousada.

Short jeans claro, tão curto e tão socado que a bunda quase comia o tecido.

Camiseta rosa desbotada, manchada de terra e de algo que parecia gordura.

Cabelo preto bagunçado, cara de quem trabalha e não tem tempo de se arrumar.

Corpo grosso, coxas firmes, bunda pesada que balançava a cada passo.

Eu fiquei olhando da calçada.

Não resisti.

Nunca resisto quando a bunda é desse tamanho e a mulher é desse tipo: simples, do dia a dia, daquelas que suam de verdade e não ficam se perfumando o tempo todo.

Puxei conversa com o pessoal do barzinho da esquina.

Em menos de meia hora eu já sabia de tudo.

Ela traía o marido.

Todo mundo sabia.

A família dele quase não falava mais com o cara por causa disso.

No sertão isso ainda é tabu pesado.

Mas ela não escondia.

Dava a bunda para uns empresários médios da cidade e de outras cidades da região.

Os homens contavam rindo: ela gritava, peidava, pedia mais.

E o marido?

Sabia de tudo.

Aceitava.

Para não perder ela, aguentava ser corno e ser chacota na cidade.

Eu fiquei duro só de escutar.

No dia seguinte eu tinha serviço exatamente na rua dela.

Cheguei cedo.

Ela estava no quintal, mexendo em uns vasos.

O short ainda mais socado que no dia anterior.

A bunda quase estourava as costuras.

— Bom dia — eu falei, já encostando a escada no poste.

— Vim refazer uma ligação aqui na frente.

Ela virou.

Sorriu tímida.

— Pode deixar.

Se precisar de água é só falar.

Eu fui trabalhando devagar.

Cada vez que ela se abaixava eu olhava.

O short subia.

A marca da calcinha aparecia.

O suor já brilhava na curva da lombar.

Quando terminei o serviço eu desci e fui até o portão.

— Posso falar uma coisa sem você achar grosseria?

Ela riu.

— Fala.

— Essa bunda é absurda.

Bonita pra caralho.

Posso tirar uma foto?

Só da parte de trás.

Sem rosto.

Ela ficou vermelha.

Mas não disse não.

Virou de costas, apoiou as mãos no muro baixo e empurrou a bunda para trás.

Eu tirei três fotos rápidas.

O short estava tão justo que dava para ver o formato do cu marcado no tecido.

— Você é doida de usar short assim nessa cidade — eu falei.

Ela deu de ombros.

— Todo mundo já sabe de mim mesmo.

Não adianta esconder.

Eu fui puxando assunto.

Falei que gostava de mulher que dava o cu de verdade.

Que a maioria só fingia.

Ela olhou de lado.

— Eu sempre dei.

Desde nova.

Meu marido sabe.

As pessoas acham que ele não sabe, mas ele sabe de tudo.

Ele prefere ser corno e continuar comigo do que me perder.

Eu não deixo de dar a bunda pra ninguém.

Nunca deixei.

Eu senti o pau latejar dentro da calça.

— E cheiro? — eu perguntei direto.

— Você gosta de homem que cheira bunda suada?

Ela franziu a cara.

— Que loucura é essa?

Eu prefiro limpinha.

Tomar banho, passar sabonete…

— Eu gosto suada.

Gosto do cheiro forte.

Do cheiro de bunda que ficou o dia inteiro fechada.

Ela riu sem graça.

— Você é maluco.

Eu tirei o celular e mostrei algumas fotos e trechos de vídeos meus.

Mulheres de quatro, cu aberto, língua entrando, homem cheirando fundo.

Ela olhou.

Primeiro com nojo.

Depois com curiosidade.

A respiração mudou.

— Puta merda…

Existe gente que curte isso mesmo?

— Eu curto.

E quero cheirar a sua agora.

Ela olhou para os lados.

O quintal era fechado, muro alto de um lado, parede de tijolo do outro.

Ninguém vendo.

— Não.

Não vou deixar você enfiar o nariz aí.

Tá suado pra caralho.

Eu passo o dedo e você cheira.

Só isso.

Ela virou de costas, abaixou um pouco o short e passou o dedo médio bem no meio da bunda, apertando o tecido contra o cu.

Depois trouxe o dedo para o nariz dela mesma.

— Puta merda, tá podre, cara.

É disso que tu gosta?

Eu peguei o pulso dela e levei o dedo até o meu nariz.

Aspireí fundo.

O cheiro era pesado, azedo, de suor acumulado e de bunda que não via banho desde a manhã.

Minha garganta fechou um segundo.

O nojo veio rápido.

Mas o pau ficou ainda mais duro.

— É disso mesmo.

Eu não aguentei.

Puxei o short dela para baixo num movimento só.

A bunda saltou.

Grande, pesada, com marcas vermelhas do tecido.

Eu abri as nádegas com as duas mãos.

O cu apareceu escuro, enrugado, úmido.

O cheiro subiu forte, direto.

— Caralho… — eu murmurei.

Enfiei o rosto.

Cheirei alto.

O nojo bateu de novo.

Aquele cheiro podre de verdade.

Mas a língua saiu sozinha.

Passei devagar no cu suado.

O gosto era amargo, forte, de suor e de pele que não tinha sido lavada.

Lígia se arrepiou inteira.

— Puta merda, me arrepiei.

Caralho, tu é louco demais.

O tesão desse pela minha bunda é algo diferente.

Eu continuei.

Língua girando, entrando um pouco, saindo, cheirando de novo.

O nojo e o tesão se misturavam de um jeito que me deixava tonto.

Eu queria cuspir e ao mesmo tempo chupar mais fundo.

Ela gemia baixo, empurrando a bunda contra a minha cara.

— Maluco…

Tu é maluco…

Mas continua…

Foi nesse momento que o celular dela tocou.

Ela se assustou.

Puxou o short às pressas, pegou o telefone e atendeu.

Olhos arregalados.

Dedo indicador nos lábios, pedindo silêncio absoluto.

— Alô?

Oi, amor…

Tô aqui no quintal…

Não, sozinha…

Tô é resolvendo umas plantas…

A voz dela saía baixa, forçada.

Eu fiquei parado, o rosto ainda cheirando a bunda dela, o pau doendo dentro da calça.

O marido falava do outro lado.

Ela ia respondendo, inventando, enquanto me olhava com cara de aviso.

Quando desligou, soltou o ar.

— Ele é desconfiado pra caralho.

Mesmo sabendo de tudo.

Qualquer barulho ele já liga.

Eu não respondi.

Só puxei ela pela mão para dentro da cozinha.

A pia estava cheia de louça.

O cheiro de gordura e de comida velha misturava com o cheiro da bunda dela ainda no meu nariz.

Eu abri a geladeira, peguei a manteiga, abri a embalagem e passei dois dedos generosos no cu dela.

— Nunca dei sem lavar antes — ela falou, já de quatro em cima da mesa baixa.

— Nunca.

— Hoje vai dar.

Enfiei.

O cu estava apertado e quente.

A manteiga fez barulho.

Ela gritou.

— Ai, porra!

Dói!

Eu meti até o fundo.

O cheiro de bunda suada e de manteiga derretida subiu.

Ela peidou no pau.

O barulho foi molhado.

— Tô com dor de barriga… — ela gemeu.

— Acho que vai sair…

— Deixa sair.

Continuei metendo.

Ela se tocava rápido, os dedos molhados.

A cada estocada o cu fazia barulho e um pouco de residual aparecia no pau.

Eu tirei.

Mostrei o pau para ela.

Melado, sujo, com restos grudados.

Lígia olhou e gozou na hora.

O corpo tremeu, a buceta latejou, ela gemeu alto demais.

— Enterra de novo — ela pediu, a voz rouca.

— Enterra no cu sujo.

Mete.

Enfiei de uma vez.

Segurei a cintura gorda e fodi forte.

A mesa balançava.

Ela gozou de novo, peidando sem controle.

— Nunca gozei tanto… — ela falava entre gemidos.

— Nunca gozei tanto num sexo tão depravado e sujo…

Porra…

Mais…

Me chama de puta…

— Puta.

Cadela.

Bunda gostosa pra caralho.

Cheiro de merda gostoso pra caralho.

Ela gozou a terceira vez quando eu falei isso.

O cu apertou tanto que eu não aguentei.

Gozei fundo, enterrado até as bolas, sentindo o cu dela pulsar e escorrer misturado.

Ficamos ali parados.

O pau ainda dentro.

O cheiro de sexo sujo dominando a cozinha pequena.

Lígia olhou por cima do ombro, o rosto vermelho, o cabelo grudado de suor.

— Tu é o homem mais maluco que já meteu em mim.

Eu tirei o pau devagar.

O cu dela ficou aberto, latejando, escorrendo porra e residual.

— E a gente ainda tem o resto da tarde — eu respondi.

Do lado de fora, o sol do sertão batia forte no quintal.

E o celular dela estava em cima da mesa, silencioso… por enquanto.

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