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Minha Esposa E EU , Os Nossos Alunos E O Acordo Que Mudou Tudo PT 4

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2862 palavras
Data: 21/08/2026 14:25:29

Os últimos dois horários passaram rápido, como se o tempo voasse só para me torturar. A tarde inteira depois da traição no auditório foi como se eu tivesse recebido uma facada — só que a faca estava na minha própria mão. Pamela não merecia aquilo. Nenhuma parte daquilo.

No caminho de volta para casa, sem querer, me lembrei do dia do nosso casamento. O sítio que ela mesma tinha escolhido, as árvores, a cerimônia simples, o jeito como ela sorria quando me viu esperando no altar. Sete anos. Sete anos construindo alguma coisa que eu acabara de rachar em poucos minutos de fraqueza.

Quando cheguei, ela ainda não estava. Depois do turno na escola tinha ido ao shopping comprar umas roupas. A casa ficou silenciosa demais.

À noite ela voltou. O clima entre a gente foi leve, quase normal. Abrimos o vinho que ela tinha comprado no shopping e bebemos devagar no sofá. Conversamos sobre coisas bobas. Em determinado momento Pamela se aproximou, beijou meu pescoço e deixou claro que queria sexo. Eu não estava afim. O corpo respondia, mas a cabeça não. Ela sentiu a recusa e se frustraram.

— Você não quer… ou não tem…?

Antes que terminasse a frase, menti:

— Não tenho potência, amor.

Pamela ficou em silêncio por um segundo e depois falou, quase decepcionada:

— Nos últimos dias você deu uma melhorada, amor…

Era verdade. Nos últimos dias o desejo e o tesão tinham voltado com a força de antes. Só que agora a culpa me consumia por dentro, pesada e constante.

Não discutimos. Só apagamos a luz. Os dois acabamos adormecendo em silêncio, cada um carregando o que não tinha coragem de falar.

O fim de semana passou rápido. No sábado e no domingo eu e Pamela acabamos indo visitar meus sogros. Foi um final de semana simples, de almoço, conversa e pouco espaço para pensar demais no que eu tinha feito.

A semana seguinte chegou. Segunda-feira, a segunda do ano letivo. Os professores ainda estavam se organizando, montando planos de aula e tentando entender o ritmo da escola. Na reunião da manhã, Dona Elaine avisou que seria realizada uma semana de testes. Aquela segunda-feira seria o único dia de aula normal; nos outros dias, monitores de fora viriam aplicar as provas.

O primeiro e o segundo horário foram tranquilos. Pouca bagunça, alunos mais quietos do que o normal. Porém, Kelly e Melissa passaram os dois horários na quadra. Kelly estava vendendo doces — brigadeiros, beliscões e paçoquinhas — para juntar dinheiro para as coisas do Carnaval. Andava de um lado para o outro com a caixinha, oferecendo para todo mundo.

E, como sempre, fazia de tudo para me provocar. Passava perto demais, se inclinava mais do que o necessário quando me mostrava os doces, soltava comentários baixos e sorrisos safados toda vez que nossos olhares se cruzavam. Eu tentava manter a postura de professor, mas o corpo reagía a cada provocação dela.

No horário antes do recreio, Pamela estava na sala dos professores organizando o conteúdo que passaria para os alunos. Montava uma sequência sobre equações do segundo grau: discriminante, fórmula de Bhaskara, interpretação gráfica das raízes e alguns problemas aplicados de movimento e área. Separava exercícios de fixação e já preparava a lista que entregaria no final da aula.

Eu estava na quadra quando Arthur e Thiago apareceram.

— Cara, vamos jogar bola — disse Arthur, já chutando uma bola imaginária.

— Não. Vocês têm aula agora.

Thiago, brincalhão como sempre, soltou:

— A gata da Marina entrou de licença.

— Licença? — repeti, estranhando.

Arthur completou, olhando direto nos meus olhos:

— Sim. Do nada. Você sabe o motivo?

Fiquei nervoso na hora.

— Não.

Ele deu aquele meio sorriso calmo e provocante.

— Deveria saber. Não quer ser o diretor dessa porra toda?

Nesse momento minha turma começou a chegar na quadra. Arthur e Thiago não saíram. Ficaram encostados na parede, acompanhando a aula inteira, conversando baixo e sorrindo toda vez que eu olhava na direção deles.

O intervalo chegou e eu fiquei observando de perto cada movimento de Arthur e Thiago. Foi então que notei algo que me deixou boquiaberto. Todos os alunos que vendiam qualquer coisa no pátio — salgados, bolo de pote, chup-chup — separavam uma parte do dinheiro e entregavam para os dois. Disfarçado, rápido, mas constante. Até a pequena minoria que negociava maconha fazia o mesmo. Pagavam a “taxa” para Arthur e Thiago como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Fiquei enfurecido. A raiva subiu na hora. Mas não fui falar com a Dona Elaine. Fui direto até Pamela.

Depois do intervalo, puxei ela para um canto da sala dos professores e contei tudo o que tinha visto, baixinho, mas sem esconder a indignação.

Pamela me olhou com descrença.

— Amor, isso é errado… acusar sem provas.

— Eu vi na cara dura. Eles nem escondem — respondi.

Ela balançou a cabeça, já se afastando.

— Você não trabalha aqui há dois anos? Então só percebeu isso agora? Deve ser engano.

Virou as costas e completou enquanto saía:

— Vou para a sala deles agora.

O quarto horário chegou e eu estava sem aula para lecionar. Decidi ir até a sala do 3º A.

Ao me aproximar da porta, notei que a maioria dos alunos estava sentada fazendo os exercícios em silêncio. Só não estavam concentrados Kelly, Melissa, Arthur e Thiago. Os quatro conversavam com Pamela perto da mesa dela. Arthur estava bem próximo, quase colado no ombro da minha esposa, o corpo inclinado na direção dela enquanto falava.

Fiquei observando por alguns segundos. Depois Arthur e Thiago se afastaram das três. Assim que os meninos saíram, Kelly, Melissa e Pamela começaram a conversar baixo, como se estivessem trocando fofoca. O quadro estava cheio de anotações de matemática — equações, gráficos e alguns exercícios resolvidos passo a passo.

Arthur e Thiago me viram no corredor. Os dois acenaram na minha direção, sorrindo daquele jeito que eu já conhecia.

O último horário passou e terminou. Eu e Pamela saímos juntos da escola e fomos para casa. Ela almoçou rápido, trocou de roupa e foi para a academia.

Os três dias seguintes foram estranhos. Por causa da semana de testes, professores e alunos quase não se viam. A escola não permitia circulação livre. Nesses três dias não tive nenhum contato com Arthur, Thiago, Kelly ou Melissa — esta última sempre tímida, mas ainda assim parte do grupo.

Saíamos cedo da escola, íamos direto para casa. Pamela tomava banho rápido, vestia a roupa de academia e eu a acompanhava. Treinávamos juntos, voltávamos suados e, todas as noites, o sexo voltava a ser intenso.

Na primeira noite, mal fechamos a porta e eu já a empurrava contra a parede. Puxei o legging dela para baixo, ajoelhei e chupei a buceta ainda quente do treino, lambendo o clitóris inchado até ela tremer e gozar na minha boca. Depois a virei de quatro no sofá e enfiei o pau de uma vez, metendo fundo e forte enquanto ela gemia alto, a bunda tremendo a cada estocada. Gozei dentro dela apertando as nádegas com força.

Na segunda noite foi ainda mais selvagem. Pamela montou em mim na cama, rebolando com vontade, os seios balançando na minha cara. Segurei a cintura dela e meti para cima sem piedade. Virei-a de lado, levantei uma perna e fodi fundo, ouvindo os gemidos dela ficarem cada vez mais altos. Depois a coloquei de quatro novamente, cuspi no cu e enfiei o dedo enquanto continuava comendo a buceta. Ela gozou gritando, e eu gozei logo em seguida, o pau latejando dentro dela.

No terceiro dia a aula terminou mais cedo. Voltamos para casa. Pamela estava usando um vestido curto tomara-que-caia, o tecido leve marcando o corpo, os seios quase saltando, as coxas à mostra. O cabelo loiro solto.

A campainha tocou.

Abri a porta e vi os quatro: Arthur, Thiago, Kelly e Melissa. Kelly deu um sorriso safado, olhou meu corpo de cima a baixo e falou, provocante:

— Viemos estudar com a Pam.

Os quatro se acomodaram na mesa da sala. Melissa estava tímida, como sempre, mas pela primeira vez eu realmente prestei atenção nela. Usava um vestido jeans justo que valorizava o corpo de cavalinha: seios fartos marcados pelo tecido, cintura fina, quadril largo e coxas grossas à mostra até o meio da coxa. O cabelo loiro caía solto pelos ombros, o rosto delicado e os olhos claros baixos, evitando o meu olhar. Estava linda de um jeito contido, quase inocente.

Mas a frase de Arthur ecoou na minha cabeça na hora: religiosa, inteligente… e virgem.

Kelly era o oposto completo. Não era boa nos estudos, mas sabia exatamente o efeito que causava. Vestia short curto e cropped, o piercing do umbigo à mostra, as tatuagens aparecendo, o corpo de dançarina de funk em evidência o tempo todo. Provocava com o jeito de sentar, de sorrir, de olhar.

Pamela ia de um para o outro, paciente, explicando o conteúdo que cairia na prova na manhã seguinte. Equações, funções, interpretação de gráficos. Quando ela parava perto de Arthur e Thiago, os dois mal prestavam atenção no que ela falava. Os olhos deles ficavam grudados no corpo da minha esposa — no decote do vestido tomara-que-caia, nas coxas descobertas, no jeito como ela se inclinava sobre a mesa.

Em determinado momento Pamela se virou para mim:

— Amor, vai comprar um lanche pra gente?

Kelly olhou para Melissa e falou na hora:

— Te acompanha, né, Mel?

Melissa se levantou sem dizer nada. Os três saímos juntos.

Eu e Melissa seguimos até a empresa de salgados. Compramos uma caixa grande de mini salgados e ficamos esperando na sala de espera. Notei que ela estava chateada. Ficava olhando para o celular e, de repente, murmurou baixinho:

— Idiota…

— O quê? Quem é idiota? — perguntei.

Ela hesitou um segundo antes de responder:

— Um rapaz que eu saí… ele não respeita minha decisão.

Olhei para ela e falei com sinceridade:

— Você é linda e inteligente. Vai achar um cara legal.

Melissa me olhou com aqueles olhos claros e, de repente, me abraçou com força, quase se jogando no meu colo. O corpo dela colado no meu. Meu pau endureceu na hora, reativo. Ela ficou alguns segundos assim e sussurrou:

— Você é incrível, Renato…

Voltei para casa com ela. Quando entramos, os quatro estavam sorrindo de orelha a orelha, como se tivessem compartilhado alguma piada privada. Montamos a caixa de salgados na mesa e começamos a lanchar.

No meio da conversa, Arthur soltou, casual:

— Professor tem sorte de ter uma esposa gostosa…

Fechei a cara na hora.

— Fora daqui. Agora.

Arthur levantou as mãos, ainda sorrindo:

— Calma, cara…

Thiago puxou o amigo pelo braço:

— Vamos, Arthur. Deixa pra lá.

Pamela tentou acalmar os ânimos, pedindo para todo mundo respirar, mas não adiantou. O clima já tinha azedado. Os quatro se levantaram e foram em direção à porta. Antes de saírem, Pamela subiu para o quarto sem dizer nada.

Arthur parou na porta, me encarou fixo e falou baixo, a voz carregada de ameaça:

— Você vai se arrepender disso, cara.

Fechei a porta na cara dele.

A noite foi fria entre mim e Pamela. Ela mal olhava na minha cara. Antes de sairmos para a escola, pela manhã, parou na porta e falou sério:

— Vamos deixar uma coisa clara. Hoje você vai pedir desculpas pro Arthur e pros outros três pela palhaçada de ontem.

Seguimos para a escola em silêncio. A prova aconteceu. Eu, Pamela e todos os outros professores ficamos trancados na sala dos professores enquanto os monitores aplicavam o teste. Quando terminou, os alunos foram embora rápido.

Esperei todo mundo se dispersar e chamei Arthur para conversar a sós, num canto afastado do pátio.

— Você vai me falar agora que merda você está aprontando.

Ele arqueou a sobrancelha.

— O quê?

— Sobre como você vem sendo prestativo com a Pamela desde que a conheceu.

Arthur negou com a cabeça, dando de ombros. Eu continuei, a voz mais baixa e dura:

— Você quer me ferrar usando ela, né?

Ele soltou uma risada curta.

— Não, cara. Eu acho ela uma gostosa. E você sabe disso. Sabe também que não aguenta uma mulher daquele jeito, não é?

Aproximei o rosto do dele.

— Fica longe dela.

Arthur não recuou. Pelo contrário, se aproximou ainda mais e falou quase no meu ouvido:

— Você traiu ela. Eu tenho provas do beijo e do sexo com a Marina.

Senti o sangue subir.

— Cala a boca.

Ele sorriu, frio.

— Ela é fiel a você…

— Sim. Sempre foi.

Arthur deu um passo ainda mais perto.

— Então vamos fazer um acordo.

— Não.

Foi aí que eu soltei o que tinha guardado:

— Eu sei do esquema que você mantém na escola. A taxa que todo mundo te paga. Salgado, doce, maconha… tudo.

O sorriso dele sumiu por um segundo. Depois voltou, mais perigoso.

— Então ela vai acabar descobrindo que é corna. Agora mesmo.

Olhei fixo para ele e falei, a voz baixa:

— Não me importo com isso. Eu errei.

Arthur se aproximou mais um passo, o tom quase amigável:

— A gente pode fazer um acordo bom pros dois, cara. Você se divertiu com a Marina… eu mantenho isso em segredo. E você não me atrapalha com meus esquemas.

Antes que ele se afastasse, completei:

— Não. Eu me sinto culpado pela traição. Isso é errado.

Ele parou, virou o corpo de novo e soltou, calmo:

— Então vamos melhorar o acordo. Me dá liberdade total pra tentar alguma coisa com a Pamela.

A raiva explodiu. Agarre-i a camisa dele com as duas mãos e puxei o corpo dele contra o meu.

— Filho da puta…

Arthur não se assustou. Falou baixo, quase no meu ouvido:

— Calma. Se ela te trair, eu e você fingimos que nada aconteceu. Se ela recuar… você me denuncia, me expulsa da escola e conta pra ela sobre a Marina. Simples.

Fiquei alguns segundos em silêncio, a mão ainda apertando o tecido da camisa dele. Por fim soltei e falei, a voz rouca:

— Ok. Mas pode acreditar que você vai acabar na cadeia.

Ele deu aquele sorriso frio de sempre.

— Jamais, cara. Você vai ver.

Saímos juntos do canto isolado. Quando encontramos Pamela no corredor, os dois forçamos um tom leve e dissemos que tínhamos feito as pazes. Ela pareceu aliviada. Arthur se despediu e foi embora.

Eu e Pamela seguimos para casa em silêncio. Assim que entramos, ela me puxou pela mão, subiu as escadas e me levou direto para o quarto.

Fechei a porta do quarto atrás de nós. Pamela já estava tirando o vestido antes mesmo de eu alcançar a cama. Ficou nua na minha frente: seios pesados, mamilos rosados já duros, a buceta raspada brilhando de vontade, o corpo inteiro à mostra. Puxei a própria camisa pela cabeça, abri a calça e me livrei de tudo. Meu pau já estava duro, latejando.

Empurre-a para a cama e subi em cima. Beijei sua boca com fome enquanto as mãos desciam apertando os seios, torcendo os mamilos. Desci o rosto, chupei um, depois o outro, ouvindo os gemidos dela ficarem mais altos. Continuei descendo, abri as coxas grossas e enfiei a língua na buceta molhada. Lambe-a sem pressa no começo, depois com vontade, chupando o clitóris inchado, enfiando dois dedos fundo. Pamela arqueou as costas e puxou meu cabelo, gemendo meu nome.

Quando senti as pernas dela tremerem, subi o corpo e enfiei o pau de uma vez até o fundo. O gemido que saiu dela foi alto e rouco. Comecei a meter forte, sem delicadeza, as mãos segurando as coxas abertas, o barulho molhado da buceta engolindo meu pau enchendo o quarto. Pamela rebolava para encontrar cada estocada, as unhas cravadas nas minhas costas.

Virei-a de quatro. Aquele bumbum enorme ficou na minha cara. Agarre-o com as duas mãos, abri as nádegas e voltei a enfiar fundo. Meti com força, seco, ouvindo ela gritar contra o travesseiro. Cuspi na mão, molhei o dedo e enfiei no cu dela enquanto continuava fodendo a buceta. Pamela gozou na hora, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando meu pau em espasmos violentos.

Não parei. Continuei metendo, suado, ofegante, até sentir o orgasmo subir. Gozei dentro dela com um gemido gutural, o pau pulsando, despejando tudo enquanto ainda dava as últimas estocadas profundas. Mesmo depois de gozar, o tesão não diminuiu. Deitei de costas, puxei ela para cima e fiz com que montasse. Pamela desceu o corpo e começou a rebolar com vontade, os seios balançando na minha cara. Segurei a cintura dela e meti para cima, encontrando o ritmo. Ela gozou de novo, inclinando o corpo para frente, o cabelo loiro colado de suor.

Ficamos assim por um tempo, ofegantes, o cheiro forte de sexo no quarto. Pamela se deitou ao meu lado, o corpo ainda tremendo de leve. Eu a puxei para perto, mas a mente já não estava ali.

Depois que o sexo acabou, só conseguia pensar numa coisa: eu poderia ter acabado de destruir tudo… ou não. O acordo que eu tinha aceitado com Arthur pesava no peito como chumbo. A cada respiração a dúvida crescia. Será que eu realmente tinha acabado de abrir a porta para perder a mulher que eu amava? Ou será que aquilo tudo ia se resolver de um jeito que eu ainda não enxergava? A incerteza era pior que a culpa.

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Comentários

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Esse corno, ta doido pra ver a mulher na rola do aluno, só não assumiu ainda, tudo indica que a putaria já vem rolando enyre os dois. Mais um corno manso.

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Ele errou quando pegou a Marina ,desde então a culpa vem correndo ele ,e ainda por cima a Kelly vem dando em cima dele e não resiste a juventude dela e as insinuações da mesma ,o resultado: Mais culpa ,menos tesão = 0 sexo

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Pelas coisas acontecendo acho que o cara já tá enrabando a professora. Tá de muito segredinho com ela.

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Foto de perfil de Mirellysub

* Delííííícia...eu se fosse Pamela já estaria fudendo gostoso com esse negão. Se Carvalhinho mantém esse suspense é para tesão no corno...ele duvido que também não vai ser putinha do Arthur...

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O professor foi muito burro... é só o marginal insinuar algo, dizer algo... ela dar uma confrontada e pronto: o cara vai colher o chifre que plantou, pq ela já está frustrada sexualmente no meio de um monte de jovens que querem comer ela... muito burro e ainda quer ser o diretor, kkkkkkkkkkkkkk

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Mas ela não estava frustrada, tanto que só agora depois da traição do marido ele falou aquilo para afastar ela.. Acho que ela já traiu ele ,e esse pedido dela pra ele sair da casa quando os jovens estão com ela é para isso.

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Outra coisa, a mulher é chamada de gostosa na frente do marido e dentro da própria casa, ela ainda falou pro cara pedir desculpas ao moleque kkkk.

Tem muitos encontros e desencontros da Pamela com o aluno.

Sumiço no primeiro dia de aula.

Bilhete que ela leu e escondeu.

Volta dela tarde da academia.

Saída da escola voltando com o cara.

Parte dos livros com a Melissa vigiando o professor.

Marina e Melissa tiveram a mesma reação praticamente ao receberem algo no celular.

Tá tudo muito na cara que já está rolando algo, pode não estiver macetando a professora, mas que já está de papo torto com ela é certeza.

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Rapaz você citou algumas observações que nem notado.

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Acho que Pâmela não aguenta...

Vai contar tudo ou vc vai descobrir tudo

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Quando terá o ponto de vista dela? Sobre o que aconteceu em outros momentos

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Seria interessante o relato desta história pela Pamela. Ajudaria a percebermos todas aquelas situações que vêm acontecendo. Desda a primeira vez em que chegou tarde da academia e com o rosto pálido e dor de cabeça (desculpa). Lembrar que nessa fase da história ela ainda não conhecia os alunos da escola.

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Foi em qual parte? Não lembrava disso, vou reler

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Na parte 1. Ele deixou-a na academia e foi para a escola. À noite quando ele chegou em casa ela ainda não tinha chegado.chegou pálida e pediu um copo de água...

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