A Surpresa de Fernando e Michele
Fernando e Michele, ambos com 42 anos, casados há 11. Durante todo esse tempo, o nosso sempre foi um sexo bom, normal, gostoso. Nos conhecemos cada centímetro do corpo um do outro, sabemos o que cada toque provoca, cada suspiro significa. Mas eu, Fernando, senti vontade de algo diferente — de surpreender minha Michele, de levá-la a um lugar que nunca havíamos ido juntos.
Ela é daquelas mulheres que faz qualquer homem parar para olhar: corpo generoso, seios fartos, quadris largos, curvas que desenham um caminho que os dedos e os lábios desejam seguir. Uma mulher completa, quente, que me desperta desejo todos os dias. E foi pensando nela, em nós, que resolvi preparar algo especial.
Comprei uma capa peniana quase imperceptível, com uma aparência tão real que seria difícil distinguir do natural. Ao vesti-la, o que eu tinha de 17 cm se transformou em algo muito maior: mais grosso, mais comprido, uma presença imponente que prometia muito. Ficou com cerca de 5 cm de espessura e 25 cm de comprimento — uma verdadeira força.
Comentei com ela, com voz baixa e carregada de promessa:
— Michele, preparei uma surpresa. Hoje eu vou arrombar você como nunca fiz antes.
Ficamos sete dias sem nos tocar. Sete dias em que cada olhar, cada palavra mais quente, cada toque acidental fazia o desejo crescer dentro dela. Ela ficava úmida só de eu lembrar da promessa. A ansiedade e o tesão tomavam conta, e eu a deixava cada dia mais ávida.
Chegou a noite. Apaguei as luzes, vendi os olhos dela com cuidado, e ela ficou ali, entregue, sentindo apenas o meu toque. Comecei devagar. Beijei sua pele, desci lentamente... chupei sua bucetinha com calma, saboreando cada gota que escorria. Depois desci mais, beijei e acariciei seu cuzinho, sentindo o corpo dela tremer, se contorcer, pedir mais. O mel escorria sem parar, e ela, já sem aguentar, pediu com voz rouca:
— Fernando... chega de esperar. Arrombe-me. Cumpre o que prometeu.
Eu entrei nela primeiro do meu jeito, sem a capa. Deixei ela sentir o que sempre sentiu, aquele movimento que conhecemos tão bem. Fiquei ali por alguns minutos, ouvindo seus gemidos, sentindo ela me envolver por inteiro. Quando já estava quase a perder o controle, falei baixinho ao ouvido dela:
— Continua se tocando, amor... porque agora vem a verdadeira surpresa.
Retirei-me, coloquei a capa com cuidado, e quando voltei, o que entrei nela era outra coisa — muito maior, muito mais grosso. Ela sentiu de imediato. Arqueou o corpo, pediu:
— Devagar, Fernando... por favor, vai devagar.
E eu fui. Centímetro por centímetro, observando aquela buceta carnuda se abrindo, se ajustando, aceitando aquele tamanho improvável. Parecia não caber, mas pouco a pouco ela foi engolindo tudo, até que estive dentro dela por inteiro, preenchendo cada espaço, fazendo-a sentir uma pressão nova, intensa.
No começo havia estranhamento, um limite sendo testado. Mas em poucos minutos a dor cedeu lugar a um prazer imenso, avassalador. Ela parou de pedir calma e passou a pedir mais. E eu dei. Soquei aquela buceta sem dó, com força, sentindo ela se apertar ao redor, gemer alto, perder o fôlego. Gozou três vezes naquela noite — cada orgasmo mais intenso que o outro.
Quando terminamos, retirei a venda. Ela abriu os olhos, viu o que eu usava, e ficou surpresa consigo mesma.
— Eu aguentei tudo isso? — perguntou, admirada.
E desde então, fazemos assim: uma vez por mês, eu a surpreendo com aquela surpresa. Ela diz que na hora do tesão é maravilhoso, que sente um prazer enorme — mas que assim que a paixão passa, o corpo sente o peso daquele tamanho, e vem a dor. Por isso não quer sempre. Prefere que seja algo de vez em quando, um momento especial e intenso.
E foi assim que ela me presenteou também: com uma buceta de silicone, feita para eu usar. Agora revezamos. Às vezes eu uso a capa e a possuo daquele jeito intenso; às vezes é ela quem me vê usar o brinquedo, e ama observar, ama saber que também a tenho assim. Duas formas de nos amar, dois jeitos de sentir prazer, sempre nós — Fernando e Michele, juntos e descobrindo que o amor e o desejo podem se renovar.