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Minha História de vida... Começando o incesto na família – Revelações – Parte 9 (1 de 2)

Um conto erótico de Maria Izabelly
Categoria: Heterossexual
Contém 7422 palavras
Data: 21/08/2026 12:13:08

Bom dia, boa tarde ou boa noite a todos.

Podem estar estranhando o título de hoje, mas é exatamente isso. Tive que dividir o capítulo 9 em duas partes devido ele ficar muito extenso e cansativo para leitura.

Espero que entendam e aproveitem a leitura. Desejo que consigam imaginar cada detalhe e quem sabe se colocarem na história.

Desde já, obrigado a todos vocês e boa leitura!

Iza

****

Estava tomando um gole de café quando fui interrompida pela minha mãe.

- Filha?

- Oi mãe.

- Deixa eu te apresentar uma pessoa...

Me virei ainda com a xícara na boca e quase me engasguei com o que vi.

Um homem parado ao lado da minha mãe, alto, bonito, cabelos bem aparados, porte atlético e olhos verdes penetrantes. Vestia uma blusa azul-marinho e calça clara, estava descalço...

PUTA QUE PARIU!!!! É oEsse é o Fernando. Fernando essa é minha filha Izabelly.

- Prazer Izabelly – abriu um sorrisão me encarando.

Continuação.

Eu estava em choque... O homem que a dias atrás eu estava atendendo na loja, estava novamente diante de mim, na minha casa, mas agora em outras circunstâncias.

Então esse é o contatinho da minha mãe, o homem que estava saindo com ela e fazendo ela rir à toa quando estava em casa. O mesmo que horas atrás estava fudendo ela no quarto gozando na sua boca...

Lembrar da noite passada e olhar aquele homão na minha frente me fez sentir calor. Fiquei vermelha de vergonha ao mesmo tempo que meus biquinhos ficaram enrijecidos de tesão marcando o tecido fino da minha blusinha.

Levantei-me para cumprimentá-lo com aperto de mão. Assim que fiquei em pé e de frente para ele estendendo a mão, ele percorreu meu corpo inteiro da cabeça aos pés, parando por um breve momento o olhar nos meus peitos e nas minhas coxas desnudas com meu pequeno short.

- Prazer Fernando... – Eu estava tremendo ao esticar minha mão.

- O prazer é todo meu! – Sua voz era macia, mas poderosa, do mesmo jeito que me lembrava no dia que o conheci.

- Vem Fernando, sente-se conosco para tomar um café. – Minha mãe disse me tirando do transe.

- Não quero atrapalhar vocês. Já abusei demais da hospitalidade. Dormi aqui sem nem pedir permissão para seus filhos!

- Não mesmo, você não vai embora antes tomar um café e comer algo. Minha filha não se importa. Você se importa filha?

- Não... fique e tome um café da manhã conosco.

- Então está bem. Eu aceito. – Sorriu novamente revelando aqueles dentes perfeitos.

Ele aceitou o convite se dirigindo até a mesa.

- Mãe, vou me trocar. Já volto.

- Oxi...vai se trocar por que filha? Não vai fazer essa desfeita com o Fernando saindo na hora do café, né?

- Deixa ela Magda. Não julgo ela por estar sem jeito por um desconhecido aparecer na sua casa da noite para o dia. – Ele disse sorridente.

Por um instante pensei: não pode ser o mesmo homem que estava no quarto com ela. Aquele demonstrou ser um bruto, tarado e bem ativo. Esse diante de mim era simpático, tranquilo e muito carismático.

-Não, não. Ela vai ficar não é filha?

- Sim mãe, eu fico. – Me virei voltando para meu lugar.

Os dois ficaram conversando, enquanto eu ficava em silêncio apenas ouvindo tudo o que diziam. Acredito que estava envergonhada por dias atrás ter sentido atração no “namorado” da minha mãe.

- Então Fernando, ela que trabalha na loja da Sabrina que comentei com você.

Gelei quando ela falou isso, olhando para ele, que naturalmente respondeu:

- Eu me lembro. Sei onde fica a loja. Dizem que lá as roupas são ótimas e o atendimento muito bom também. – Mais uma vez, falou com naturalidade.

Por que ele não disse que já me conhecia? Por que estava agindo como se fosse a primeira vez que me viu?

- Você está gostando de trabalhar lá Izabelly? – ele me perguntou

- Pode me chamar de Iza. Estou sim, é muito bom trabalhar lá.

- Um dia passo lá para comprar roupas e te ajudar nas comissões, kkkk. -Deu um gole em seu café sem tirar os olhos de mim.

- Pode passar sim, ela agradece sua gentileza, não é filha?

Acenei com a cabeça afirmamente.

Mudei de assunto imediatamente:

- Então, de onde vocês se conhecem? – perguntei

Por um instante eles trocaram olhares. Parecia ter uma cumplicidade entre ambos.

- Então filha...lembra que te falei a respeito do Marcos como ia ser complicado falar com ele?

- Sim, eu lembro.

- Então, o Fernando é amigo dele. – Ela disse ficando envergonhada.

- Amigo?? – Olhei para ele tentando entender.

- Sim. Eu e seu irmão somos, digamos, velhos conhecidos. Jogamos bola de vez em quando no ginásio. Ele é amigo do meu filho, o Gabriel. Você deve conhecer ele.

Lógico que eu conhecia. Ele vive grudado no meu irmão. Na escola, fora dela e quase para todos os lados. Agora entendi por que quando vi o Fernando a primeira vez me passou a sensação de conhecer de algum lugar. Agora consigo ver a semelhança entre eles.

- Conheço sim o Gabriel de vista. Eles sempre estão juntos.

- Então. Foi assim que conheci sua mãe. Coincidências do destino, kkkk.

- Acho que seu irmão não vai aceitar. Por isso estamos conversando com você antes. Por ser mais velha e eu acreditar que tem a mente mais aberta. – Mamãe completou.

- Eu já disse mãe, ele vai ter que aceitar Deixa que com ele eu me entendo!

- Obrigado!! – Ambos disseram ao mesmo tempo me agradecendo.

Ficamos mais um tempo conversando e tomando café. Parece que depois das revelações iniciais, o clima ficou mais leve.

Mas eu ainda olhava para ele tentando entender algumas coisas. Por mais que eu tenha aceitado o relacionamento inicial deles, algumas coisas não se encaixavam, me deixando com dúvidas.

Mamãe se levantou começando a retirar a mesa levando para a pia. Decidi que era hora de me retirar.

- Bom, vou para meu quarto deixar vocês a vontade. – Me levantei esticando a mão para o Fernando.

- Espero que cuide bem da minha mãe! ( eu já sabia que ela estava em boas mãos...corpo... e pelo jeito rola também)

- Pode deixar que cuidarei muito bem dela. – Ele sorriu para mim, mas ao mesmo tempo olhando novamente em direção aos meus peitos.

Minha mãe deu risada gostando do que via. Ele estava feliz por eu e ele termos nos dado bem. Isso que ela estava atrás dele e não viu onde seus olhos estavam olhando.

- Vai lá filha. Vou lavar essa louça aqui. – Ela falou já se virando para a pia.

- Deixa eu que te ajudo! – Fernando se ofereceu a ajudá-la.

Me virei saindo da cozinha indo em direção ao meu quarto. Na sala havia um espelho onde dava para ver partes da cozinha no reflexo. Foi ao cruzar meu olhar nesse espelho, vi Fernando se secando enquanto me afastava. Seu olhar era diretamente para minha bunda, que devido eu estar sem calcinha e o short ser pano fino, estava socado no meio da minha bunda.

Eu deveria ter reprendido ele ou ter ajeitado meu short, mas não fiz isso. Eu acabei dando um sorriso e rebolei mais minha bunda ao sumir de sua vista.

Cheguei no meu quarto sem acreditar que eu tinha feito isso. Estava rindo, mas balancei a cabeça me recordando que aquele ali não era mais o cliente da loja onde acabou rolando um flerte. Ele era o companheiro da minha mãe.

Mas ele é tão gostoso, lindo.... e pelo que ouvi na noite anterior deve fuder muito gostoso... mais uma vez eu estava perdida em pensamentos.

- Você não pode pensar essas coisas Iza!!- falei comigo mesma.

Troquei minha roupa e fiquei no meu quarto deixando eles a sós na sala.

Quando sai do meu quarto, ele já tinha ido embora. Sentei com minha mãe fazendo companhia, onde conversamos de tudo e mais um pouco. Assim fiquei sabendo mais sobre o Fernando e como era o relacionamento deles.

Lógico que ela omitiu detalhes, principalmente os picantes. Nunca que ela chegaria em mim e falaria: - é filha, ele já comeu até meu cuzinho!

Mas a nossa conversa foi muito boa e gostosa de se ter.

- Mãe, quando o Marcos volta?

- Vou ver com seu pai mais tarde. Mas deve voltar semana que vem.

Finalmente!!! Estava morrendo de saudade. Na primeira oportunidade eu acabaria com ele! kkkkk

O resto do final de semana passou voando. Conversei com meu irmão e ele realmente voltaria em breve. Assim como eu, também estava morrendo de saudades de mim.

Naquela semana, estreamos um novo uniforme da loja. Uma blusa social chique com uma saia que ia até a altura do joelho. Nada muito chique, mas até que confortável para trabalhar durante o dia.

Coloquei minha roupa no banheiro e voltei para o balcão da loja. Ana como sempre, não perdeu a oportunidade:

- Fiu Fiu!!! Caraca Iza... Está gostosa pra caralho!!!

- Meu Deus Ana!!! Você não perde uma oportunidade né?

- Lógico que não. O que é gostoso tem que ser dito, admirado e provado! – deu uma piscadinha para mim.

Agora essa biscate estava querendo me pegar???

Cada dia que passava, deixava mais claro e nítido que era isso mesmo. Até a Flávia já tinha comentado comigo, que se eu vacilasse, ela me pegaria sem dúvidas e ressentimento.

Não me lembro o exato dia daquela semana, eu estava abaixada atrás do balcão arrumando uns produtos, quando Ana chegou ao meu lado. Olhei para cima ela estava me olhando:

- Você acha que essa saia ficou feia em mim? – colocou a mão na cintura e ficou parada esperando a resposta.

Do nada ela aparece com assuntos aleatórios, perguntas, pedidos, opiniões... Ela era uma caixinha de surpresa quando chegava perto e abria a boca.

- Não acho que ficou feia Ana. Ficou muito bem no seu corpo.

- Não sei. Estou me sentindo gorda com essa roupa... Preferia usar minhas leggings.

Ela gostava de usar aquelas leggings, porque praticamente parecia que não estava usando nada! Era tão colada e fina que só de abaixar, ficava transparente e mostrava com qual calcinha estava usando no dia. Lógico que o público masculino amava isso.

- Você não está gorda. Se te deixa feliz está uma tremenda gostosa! – Tive que dizer isso para ver se ela parava com esse papo e sairia satisfeita.

- Sério??? Obrigada amiga!!! Só acho que essas saias poderiam ser um pouco mais apertadas! São muito folgadas, só de puxar ela sobe, olha só...

Num movimento rápido, ela puxou sua saia para cima mostrando realmente a facilidade de subir sem esforço.

A sorte dela e minha, é que da metade para baixo do seu corpo estava escondido atrás do balcão e não tinha clientes. Ela literalmente ficou seminua na minha frente!

Suas pernas eram bem torneadas e grossas. Brancas iguais as minhas. Estava com uma calcinha roxa, toda rendada e com as laterais bem finas. Ela tinha uma buceta bem carnuda olhando por cima do pano. Estava até meia dividida. Talvez ela usasse um tamanho menor de propósito, apenas para que ficasse extremamente apertada. A parte de trás não tinha pano, era apenas um fio que entrada no meio da sua bunda, que diga se de passagem era enorme e bem dura. Realmente, Ana era um mulherão!

- O que você está fazendo doida!!!! Abaixa a saia!!! – Sussurrei quase em gritos para ela.

- Só estou te mostrando porque deveria ser mais apertada as saias!

- Você não precisava mostrar assim. Apenas falando eu já entenderia!!

- Credo, parece que nunca viu uma mulher pelada na sua frente? Pelada não, porque estou de calcinha, kkkk.

- Essa calcinha aí é praticamente estar sem nada mesmo!!! – Dei risada falando da sua calcinha.

- Essa calcinha é maravilhosa, sua boba! Olha como é atrás... – Virou seu corpo deixando sua bunda quase na minha cara.

A bunda dela realmente era grande. O fio da calcinha sumia logo no começo da sua bunda. Mais um pouco, não ia nem parecer que tinha algo ali.

- Eu faço academia para ser gostosa e durinha! E para usar peças assim, do jeito que eu gosto! – ela dizia balançando sua bunda. – Aperta aí pra você ver como é durinha!

- Eu não vou apertar sua bunda sua louca!

- Deixa de preconceito menina! Apertar minha bunda não fará você menos mulher não! Vai, aperta ai!

Com a ponta do meu indicador apertei a bunda dela. Era bem dura mesmo!

- Você está de brincadeira comigo né? Acha mesmo que com esse dedinho fino vai avaliar minha bunda?? Enche a mão e aperta porra!

Eu não tinha escapatória, ou eu fazia ou ela ficaria com aquele rabo exposto até eu fazer o que queria. Fora que poderia entrar algum cliente ou a Flávia voltar do estoque.

- Tá bom!!!

Com a mão direita encaixei em uma banda e dei uma apertada.

- Com as duas Iza! Não vai sentir por completo apenas com uma mão. Eu estou de olho aqui no movimento. Ninguém vai ver.

Revirei os olhos e com as duas mãos encaixei na sua bunda. Minha mão ficou minúscula diante daquele monumento.

- Realmente Ana. É bem dura! Parabéns!– falei

- Aperta bem para você sentir a musculatura dela.

Comecei a apertar mais um pouco. Na minha cabeça, veio meu irmão em pensamentos e o dia que ele mexia em minha bunda. Parecia muito com aquele momento.

Num misto de curiosidade, coloquei um pouco mais de força forçando sua bunda a abrir revelando o fio que estava escondido no meio de sua bunda. Vi a borda do seu cuzinho que era bem escuro e com preguinhas. O fio terminava chegando no meio da sua buceta que estava dividida. Ali, naquele momento pensei: Então fui isso que Marcos viu aquele dia...

Ana forçou seu corpo para trás, fazendo abrir um pouco mais. Eu apertei ainda mais forte.

- Ahhhhh... – Ela deixou escapar um gemido!

Bem na hora, me deu um estalo! Eu estava no meu trabalho, atrás de um balcão, correndo risco de ser pega em um momento lésbico, admirando o corpo da minha colega com ela gemendo e querendo chupar ela ali mesmo para saber como era o gosto!

- Chega!! Que loucura nós estamos fazendo aqui!!

- Não estou fazendo nada demais! Apenas duas inocentes moças se ajudando.

- Desce essa saia e se ajeita antes que a Flávia volte aqui!

A idiota ficou dando risada com meu constrangimento, ajeitou sua saia e virou de frente para mim.

- Nossa, você tem mãos macias, mas bem fortes. Amei!!!

-Você é doida guria. Se pegam nós duas fazendo isso era rua na certa!

- Relaxa bobinha. Você não sabe nem a ponta do iceberg da história dessa loja e o que já aconteceu nos bastidores!

- Como assim? – Perguntei querendo saber mais dessa fofoca.

- Segredinho... quem sabe eu te conte... ou te mostre... Vai depender de você. – Deu uma piscadinha para mim.

Fomos interrompidas com o barulho da porta principal da loja ser aberta.

- Quando achamos que não se pode melhorar, sempre somos surpreendidas... – Ana falou olhando para baixo e depois para alguém que tinha entrado no estabelecimento.

- Bom diaaaa! Você por aqui?? – perguntou para a pessoa.

- Sim, eu voltei! A Iza está? – um arrepio percorreu meu corpo no mesmo instante que meu nome foi anunciado. Eu reconheci aquela voz!

- Sim ela está! – Olhou para baixo em minha direção. – Ei, tem um gato te procurando aqui.

Levantei-me e olhei para o outro lado do balcão. Era o Fernando.

Como sempre, estava lindo e impecável, com aqueles olhos verdes e o sorriso perfeito. Trajava uma roupa social de escritório. Estava apenas com a gravata, sem o casaco.

- Olá Iza, como você está?

- Oi Fernando...- falhei miseravelmente em manter a pose, gaguejei bem na hora de sair a voz- Estou bem e você?

- Eu estou ótimo... e você moça? – Olhou para Ana.

- Pode ter certeza de que estou ainda melhor agora com sua presença... Fernando né? Prazer, sou a Ana.

- Anaaaa!!! – dei um chute nela – Se comporta!

Eu não havia dito para ninguém ainda que aquele cara gostosão que um dia apareceu na loja fazendo uma compra era agora namorado da minha mãe.

Ele deu risada com a ousadia da Ana.

- Aconteceu alguma Fernando? Precisa de alguma roupa nova?

- Na verdade, eu precisava conversar com você.

- Comigo?

- Sim. Que horas você sai para almoçar?

- Daqui 20 minutos. – Olhei para relógio para confirmar a hora.

- Você gostaria de almoçar comigo? – ele perguntou elegantemente. Era impossível não aceitar aquele convite!

- Ela aceita sim! – Mais uma vez Ana se fez presente

- AANNNNAAAA!!!! Cala a boca peste!

- Nossa, só to querendo ajudar! Sou uma ótima cupido viu!

- Você não sabe o que está dizendo! – dei uma chamada nela.

- Sei sim, tanto que para ajudar um pouco mais, você pode sair agora para almoçar! Eu cubro sua ausência.

- Não precisa....

- Vai logo antes que eu roube seu lugar e aceite o convite, kkkk – deu uma piscada para o Fernando.

- Está estou indo! – sai do balcão indo até meu armário pegar minha carteira.

Quando voltei e olhei para Ana, sua feição mudou ficando com uma expressão de predadora.

- Depois acertamos essa troca de favores... – Ao passar por ela, apertou minha bunda com força.

Olhei para ela em reprovação por ter feito isso sendo que o Fernando poderia ter visto e acabar pensando coisa errada.

Estávamos saindo pela porta quando lá do balcão Ana gritou:

- USEM CAMISINHAS CRIANÇAS!!!!

- ANNNNAAAAAAAAA! – Gritei já com a porta se fechando.

*****

- Obrigado por aceitar meu convite para almoçar comigo Iza.

- Que isso, eu que agradeço o convite! Peço desculpas pela Ana. Ela não bate bem da cabeça.

- kkk, eu percebi. Mas eu gostei dela. Parece ser o tipo que admiro. Determinada, direta e sabe o que quer!

Aquilo me soou familiar. Até porque eu tinha aquelas características, tanto que fui eu a dar o ponta pé inicial com meu irmão.

Caminhamos até seu carro que estava parado perto da loja. Não entendia de carro na época. Mais tarde descobri que se tratava de uma BMW 320i. Na época era um carro de lançamento. Achei muito lindo aquela cor azulada escura e brilhante. Os vidros eram todos com insulfilm, deixando impossível qualquer um do lado de fora ver lá dentro.

Chegamos no carro e ele abriu a porta para que eu entrasse.

- Obrigada! – Dei um sorrisinho encantada pelo cavalheirismo dele.

Fernando me levou em um restaurante a poucas quadras de onde trabalhava. Era muito bonito e chique.

Na recepção um senhor veio nos recepcionar.

- Boa tarde senhor Fernando. Uma honra o senhor novamente por aqui. Sua mesa já está reservada.

Ele nos levou até uma área reservada e bem aconchegante. Um lugar era muito bonito mesmo. Fiquei até sem graça em estar num lugar daquele com minha roupa simples de trabalho.

- Se eu soubesse que o convite era para vir num lugar chique desses, não teria aceitado.

- Você não gostou? - Ele me olhou surpreso pelo meu comentário.

- Não é isso. Não estou vestida adequadamente para um lugar desses.

- kkkkk. Não diga isso Iza. Você está linda! Não precisa estar com uma roupa chique para conseguir se destacar entre essas pessoas.

Tenho certeza de que fiquei mais vermelha que a toalha da mesa. Ele conseguia me tirar do eixo com poucas palavras, mas eu não podia cair naquela sedução.

- Estranhei você me chamar para almoçar. Aconteceu alguma coisa?

- Eu precisava, primeiramente me desculpar com você.

- Pelo que exatamente?

- Bom, vamos por tópicos: Primeiro por ter dormido na sua casa sem ao menos ter comunicado. Foi uma falta de respeito da minha parte.

Fuder minha mãe e querer comer o cu dela não foi falta de respeito né? Pensei comigo mesma.

- Segundo, por não ter dito a verdade quando te conheci que já conhecia sua mãe.

- Isso que eu queria saber. O porquê fez isso?

- Vamos lá., contarei desde o início para que entenda o porquê fiz isso.

- Conheci sua mãe um dia quando ela foi buscar seu irmão na minha casa. Ficamos um tempo conversando a respeito da amizade dos dois. Ela foi muito simpática comigo e rolou uma química.

Como o Marcos estava em casa direto, procurei saber um pouco mais sobre ela, o que me fez admirá-la ainda mais. Procurei conseguir o contato dela. Quando consegui ficamos alguns dias conversando e a convidei para sairmos.

Saímos algumas vezes para restaurantes, festas de amigos e passeios aleatórios. Devo admitir que a cada encontro, mais encantado eu ficava por ela.

Ela me contou a respeito de você e sobre a parceria que ambas tinham. Ela fala tanto de você, que particularmente, quis te conhecer mesmo que por certa distância. Na segunda vez que te vi, que tive a oportunidade de conversar com você e te conhecer finalmente. Acabou que eu te conheci e ainda por cima sai com uma roupa nova.kkk

- E eu com uma comissão boa, kkkk - dei uma risada enquanto tomava uma água aguardando nosso pedido.

- Pois é. Não esperava por isso! Kkk. Sua mãe adorou a roupa. Mas não contei para ela ainda que foi sua sugestão.

- Pelo jeito eu e minha mãe temos bons gostos. – Olhei para aqueles olhos verdes. Droga, eu estava novamente flertando com ele. Tenho que parar com isso.

- kkkk. Assim me sinto envergonhado.kkkk

Na noite que estava na minha casa, não tinha sequer conhecimento no que significa essa palavra “vergonha”. Mais uma vez meus pensamentos intrusivos atacaram!

- Mas deixa eu te perguntar uma coisa Fernando, você disse segunda vez que me viu? Quando foi a primeira? – perguntei curiosa.

- A primeira vez que te vi foi um tempo atrás no ginásio. Até então não sabia quem você era.

No ginásio?? Então ele estava lá no dia que que acompanhei meu irmão no jogo..., mas não me recordo dele lá.

Ele continuou:

- Eu estava do outro lado do ginásio, sentado e resolvendo uns assuntos numa ligação. Foi quando te vi lá assistindo ao jogo. Marcos mandava corações para você a cada gol feito. Vi que estavam juntos kkkk. Quando estávamos indo embora, eu ia falar com seu irmão para poder ver você de perto. Devo confessar que me chamou atenção sua beleza. Mas quando procurei, vocês já tinham saído.

-- Assim... tivemos que voltar correndo para casa. Minha mãe não gosta de nós soltos pela rua, ainda mais a noite.

- Ela comentou. Eu corri para pegar o carro e oferecer carona para vocês, mas.... – Ele fez uma pausa antes de concluir. – Eu vi vocês dois se afastarem e entrarem em um lugar isolado. Achei que você era a namoradinha dele, kkkk.

Meu coração disparou. Fiquei em choque com aquela revelação. Então alguém tinha visto eu entrando naquele lugar abandonado com Marcos. Será que ele viu o que rolou lá dentro? Comecei a suar frio.

- nã...não é nada disso que está pensando! – eu estava nervosa.- Ele foi me mostrar como estava abandonado o ginásio. Que poderiam melhorar as coisas por ali.

Ele me olhou virando a cabeça e percebendo meu nervosismo.

- Eu não estou pensando nada Iza. Vocês são irmãos. No dia até pense: Que garoto danado! Mas quando estava conversando com sua mãe naquele dia, comentei a respeito. Ela me disse que vocês eram irmãos.kkkkk

Sorri de alívio e procurei me acalmar.

- Agora eu que te pergunto uma coisa Iza... Por que ficou tão nervosa de repente?

- Não fiquei nervosa. – Tive que mentir para não dar bandeira – É que vira e mexe as pessoas acham que somos namorados. Isso me incomoda.

- Desculpe se deixei transparecer isso com minha fala. Não tive a intenção de te ofender.

- Está tudo bem, você não tem culpa. – Sorri e fui tentando mudar o assunto – O almoço está delicioso. Mamãe iria adorar esse lugar e essa comida.

- Eu já a trouxe aqui. Realmente, ela adorou!

Almoçamos normalmente, conversamos mais um pouco e comemos a sobremesa.

Fernando pediu a conta e fomos embora. Estava perto de acabar meu horário de almoço.

Ao chegar no meu trabalho, parou o carro a uma certa distância da entrada.

- Bom, está entregue. Muito obrigado por ter aceitado meu convite para almoçar. Gostei muito de te conhecer melhor.

- Eu que agradeço o convite Fernando. Espero não ter enchido seu saco com minha conversa, kkk.

- Devo admitir que amei cada minuto ao seu lado. Você é ainda mais interessante do que imaginei quando conversamos pela primeira vez. – Soltou aquele sorriso maravilhoso.

- Deixa eu ir... – Preciso sair correndo daquele carro.

Fui dar um beijo em seu rosto em agradecimento. O beijo que era para ser na bochecha, acabou sendo perto demais da boca, bem no cantinho. Consegui sentir a temperatura da sua boca.

Sai correndo do carro com o coração disparado e morrendo de vergonha. Entrei na loja e corri para o banheiro para me acalmar antes de enfrentar o interrogatório das meninas.

Aquela tarde trabalhei pensando no Fernando e no que aconteceu. Nossa conversa, risadas, aquele quase beijo. Evitei a Ana o máximo possível. Ainda tinha que raciocinar o que aconteceu antes que eu saísse para o almoço. Era muita coisa para minha cabeça.

***

Aquele dia ao chegar em casa só queira deitar e dormir. Estava esgotada. O corpo e a mente.

Minha mãe fez a janta e me chamou para comer.

- Você viu o “namorido” hoje mãe? – perguntei

- Não vi filha, ele teve um almoço de negócios hoje de tarde. Então não conseguimos nos encontrar.

Ele não contou que estava comigo? Por que será? Se ele não contou, algum motivo teve. Mas não serei eu a contar, eles que se resolvam

- Por que filha? – ela perguntou me olhando.

- Por nada mãe. Depois daquele dia, não ouvi a senhora falar sobre ele. Só achei estranho.

- Ele trabalha muito. Não é sempre que nos falamos. Tem vezes que ele está em reunião ou em visitas por aí.

- Ah entendi. Notícias do Marcos? – Eu conversava com ele quase todos os dias, mas precisava falar e agir como se não.

- Ele volta semana que vem Teve que remarcar a volta. Disse que não aguenta mais ficar em SP. Quer voltar logo.

- kkkkk. Coitado, aguentar o papai... – eu sei bem o porquê ele queria voltar logo. Até eu queria isso logo.

- Eu quem diga aguentar aquele homem. Sábado eu tenho um encontro com o Fernando. Tudo bem pra você?

- Claro mãe, sem problemas. Fico aqui sozinha... lendo meus livros... chorando com a solidão... – Fiz biquinho.

- Ai filha, desse jeito eu vou cancelar e ficar aqui com você!

- Estou brincando mãe, kkkk. Vai tranquila! Já sou de maior e sei me virar!

- Tem certeza?

- Sim, tenho.

***

O restante da semana correu normalmente. Eu apenas evitava a todo custo ficar sozinha com a Ana. Ela me olhava como se eu fosse um pedaço de carne. Parecia me devorar com os olhos. Só um momento ao passar por mim ela disse baixinho perto do meu ouvido:

- Uma hora teremos que conversar Iza... – e saiu andando rebolando aquele rabo e dando risada.

Só o fato dela chegar perto já causava arrepios. Não era de repulsa ou nojo. Mas era algo que não sabia ainda explicar.

Enfim, sábado chegou! Finalmente ia poder descansar. Esperei a semana toda por isso! Também seria hoje que reveria o Fernando. Só de lembrar dele, meu corpo fervia.

Eu sei que era namorado da minha mãe. Mas o tesão que eu sentia ao vê-lo era muito forte. Eu ainda tinha consciência que não poderia fazer nada. Mas pensar não mata e não arranca pedaço. Eu só precisava me comportar e não fazer nada de errado sem pensar.

À noite, enquanto mamãe ainda estava em casa se arrumando no quarto para sair, tomei meu banho e coloquei um vestidinho bem soltinho até a altura das coxas. Era com alças finas. Por baixo uma calcinha bem pequena que marcava quando olhado por trás. Passei um perfume e creme pelo corpo, amarrei o cabelo em um rabo de cavalo e fui para a sala.

10 minutos depois, ouço a campainha do portão tocar. Mamãe lá do seu quarto grita:

- Filhaaaa... abre o portão por favor. Deve ser o Fernando!

Peguei a chave e fui até o portão destrancar para ele.

Assim que abri o portão nossos olhares se encontraram. Ele definitivamente estava um gato. Roupa impecável, cabelos molhados, uma camiseta branca com uma calça jeans preta.

Do mesmo jeito que parei para olhar, ele fez o mesmo, me olhando até chegar nos meus pés.

- Boa noite Iza! Tudo bem com você? – perguntou com aquela voz deliciosa.

- Tudo Fernando. Minha mãe está terminando de se arrumar. Pode entrar!

Sai andando a frente dele fazendo questão de rebolar durante o trajeto. Tenho certeza de que ficou olhando o balançar da minha bunda.

Ao passar pela porta, dei passagem para ele. Não pude deixar de notar a ereção que surgiu na sua calça.

- Fique à vontade Fernando, ela já deve estar vindo!

- Pelo jeito também vai sair hoje? – perguntou, olhando novamente para meu vestido.

- Que nada!! Vou ficar em casa em mesmo. Meu namorado será meu ursinho, kkkkk

- kkkk. Se fosse sair, iria fazer um grande sucesso!

- Nossa, como é exagerado! Kkkk. Quem ouve você dizer isso vai achar que sou um avião.

- Compraria um aeroporto inteiro só para ter um avião assim pousando lá, kkkk.

Coloquei minhas mãos no queixo e inclinei a cabeça sorrindo e piscando.

- Obrigada pelo elogio! Assim fico mais feliz!

Mamãe entrou na sala ainda terminando de se arrumar.

- Oi meu amor, estou quase pronta. Acabei me enrolando com a chapinha!

- Está tudo bem. Termine tranquilamente de se arrumar. Eu espero. Você está maravilhosa, vale cada minuto esperando ficar pronta!

- Ohhhhhhh, que lindooooo! – falei quando ele se declarou para ela.

Mamãe ficou vermelha na hora. Tantos anos sem um companheiro, que ao receber um elogio não sabia como agir.

- Para Iza!!! Kkkkk. Vou terminar de me arrumar. Já venho. – Virou-se em direção do quarto. – Filha, serve um café para o Fernando enquanto eu termino.

- Quer um café? Passei agora pouco.

- Eu aceito.

Fui até a cozinha pegar uma xícara de café para ele e voltei sentando numa outro canto do sofá. Fiz questão de cruzar minhas pernas deixando parte da minha coxa branca à mostra.

- E então... onde vão passear hoje? Festinha novamente?

- Vou levar ela em um barzinho de amigos com música ao vivo. Lugar bom para aproveitar a noite.

- E depois? – perguntei observando olhar para mim com uma cara que estava gostando do interrogatório de filha ciumenta.

- Depois? Não sei... quem sabe um passeio pelo parque do centro...

- hmmmm, sei... passeio né?

- Não estou entendendo onde quer chegar senhorita...kkkk. quer me contar alguma coisa?

- Não tenho nada a falar. Só quero ver se vai cuidar bem da minha mãe.

- Com certeza cuidarei bem dela, disso eu te dou a certeza.

- Se for cuidar como da última vez que dormiu aqui, tenho certeza de que ela estará beeeeem cuidada.- Dei um sorrisinho.

Ele ergueu a sobrancelha surpreso pela minha resposta. Deve ter sacado que eu ouvi o que fizeram na noite que dormiu em casa. Primeira vez que vi ele sem uma resposta na ponta da língua.

- Filhaaaa, pega para mim aquela caixinha que está na estante em cima da televisão. – Minha mãe gritou do quarto quebrando o silencio.

- Pego sim mãe. Só um minuto! – Gritei de volta

Ao me levantar, fiz questão ao desdobrar as pernas, abrir elas o suficiente para que ele visse minha calcinha e minha bucetinha. Funcionou muito bem, porque seus olhos foram diretamente no alvo sem vacilar.

Peguei um banco e carreguei até próximo da estante. A caixa que mamãe queria estava na prateleira bem na parte de cima. Eu poderia muito bem chamar o Fernando e ele pegar para mim, ele era alto. Mas não quis isso. O show seria meu.

- Você poderia me ajudar aqui? – Fiz uma voz de manhosa.

Ele veio caminhando até onde eu estava, olhando diretamente para mim. Quando ele chegou perto, me virei para subir no banco. Suas mãos agarraram minha cintura e me apoiaram para subir.

Mesmo sem precisar, fiquei na ponta dos pés no banco para pegar a caixa. Tenho certeza, que da posição em que ele se encontrava, conseguia ver a polpa da minha bunda. Ou até uma parte da minha bucetinha escondida apenas pelo pano da calcinha.

Peguei a caixinha e fiz o movimento de descer. Suas mãos eram grandes e fortes. Me apertou com força me instabilizando para não cair. Com o movimento de descida, meu corpo escorregou pelo dele.

Antes dos meus pés chegarem ao chão, minha bunda passou roçando por sua calça onde pude sentir o volume lá dentro. Parece que ele me segurou, diminuindo minha descida para aproveitar o máximo possível a encoxada.

Mesmo depois de não ter mais a necessidade de me segurar, ele continuava com as mãos na minha cintura. Estava segurando bem firme.

Virei ficando de frente para ele. Olhei para cima e nos olhos ficaram um tempo fixados. Eu sentia seu perfume e o cheiro da sua roupa entrar pelo meu nariz e me deixar relaxada. Seu corpo nessa distância parecia ser ainda mais musculoso e grande. Se aquele corpo se deitasse sobre mim, eu sumiria.

Com aquele tamanho todo, sua rola deveria ser enorme! Por isso minha mãe ficou encantada por ele. Não é apenas por ser lindo, charmoso e ter uma voz gostosa de se ouvir. Ele deve saber fazer uma mulher gozar horrores! Eu fui testemunha da minha mãe gozando com ele.

- Você pode levar para minha mãe, por favor? – entreguei a caixa para ele.

Ele apenas sorriu e virou-se indo para o quarto dela.

Sentia minha buceta pulsando de tesão. Eu estava a semanas sem transar. Sentia os choques nela. Sentia ela molhadinha por dentro da calcinha.

Eu precisava me controlar antes que eu fizesse alguma besteira. Decidir ir para meu quarto e me trancar lá.

Ao passar perto do quarto da minha mãe, ouvi estalos de beijos vindo de lá. Diminui minha passada e fui na ponta dos pés para ouvir e quem sabe ver algo.

Chegando perto, me arrisquei a olhar pela fresta da porta que Fernando deixou ao entrar.

Consegui ver o que estava acontecendo lá dentro. Minha mãe estava de costas para mim, com a cabeça virada para cima beijando Fernando e os braços entrelaçados no seu pescoço. Ela vestia um vestido preto colado ao corpo com uma fenda na lateral.

As mãos do Fernando, ao contrário da minha mãe, não estavam comportadas. Ele tinha levantado o vestido dela deixando sua bunda toda de fora. Minha mãe usava um fio dental minúsculo da mesma cor do vestido. Há anos que eu não via a bunda dela. E estava um espetáculo. Bem redondinha, sem celulite ou marcas.

Ele apertava a bunda dela e abria com as mãos revelando o fio dental socado no meio. Passava os dedos no meio descendo até chegar na buceta dela, onde afundava quase rasgando a calcinha e voltava. Tudo isso sem pararem de se beijar.

- Minha filha está na sala. Melhor pararmos por aqui. – Ela gemia deliciosamente.

- Estou com muito tesão!! Hoje vou te fuder bem gostoso e com força. Vou arrombar essa buceta e seu cuzinho. Hoje você não escapa!

- Desse jeito não tem como voltar aqui para casa. Vou gritar muito se comer meu cuzinho, você sabe!

- Quem disse que voltaremos. Vou te levar para um lugar especial depois do barzinho.

- E onde seria esse lugar especial?

- É uma surpresa. Mas te garanto que poderá gritar à vontade enquanto te fodo sua gostosa! – Ele deu um tapa na bunda dela que ecoou pelo corredor.

- Não faz isso seu doido! Kkkkk

Mamãe se desprendeu do abraço dele e abaixou seu vestido indo para o fundo do quarto. Observei o Fernando de frente, que apertava o volume em sua calça enquanto olhava minha mãe se afastar.

Só de ver ele agarrando, e pelo formato, minha boca encheu de água para chupá-lo, minha buceta piscou querendo aquela rola dentro de mim.

Corri para meu quarto quando percebi movimentação deles para sair.

- Filha, estamos indo. – Mamãe anunciou.

Voltei para sala para me despedir.

- Se cuidem e aproveitem a noite.

- Você também se cuida filha. Não voltarei essa noite, só amanhã viu!

- Tá mãe!

- Até mais Iza. -Disse Fernando com uma malícia em seu olhar.

- Até mais Fernando.

Quando estavam saindo, Fernando deu mais uma olhadinha para trás onde eu ainda continuava parada e deu uma piscadinha, enquanto mamãe fechava o portão logo na sequência.

****

Entrei para dentro e tranquei a porta. Eu estava com muito calor, quente, com um fogo acima do normal. Eu precisava fazer alguma coisa para apagar.

Fui ao meu quarto já sabendo o que fazer. Peguei minha caixa escondida, joguei na cama e peguei o meu consolo. Aproveitei e peguei um espelho que estava na penteadeira e levei junto.

Voltei para a sala, coloquei o espelho apoiada entre o braço do sofá e o assento e me joguei no lado oposto ao espelho. Queria aproveitar a casa só para mim. Ia descarregar todo meu tesão. Nada ia me atrapalhar!

Olhei para aquele caralho de borracha e pensei no Marcos. Mas dessa vez não seria meu irmão... seria meu futuro padrasto:

- Hoje você não vai sair com minha mãe. Hoje você vai comer sua enteadinha!

Levei o pau até minha boca e comecei a chupá-lo com força e vontade. Mordia a ponta, lambia as laterais e voltava a chupar!

Deixe ele numa posição na altura da minha boca, como se o Fernando estivesse em pé do meu lado com minha cabeça virada para ele. Virei meus olhos na direção do espelho para me ver chupando.

Tentava engolir o máximo que conseguia. Uma cena maravilhosa de ser ver. Só faltava na imagem o restante do corpo dele, todo pelado ali fudendo minha boquinha.

Olhei mais para baixo onde uma perna estava dobrada com o pé no sofá e a outra no chão me deixando aberta. Puxei meu vestidinho para cima, mostrando minha calcinha.

Pelo espelho dava para ver como minha buceta estava inchada. No pano tinha uma marca de molhado. Eu estava vazando de tanto prazer.

Puxei ela para o lado revelando minha bucetinha toda babada. Meu grelinho estava inchado e sensível.

Apoiei a lateral de um dedo no meio dela, abrindo os lábios com um barulhinho de molhado. Subi a ponta do dedo desde baixo, passando pela entradinha até chegar no meu grelinho, onde comei a acariciar.

- uhhhhhh. – Gemi com o toque e o pau todo na minha boca.

Continuei meus movimentos circulares aumentando aos poucos. Às vezes descia dois dedos, cada um em uma lateral dos lábios e abria minha bucetinha, mostrando minha entradinha fechadinha e toda rosada. O brilho que ela tinha, era a prova do tamanho do prazer que eu estava naquela hora.

Continuei chupando até deixar o pau todo babado e molhado. Arrumei minha posição no sofá, agora ficando arreganhada e numa posição que conseguia ver minha buceta e o fio dental que sumia mais abaixo no meio da minha bunda.

Levei meu “Fernando” até minha buceta e comecei a passar a extensão dele pelos lábios. Subia e descia, de um lado para o outro, circulava no grelo e colocava na portinha sem penetrar, apenas para sentir a cabecinha querendo me invadir.

Puxei as alças do meu vestido liberando meus peitos. Os bicos estavam pontudos de tesão. Comecei a acariciá-los, apertar os bicos e puxar. Puxava para cima e lambia com a ponta da língua. Sempre olhando para o espelho.

- Fode minha bucetinha! Mete igual fez aquele dia com minha mãe! – Eu parecia uma louca falando sozinha. Mas foda-se! O tesão e o proibido que era a melhor sensação!

Coloquei um pano embaixo da minha bunda, peguei o vidro de lubrificante e derramei sobre minha buceta. Ficou agora super lubrificada, que escorria até chegar no meu cuzinho e sujar o pano.

Peguei novamente o pau e passei pela minha buceta, agora deixando ambos lubrificados. Mirei na entradinha e fui introduzindo-o sem dificuldades nenhuma. Olhei pelo espelho os lábios se afastando e abrindo espaço invadindo minha fenda.

- Ahhhhh... Isso, mete gostoso na sua filhinha! – Gemi alto, sem pudor ou vergonha

Comecei a meter lentamente, apreciando o barulho do molhado cada vez que entrava. Em pouco tempo estava todo dentro de mim. Tirei para novamente meter tudo.

Eu gemia igual uma puta. Lançava minha cabeça para trás, encostando no braço do sofá, fechava os olhos e metia mais.

- ahhh, que delícia de pau Fernando! Soca bem funda na sua putinha!

Uma mão controlava o ritmo das metidas e a outra, eu me masturbava circulando meu grelinho.

Às vezes tirava o pau inteiro, olhava minha buceta aberta pelo espelho, abria ela mais ainda com a outra mão e enfia lentamente. Estava muito gostoso, mas eu ainda queria mais. Necessitava de mais alguma coisa que completasse aquilo tudo!

Num misto de prazer, decidi fazer algo até então inédito da minha parte. Apenas meu brinquedinho não estava sendo o suficiente!

A outra mão ainda estava lambuzada de lubrificante. Passei ela por trás da minha coxa, com o braço apoiado no sofá. Ao chegar na minha bunda, puxei com a ponta dos dedos o fio dental e deixei apoiado na bunda deixando meu cuzinho agora livre.

Olhei para o espelho e levei a ponta do dedo médio, encostei na entrada do meu cuzinho e comecei a acariciá-lo também. Comecei lentamente, movimentos suaves e lisos, sentindo a sensação quer era totalmente diferente de acariciar meu grelinho.

Acredito que o tabu envolvendo sexo anal, o que faz muitas vezes ser visto como errado, proibido ou “sujo”, fez aquela sensação ser diferente. Uma coisa foi ser tocada pelo meu irmão, a outra foi eu mesma me tocar nessa região com intuito sexual.

Comecei a aumentar o ritmo na minha buceta, ao mesmo tempo que as carícias no meu cuzinho. Quando estava impossível aguentar meu orgasmo, introduzi o dedo nele, acompanhando o movimento que fazia na buceta.

Novamente, joguei a cabeça para trás e gemi.

- Isso meninos!!! Fodam a putinha da casa! Ahhhhhh....

- Vai Fernando! Fode minha buceta! Vai maninho, fode meu cuzinho bem gostoso que eu vou gozar!

Minha imaginação foi tão longe e minha fala tão forte, que meu orgasmo veio de imediato.

O choque percorreu da minha espinha até a ponta dos pés, voltando até o fio de cabelo. Minha buceta e meu cuzinho se contraíram apertando o consolo e meu dedo. Parecia que estava tendo um ataque de convulsão de tanto que eu tremia e revirava os olhos. Um dos orgasmos mais forte que já tive em minha vida!!

Fiquei largada no sofá, ofegante e suada. Precisei de minutos para recobrar as forças e conseguir me levantar para arrumar a bagunça que fiz.

Levantei com meu líquido pingando entre os lábios da buceta. Chegou a escorrer pelas laterais da coxa.

Por mais que já tivesse gozado e a sensibilidade na minha pele ser enorme, não aguentando encostar em nada sem que eu pulasse com choques, eu ainda não estava satisfeita! Eu queria mais! Mais sensações, mais prazer, mais rola, queria leite, tapas, xingamentos... Eu estava me tornando uma ninfomaníaca!

Respirei fundo tentando me acalmar. Quando consegui, fui arrumar as coisas, já planejando que antes de dormir, faria novamente o que fiz há pouco.

Tive que tomar mais um banho para tirar o excesso de lubrificante que tinha na minha buceta e bunda. Tomei um banho caprichado e demorado deixando cair água pelo pescoço, costas, bunda até chegar nos meus pés. Perdi a noção de tempo ali.

Os pensamentos fluíam de situação para situação. Ia do meu irmão até a Ana, da Ana até Fernando, Fernando até minha mãe, até voltar no meu irmão fechando o circuito.

Eu estava emaranhada em fios, que parecia que quanto mais eu me mexesse, mas emaranhado ficaria.

Tinha ultrapassado uma barreira enorme com meu irmão. Minha colega de trabalho estava esperando uma brecha para me atacar. Acabei de me masturbar pensando no então namorado da minha mãe, futuro padrasto.

Eu até estava gostando daquela situação: a parte de ser desejada, as provocações, prazeres e desejos. Mas pela primeira vez, senti uma pontada de remorso. Não gostei de sentir isso. Me senti mal por isso. Deveria parar com tudo e viver uma vida correta.

Depois de muito pensar, eu estava decidida a acabar com todo esse rolo e voltar a vida antiga de “boa moça” e “certinha”.

Só que meus planos falharam e caíram por terra assim que sai do banho.

Mal sai do banheiro, ao cruzar a porta olhei na direção da sala. E lá estava ele, parado com um sorriso lindo na porta de entrada me olhando com desejo nos olhos...

Continua...

****

E aí pessoal? Gostaram? Quem será que chegou naquele momento? Aceito suposições kkkkk

Em breve publicarei a parte 2 do capítulo. Obrigado por sua atenção e leitura.

Beijos a todos!

Iza.

Maria_izaS2@myyahoo.com

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Comentários

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Simplesmente surreal... Embora esse conto tenha pouca descrição de sexo (tem a sua masturbação que ficou uma delícia), mas ele me excitou pra caramba. Eu adoro ler sobre o lance das conquistas... as relações entre os personagens. Como sou bastante imaginativo, depois de ler a primeira vez esse conto fiquei imaginando Fernando e sua mãe... e não vou negar, fiquei imaginando vc e aninha juntas num momento bem íntimo. Não seu para que lado a trama irá... mas esse conto deu boas dicas e boas insinuações de interrações sexuais incríveis.

Sem contar vc e Fernando... afinal de contas ele deve estar sacando o que rola entre vc e seu irmão...

Desculpe a demora em comentar...

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Que história sensacional. Parabéns pela narrativa.

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