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DENTISTA TARADO E FALADOR

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1229 palavras
Data: 21/08/2026 12:02:38

O velho e batido clichê de usar a figura do dentista como protótipo de traição ou sexo sempre foi para mim só isso mesmo: um clichê. Até porque nunca vira, em minhas consultas a odontólogos, pela vida afora, nada que confirmasse isso. Com alguns até que eu queria algo mais que mexer nos dentes, mas, a bem da verdade, tudo ficava na imaginação.

Até o dia em que tive um pequeno problema em um dente, numa cidade em que eu estava a trabalho. Aflito, consegui localizar um profissional disponível numa tarde de sábado e rumei para seu consultório. Fui vestido com uma camiseta sem mangas e um calção de caminhada, porque pretendia me exercitar depois do tratamento. O paciente anterior estava se despedindo do simpático profissional com um abraço, um “até sábado”, cumprimentou-me e saiu. Identifiquei-me ao Dr. Castro (como informava a plaquinha à porta), ele abriu um sorriso de acolhimento e abriu os braços para o abraço. Pensei que o gesto tinha a ver com a intimidade dos clientes, mas pelo visto era próprio mesmo do dentista. Deixei-me abraçar, aliviado por conseguir encontrar alguém para resolver meu problema dental.

Indicou-me a cadeira, onde me acomodei, enquanto ele ultimava os preparativos para o atendimento. Pelo rabo do olho eu passava o olho no seu rabo, proeminente na calça branca apertada; depois no pacote bem acomodado entre as pernas, quando se virou para mim, para analisar a situação. Havia sido apenas uma obturação que se desprendeu, coisa rápida de resolver.

Enquanto cutucava na minha boca aberta e tensa pelo nervosismo, falava e falava e falava. Falava pelos cotovelos. Como era consciente da impossibilidade de respostas pelo paciente (ao contrário de outros profissionais da área, que chegam ao cúmulo de fazerem perguntas ao paciente com a boca cheia de algodão e ferros), seu discurso passava de um assunto a outro, sem exigir contrapartida da minha parte. Comentou que o último paciente desmarcara a consulta e isso lhe possibilitaria ir mais cedo para casa. De vez em quando, ao se debruçar para melhor se posicionar, eu sentia sua rola roçar meu braço - eu gostava, mas não pensava bobagem alguma, creditava a discreta fricção ao acaso dos movimentos.

Concluído o tratamento, disse-me para ficar mais alguns instantes, relaxando na cadeira (ele percebera minha tensão enquanto mexia na minha boca), enquanto recolhia os instrumentos e fazia a limpeza do ambiente.

Eu, de fato, estava tenso, que dentista sempre me deixava nervoso, mais simples que fosse o procedimento. Então respirei fundo, estiquei meu corpo, coloquei as mãos sob minha cabeça e fechei os olhos, buscando reencontrar a tranquilidade momentaneamente perdida. Enquanto lustrava alguns instrumentos, sem parar de falar, o Dr. Castro comentou sobre a depilação das minhas axilas:

- Estão perfeitas! Lisinhas e claras… Eu não consigo deixar as minhas assim.

- Faço depilação a laser e uso hidratante diariamente.

Ele então quis saber onde eu fazia o tratamento, o nome do hidratante e mais uma porção de coisas, que ele falava feito uma cascata. Aproximou-se (“Com licença!”) passou os dedos em cada uma das minhas axilas, as cheirou para confirmar o perfume do produto de hidratação (isso já foi me excitando), perguntou se eu só fazia axilas.

- Não, faço também púbis, virilhas e perianal. - Eu falava e já ia baixando o calção, para mostrar, como a coisa mais natural do mundo expor a rola para um cara que eu estava vendo pela primeira vez. E de fato era natural para mim. Tudo bem que eu já estava excitado, mas mesmo se não estivesse faria do mesmo jeito, que meu nudismo nunca me constrangeu.

Notei seus olhos se arregalaram diante do nada de pelos pubianos. Diante de sua inércia, ousei:

- Pode sentir a textura…

Novo pedido de licença e ele passou os dedos meio trêmulos na pele suave e branca, de um canto a outro e meio que descendo pelas virilhas. A esta altura, claro, minha rola estava nas alturas, e suas mãos alisavam minha região pubiana, roçando o tronco da rola e finalmente subindo por ela, passando a acariciá-la.

Eu fechava os olhos, sentindo a delícia do toque, e minha mão já descia em busca das pernas e da rola do dentista, as quais acariciei ainda por cima da calça. Ele abaixou a cabeça e pude sentir a sensação indescritível do molhado de sua boca, do roçar de sua língua envolvendo minha pica, e o boquete maravilhoso que se seguiu.

Eu contorcia meu corpo, de puro prazer, consegui desabotoar sua calça e baixá-la, liberando a rola pequena mas grossa, já levemente babando. Enquanto isso, ele se aproximava de minha boca e colava seus lábios nos meus, sua língua se batia com a minha e eu sentia nela o gosto de minha rola. Braços e mãos meio confusos retiraram sua roupa de médico e meu uniforme de exercício, e em pouco estávamos os dois nus, nossas mãos e dedos viajando alucinadamente pelo corpo do outro, inclusive visitando nossos cus (ele confirmando o resultado da minha depilação perianal). Ele recolhera um creme em sua mesa, besuntando meu cu e o dele - gemíamos com ansiedade.

Eu não pensei ser tão forte a cadeira odontológica, nem que pudesse servir a uma transa. Ele subiu sobre mim e seu rabo roçou na minha pica até que, num malabarismo do seu corpo, senti seu cu engolindo minha pica, que foi descendo no quentinho do seu cu rugoso. Ele cavalgava, com uma cara de safado maior do mundo, rebolando feito a mais escrota das quengas, a verborragia agora feita em elogios, palavrões e safadezas.

Os movimentos acelerados do Doutor foram acentuando a rigidez da minha pica, que começou a reunir energia de prazer, terminando por explodir, aos jatos em seu rabo, eu ganindo de tesão, ele gemendo safadezas, aos pulos. Após o gozo, ele retirou-se de minha pica, minha gala descendo do seu cu, pelas minhas coxas; antes que saísse por completo de cima de mim, já fui me virando, e a mesma cadeira que apoiara minha enfiada no seu cu, serviu para que eu abrisse as pernas e expusesse meu cu piscante. Castro aprumou o membro teso e pressionou, entrando com certo desconforto logo transformado em prazer, e passou a me estocar vigorosamente.

O instrumento de trabalho do dentista balançava-se, acompanhando o ritmo das penetradas de sua rola no meu rabo, enquanto sua metralhadora verbal não parava de expelir putarias desafinadamente, aos gritos, principalmente quando sentiu se aproximar a explosão que entupiu meu cu de um esperma espesso e cheiroso, a esguichos ritmados.

Após gozar, ofegante e coração disparado, aninhou-se em minhas costas, sua rola ainda dura entalada no meu furico, sussurrando obscenidades elogiosas no meu ouvido, mordiscando de leve minha orelha. Depois de alguns minutos do mais mimoso aconchego, ele se levantou, eu me levantei, nossas rolas semieretas e pingantes, enxugamos-nos como deu, recompomos nossas vestes (ele naturalmente demorando mais do que eu) e nos dirigimos à porta de saída.

Dissemo-nos algumas bobagens triviais, abraçamo-nos de novo fortemente, beijamo-nos com vontade e tesão, e pela primeira vez o Dr. Castro parou a matraca. Silenciosamente carinhou-me o rosto, com um sorriso de quem estava feliz e satisfeito. Não mais emitiu uma palavra sequer; seu olhar carinhoso foi se inundando e descendo discreto fio de lágrima pelo rosto. Com os polegares, enxuguei minimamente sua face, sorri de volta, abri a porta e fui embora, consciente da constatação: não era tão clichê assim, afinal…

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