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FILA DE MACHOS PARA FODER MEU CU e corno registrou tudo, para você VER E BAIXAR.

Categoria: Grupal
Contém 1511 palavras
Data: 21/08/2026 10:15:03

Eu estava de quatro no meio da cama, o lençol azul já amassado e úmido debaixo dos meus joelhos. O quarto cheirava a sexo desde o começo da tarde. Meu marido estava ajoelhado no chão, o celular na mão, filmando de baixo para cima, exatamente do ângulo que ele mais gostava: meu cu se abrindo e a buceta carnuda pingando. Ele não falava quase nada. Só filmava. Sempre filmava. Desde o primeiro homem que eu trouxe para dentro de casa, anos atrás, ele só registrava. E eu gozava mais por causa disso. Para ver e baixar tudo meu, clica em meu nome.

Cinco machos.

Cinco paus que eu já tinha chupado na sala enquanto ele focava a câmera na minha boca. Agora a fila estava formada atrás de mim. O primeiro já tinha as mãos abertas nas minhas nádegas, abrindo bem, o polegar esquerdo pressionando a beirada do meu cu.

— Eu vou guardar dentro do seu bolso, hein? — ele falou, a voz grossa, enquanto a cabeça do pau grosso empurrava a entrada.

Eu forcei o corpo para trás e senti o pau entrar inteiro de uma vez. O ardeu. O ardor subiu pela coluna. Eu soltei um gemido longo, o rosto enterrado no travesseiro.

— Porra… entra… entra tudo…

Ele meteu até as bolas baterem na minha buceta. O pau era grosso, quente, e o meu cu apertou em volta dele como se quisesse expulsar e ao mesmo tempo engolir. Ele puxou até quase sair e enfiou de novo, mais forte. O barulho molhado ecoou no quarto.

— Cozinho gostoso pra caralho — ele gemeu, segurando minhas nádegas com força. — Olha o corno filmando a mulher sendo aberta.

Meu marido aproximou ainda mais o celular. Eu vi o reflexo da tela no espelho do guarda-roupa: meu cu esticado em volta do pau escuro, a buceta carnuda logo abaixo, já brilhando de tesão.

— Filma direito, corno — eu falei, virando o rosto para ele. — Mostra o cu da sua mulher engolindo pau. Mostra como ela goza sendo arrombada.

O primeiro começou a socar de verdade. Estocadas longas e fundas. Cada vez que ele entrava até o fundo eu sentia as bolas baterem e um calor se espalhar. Eu peidei no pau dele. O barulho saiu alto, úmido. Ele riu e meteu mais forte.

— Peida de novo, puta. Eu gosto.

Eu peidei outra vez. O cheiro subiu. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu sentia o cu escorregar cada vez mais.

O segundo homem se aproximou pela frente, ajoelhou na cama e enfiou o pau na minha boca. Eu engoli até a garganta. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha boca no mesmo ritmo que o outro fodia meu cu. Eu baba escorrendo pelo queixo, o som de engasgo misturado com o barulho molhado das estocadas.

— Abre cozinha, abre — mandou o que estava atrás. — Com a mão. Abre mais.

Eu levei as duas mãos para trás e abri minhas próprias nádegas. O pau entrou ainda mais fundo. Eu senti o ardor virar prazer. A buceta latejou. Eu gozei pela primeira vez. O orgasmo veio forte, a buceta carnuda se contraindo e um jato quente de xixi e gozo espirrou para baixo, molhando as bolas do macho e o celular do meu marido.

— Olha isso — eu gritei com a boca cheia de pau. — Olha o corno apanhando xixi na cara. Chupa, otário. Chupa o que escorre da sua mulher.

Ele obedeceu. A língua dele passou no lençol encharcado e depois subiu até a minha buceta, lambendo enquanto o pau continuava socando meu cu.

O primeiro gozou fundo. Eu senti o pau pulsar e a porra quente encher. Ele tirou devagar e um fio branco escorreu. O segundo saiu da minha boca e foi direto para o cu ainda aberto e cheio. Entrou fácil. O barulho foi mais molhado agora. Ele meteu com raiva, segurando minha cintura com força.

— A puta do corno aguenta pau atrás de pau — ele falou alto. — Olha ela se remexendo. Olha ela pedindo mais.

— Quero mais — eu respondi, a voz rouca. — Quero os cinco. Quero DP. Quero levar porra até não aguentar mais.

O terceiro e o quarto se aproximaram. Um deitou debaixo de mim. Eu sentei no pau dele, enfiando tudo na buceta de uma vez. O outro se posicionou atrás e enfiou no cu. DP completa. Dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. Eu gritei. O cu e a buceta ardiam, esticavam, latejavam. Eles começaram a meter em ritmos diferentes. Um subia enquanto o outro descia. Eu sentia os dois paus se esfregando por dentro, separados só por uma parede fina de carne.

— Filma isso, corno — eu gemia. — Filma os dois paus dentro da sua mulher. Filma o cu e a buceta sendo usados juntos.

Meu marido estava a menos de meio metro, o celular colado. Eu olhei para a câmera e falei devagar, entre gemidos:

— Eu gozo mais quando você filma. Eu gozo mais sabendo que depois você vai assistir sozinho e bater uma lembrando que não foi você quem me fodeu.

Os dois metiam com força. Eu gozei de novo. O xixi saiu em jato continuo desta vez, molhando o peito e o rosto do homem que estava embaixo. Ele riu e meteu mais fundo.

— A puta mijou em mim — ele falou. — A puta do corno mijou de prazer.

O quinto homem se aproximou pela frente. Eu abri a boca e engoli o pau dele. Agora eram três: um na boca, um na buceta, um no cu. Eu engasgava, baba e porra escorriam, o corpo inteiro balançava com as estocadas. Tapas na cara começaram. A mão grande batia no meu rosto enquanto o pau fodia minha garganta.

— Fala pro corno — mandaram.

— Fala alto.

— Eu sou a puta do meu marido — eu engasguei. — Eu dou o cu para quem ele filma. Eu me peido, eu me cago, eu gozo mijando e ele só registra.

O pau do cu saiu e outro entrou. Eles revezavam sem me dar tempo de fechar. Cada vez que um tirava, o cu ficava aberto, latejando, escorrendo. Eu peidava neles. O cheiro misturava com suor e sexo. Em um momento eu forcei mais e senti residual sair junto com a porra. O homem que estava metendo riu alto.

— Se cagou no pau — ele anunciou. — A puta se cagou de prazer.

Ele não parou. Continuou metendo, espalhando a sujeira. Eu sentia o nojo e o tesão misturados. A buceta latejava sem parar. Eu gozei outra vez, o corpo inteiro tremendo, o xixi saindo em espasmos.

Eles me viraram de lado. Um deitou atrás e enfiou no cu. Outro na frente enfiou na buceta. O terceiro me fez chupar. Os outros dois se masturbavam esperando a vez, gozando no meu rosto e nas minhas costas. A porra escorria pelo meu corpo, misturava com suor e com o que já saía de dentro de mim.

— Guarda tudo — um deles falou, empurrando fundo. — Guarda a porra no cu da mulher do corno. Deixa ela andar por aí com a porra dos outros escorrendo.

Eu sentia o cu cada vez mais aberto, mais solto. A dor tinha virado um calor constante. Cada estocada fazia a buceta carnuda se contrair. Eu gozava fácil agora. Bastava um pau fundo e o jato saía. Meu marido filmava cada esguicho, cada contração, cada vez que eu peidava ou que residual aparecia.

Em um momento eles pararam só para me olhar. Eu estava de quatro de novo, o cu aberto, a buceta inchada e molhada, a cara suja de porra. Eu olhei para a câmera e falei, a voz rouca e baixa:

— Continua filmando. Ainda não acabou. Eu ainda quero mais. Eu ainda quero gozar até não conseguir fechar a perna.

O primeiro da fila voltou. Enfiou de novo. Os outros se juntaram. DP anal desta vez: dois paus tentando entrar no mesmo cu. Eu gritei de verdade. O ardor foi forte. Eles empurraram devagar, abrindo, esticando. Quando os dois caberam eu senti que ia me partir ao meio. Mas eu gozei. O xixi saiu forte, a buceta latejando sem controle, o corpo inteiro tremendo enquanto os dois paus se moviam dentro do meu cu.

— Olha o corno — eu gemia entre gritos. — Olha o corno filmando a esposa levando dois no cu. Olha ele de joelhos. Olha ele lambendo o que escorre.

Ele lambia. Sempre lambia.

Eles gozaram dentro. Um depois do outro. O cu ficou cheio, pesado, escorrendo quando os paus saíram. Eu continuei de quatro, o corpo balançando, ainda sentindo as contrações. Um deles me deu um tapa forte na bunda e falou:

— Ainda tem porra aqui dentro. Empurra para fora. Mostra pro corno.

Eu forcei. A porra saiu misturada com residual. O cheiro dominou o quarto. Meu marido filmou de perto, o celular quase tocando em mim.

Eu ri, cansada, suja, satisfeita.

— Guarda esse vídeo, corno.

Guarda com carinho.

Porque amanhã eu quero ver de novo.

E quero que você veja também.

Enquanto eu chamo a próxima fila.

O lençol azul estava destruído.

Eu ainda estava aberta.

E a fila ainda não tinha acabado de verdade. Não esqueça e ler meus outros contos.

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