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Nunca pensei que um macho aceitasse comer MINHA MERDA! E depois foder meu CU. Veja as fottos e viddoes.

Categoria: Sadomasoquismo
Contém 801 palavras
Data: 21/08/2026 10:01:25

**Elisa – 22 anos**

Eu nunca tinha feito isso de verdade.

Só imaginava.

Só gozava sozinha pensando.

Até o dia em que o Daniel apareceu na minha porta.

Para ver e baixar meus VIDDEOS e FOTTOS, clica em meu nome. e não esqueça de ler meus outros contos aqui.

Meu nome é Elisa.

Vinte e dois anos.

Recém-separada.

Moro com os meus pais na casa da Pavuna, mas naquele sábado eles tinham viajado.

A casa era só minha.

Eu estava de shortinho preto justo e cropped preto, o mesmo das fotos que eu tinha mandado para ele.

A bunda marcada, as coxas à mostra.

Eu cozinhava há quase uma hora.

Tinha feito um molho grosso de carne com cebola e tempero.

A frigideira estava no fogo baixo, soltando cheiro bom.

O Daniel chegou, fechou a porta e ficou me olhando de longe.

— Cara, tu tens certeza mesmo que queres isso? — ele perguntou, a voz já rouca.

Eu virei o rosto, mexendo a comida com a colher.

— Vou cagar no prato para botar aqui, viu?

Ele engoliu em seco.

— Puta que pariu…

Eu desliguei o fogo.

Peguei um prato fundo.

Abaixei o short e a calcinha até os joelhos.

Fiquei de cócoras em cima do prato, bem no meio da cozinha.

Três dias sem cagar.

Eu sabia que ia sair bastante.

Forcei.

O primeiro pedaço saiu grosso, quente, pesado.

O barulho molhado ecoou.

O cheiro subiu imediato, forte, ácido, pesado.

— Puta merda… — eu falei, fazendo careta. — Minha merda fede pra caralho. Que nojo!

Mais saiu.

Muito.

O prato foi enchendo.

Eu gemia de esforço e de nojo ao mesmo tempo.

O pau do Daniel já estava marcado na calça.

Quando terminei, levantei.

O short ainda nos tornozelos.

O cu ainda aberto, sujo.

Eu peguei o prato com as duas mãos e levei até a frigideira.

— Tu vai comer isso mesmo? — ele perguntou, a voz falhando.

— Acredito não… — eu respondi, mas já estava derramando.

A merda caiu em cima do molho quente.

O vapor subiu misturado com o cheiro.

Eu misturei com a colher.

O marrom escuro da merda se espalhando na carne.

O cheiro ficou ainda mais forte.

Eu estava com náusea.

De verdade.

A garganta fechava.

Mas a buceta escorria.

— Vem — eu mandei.

Ele se aproximou devagar.

Eu enfiei a colher no meio da mistura e levantei até a boca dele.

— Abre.

Ele abriu.

Eu enfiei.

Ele mastigou.

Os olhos fecharam com força.

A careta de nojo foi imediata.

— Porra… fede… fede pra caralho…

Mas ele engoliu.

Eu coloquei outra colherada.

Ele comeu de novo.

A mão dele já estava no pau por cima da calça, apertando.

— Continua — eu falei, a voz tremendo de nojo e tesão. — Come tudo.

Ele foi comendo.

Cada colherada ele fazia careta, quase vomitava, mas engolia e se tocava mais forte.

Eu estava ao lado, short no tornozelo, mexendo o próprio cu com o dedo, sentindo a sujeira ainda grudada.

— Tá gostoso, Daniel?

Fala.

— Tá nojento… — ele gemia. — Mas eu tô gozando…

Ele vomitou um pouco na pia.

Depois voltou e comeu mais.

Eu não aguentei.

Me juntei a ele.

Peguei uma colherada e enfiei na minha própria boca.

O gosto era horrível.

Amargo, ácido, quente.

Eu quase vomitei também.

Mas continuei.

A gente se beijou com o gosto na boca.

Língua com língua, nojo puro, pau dele duro na minha mão.

— Me fode — eu pedi. — Me fode suja.

Ele me virou de quatro no chão da cozinha.

O short ainda nos pés.

Abriu minha bunda e enfiu a língua no cu sujo.

— Limpa — eu mandei. — Limpa essa merda com a língua.

Ele lambeu.

Com nojo.

Com vontade.

O barulho molhado, o cheiro subindo de novo.

Depois enfiou o pau de uma vez.

A entrada foi suja.

Escorregadia.

Eu gritei.

— Ahhh porra!

Mete!

Mete no cu sujo!

Ele meteu com força.

Cada estocada fazia barulho molhado.

Eu peidava nele.

O cheiro piorava.

— Peida mais — ele pedia, ofegante. — Peida no meu pau.

Eu peidava.

Ele gozava e continuava metendo.

A cozinha inteira fedia.

O chão sujo.

A frigideira ainda com resto da mistura.

Eu de quatro, cu arrombado, gritando.

— Mais forte!

Arromba a puta que caga na comida!

Ele me puxou pelo cabelo, enfiou a língua na minha boca de novo e gozou fundo no meu cu.

Quando tirou, a porra saiu misturada com residual.

Eu virei e chupei o pau sujo.

O gosto era o pior de todos.

E eu gozei chupando.

A casa estava podre.

O cheiro não saía.

Eu olhei para ele, ainda de joelhos, e falei:

— Ainda tem mais no prato.

Tu vai terminar?

Ele olhou para a frigideira, fez careta, e pegou a colher de novo.

Eu ri.

Mesmo com nojo.

Mesmo com náusea.

Mesmo com o cu latejando.

Porque pela primeira vez o fetiche tinha virado real.

E eu já queria repetir.

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