**Elisa – 22 anos**
Eu nunca tinha feito isso de verdade.
Só imaginava.
Só gozava sozinha pensando.
Até o dia em que o Daniel apareceu na minha porta.
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Meu nome é Elisa.
Vinte e dois anos.
Recém-separada.
Moro com os meus pais na casa da Pavuna, mas naquele sábado eles tinham viajado.
A casa era só minha.
Eu estava de shortinho preto justo e cropped preto, o mesmo das fotos que eu tinha mandado para ele.
A bunda marcada, as coxas à mostra.
Eu cozinhava há quase uma hora.
Tinha feito um molho grosso de carne com cebola e tempero.
A frigideira estava no fogo baixo, soltando cheiro bom.
O Daniel chegou, fechou a porta e ficou me olhando de longe.
— Cara, tu tens certeza mesmo que queres isso? — ele perguntou, a voz já rouca.
Eu virei o rosto, mexendo a comida com a colher.
— Vou cagar no prato para botar aqui, viu?
Ele engoliu em seco.
— Puta que pariu…
Eu desliguei o fogo.
Peguei um prato fundo.
Abaixei o short e a calcinha até os joelhos.
Fiquei de cócoras em cima do prato, bem no meio da cozinha.
Três dias sem cagar.
Eu sabia que ia sair bastante.
Forcei.
O primeiro pedaço saiu grosso, quente, pesado.
O barulho molhado ecoou.
O cheiro subiu imediato, forte, ácido, pesado.
— Puta merda… — eu falei, fazendo careta. — Minha merda fede pra caralho. Que nojo!
Mais saiu.
Muito.
O prato foi enchendo.
Eu gemia de esforço e de nojo ao mesmo tempo.
O pau do Daniel já estava marcado na calça.
Quando terminei, levantei.
O short ainda nos tornozelos.
O cu ainda aberto, sujo.
Eu peguei o prato com as duas mãos e levei até a frigideira.
— Tu vai comer isso mesmo? — ele perguntou, a voz falhando.
— Acredito não… — eu respondi, mas já estava derramando.
A merda caiu em cima do molho quente.
O vapor subiu misturado com o cheiro.
Eu misturei com a colher.
O marrom escuro da merda se espalhando na carne.
O cheiro ficou ainda mais forte.
Eu estava com náusea.
De verdade.
A garganta fechava.
Mas a buceta escorria.
— Vem — eu mandei.
Ele se aproximou devagar.
Eu enfiei a colher no meio da mistura e levantei até a boca dele.
— Abre.
Ele abriu.
Eu enfiei.
Ele mastigou.
Os olhos fecharam com força.
A careta de nojo foi imediata.
— Porra… fede… fede pra caralho…
Mas ele engoliu.
Eu coloquei outra colherada.
Ele comeu de novo.
A mão dele já estava no pau por cima da calça, apertando.
— Continua — eu falei, a voz tremendo de nojo e tesão. — Come tudo.
Ele foi comendo.
Cada colherada ele fazia careta, quase vomitava, mas engolia e se tocava mais forte.
Eu estava ao lado, short no tornozelo, mexendo o próprio cu com o dedo, sentindo a sujeira ainda grudada.
— Tá gostoso, Daniel?
Fala.
— Tá nojento… — ele gemia. — Mas eu tô gozando…
Ele vomitou um pouco na pia.
Depois voltou e comeu mais.
Eu não aguentei.
Me juntei a ele.
Peguei uma colherada e enfiei na minha própria boca.
O gosto era horrível.
Amargo, ácido, quente.
Eu quase vomitei também.
Mas continuei.
A gente se beijou com o gosto na boca.
Língua com língua, nojo puro, pau dele duro na minha mão.
— Me fode — eu pedi. — Me fode suja.
Ele me virou de quatro no chão da cozinha.
O short ainda nos pés.
Abriu minha bunda e enfiu a língua no cu sujo.
— Limpa — eu mandei. — Limpa essa merda com a língua.
Ele lambeu.
Com nojo.
Com vontade.
O barulho molhado, o cheiro subindo de novo.
Depois enfiou o pau de uma vez.
A entrada foi suja.
Escorregadia.
Eu gritei.
— Ahhh porra!
Mete!
Mete no cu sujo!
Ele meteu com força.
Cada estocada fazia barulho molhado.
Eu peidava nele.
O cheiro piorava.
— Peida mais — ele pedia, ofegante. — Peida no meu pau.
Eu peidava.
Ele gozava e continuava metendo.
A cozinha inteira fedia.
O chão sujo.
A frigideira ainda com resto da mistura.
Eu de quatro, cu arrombado, gritando.
— Mais forte!
Arromba a puta que caga na comida!
Ele me puxou pelo cabelo, enfiou a língua na minha boca de novo e gozou fundo no meu cu.
Quando tirou, a porra saiu misturada com residual.
Eu virei e chupei o pau sujo.
O gosto era o pior de todos.
E eu gozei chupando.
A casa estava podre.
O cheiro não saía.
Eu olhei para ele, ainda de joelhos, e falei:
— Ainda tem mais no prato.
Tu vai terminar?
Ele olhou para a frigideira, fez careta, e pegou a colher de novo.
Eu ri.
Mesmo com nojo.
Mesmo com náusea.
Mesmo com o cu latejando.
Porque pela primeira vez o fetiche tinha virado real.
E eu já queria repetir.