AVISO AOS LEITORES: No final do capítulo, eu coloquei uma Nota do Autor prestando contas sobre o andamento da produção dos demais capítulos.
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CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui vão de 31 de julho de 2025 (quinta-feira) a 01 de agosto de 2025 (sexta-feira).
Eu me chamo Alessandra, tenho 32 anos, sou professora universitária. Na faculdade, dou aulas, oriento estudantes, participo de projetos de pesquisa, corrijo relatórios. Fora dali, nos espelhos da academia e nos corredores do condomínio, eu me via diferente. Como uma mulher livre e gostosa. Tenho 1,69 m, pele clara com fundo pêssego-rosado, sardas e pintinhas nos braços, ombros, abdômen e coxas, olhos castanho-claros, rosto oval-arredondado, bochechas que coravam fácil, nariz fino e boca proporcional. Meu cabelo loiro, ondulado e cacheado, com volume próprio.
Meus ombros são firmes, meus braços têm marca de treino, e minhas pernas denunciam anos de agachamento, escada, funcional e tudo que não pulei em dia da perna. As coxas são robustas, musculosas, daquelas que marcam no short. Minha cintura é marcada e abre para uma bunda larga, cheia, redonda, firme, com boa projeção. Meus seios são médios, naturais, de base larga e projeção moderada. Os mamilos são grandes, de bicos duros. Minha buceta é saliente, com pelos loiros aparados.
Foi a Andréia que me levou à Confraria das Lobas, criação da Cinthia. Na teoria, o grupo existia para mulheres de 30 e tantos pra cima conversarem sobre vida, tesão, solidão e liberdade. A embalagem era bonita. Cada Loba tinha levado uma mulher mais nova, uma favorita, alguém para chamar de protegida enquanto marcava território com sorriso. A tensão sexual naquela mesa era palpável e gritava “festa do velcro”.
Saquei tudo quase de imediato. Eu me recusava ser aprendiz de alguém, exibida como troféu ou tratada como putinha particular de uma mulher mais velha que se achava no direito de me nomear.
Mas eu não queria destruir aquele grupo, mas tomá-lo. Ser A Loba. E, depois do golpe, nós aprendizes iríamos comemorar nossa vitória com uma suruba lésbica, como aquele grupo deveria ter sido desde o começo.
Uma meia-hora depois do final da partida, eu estava no meu apartamento. A vitória do Time Rogério contra o Time Enéias tinha deixado o condomínio em polvorosa.
Mesmo que tivesse me recusado a participar daquele jogo por discordar das motivações mesquinhas de seus idealizadores, eu tinha gostado de ver a Turma da Academia na partida. Elas não estavam lá no banco de enfeite e apoio moral. Elas entraram e mudaram os rumos do jogo.
E não me entendam mal. Eu posso falar que sou a Loba e quero colar velcro com metade delas, mas elas são minhas amigas. Elas são minhas queridas amigas e mulheres fodas pra caralho que também são grandes gostosas. A amizade vem antes. Por isso, tava orgulhosa torcendo por elas e pelo Antônio, Carlos e Jonas. Não pelos metidos a macho alfa do prédio e seus problemas de ego.
Lisandra e Lorena representaram bem as mulheres no segundo tempo. Mas quem se destacou mesmo foram a Letícia e a Natália, estando entre as melhores em campo e fazendo um gol cada.
Tomei banho rápido. Vesti uma calcinha confortável e uma blusinha leve, sem sutiã. O tecido encostava nos meus mamilos grandes, que ficaram duros assim que saí do banheiro.
Foi quando a campainha tocou. Era a Letícia de banho tomado, cabelo castanho solto e vestido leve até o joelho. Ela entrou rápido. Fechei a porta e a acompanhei com os olhos. O vestido balançava nas pernas fortes. A partida tinha cobrado dela.
— Você jogou muito — comecei. — Aquele gol...
— Coleira — cortou ela.
Aquilo me pegou de surpresa. A Letícia estava séria e um pouco corada ainda da partida. O tesão aparecia com muita clareza nos olhos. A minha cordeirinha tinha passado a partida inteira correndo, marcado um gol e sendo a mulher mais gostosa em campo, mas terminava a noite batendo na minha porta porque precisava da minha boca na sua buceta.
— Boa noite para você também.
— Boa noite, Alessandra. Agora pega a coleira.
A vontade de rir veio, mas segurei. A Letícia tinha aquela mistura deliciosa de atrevimento e entrega. Entrava na minha casa como se fosse mandar em alguma coisa, pedia a coleira como ordem e, ao mesmo tempo, já deixava o pescoço vulnerável antes mesmo de eu tocar nela.
Caminhamos pro quarto. Abri a gaveta do criado-mudo, onde ficavam a coleira preta de couro e a guia. Também vi o cintaralho guardado ali, e o meu corpo respondeu só de lembrar da última vez em o usei pra meter na buceta dela até ouvir sua voz quebrar.
— Ainda acho que você devia ter entrado pro time — disse Letícia, parada perto da porta. — Mesmo no banco. Quase todo mundo da turma topou.
Peguei a coleira.
— Eu não sou maria-vai-com-as-outras. Vocês toparam porque quiseram. Eu fui apoiar as minhas amigas e me posicionar contra aquele babaca do Enéias.
— Mesmo a-
— Aquele jogo foi uma briga de egos de homem vaidoso que acabou arrastando a nossa turma pro meio. Não era um amistoso de verdade.
A Letícia cruzou os braços. O vestido puxou sobre os seios e a curva dos mamilos ficou marcada por um instante. Havia algo incomodando a cabeça dela desde a partida.
— Nós deveríamos ser mais unidas.
— E você já viu um grupo de 12 adultas que consegue manter a união de ideias por muito tempo? Tinha das nossas até na torcida do Enéias.
Ela soltou o ar pelo nariz, tentando manter a irritação. Aquele esforço só a deixava mais bonita. A Letícia tinha o rosto jovem, olhos castanhos grandes e lábios cheios que ficavam melhores quando inchados de beijos. O cabelo castanho descia liso pelas costas, e as pontas ainda úmidas tocavam o tecido do vestido.
Eu me aproximei com a coleira na mão, ela ergueu um dedo.
— Antes, você vai me chupar.
Parei diante dela.
— E hoje vai até 23h50. Tenho aula de manhã.
Olhei pro relógio na parede do quarto. Havia tempo de sobra. Então, concordei.
— E você vai obedecer enquanto estiver com a coleira.
A Letícia respondeu expondo o pescoço e aproveitei pra prender a coleira. Foi quase instantâneo. A Letícia que tinha entrado mandando eu pegar a coleira sumiu. No lugar dela, ficou a cordeirinha putinha, calada, obediente, com os olhos mais baixos e a boca entreaberta. Ela poderia ser uma excelente atriz. Aquela mudança de tom e postura foi bem rápida. Ela sabia, e gostava de, entrar naquela posição.
— Enquanto você estiver com essa coleira, você me pertence — falei perto do ouvido dela.
— Sou sua — respondeu ela, baixo.
A voz dela também tinha mudado. Ficou mais mansa, mais entregue. Segurei a guia e puxei de leve, só o bastante para fazê-la erguer o rosto.
— Diz direito.
Ela abriu os olhos. O brilho deles continuava inteligente, mas agora vinha coberto por uma submissão gostosa.
— Eu sou sua cordeirinha, dona.
A minha buceta pulsou e senti umidade aumentar entre os pelos loiros. Eu estava gostando cada vez desse lance de posse e entendendo mais por que homens como Jonas e Geraldo e mulheres como Odete e Cinthia gostavam dessa ideia.
— Tira o vestido.
Ela obedeceu sem discutir. Pegou a barra do vestido e levantou o tecido pelo corpo, esperando o meu olhar acompanhar cada parte. As coxas volumosas apareceram primeiro, depois a barriga firme e os seios médios sem sutiã. A bunda surgiu quando ela virou um pouco para jogar o vestido na cadeira. Redonda, alta, arrebitada, com aquela forma que tinha feito os homens perderem o rumo nos corredores da faculdade. A calcinha marcava a carne entre as nádegas e denunciava umidade na frente.
— Mais devagar — ordenei.
Letícia parou com as mãos na calcinha e esperou. Olhei para os seios com calma. Firmes, arredondados, com aréolas pequenas rosadas e mamilos um pouco mais escuros, duros e apontando para frente. Depois, com minha anuência, tirou a calcinha, inclinando o corpo e deixando a bunda empinar.
A buceta úmida apareceu aparada e rosada. Os pelos eram poucos, bem cuidados, deixando os lábios visíveis. O corpo dela estava inteiro ali para mim, marcado pelo esforço da partida e por uma urgência que não tinha vindo de romance.
Eu toquei a guia presa à coleira e puxei de leve.
— Cama.
Ela sentou primeiro, depois deitou de costas, abrindo as pernas sem eu pedir. Eu tirei minha blusinha no caminho e fiquei só de calcinha. Meus seios médios balançaram soltos, com mamilos grandes e duros. Vi o olhar dela descer pela minha barriga, pelas pintinhas espalhadas na pele e parar na minha buceta coberta pelo tecido.
— Olha para mim, Letícia.
Ajoelhei-me na cama entre as pernas dela, mas não fui direto pra buceta. A Letícia queria que eu resolvesse logo. Eu queria que ela sentisse cada parte do caminho. Puxei a guia e a trouxe pra minha boca. Beijei-a com força, enfiando a língua entre os lábios cheios. Ela respondeu no mesmo instante, só que sem tentar tomar o beijo. A boca dela veio obediente e entregue. Quando puxei a guia para afastá-la, ela parou no mesmo momento.
— Fica quietinha.
— Sim, dona.
Beijei o canto da boca dela, depois o queixo e o pescoço. A pele perto da coleira estava quente. Passei a língua logo abaixo do couro e senti o arrepio descer pelo corpo dela. A Letícia fechou os olhos e abriu mais as pernas, como se o corpo já soubesse para onde eu ia.
Desci para os seios. Chupei um mamilo devagar, depois o outro. Os bicos estavam duros, sensíveis, e os seios médios cabiam bem na minha mão. Apertei com vontade, sentindo a firmeza natural dela, e a Letícia gemeu baixo. A mão dela se moveu pro meu cabelo, mas parou no meio do caminho, como se lembrasse da coleira.
— Pode fazer.
— Sim, dona.
Ela segurou meus cachos sem puxar. A submissão dela era linda. Aquilo me deu mais tesão. Passei a boca pela barriga firme, beijei a linha abaixo do umbigo e desci até a virilha. As coxas grossas se abriram para mim, musculosas, ainda cansadas da partida. Beijei a parte interna de uma delas e senti o corpo dela estremecer.
A buceta dela estava ali, úmida, aparada, rosada, clamando pela minha boca. Ainda assim, beijei primeiro ao redor, perto da virilha, perto dos lábios, na parte alta dos pelos curtos. Letícia respirava pela boca. A cada beijo que não chegava onde ela queria, a tensão dela aumentava.
— Alessandra...
Puxei a guia de leve.
— Dona... por favor.
Só então encostei a língua na buceta. A primeira lambida foi lenta, da entrada até o grelo. A Letícia soltou um gemido curto, quase irritado com a própria necessidade. Quando encostei a língua na buceta, a Letícia soltou um gemido curto, quase irritado com a própria necessidade.
— Você estava precisando disso — murmurei, com a boca perto dela.
A buceta dela respondia como se tivesse passado a noite inteira pela chance de gozar. Dei um tapa leve na coxa dela. O som estalou na pele e ela mordeu o lábio. Ela fechou os olhos e sua mão agarrou o lençol.
Abri os lábios da buceta dela com os dedos e lambi a fenda inteira, de baixo para cima. O gosto veio forte. Ela já estava molhada e sensível. Segurei as coxas dela abertas e enfiei a língua na entrada, sentindo a buceta apertar em pequenos espasmos.
Ela gemeu mais alto. O corpo tentou subir contra a minha boca e eu pressionei a sua barriga com uma mão para mantê-la onde queria. Chupei o grelo com calma no começo, ouvindo a respiração dela mudar. Havia tensão nos ombros dela, na forma como agarrava o lençol, no jeito como o rosto se contraía quando eu acertava o ponto.
— A partida mexeu com você — disse, lambendo devagar. — O que aconteceu para você vir tão à flor da pele?
— Nada.
— Mentira.
Ela virou o rosto pro lado e a coleira marcou a garganta.
— Chupa, dona.
— Eu vou chupar. Depois de você responder.
A Letícia abriu os olhos e me encarou com uma mistura de raiva e vergonha. Passei a língua outra vez pelo grelo, bem leve, só para lembrá-la de que eu controlava o ritmo. Ela gemeu e abriu mais as pernas.
— Eu fiquei com a cabeça cheia.
— De quê?
— Coisas minhas.
— Homem?
Ela ficou quieta. A resposta veio no silêncio. Antônio, provavelmente. Ou alguma parte daquela confusão que ela carregava com ele. Eu entendia. No fundo, ela ainda deveria gostar do Antônio. Foram uns dois anos e pouco de namoro. Isso não some magicamente.
Aproximei a boca da buceta dela de novo e encostei a ponta da língua no grelo dela. A Letícia gemeu forte. O corpo dela relaxou mais. A mão no meu cabelo perdeu força, as coxas abriram melhor, e a respiração virou uma sequência curta e obediente.
Aí chupei de verdade. Fechei a boca no grelo dela e usei a língua com mais pressão. A Letícia gemeu alto, puxou o lençol e abriu as coxas. Enfiei dois dedos na buceta dela, devagar, sentindo o calor molhado engolir a minha mão. O corpo dela aceitou fácil. Estava encharcada. Comecei a mexer os dedos enquanto chupava, alternando pressão e ritmo, ouvindo cada falha da respiração.
A Letícia tinha uma buceta gostosa. Quente, molhada, sensível no ponto certo. Eu gostava de vê-la perdendo a pose de sabe-tudo dona de si. Gostava mais ainda quando ela tentava resistir e falhava na minha boca. As coxas fortes começaram a apertar minhas laterais. A bunda dela se movia contra o colchão, buscando mais. O corpo inteiro pedia que eu continuasse e a boca ainda tentava guardar algum controle.
— Dona...
— Pede.
— Me faz gozar.
— De quem é essa buceta?
Ouvi tanto isso do Jonas que passei a ter vontade de imitar. Ela soltou um gemido frustrado.
— Sua.
Voltei ao grelo com mais força. Os dedos entraram fundo, curvando no ritmo que fazia a barriga dela contrair. A Letícia levou uma mão ao meu cabelo e segurou os meus cachos loiros. Eu deixei. A mão dela tremia. A outra apertava o lençol com tanta força que os dedos ficaram brancos.
O orgasmo veio rápido, porque ela já tinha chegado perto demais do limite. A buceta dela se fechou nos meus dedos, as coxas travaram perto do meu rosto e a voz saiu quebrada.
— Ah, porra... Alessandra...
Deixei passar a ausência do “Dona”. Continuei chupando enquanto ela gozava. A língua ficou no grelo, os dedos mantiveram o movimento até o corpo dela entrar em espasmos menores. Ela tentou afastar a minha cabeça quando a sensibilidade passou a incomodar. Segurei as suas coxas e dei mais algumas lambidas lentas, fazendo ela tremer e reclamar sem força.
Quando subi, a minha boca estava molhada dela. A Letícia ficou olhando para mim com os olhos meio perdidos, ainda presa naquele modo submisso. Mesmo querendo me beijar, esperou. Aquilo me deu uma satisfação enorme.
Só quando sinalizei, ela me puxou pela nuca e me beijou. A língua dela entrou na minha boca e encontrou o próprio gosto. O beijo foi longo, com a respiração das duas ainda fora do ritmo.
Eu estava ficando viciada nos lábios da Letícia. Aquela boca cheia parecia sempre pronta para brigar ou obedecer. Era macia e teimosa. Eu gostava da forma como ela mordia o meu lábio depois de gozar, como se precisasse recuperar alguma vantagem.
— Cintaralho hoje, não — disse ela, ainda colada em mim.
Eu apoiei o corpo sobre um braço e olhei para ela. Os seios dela subiam depressa. A pele estava corada, e alguns fios de cabelo grudavam perto do rosto.
— Cansada?
— A partida acabou comigo.
Passei a mão pela barriga dela, descendo até a buceta ainda molhada. Ela se encolheu de leve, sensível demais.
— Certo. Sem strap-on hoje. Mas agora, você vai me chupar.
A Letícia abriu um sorriso pequeno, obediente. Ela passou a mão pela minha cintura e puxou a minha calcinha para baixo. Levantei o corpo para ajudá-la. O tecido desceu pelas minhas coxas e foi parar no chão. A minha buceta ficou à mostra, saliente, molhada, com os pelos loiros aparados brilhando de umidade.
Eu não sabia o quanto a Letícia realmente curtia chupar bucetas ou sexo lésbico em geral. Mas tinha certeza de que, enquanto estivesse com a minha coleira, se esforçaria ao máximo pra me dar prazer.
— Beija meu corpo primeiro — ordenei. — Inteiro, com calma.
Ela se ajoelhou na cama. A Letícia abaixou a cabeça e começou pelos meus seios. A boca dela pegou um mamilo grande, chupando com cuidado no início. O toque me arrancou um gemido baixo. Ela aprendeu depressa comigo. Usava a língua ao redor do bico, depois sugava com mais firmeza. O outro seio recebeu a mão dela, e os dedos apertaram a carne natural com vontade.
Fechei os olhos por um instante. Meus seios tinham volume médio e base larga. Em top esportivo, pareciam mais contidos. Na boca da Letícia, pareciam feitos para serem chupados. Ela alternou os mamilos, deixando os dois molhados e ainda mais duros. Depois desceu pela minha barriga, beijando as pintinhas espalhadas na pele. O corpo dela roçava no meu e os seios firmes encostavam na minha coxa quando ela se curvava.
— Continua.
A boca dela passou pela minha cintura e chegou ao alto dos pelos. Ela respirou perto da minha buceta e o meu corpo reagiu com uma contração involuntária. A Letícia abriu as minhas pernas com as mãos e beijou primeiro por cima, como eu tinha feito com ela. A sensação me deixou impaciente.
A primeira lambida veio pela fenda inteira. Apoiei uma das mãos atrás de mim e deixei a cabeça cair para trás. A língua dela encontrou meu grelo com menos hesitação do que na noite anterior. A Letícia estava aprendendo o meu corpo rápido demais. Sabia que eu gostava de pressão, que a minha buceta respondia quando ela lambia sem delicadeza excessiva, que eu me abria mais quando ela prendia as mãos nas minhas coxas.
— Isso... Assim...
Ela me chupou com vontade. A coleira batia de leve na pele dela quando movia a cabeça entre as minhas pernas.
Puxei a guia e fiz a Letícia subir. Beijei a boca dela com força, sentindo meu gosto na língua dela. Depois a virei na cama e encaixei nossos corpos em 69. Ela entendeu sem precisar de ordem. A buceta dela ficou perto da minha boca outra vez, ainda sensível, brilhando depois do orgasmo. A minha ficou diante dela, aberta e molhada.
Segurei a sua bunda com as duas mãos. A carne era firme e alta, cheia o bastante para minha mão apertar com prazer. Abri um pouco as nádegas e trouxe a buceta dela pra minha boca. A Letícia gemeu contra mim antes de começar. A vibração da voz dela na minha buceta me fez agarrar a sua bunda com mais força.
O 69 começou lento. Eu lambia sua fenda com calma, porque ela ainda tremia fácil. A Letícia me chupava com mais fome, talvez querendo compensar o cansaço. A língua dela subia até meu grelo e ficava ali com pressão, depois descia para lamber a abertura molhada. Quando ela acertava o ritmo, eu gemia direto na buceta dela e o gemido fazia seu corpo rebolar no meu rosto.
Aquilo durou um bom tempo. A Letícia apoiou um joelho perto da minha cabeça e abriu mais a perna, dando espaço para eu enfiar a língua nela. A cada lambida mais forte, a bunda dela tremia nas minhas mãos.
A boca dela melhorava quando esquecia de pensar. Ela chupava o meu grelo com a língua inteira, depois sugava de um jeito que me fazia contrair a barriga. Os meus mamilos roçavam no colchão, duros, e as minhas coxas se abriam mais a cada movimento da boca dela. A minha buceta estava encharcada. Senti a umidade escorrendo pelos meus pelos loiros e grudando na pele.
Enfiei dois dedos na buceta da Letícia. Ela respondeu afundando a boca em mim. O ritmo das duas ficou mais barulhento. Eu metia os dedos nela e chupava seu grelo. Ela lambia a minha buceta como se aquilo fosse a única tarefa da noite.
A Letícia gemeu na minha buceta. Puxei a guia de leve só para sentir a coleira firme no pescoço dela e ela entendeu o recado. A boca dela voltou ao meu grelo com mais pressão. Comecei a sentir o orgasmo chegando. A barriga contraiu, as minhas pernas tremeram e a minha mão apertou a bunda dela com força.
Ela também estava perto. A buceta fechava nos meus dedos, mais quente a cada entrada. Chupei o grelo dela com intensidade, segurando suas coxas para que ela não fugisse. A Letícia tentou dizer meu nome, mas a boca estava ocupada demais comigo. O som saiu abafado e molhado.
Gozei primeiro. A onda veio forte, puxada pela boca dela e pela imagem da coleira no meu campo de visão. A minha buceta pulsou contra a língua de Letícia. Segurei a cabeça dela entre as minhas coxas e deixei o corpo tremer. Ela continuou chupando, atrapalhada pelo meu movimento, recebendo o meu gozo na boca com uma dedicação que me deixou quase sem fala.
Continuei nela mesmo gozando. Os dedos mantiveram o ritmo e a língua voltou ao grelo. A Letícia perdeu o controle logo depois. A bunda dela se contraiu nas minhas mãos, a buceta apertou meus dedos e o gemido veio alto contra a minha pele. Ela gozou de novo na minha boca, mais cansada, mais mole.
Quando paramos, ela desabou ao meu lado. Ficamos de barriga para cima por um tempo. A coleira ainda estava no pescoço dela. O meu corpo brilhava de suor, os meus seios estavam úmidos da boca dela e a minha buceta latejava com uma satisfação profunda. A Letícia virou o rosto e me beijou. O beijo veio lento, cheio de gosto das duas.
Puxei-a para perto. Ela se encaixou no meu corpo com uma naturalidade que me agradou mais do que eu queria admitir. Passei a mão pelas costas dela e parei na bunda. Apertei de leve. Ela soltou um som cansado.
— Você vai dormir aqui se continuar fazendo isso.
— Não. Eu vou pra casa jajá.
Ela encostou a testa no meu ombro. A coleira arranhou de leve minha pele. Ficamos quietas por alguns minutos. Eu gostava daquele silêncio depois do sexo. A Letícia riu no meu ombro. Depois ficou quieta de novo. Eu passei a mão pelo cabelo dela, sentindo os fios macios entre meus dedos. A boca dela estava inchada e os seios firmes encostavam no meu lado.
— Tive umas conversas interessantes — comentei.
Então, falei sobre os meus encontros com a Débora na piscina e a conversa sobre curiosidade lésbica com Larissa e Andréia na academia. A Letícia apoiou o queixo no meu ombro.
— Você está querendo um montar harém lésbico agora, é?
— Mais pra uma matilha. Todas independentes e transando com quem quiser.
— E todas sendo suas cordeirinhas.
A Letícia me observou de perto, como se tentasse medir até onde eu estava falando sério.
— Você gosta muito de dominar — disse ela.
— Que nem a Cinthia.
A expressão de Letícia mudou na hora, de um jeito que me fez parar de acariciar sua bunda.
— A Cinthia gosta de se divertir, não de dominar.
— Você acha?
— Ela nunca colocaria uma coleira em nossos pescoços.
— A Confraria em si foi uma gigantesca coleira que ela, a Odete e a Ângela colocaram nos nossos pescoços.
— Não esqueça a Andréia.
Passei a mão pelo rosto dela. O polegar tocou o lábio inferior inchado. Ela beijou meu dedo.
— Tem uma amiga nossa que, talvez, e é um grande talvez, se beneficiasse com a sua língua ou com o seu strap-on.
— Uma amiga nossa?
— Sim.
Quem diria que a Letícia iria mesmo se tornar a minha recrutadora. Interessante.
— Só tenta não transformar ela em cordeirinha. Ela não precisa desses jogos de submissão e dominação. Ela precisa de uma bela chupada na buceta e um sexo muito bom para ajudar a esquecer o passado e seguir em frente. Só isso.
— Por mim, tudo bem. Uma boa foda por si só já vai valer a pena.
Ela respirou fundo.
— É a Tatiana.
Pensei na Tatiana. Ela tinha um corpo magro, mas atlético e um cabelo castanho com franja. Tinha corpo enxuto, seios pequenos, cintura definida e uma bunda firme. Não sabia que ela era bi.
— Ela está solteira. Ela está com uns problemas para esquecer um ex. Talvez precise transar com alguém que a leve nas alturas, a ajude a superar e depois não complique a vida dela.
— Mas ela gosta de mulher?
A Letícia podia ter esquecido esse pequeno detalhe. Não era porque eu tinha um cintaralho que as mulheres hétero iriam considerar do mesmo jeito que um gostosão como o Rogério.
— Não sei. Talvez ela seja hétero. Talvez tenha curiosidade. Mas não custa tentar com calma.
— E esse ex... Eu sei que ela era casada. Aí tá com saudade do ex-marido?
— Não. Era um ficante. Coisa dela.
— E quem era?
— Ela não me contou tanto detalhe assim não.
Olhei pra ela. Tudo no rosto dela parecia dizer que aquilo era verdade. Mas ela era uma excelente atriz.
Olhei pro teto por alguns instantes. A Tatiana era bem gostosa. Se ela precisava esquecer um macho escroto e uma boa chupada de buceta pudesse ajudar ela, eu podia me voluntariar facilmente pra isso. E talvez ganhar uma chupada na minha como recompensa depois.
— Posso conversar com ela.
A Letícia relaxou um pouco e deitou a cabeça no meu peito. A boca dela encostou perto do meu mamilo, sem chupar, só descansando. Eu passei a mão pelo cabelo dela e deixei a outra na sua cintura. Meu tesão ainda estava ali, mas agora vinha junto com uma sensação mais complexa. Olhei pro relógio. Ainda havia tempo, mas o corpo dela já estava contra o meu. Toquei a coleira e enfiei o dedo por baixo para aliviar a pele.
— Vou tirar.
A Letícia levantou o rosto. Por um momento, pareceu que ia pedir para deixar. Depois assentiu. Tirei a coleira do pescoço dela. A mudança veio quase tão rápida quanto tinha vindo antes. A Letícia respirou fundo e endireitou os ombros. O semblante voltou a ficar mais vivo e irônico. A voz também mudou quando falou, agora sem aquela mansidão de cordeirinha.
— Nossa, eu estava precisando disso.
Sorri, segurando a coleira na mão.
— Deu para perceber.
Ela ajeitou o cabelo atrás da orelha e me olhou como igual outra vez, com aquela inteligência rápida ocupando o rosto inteiro. Guardei a coleira na mesa de cabeceira. A marca leve no pescoço dela ainda estava ali, mas o modo submisso tinha acabado.
— Quer tomar banho antes de sair?
— Quero. Vou chegar em casa parecendo que corri outra partida.
Levantei da cama e fui com ela até o banheiro. Entreguei uma toalha limpa. Ela entrou no boxe, deixando a água cair sobre os cabelos castanhos e escorrer pelo corpo. Fiquei encostada na pia por um instante, observando sem esconder. A água descia pelos seios firmes, pela barriga e pelas coxas grossas. A bunda dela, vista de costas, continuava absurda mesmo com o cansaço.
Ela começou a se lavar. Eu peguei outra toalha e esperei. Quando saiu, passei a toalha pelos ombros dela e ajudei a secar as costas. Ela permitiu, quieta, apoiando uma mão na pia. Depois pegou a toalha de mim e secou o resto do corpo.
No quarto, ela vestiu a calcinha, depois colocou o vestido leve. Acompanhei-a até a porta. Antes de sair, a Letícia se aproximou e me beijou. O beijo foi amigável, com resto de tesão. As mãos dela ficaram na minha cintura, e as minhas tocaram seu rosto. Ela parecia prestes a dizer alguma coisa, mas desistiu.
— Boa noite, Alessandra.
— Boa noite, Letícia. Descansa.
Ela saiu pelo corredor, e eu esperei alguns instantes antes de fechar a porta. O apartamento ficou quieto de novo.
Na sexta-feira, eu estava na sala dos professores, atrás da Natália, com as mãos nos ombros dela. A sala estava quase vazia naquela hora. A Natália trabalhava no notebook enquanto recebido meus toques.
Eu tinha começado a massagem como quem fazia um favor inocente. A Natália reclamara de tensão nas costas depois de horas sentada e eu me ofereci pra ajudar. Os meus dedos desceram pela base do pescoço dela, apertaram os ombros e encontraram músculos firmes sob a blusa.
A Natália era ruiva, com cabelo longo e liso que ganhava ondas nas pontas. Naquele dia, os fios estavam presos de qualquer jeito, deixando a nuca clara e algumas sardas sutis à mostra. O rosto dela tinha um formato oval alongado, olhos castanhos com reflexos mais claros quando a luz batia, nariz fino e boca cheia, principalmente o lábio inferior. O sorriso dela era bonito quando aparecia. Estava de olho na tela, séria, mordendo de leve o canto da boca enquanto lia alguma coisa.
Passei os polegares pelos ombros dela com pressão lenta. A Natália soltou o ar pelo nariz.
— Isso está bom demais — disse ela, sem tirar os olhos do notebook.
Cheguei um pouco mais perto da cadeira, o bastante pro meu corpo quase tocar as costas dela. Eu estava de saia e blusa leve e sabia muito bem como meus seios ficavam marcados quando eu me inclinava. Os meus mamilos endureciam fácil com o frio daquela sala.
— Você está carregando tensão demais aqui — falei, apertando a musculatura perto do pescoço.
— Eu sei. Passei a manhã toda nesse negócio.
Ela falou aquilo como quem realmente tentava relaxar, só que o olhar continuava preso no notebook. Eu desci as mãos um pouco, pegando a parte superior das costas. Senti a linha dos ombros e a firmeza do corpo. A blusa não era decotada, mas marcava seus seios redondos quando ela respirava mais fundo. Eu sabia que, por baixo daquela aparência controlada, existia uma mulher com uma energia física que devia ser maravilhosa na cama.
Eu gostava de mulher gostosa e de desafio, talvez fosse por isso que a Natália me atiçasse. Continuei a massagem. A Natália digitou alguma coisa com uma mão e usou a outra para afastar uma mecha do rosto.
— De noite vou passar na sauna — falei, casual demais para ser inocente. — Quer vir comigo?
Ela nem piscou, focada no notebook.
— Já tenho um compromisso pra hoje.
— Amanhã, então.
— Vou viajar no fim de semana.
— Melhor deixar para outro dia.
Sim. Eu queria ver aquela ruiva nua, tocar seus seios, abrir suas pernas fortes e lamber sua buceta até ela esquecer todas as regras por meia hora. Mas percebi o caminho para onde isso me levaria se insistisse naquele momento e me recusei a virar um Everaldo de saia. Soltei os ombros dela aos poucos. Fiz movimentos menores, mais neutros, terminando a massagem sem parecer abrupta.
— Certo. Quando quiser ir, avisa que vamos.
— Combinado.
Tirei as mãos dos ombros dela e apoiei o corpo na mesa ao lado. A Natália voltou ao notebook, só que agora parecia um pouco mais relaxada. Foi quando os nossos celulares vibraram. Era uma notificação do grupo dos professores.
[Jonas]: “Saindo do hospital. Andando.”
[Jonas]: “Podem parar com o drama e as piadinhas.”
A Natália leu e respirou aliviada.
— Graças a Deus — disse ela. E isso explicava a motivação do Jonas em ter ido para uma partida de futebol que claramente estava acima das suas capacidades físicas. Se fosse bem, seria um herói e impressionaria as gostosas. Se fosse mal, seria mal e teria a pena das impressionáveis, como a Natália.
Enquanto a Natália dava um like nas mensagens do Jonas, eu não resisti em mandar algumas piadinhas sobre ele ter joelho de vidro. Outro professor chamou ele, Everaldo e Maurício de trio lesionado.
Enquanto ela continuava no trabalho, aproveitei pra sair e resolver algo na minha sala.
Na sexta à noite, atravessei a praça e fui conhecer a academia do outro lado da esquina. Eu usava uma calça leve, uma blusinha branca e sandálias.
A minha academia, a da turma da academia, ficava na esquina oposta. E a gente chamava essa de “a concorrente” porque tinha muita gente da Torre B. Meio venenoso, admito. Mas eu queria conhecer o pessoal de lá e, principalmente, Débora e Milla malhavam por lá.
Entrei com certa facilidade, depois de explicar pra atendente que eu estava só conhecendo. Ele fez aquela fala ensaiada de mensalidade e avaliação.
Vi a Anacleta primeiro. Ela usava uma legging escura e uma camiseta sem mangas que deixava os braços firmes à mostra. Morena-clara, cabelo castanho longo jogado para um lado, seios grandes e firmes sob o top, cintura marcada e bunda arredondada. As coxas dela tinham volume de mulher que treinava de verdade. Havia nela uma mistura curiosa de recato e corpo chamativo, como se cada curva contradissesse a cara de crente comportada. Eu sabia que ela era religiosa e provavelmente incapaz de imaginar que uma mulher pudesse estar olhando para ela com tesão aberto.
Perto dela estava a Fernanda. Alta, bronzeada, toda comprida e gostosa, com seios volumosos que enchiam o top de um jeito difícil de ignorar. Os mamilos marcavam o tecido quando ela fazia força. A cintura fina, a bunda redonda e as pernas longas davam a ela um tipo de presença que atraía olhares sem esforço. A Fernanda tinha aquela energia de quem fazia piada com tudo e dava em cima de homens e mulheres como quem comentava o clima. Eu gostava disso nela.
Mais adiante, a Débora treinava concentrada. Negra, corpo atlético, pernas fortes e bunda alta, cheia, sustentada pelo treino de corrida. Os seios pequenos ficavam presos num top firme e a cintura definida dava destaque ao volume das coxas. Ela tinha uma passada firme entre um aparelho e outro. Quando olhava ao redor, era rápido. Quando me viu, o canto da boca dela levantou um pouco.
A Milla ocupava uma máquina próxima, loira, lábios grossos, corpo atlético e curvilíneo. O top segurava seios médios e bicudos, a barriga enxuta aparecia quando ela levantava os braços e a legging grudava numa bunda grande, redonda e muito projetada. A frente da legging marcava uma saliência. Era o tipo de corpo que parecia ter sido feito para deixar homens olhando feito idiotas e mulheres fingindo que não repararam.
Fui até a Anacleta e a Fernanda no intervalo entre uma série e outra. A Anacleta secava o rosto com uma toalhinha. A Fernanda mexia na garrafa d’água, olhando para mim com curiosidade.
— Boa noite. Eu sou a Alessandra. Moro no condomínio ali do outro lado.
— Ah, eu sei quem você é — disse Anacleta, abrindo um sorriso grande. — Estávamos na mesma torcida ontem.
— Eu pensei que você fosse do outro do time da outra academia — disse Fernanda. — A Jéssica me disse que lá estava lotado.
— Pois é. Lá anda bem lotado. Então, vim dar uma olhada nesta academia.
A Anacleta pareceu satisfeita com a explicação. A Fernanda olhou a minha roupa com um sorriso mais solto, notando que eu realmente vim despreparada pra malhar. Conversamos um pouco e elas voltaram aos exercícios.
Elas estavam fazendo levantamento terra com halteres. A Anacleta tinha força, mas arredondava um pouco as costas na descida. A Fernanda tentava ajudar e se divertia mais olhando o corpo da assembleiana do que corrigindo qualquer coisa. Eu me aproximei com a cara séria que uso quando quero parecer útil.
— Posso te mostrar um ajuste? Vai poupar sua lombar.
— Pode, claro — disse Anacleta, pronta e confiante.
Pedi para ela repetir o movimento sem peso. Quando ela inclinou o tronco, coloquei uma mão nas costas dela e outra na lateral da cintura. Toquei com calma, sem pressa. A pele quente sob a camiseta, a firmeza da musculatura e o jeito como ela aceitou a correção me deram uma satisfação imediata. Levei a minha mão mais abaixo, encaixando a palma perto da curva da bunda para ajustar a posição.
— Joga a bunda para trás antes de descer. Isso. Mantém o peito aberto.
— Assim?
— Melhor. Você tem força na perna. Só precisa deixar o corpo acompanhar.
A Anacleta sorriu no espelho, orgulhosa da melhora, enquanto eu continuava com a mão na sua bunda. Eu via os seus seios grandes pressionados pelo top quando ela abria o peito, a bunda arredondada empinar na descida e as coxas cheias sustentando o movimento. Ela parecia tão concentrada na técnica que nem se importava com a minha mão passeando entre a sua cintura e bunda a guisa de ajudar ela na postura. Para ela, era apenas treino.
A Fernanda sacou o que eu estava fazendo e acompanhava tudo com interesse. Quando a Anacleta terminou, ela se colocou no lugar sem que eu pedisse.
— Eu também quero ver se estou fazendo certo.
Ela falou aquilo num tom leve e a Anacleta riu como se fosse uma brincadeira. Toquei a Fernanda do mesmo jeito, embora nela eu não precisasse fingir tanto. Coloquei as mãos na cintura e senti a contração do abdômen. Quando ela desceu, os meus dedos passaram pela lateral da barriga e foram até a parte alta da bunda. A Fernanda tinha o corpo comprido e se mexia com segurança. Os seios dela marcaram mais o top quando ela prendeu a respiração. Senti que, com ela, eu podia apalpar um pouquinho se fosse discreta o suficiente.
— Você já faz isso bem — falei perto dela. — Só está acelerando demais.
— Eu tenho esse problema.
A Anacleta sorriu. A Fernanda olhou pelo espelho e sorriu de volta para mim.
— Se quiser posso te dar uma aulas no final de semana — sugeri.
— Não posso — respondeu, com um sorriso no rosto. — Combinei que vou pra uma trilha com três amigos.
A Fernanda passar a noite no meio do mato com três pessoas, em qualquer combinação de homens e mulheres que possam ter nesse trio, só podia significar uma noite de suruba ao ar livre.
Voltei pra Anacleta e pedi que ela tentasse com halteres leves. Fiquei atrás dela. A cada repetição, a minha mão corrigia a cintura, descia para indicar o movimento da bunda e voltava pras costelas. O corpo dela obedecia. Quando eu disse que ela tinha pernas muito boas para aquele exercício, ela agradeceu com naturalidade.
— Sempre achei minhas coxas grossas demais — disse ela.
— Grossas do jeito certo. Elas deixam o movimento bonito.
— Você acha?
— E ainda deixam sua postura mais forte.
Ela ficou feliz. Uma mulher religiosa e simpática recebendo elogio de outra mulher como incentivo de academia. Para ela, podia ser algo inocente. Para mim, era começo de uma longa sequência de conversas e elogios que terminariam com a Anacleta nua na minha cama, os seios grandes soltos, as coxas abertas e a buceta dela recebendo a minha boca.
A Fernanda se inclinou para beber água. Os seios dela balançaram sob o top e a legging marcou a bunda redonda quando ela se curvou.
— Alessandra, você devia vir treinar conosco na semana que vem — disse Fernanda. — A gente precisa de gente que entende do assunto.
— Eu posso aparecer.
— Sim, venha — disse Anacleta. — Você explica bem. Dá segurança.
Depois de alguns minutos, deixei as duas voltarem ao treino e caminhei na direção da Débora. A Milla estava perto, ajustando uma carga. A Débora alongava a perna com o pé apoiado num banco. A posição esticava a coxa e deixava a bunda dela alta, firme sob a legging.
— Se ficar mais tempo aqui, a recepcionista vai cobrar a mensalidade — brincou Débora, sem olhar direto para mim por muito tempo.
— Só vim avaliar a concorrência.
Ela olhou pra Milla, que mexia no celular e parecia ocupada. Quando percebeu que a loira não prestava atenção, Débora deixou o sorriso crescer.
— Nenhuma delas é do “nosso” time — avisou.
A Débora não tinha reparado ainda que a Fernanda era bi? Ela era uma péssima observadora.
— Nada que uma boa conversa não resolva.
A Milla se virou para pegar a garrafa e a Débora mudou a expressão na hora. Virou a mulher focada, simpática e neutra. Achei aquilo delicioso. A Débora entendia o risco pequeno do flerte e brincava com ele. Ela gostava de manter a cara limpa quando tinha testemunha por perto.
— Você também treina aqui toda sexta? — perguntei.
— Segundas, quartas e sextas.
Ela respirou fundo, organizando a toalha. A Milla olhava pro espelho, distraída com o próprio exercício. A Débora aproveitou.
— E você tinha que ser mais discreta ao olhar pras nossas coxas.
Ela não tinha reparado eu olhando os peitorais dos homens ou só não quis mencionar?
— Ninguém reclamou.
Eu gostava da Débora. Apesar de desatenta, tinha uma ousadia nela que me interessava. E por algum motivo, ela não queria que a melhor amiga sobre que ela curtia chupar bucetas. Fiquei perto o bastante para que minha voz não passasse de conversa comum.
— Vamos correr amanhã de noite?
— Claro. Te encontro na portaria, 20h.
— Combinado.
A Milla se aproximou para guardar um halter. A Débora pegou a garrafa e bebeu um pouco. A loira ficou em silêncio, concentrada nela mesma. Eu aproveitei para observá-la. A Milla aparentemente não tinha problemas em pagar pata de camelo. A bucetona dela ficava desenhada numa saliência rosa no tecido justo da legging, um volume que fazia sentido com tudo que conhecia dela.
Saí da academia depois de me despedir da Débora. Estava pensando que trazer a Natália, a Anacleta e a Milla pro Lado Bi da Força seriam bons desafios no final de tudo.
Pois bem, leitor. No próximo capítulo, a Alessandra vai chupar a buceta de uma das frequentadores da academia concorrente. Quem será?
Coloquem nos comentários pro que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos.
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NOTA DO AUTOR:
Eu tinha escrito este arco (em três partes) para usar como uma reserva quando eu precisasse ganhar tempo por causa do atraso da produção das histórias mais importantes.
A segunda transa com a Letícia funciona mais para resolver o mini-furo de que ela tinha sido a única mulher massageada pelo seu Raimundo que não tinha transado loucamente depois da partida.
Sei que alguns dos leitores não gostam ou não se importam muito com as personagens desta série, que é a mais “Série B” atualmente. Mas vou publicar as três partes dela em sequência para não deixar o final de semana em branco e poder fazer as novas partes do arco da Lorena com calma durante isso.
Vou aproveitar para dizer como estão os avanços dos demais arcos.
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[Identidade dos Fantasiados]
As únicas identidades 100% canônicas são Dick (Miguel), Odete (Zorra), Vigarista (Gustavo) e Betty (Márcia, a esposa do Gustavo).
O casal Ranger Preto e Ranger Rosa eu escrevi como se fossem Dirceu e Marília, supondo que o capacete abafa a voz e a Lorena não iria prestar atenção na voz de qualquer maneira. Mas gosto de quem interpretou que era o Wagner e alguma enfermeira ou mesmo dois desconhecidos.
O Tião eu escrevi como se fosse o Carlos. O passado bate e teve um momento em que a Odete simplesmente passou a ir sozinha pras casas de swing. Mas eu entendo quem prefira que não seja o Carlos, mas algum figurante qualquer.
O Vigarista não pode ser o Jonas porque a Lorena teria reconhecido na hora da penetração. E os dois têm estilos de sexo bem diferentes. O Jonas parece ser quase tão bom quanto o seu Geraldo na cama, mas com o problema da necessidade de autoafirmação. Pra Lorena, ele deve parecer quase como o Miguel pra Sarah (sexo excelente, conexão emocional muito baixa). O Gustavo/Vigarista jogou 100% no seguro. Eu diria que a Lorena o compararia com um feijão com arroz honesto: não promete muito, mas entregou tudo que prometeu.
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[Arco da Lorena]
Inicialmente, seria um one-shot com essa cena do passado e pulava direto pro presente, mostrando a continuação da aparição da Milena. Mas ficou muito grande e desconexo. E eu achei que algumas partes que o Rogério não detalhou, como o começo da amizade entre Lorena e Lisandra, valiam a pena serem contadas.
Vou demorar um pouquinho para reajustar algumas coisas aqui e ali e fazer esse arco ter quatro partes. Assim dá para comportar as duas transas, falar um pouco do lado dela no relacionamento do Jonas e deixar o último capítulo pro confronto Lorena vs Milena e em um certo acontecimento depois...
Eu não vou recontar nada que eu já tenho narrado, mas dar a perspectiva da Lorena em momentos que o Rogério e o Jonas não estavam presentes e só deduziram.
P.S.: Eu achei interessante a quantidade de leitores que votaram por um remake da noite do pseudo-harém e canonizar que a Lorena e a Lisandra transaram mesmo. Pior que daria pano pra manga pro Rogério ter tido uns pesadelo/peso na consciência, pois ele quem “mandou” elas começarem. E isso poderia ser interpretado como parte dele usando a Lorena como proxy para fazer algo que o pau dele queria muito fazer, mas o coração e o cérebro nunca permitiriam.
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[Arco da Trilha]
O primeiro capítulo, do Érico, já está escrito. Assim como as partes de sexo dos capítulos seguintes. A parte que está faltando escrever são as partes da trilha em si, com suas partes de comédia e slice-of-life. E o epílogo com o pessoal voltando pro condomínio. Está bem avançado e deve ser publicado assim que eu terminar de publicar o Arco da Lorena.
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[Crossover Rogério-Antônio-Vinícius]
Aqui foi o contrário. Eu já estou escrevendo as partes de interações entre os três casais, mas ainda não escrevi as cenas de transas. A parte mais complicada é mais porque um lado meu acha que tá cedo demais na relação para Lisandra pular pro sexo anal (tecnicamente, eles não fizeram uma semana de namoro oficial ainda). Mas eu também nunca disse que ela era virgem atrás.
Um ponto que estou pensando em como fazer sem causar rejeição nos leitores é que, pra mim, parece óbvio que a Lisandra vai crescer os olhos pro cacete de 24 cm do Antônio e que o Antônio vai querer enrabar a Lisandra. Mas pensando em como deixar claro que essa atração não quer dizer que eles vão trair seus atuais parceiros.