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O Que a Faculdade Não Terminou

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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 2259 palavras
Data: 02/08/2026 23:36:38

A história começa numa terça-feira quente de final de tarde.

Camila estacionou o carro na frente da casa de Marcelo e Andrea sem avisar. Tinha resolvido o assunto profissional mais cedo e, em vez de ir direto para o hotel, resolveu aparecer. Bateu na porta. Andrea abriu com o cabelo ainda úmido do banho e um sorriso largo.

— Camila, porra! Que surpresa gostosa. Entra, mulher.

Elas se abraçaram forte. A amizade de faculdade ainda estava intacta, mesmo com a distância. Passaram a tarde inteira na sala, falando da vida, do trabalho, de Pedro, de tudo. Até que Andrea olhou o relógio e soltou:

— Olha… eu tô pegando um voo hoje à noite. Meus pais tão com uns problemas e eu preciso resolver. Marcelo chega daqui a pouco. Você pode ficar aqui, né? A casa é grande, tem quarto de hóspede. Eu confio cegamente em vocês dois.

Camila riu, meio sem graça.

— Ficar sozinha com o Marcelo? Vai que o homem resolve lembrar dos tempos de faculdade e eu acordo com ele em cima de mim…

— Para com isso, sua safada — Andrea riu. — O Marcelo é o cara mais respeitoso que eu conheço. Nunca meteu a mão onde não podia. Fica. Eu fico mais tranquila sabendo que você tá aqui.

Camila acabou aceitando.

Marcelo chegou por volta das sete. Camisa social arregaçada, barba feita, cheiro de perfume caro. Quando viu Camila, sorriu de canto.

— Olha quem apareceu. A tentação em pessoa. Pedro sabe que você tá aqui sozinha comigo e a Andrea viajando?

— Sabe. E se não soubesse, ia saber agora — ela provocou.

Andrea riu alto.

— Vocês dois são impossíveis. Vamos jantar antes que eu perca o voo.

Jantaram. Marcelo levou Andrea ao aeroporto. Quando voltou, a casa estava quieta. Ele deixou a chave na mesinha da entrada e caminhou em direção à cozinha, sem fazer barulho. Camila estava de costas para a porta, de pijama — shortinho de algodão cinza e uma camiseta fina branca, sem sutiã. Os seios grandes, um pouco caídos, balançavam levemente cada vez que ela se mexia para pegar um copo d’água. Marcelo parou no batente e observou por uns segundos.

Camila se virou e o viu ali.

— Ah… você já voltou.

— Voltei agora. Andrea embarcou tranquila.

— Que bom. Eu já tomei banho. Tava com sede.

Eles ficaram em silêncio por um instante. Ela bebeu um gole d’água, o peito subindo e descendo sob o tecido fino. Marcelo passou a mão no pescoço, desviou o olhar e murmurou:

— Vou tomar um banho também. Tô fedendo de aeroporto.

Camila assentiu, colocou o copo na pia e saiu da cozinha em direção ao quarto de hóspede. Marcelo ficou mais uns segundos olhando o caminho por onde ela tinha passado antes de seguir para a suíte.

Ele trancou a porta do banheiro, tirou a roupa e entrou no chuveiro. Quinze minutos depois, já de cueca preta justinha, saiu para o quarto ainda secando o cabelo com a toalha. A porta da suíte estava apenas encostada.

Camila, no quarto de hóspede, não conseguia dormir. O travesseiro estava baixo demais. Levantou, caminhou descalça até a suíte e bateu leve na madeira. Sem esperar resposta, empurrou a porta e entrou.

Marcelo estava de pé, de costas para o armário, só de cueca. O volume na frente era impossível de ignorar — grosso, semi-duro, marcando o tecido escuro de um lado a outro. A cabeça do pau já fazia um relevo arredondado bem visível. Camila travou no meio do quarto. Os olhos desceram direto para ali e ficaram presos. Marcelo se virou, percebeu o olhar dela e tentou cobrir com a mão, sem conseguir esconder tudo.

— Porra… desculpa — ele murmurou, a voz rouca.

— Eu que peço desculpa — ela desviou o olhar rápido demais, pegou o travesseiro extra que estava na cama e saiu fechando a porta com cuidado.

No quarto de hóspede, Camila se deitou de novo. O coração batia forte. Fechou os olhos e a imagem da cueca preta voltou com força. O volume grosso, o jeito que a cabeça do pau marcava o tecido, a veia que ela quase conseguia imaginar por baixo. Lembrou das festas da faculdade, das vezes em que se olharam demais pelo corredor, do desejo que nunca consumaram. A mão desceu sozinha pelo shortinho. Passou por cima da calcinha e sentiu o tecido já úmido. Empurrou o dedo por baixo do elástico e encontrou os lábios inchados, escorregadios. Abriu as pernas devagar e começou a circular o clitóris com a ponta do dedo médio, devagar, sentindo o calor subir.

Imaginou a boca de Marcelo ali. A língua larga, quente, abrindo ela. O gemido dele. Aumentou a pressão. Dois dedos entraram sem esforço. Estava encharcada. Começou a meter, devagar no começo, depois mais fundo, ouvindo o barulho molhado que os próprios dedos faziam. Com a outra mão puxou a camiseta para cima e apertou um seio, beliscando o mamilo já duro. A imagem mudou: agora era o pau dele — grosso, pesado, a cabeça brilhando — entrando nela. Sentiu o peso imaginário, a espessura abrindo. Os dedos aceleraram. O polegar esfregava o clitóris em círculos apertados enquanto os outros dois entravam e saíam rápido. A respiração ficou irregular. Ela mordeu o travesseiro para não gemer alto. O corpo tremeu. A buceta apertou os dedos em espasmos longos e quentes. Gozo silencioso, as coxas tremendo, a calcinha encharcada de verdade agora. Ficou quieta por um tempo, os dedos ainda dentro, sentindo as contrações diminuírem.

Do outro lado da parede, Marcelo estava deitado na cama de casal, só de cueca. Tinha tentado ignorar, mas o pau não baixava. Levantou o quadril, puxou a cueca para baixo e o pau saltou pesado, já duro pra valer. Grosso, veias saltadas ao longo do comprimento, a cabeça rosada e brilhante de líquido que escorria pela fenda. Segurou com a mão direita, o polegar passando sobre a glande, espalhando o líquido. Começou a bater devagar, do saco até a cabeça, apertando um pouco mais na subida. Fechou os olhos e viu de novo os seios de Camila balançando sob a camiseta fina, os mamilos marcando o tecido. Viu o jeito que ela olhou para a cueca dele, a boca entreaberta. Acelerou o movimento. A mão fazia um barulho úmido agora. Imaginou ela de joelhos, engolindo, a saliva escorrendo. Apertou mais forte perto da cabeça, o polegar esfregando a parte de baixo da glande. O saco pesado batia de leve contra a mão. Gemendo baixo, ele meteu o ritmo até o limite. O jato saiu forte, branco, caindo no peito e na barriga. Continuou batendo enquanto gozava, milhando o resto, até o pau ficar sensível demais. Ficou ofegante, olhando o gozo escorrer pela própria pele.

No dia seguinte cada um saiu para seus compromissos. Camila foi resolver as últimas coisas do trabalho. Marcelo passou a manhã no escritório. Só se reencontraram no meio da tarde, por volta das quatro. Camila chegou de vestido leve bege, cabelo solto e cacheado caindo pelos ombros. Marcelo estava de camisa social já aberta no primeiro botão, os pés descalços.

— Você voltou cedo — ele comentou, abrindo a porta.

— Terminei antes do previsto. E você?

— Resolvi trabalhar de casa a tarde toda. Quer água? Café?

— Prefiro um vinho, se tiver.

Marcelo sorriu de canto.

— Sempre gostou de um bom tinto. Tenho uma garrafa de um cabernet que a Andrea trouxe de viagem. Vamos?

Eles foram para a sala. Ele abriu a garrafa, serviu duas taças e sentou no sofá. Camila se acomodou na poltrona em frente. O primeiro gole foi devagar.

— E aí, como foi o dia? — ela perguntou.

— Corrido. Reunião que podia ter sido e-mail. E o seu?

— Resolvi o contrato que eu vim fazer. Agora só falta voltar. Pedro já perguntou se eu volto amanhã ou depois.

— E o que você respondeu?

— Que ainda não sei. Depende de como as coisas se resolvem aqui.

Eles beberam mais um pouco. A conversa foi andando. Falaram de faculdade, de professores que odiavam, de festas que quase terminaram em briga. Marcelo serviu a segunda taça.

— Você lembra daquela noite no bar da esquina da faculdade? — ele perguntou. — Você estava de vestido preto e eu fiquei o tempo todo te olhando.

Camila riu baixo.

— Eu lembro. E lembro que você estava com a Andrea do lado e eu com o Pedro do outro. A gente só se olhava.

— Pois é. Às vezes eu penso no que teria acontecido se a gente tivesse se pegado naquela época.

— Eu também penso. Principalmente depois de ontem.

Ela bebeu mais um gole. A terceira taça já estava pela metade. O vinho começava a soltar a língua, mas ainda não tinha tomado conta de vez. Marcelo se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos.

— Ontem foi… estranho. Você entrando no quarto daquele jeito.

— A porta tava aberta. Eu não imaginei que você estaria… daquele jeito.

— Eu também não imaginei que você ia olhar tanto.

Camila segurou a taça com as duas mãos.

— Desculpa.

— Não precisa pedir desculpa. Eu também olhei pra você na cozinha. Aquela camiseta…

Eles ficaram em silêncio por uns segundos. Marcelo serviu o resto da garrafa nas duas taças. Agora o vinho já pesava um pouco mais. A conversa foi ficando mais baixa, mais íntima. Camila cruzou as pernas, o vestido subindo um pouco na coxa. Marcelo não desviou o olhar.

— A gente não deveria estar falando disso — ela disse, a voz já mais rouca.

— Não deveria — ele concordou. — Mas a gente tá.

Ela bebeu o último gole. O copo ficou vazio. Os olhos se encontraram e ficaram presos. O silêncio agora era pesado, carregado. Camila se levantou devagar, deixou a taça na mesa e foi até ele. Parou entre as pernas de Marcelo, olhou de cima e murmurou:

— A gente não deveria…

— Não deveria — ele repetiu, mas as mãos já subiam pelas coxas dela por baixo do vestido.

O beijo veio sem aviso. Boca aberta, língua quente, dente batendo. Camila se sentou no colo dele, o vestido subindo. Marcelo puxou a calcinha de lado e meteu dois dedos de uma vez. Ela estava molhada pra caralho.

— Porra, Camila… que buceta molhada.

— Fica quieto e fode com os dedos.

Ele obedeceu. Dedos entrando e saindo, polegar no clitóris. Ela rebolava no colo dele, gemendo baixinho no ouvido.

— Tira essa porra de calça — ela ordenou.

Marcelo levantou o quadril. Ela desceu, ajoelhou entre as pernas dele e puxou a cueca junto. O pau saltou grosso, veias marcadas, cabeça já brilhando. Camila não perdeu tempo. Lambuzou a língua na glande, chupou só a cabeça primeiro, depois engoliu o máximo que conseguiu. Babou, fez barulho, olhou pra cima enquanto a boca subia e descia.

— Isso… chupa essa porra. Olha pra mim enquanto engole.

Ela tirou a boca só o suficiente para falar:

— Quero sentir essa porra na minha garganta.

Marcelo segurou o cabelo dela e fodeu a boca com mais vontade. Camila engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. Quando ele quase gozou, ela se afastou.

— Não. Quero gozar com você dentro.

Ela subiu de novo no colo dele, guiou o pau até a entrada molhada e desceu de uma vez. Os dois gemeram juntos. Camila começou a rebolar, seios balançando na cara dele. Marcelo mordeu um mamilo, chupou forte, enquanto as mãos apertavam a bunda pequena dela, abrindo e fechando as nádegas.

— Porra, que buceta apertada… — ele rosnou. — Você tá me engolindo inteiro.

— Mais fundo. Quero sentir até o saco bater.

Ele segurou a cintura dela e começou a meter de baixo pra cima, forte. O barulho úmido enchendo a sala. Camila jogou a cabeça pra trás, gemendo alto.

— Isso, Marcelo… fode essa puta. Fode bem fundo.

— Você é uma safada do caralho.

— Sou. E você adora.

Ele levantou com ela ainda empalada, carregou até o sofá e a deitou de costas. Abriu as pernas dela o máximo que conseguiu e meteu com força, cada movimento fazendo os seios grandes balançarem. Camila arranhava as costas dele, puxava o cabelo, falava putaria sem parar.

— Mais forte. Quero acordar amanhã doendo. Quero lembrar dessa porra toda vez que sentar.

Marcelo puxou o pau, virou ela de quatro e enterrou de novo. A mão na nuca dela, empurrando o rosto contra o sofá enquanto metia fundo. O barulho da pele batendo era obsceno.

— Olha o estado dessa buceta… toda aberta, escorrendo.

Camila olhou por cima do ombro, o cabelo bagunçado, a boca aberta.

— Quero gozar na sua boca. Quero sentir você engolindo tudo. Vem, tira e me dá na boca.

Ele acelerou. Os movimentos ficaram irregulares, profundos. Camila gozou primeiro, o corpo tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Marcelo tirou rápido, se ajoelhou na frente dela e empurrando o pau entre os lábios abertos. Ela engoliu a cabeça e ele descarregou tudo dentro da boca dela, jatos quentes enchendo. Camila engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo.

Eles ficaram parados, ofegantes. Quando ele saiu da boca dela, um fio branco ainda ligava a glande aos lábios dela. Camila passou a língua, recolheu o resto e engoliu, olhando pra ele.

— Doce.

Marcelo riu, ainda sem fôlego.

— Você é um perigo, Camila.

— E você acabou de foder a mulher do seu amigo na casa da sua esposa.

Ela se levantou, o vestido ainda amassado na cintura, a calcinha no chão. Olhou pro relógio.

— A gente precisa tomar banho. Separado. E fingir que isso não aconteceu.

Marcelo assentiu, mas o olhar dele ainda estava cheio de fome.

— Por enquanto.

Camila sorriu de canto, pegou a calcinha e foi em direção ao banheiro, o rastro de saliva e gozo ainda escorrendo pelo queixo.

A noite ainda era longa.

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