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De garota de programa uma esposa

Um conto erótico de Morgana e Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 5975 palavras
Data: 21/08/2026 00:16:34
Última revisão: 25/08/2026 13:58:25

Sabrina para o mundo, esse é o nome de guerra que eu uso na minha profissão como garota de programa de luxo.

Pra vocês me visualizarem melhor: tenho 30 anos, sou morena clara, 1,70 m de altura, 72 quilos bem distribuídos com muita academia, bundinha empinada, seios medianos e longos cabelos cacheados. Me considero uma mulher bonita, vaidosa e elegante. Faço um investimento pesado na minha imagem, na minha educação e no meu autocuidado. No passado, tive um casamento de um ano que não deu certo por minha pura culpa: eu era pedante, cheia de frescuras, insuportável, até que o coitado do meu ex não aguentou mais. Ele era um homem incrível, justo, honesto, trabalhador, carinhoso... e a burra aqui conseguiu estragar tudo.

O que vou contar pra vocês aqui é a mais pura verdade, sem enfeites, um caso muito diferente, estranho, fora do tradicional, doido mesmo.

Nessa vida da noite a gente vê de tudo: coisas horríveis, malucas, tristes, a gente descobre o que há por trás de determinadas atitudes humanas. Mas desta vez deixei de lado a ignorância, aqueles palpites comuns de "acho", "pensei", "acredito" ou "desconfio", sem olhar por trás das cortinas do show da vida. E esse homem que conheci através do trabalho superou todos os pensamentos radicais, agressivos e de psicologia errada sobre as pessoas. Parei pra olhar o que acontecia nos bastidores e enxerguei uma pessoa de verdade: um homem ferido, magoado, carente e necessitado de carinho, afeição e de realizar desejos ocultos, únicos, próprios, que não faziam mal a ninguém e apenas traziam alegria e alívio.

O Fernando superou todos os limites e virou a minha cabeça de ponta-cabeça.

Ele já era meu cliente havia uns dez meses. Nas primeiras vezes, nada de sexo: a gente só ficava peladinho, abraçado na cama, conversando. Ele nunca quis transar, pagando a noite inteira com uma gorjeta generosa. Ele tem 36 anos, é bonitão, magro, corpo bem trabalhado na musculação, branquinho, usa cavanhaque, óculos, tem um estilo elegante, meio misterioso e às vezes divertido. É casado com uma mulher da alta sociedade que vive viajando pro exterior. Aliás, a esposa dele passava tanto tempo fora do país em suas viagens intermináveis que a presença dela na casa e na vida dele já era apenas uma lembrança distante, uma fachada vazia que mal existia no dia a dia.

Com o tempo, fui compreendendo a sua intenção: ele queria companhia, conversa com uma mulher que nunca diria o que ele não queria ouvir. No início eu obedecia a isso, mas aos poucos fui soltando o verbo sobre o que eu achava da vida. Até que veio o chamado para uma conversa num motel.

Na minha cabeça, a expectativa era a de sempre: deitados, abraçados, pelados. Banho tomado, saída calma, esperando no ponto de costume. Ele encostou o seu carro de luxo. Homem rico, divertido, alegre, contagiante para os outros, mas profundamente triste por dentro.

Fomos pra um novo motel, muito mais luxuoso. Teve o ritual de sempre: champanhe, beijo no cantinho da boca, roupas tiradas e aquele abraço forte na cama. Só que aquele dia foi totalmente diferente. Os seus carinhos eram mais verdadeiros, mais calorosos, com mais paixão. Ficamos dez minutos abraçadinhos em silêncio absoluto, olhando para o nada sem mexer uma pálpebra.

— Então, amigo, o que é que está acontecendo? Tu estás diferente hoje.

— É, estou muito diferente, mas estou muito feliz.

— Oh, que bom! Se tu estás feliz, eu estou muito mais te vendo desse jeito.

— É, Let... Hoje quero te pedir uma coisa muito estranha, mas para mim será a chave pra uma nova mudança na minha vida.

— Se é mudança pra melhor, pode pedir qualquer coisa, meu querido, kkk!

— Eu quero sentir a sensação de ser traído, de ser corno, mas não de ser humilhado, e sim de entender bem o que eu deveria estar sentindo com as traições da minha mulher. E, neste dia, tu vais ser ela: tu vai me trair com outro cara.

— Humm, kkk... sei que somos loucos, mas desta vez não entendi porra nenhuma.

— Quero que tu seja uma atriz perfeita e faça uma cena de traição comigo. Tu vai ganhar muito dinheiro pra fazer isso pra mim. Terá que fazer uma encenação perfeita, coisa de Oscar, e passarmos um dia e uma noite fantasiando isso que tu vais se dedicar a fazer. Vou te mandar um dinheiro pra ti começar a programar tudo. Isolei de vez qualquer resquício daquela esposa que vivia ausente e nunca mais dava as caras por aqui; agora é só a gente. Eu só vou ser o ator, o homem traído, e o resto tu vai fazer: vai armar, vai ser a diretora e a atriz do meu pedido.

Fiquei com aquele pensamento constante sobre o seu pedido. Antes de ir embora, pedi confirmação pra ver se era aquilo mesmo. O seu olhar tinha um brilho intenso, dizendo que sim, era exatamente aquilo, com a promessa de uma grande surpresa ao final, desde que houvesse cem por cento de sinceridade com o sentimento.

Minha compreensão era nula, mas aceitei o desafio.

Nossos encontros que duravam duas ou três horas foram resumidos àquele dia em 40 minutos. Vesti a roupa e fui deixada no centro com uma boa grana pra comprar roupas mais sedutoras, porém comportadas, com cara de "mulher casada". Era o estilo que ele sempre exigia pelo seu olhar.

Fiquei transitando pelo centro de Porto Alegre, pensando em como armar esse circo. Precisava incorporar dez atrizes da Globo pra dar conta da direção dessa farsa. De repente, uma luz acendeu na minha mente: o cara perfeito seria o meu grande parceiro, o Jonas! O Jonas tem 35 anos, é um baita alemão peludão, careca, usa cavanhaque, rústico, grosseiro, tem aquela marra de malandro raiz, um corpaço coberto de pelos e tava sempre precisando de grana. Tinha certeza absoluta de que ele toparia pelo dinheiro e pela nossa amizade. O pagamento gordo prometido pelo italiano ia ajudar bastante.

Acionei o celular na hora, fiz a ligação e marcamos um encontro relâmpago num barzinho ali perto. O safado já chegou pedindo um chopp com o dinheiro adiantado, kkk, por puro desespero financeiro.

Sentamos na mesa, pedimos outra rodada e expliquei tudo tintim por tintim. Eu achava que ele ia dar uma gargalhada, engasgar com a cerveja ou me zoar inteira.

— Tu tá louca, Letícia? Vai me botar na galha dos outros agora?

— Deixa de ser tonto, Jonas, escuta o plano direito. É uma atuação de teatro, o cara vai pagar muito bem por isso e tu só vai precisar encenar, porra.

Homem se entende rápido nessas paradas. Quando viu a cor do dinheiro fácil, aceitou na hora. Passamos as duas horas seguintes rindo e combinando os detalhes de como seria a invasão da casa.

Ali a ficha caiu sobre o plano: não era promiscuidade barata, mas um desejo profundo, camuflado de tristeza, mágoa e uma busca doentia por alívio.

Para a farsa dar certo e parecer perfeita para o italiano, o Jonas e eu precisávamos de entrosamento real. No primeiro dia de ensaio na minha kitnet, o clima era de piada, mas bastou a gente se encostar para a tensão sexual acumulada virar fogo de verdade. Não era só teatro; era a química entre dois parceiros de longa data explodindo antes do show.

— Olha aqui, Jonas... se a gente não testar isso na prática, tu vai travar na hora do italiano. Vem cá, deixa de bobagem e me mostra o teu potencial — falei, puxando ele pela cintura.

— Ah, tu quer teste de verdade, Letícia? Então te ajeita aí que tu vai ver o profissional em ação!

Então, ele me puxou pra perto, sem enrolar. Eu já tava ali, sabendo o que vinha. Fui deitando devagar, de bruços, e ele puxou minha calça jeans pra baixo, jogou de lado. Fiquei de quatro, bunda empinada, esperando por ele. Soltou o seu pau, bateu de leve na minha coxa, e entrou de uma vez, fundo pra caralho. Gritei baixinho, agarrei o lençol com força.

— Puta que pariu, Jonas! Tu não brinca em serviço, né, seu alemão safado?!

— Te avisei, gata! Tu pediu atuação de verdade, agora aguenta o tranco!

Ele começou a bater, sem parar, ritmo firme, cada estocada entrando tudo e saindo quase inteiro de novo. Eu gemia, balançava junto, sabia exatamente o que ele queria. Segurou meus cabelos com uma mão, a outra apertou minha bunda, e foi mais forte, mais fundo. Eu sentia cada batida, sem fingir nada, sem teatro. Tava curtindo de verdade.

Virei de costas, abri minhas pernas para o seu corpo. Ele veio por cima, entrou devagar, foi pegando ritmo aos poucos. Olhei nos seus olhos enquanto ele metia, passei a mão nas suas costas, arranhei de leve.

— Assim, meu parceiro... gosta quando eu te arranho, né?

— Tu me deixa louco desse jeito, Letícia! Fala que o seu alemão te comanda!

Ele baixou a cabeça, chupou meus peitos, mordeu sem doer, sem parar de bater. Joguei a cabeça pra trás, gemia sem esconder. Segurou minhas mãos, prendeu no colchão, e foi mais fundo, mais pesado. Eu abri mais, dei tudo, não segurei nada. Se ele queria assim, era assim que ia ser. E eu tava gostando mais do que ele.

Virei de lado, ele veio junto. Minha perna subiu na sua cintura. Entrou devagar, bateu diferente, mais lento, mais gostoso. Abracei o seu pescoço, beijei a sua boca enquanto metia. Senti cada centímetro entrando e saindo, sem pressa, sem correria. Apertei minhas pernas no seu corpo, puxei para mais perto.

— Tu é muito gostosa, Letícia... que loucura essa farsa que a gente tá armando — ele sussurrou, arfando no meu ouvido.

— Não pensa no dinheiro agora, Jonas... foca no meu corpo, foca em mim!

Ele acelerou de leve, gemia perto do meu ouvido, falou meu nome baixinho. Isso mexeu comigo, pra caralho. Não é só o corpo, é o jeito que faz, o olhar, o som. Isso que faz valer a pena.

Virei de quatro de novo, o alemão ficou atrás. Segurou meus quadris com as duas mãos e mandou com tudo. Bateu na minha bunda com a mão aberta, deixou marca.

— Toma, sua gostosa! Vai dizer que o teu cliente aguentava isso?!

— Mete mais forte, Jonas! Eu não sou boneca, não, me fode de verdade!

Eu empurrava de volta, também jogo. Ele puxou meus cabelos, me ergueu um pouco, não parou de bater. O som de pele batendo em pele enchia o quarto, não tinha ninguém pra ouvir, só nós. Eu gemia alto, sem vergonha nenhuma. Se ele quer barulho, eu dou barulho. Se ele quer força, eu dou força. Tamo aqui pra curtir, não pra fingir.

Me puxou pra cima, me fez sentar nele de frente. Desci devagar, sentando tudo de uma vez. Comecei a subir e descer, olhando firme nos seus olhos.

— Olha pra mim, Jonas... me diz se tu já cometeu uma diretora dessas! Quer dizer, se tu já comeu uma diretora dessas!

— Tu é uma rainha, Letícia! Comandar tu é um privilégio!

Ele segurou minha cintura, ajudou, empurrava quando eu descia. Beijei ele enquanto mexia, língua, tudo. Apertou minha bunda, me puxou mais perto, não deixou espaço entre nós. Eu sentia tudo, o calor, o coração batendo forte, ele entrando e saindo. Fui mais rápido, mais forte, ele acompanhou. Dois corpos, um ritmo. Nada de fingimento, nada de frescura. Só a gente.

Fizemos ensaios na minha kitnet, dois dias inteiros treinando a cena. O cara era burro demais, kkk! Não entendia nada, esquecia o texto, errava a porta, parecia um barman perdido.

— Caralho, Jonas, tu entra pela sala, não pela janela da cozinha, seu jegue!

— Calma, diretora, deixa eu pegar o pique do personagem!

Mas no fim ele acabou atuando com veracidade, emoção e naturalidade. Os seus olhos brilhavam, transformando tudo em realidade, exatamente como o esperado.

Estava tudo pronto: encenações, roupas adequadas, um plano digno de Oscar.

No dia marcado, 11 horas da manhã, começou o drama erótico na sua casa — que na farsa era a nossa casa, com o meu papel de esposa trapaceira. Toquei o interfone e ele atendeu seco.

— Oi, amor, estou chegando em casa!

— Tá, tô te esperando pra conversar!!

— Aconteceu alguma coisa?

— Não!! Só vem logo!

Percebi que ele já estava atuando na mesma hora. Usei a chave que ele próprio tinha me entregado antes. Entrei com toda elegância do mundo, largando a bolsa e a chave na mesinha da entrada. Eu estava de salto alto, um vestido longo muito bonito, bem maquiada, cheirosa, sexy e elegante.

Fui até a sala. O italiano estava sentado vestindo calça social, sapato, camisa aberta no peito, jogado meio de lado no sofá, bebendo uísque sem parar. Olhar fixo, o copo quase largado no chão, um silêncio total. Eu já tinha o script inteiro na cabeça.

Pensei comigo: Caralho! O cara vai ganhar o Oscar!! Puts! Essa cara de corno, revoltado, estressado... Aposentava o Leonardo DiCaprio no mesmo dia!! O bicho tava tão pilhado que parecia que ia infartar a fumar... infartar a qualquer momento!! Mas senti um orgulho imenso da atuação de nós dois.

— O que foi, meu amor?!

— O que foi?! O que foi?! Eu que te pergunto!! Eu quero saber!! Pois, na verdade, eu não sei mais nem quem é tu, Letícia!!

— Aí, Fernando, tu não vai começar, por favor!!

— Eu começar?! Não!! Tu que começou!!

— Tá, Fernando, o que tu quer que eu diga pra ti?! Tu quer que eu minta?! Ou tu quer que eu fale a verdade?! A verdade eu já te disse!!

— Não!! Não quero que tu minta!! Não quero que tu minta mais pra mim!! Já mentiu muito pra mim!! Eu quero que tu fale a verdade, porque eu sei que essa tua verdade não é verdade, é mentira, porque tu estava com alguém!!

— Fernando, eu já te disse que eu não estava com ninguém, eu estava com as minhas amigas!!

Ele se aproximou de mim, cheirou meu pescoço, me encarou fixo, soltou uma gargalhada amarga e começou a caminhada pela sala.

— Amigas com cheiro de perfume amadeirado?!

— Não sei da onde tu tá sentindo cheiro de perfume amadeirado!!

— É?! Perfume de homem!!

— Ah, é?! Provavelmente foi alguém com quem eu esbarrei!!

— Esbarrou?! Tu foi pra cama com o cara!!

— Fernando, eu estava com as minhas amigas!!

— Então me diz que amigas são essas?!

— Ah, Fernando, minhas amigas!! Kkkkkkk!!

— Então suas amigas têm um cacete no meio das pernas?! É isso, Letícia?!

Olhei fixo pra ele, sentindo uma leve emoção ao ver aquele homem tremendo. A atuação estava excelente.

— Sim, sim!! Eu estava com um homem!! Eu esbarrei com ele, ele me agarrou, me levou pra sua casa e nós transamos muito!!

— Viu o que eu te falei?! Eu não me engano!! Eu não me engano nunca!!

— É, tô vendo que tu não te engana, seu italiano burro, kkkkkk!!

— Eu burro?! Ah, Letícia, me poupe, me poupe!! E... e o que mais?! O que ele fez contigo?!

— Ah, Fernando, me poupe!! Agora sou eu que te peço: me poupe!! Eu não vou ficar te dando detalhes do que aconteceu!!

Ele andava de um lado para o outro, gesticulando com os braços, completamente nervoso, com a fúria evidente no seu rosto.

— Mas eu quero saber!! Eu tenho direito de saber!! Eu que pago as tuas contas, tu é minha mulher, nós somos casados... Eu quero saber tudo!!

Sentei no sofá, cruzei as pernas e mantive a pose de debochada.

— Então tá!! Tem certeza de que tu quer saber?! Olha lá, hein... Eu vou te contar tudo!!

O meu cliente se virou pra frente, sentou na minha frente com as pernas abertas, serviu mais uísque, deu um gole largo e me encarou com os seus olhos vidrados.

— E aí?! Vamos lá, fala!!

— Sim, nós transamos muito, ele me comeu pra caralho, de ontem, de hoje e pra amanhã!! Era isso que tu queria saber?!

— Sim... era isso!! E tu chupou ele, né?!

— Sim, Fernando!! Eu chupei muito ele!!

Ele desviou o olhar, fixou a cara na parede, deu outro gole pesado no uísque e respirou fundo.

— Por que tu não me chupa?! Por que tu nunca me chupa desse jeito?!

— Porque o seu é melhor!! E é isso que tu queria ouvir?!

— Se o seu é melhor, Letícia... Então eu quero conhecer esse cara agora!! Liga pra ele!!

— Tu has certeza, Fernando... Tu tem certeza, que tu quer ser humilhado dentro da nossa casa?!

— Liga pra ele agora, Letícia!! Não me faz perder a paciência!!

Olhei pra ele vendo que ele já não aguentava mais o teatro, rindo por dentro. Levantei devagar, peguei o celular na bolsa e mandei a mensagem discreta pro Jonas, que já estava postado na esquina do prédio.

Fui até a porta e abri só uma fresta. Ficamos conversando bem baixinho na porta, sussurrando para o italiano não pegar os detalhes.

— Olha só, a história mudou muito, mas tenta entrar no jogo naturalmente, não me estraga a cena — sussurrei.

— Ei, tu me conhece, gata! Tu vai ficar de boca aberta com a minha atuação, deixa um profissional trabalhar e fica tranquila, caralho.

— É por isso que eu tu escolhi... que eu te escolhi, kkk!

— Ei! Ei! O que é que vocês estão falando aí cochichando na porra da porta?! — berrou o Fernando de lá de dentro.

— Calma, italiano do caralho, espera um pouco! Me deixa conversar com ele em paz!

— Tá, mas vocês já não conversaram muito?! Se já passaram a manhã inteira fudendo, agora quer ficar aí de segredinhos na minha cara?!

Dei um longo beijo na boca do meu parceiro ali mesmo, segurei a sua mão e fomos em direção à sala. O traído andava de um lado para o outro como um leão jaulado, segurando o copo e bebendo uísque sem parar.

— Fernando, ele é o Jonas, meu... meu...

— Teu amante! É isso que tu ia dizer, sua desgraçada?!

O alemão deu um passo à frente, com a maior marra:

— Prazer, Fernando. Ela fala muito de ti, sabia?

O corno soltou uma gargalhada histérica, cuspindo o uísque:

— Hahaha! É, mas não fala de ti pra mim, seu filho da puta!

— É, acho que não, mas agora estou aqui na tua casa.

Ele ficou parado encarando o meu amigo, fuzilando com os seus olhos. Bebeu mais um gole seco, serviu mais uísque na garrafa, pegou outro copo, encheu até a borda e me alcançou fazendo um gesto bruto:

— Pega e entrega, dá pro teu... dá pra ele!

— Obrigado, Fernando, esse deve ser muito bom!

— É muito, mas é só esse que tu vai beber!

— Ótimo, só um pouquinho tá ótimo.

O Jonas me deu uma piscadinha discreta. Aproveitei o gancho pra sair de cena por um minuto.

— Tá, agora já volto, preciso retocar a maquiagem e fazer xixi, OK? Não vão se matar, é bom pras duas partes, com licença... humm.

Deixei os dois sozinhos e fiquei escutando atrás da porta do banheiro. O meu cliente partiu pra cima do alemão na seca:

— Então, seu safado... é tu quem tá fudendo com a minha mulher? É isso? E há quanto tempo, caralho?! Fala a verdade se não quiser que eu tu... que eu te bote pra correr daqui, cara!!

— Olha só, meu chefe, pra te falar a real, já faz alguns meses que a gente se pega por aí. E quer saber de uma coisa? Toda vez que a gente tá na cama, ela não para de falar de ti, sabia? Fica dizendo que tu é louco, que banca as paradas, mas que na hora do vamos ver debaixo dos lençóis tu deixa a desejar.

— Ela fala isso?! A minha mulher fala isso de mim pra ti, seu desgraçado?! Pois eu quero ver se tu é tudo isso mesmo que ela diz! Eu quero ver com os meus próprios olhos! Quero que tu coma ela aqui agora, na minha frente, bem do meu lado!

— Ah, é? Tu tem estômago pra ver a tua mulher dando pra outro na tua própria casa, na tua sala? Se pagar bem o cachê, por mim tá fechado, chefe.

— Eu pago o quanto for preciso! Só quero ver o estrago! Come ela agora, vai! Quero ver tu fuder com ela até ela gritar o meu nome!

Abri a porta devagar, fingindo que tinha acabado de me arrumar, sentindo meu corpo pegar fogo de verdade. O Jonas veio pra cima de mim, me puxou pelo braço com força, com os seus olhos brilhando de um tesão descontrolado.

— Vem cá, sua vagabunda! O teu amiguinho aqui disse que tu adora dar pra ele. Então vai ser agora, aqui na minha frente, na sala inteira, pra eu ver se é verdade!

Dei um sorriso de canto. Ele tirou a camisa, mostrando o seu corpo sarado e suado. Soltei um gemido safado enquanto o Nando corria pra buscar mais uísque. O clima na sala pegou fogo. O alemão me puxou com violência pela cintura, meteu a mão no meu cabelo e colou a sua boca na minha numa fúria selvagem, uma língua explorando a otra... a outra num beijo molhado e quente.

O italiano ficou plantado de pé, de olhos vidrados, respiração pesada e as suas mãos trêmulas por cima da calça social, batendo uma punheta violenta, apertando o seu pau duro e latejante por cima do pano.

Para transformar a dor em prazer supremo, o Nando quis ir ao ápice absoluto para se libertar do trauma da traição. Ele quis que o Jonas e eu participássemos de uma loucura inesquecível na sala: ser servida e possuída pelos dois homens ao mesmo tempo, num pacto de desejo e liberdade que celaria o fim do passado.

Chegou o momento que eu tava esperando. O Fernandão e o Jonas, os dois ali, os dois paus duros, os dois olhando pra mim. Eu ajoelhei no chão, entre eles. Olhei pra cima, pros dois. Abri a boca, puxei o meu italiano primeiro.

— Vem, meu cliente lindo... deixa eu te provar primeiro — falei, olhando nos seus olhos.

— Isso, Letícia... engole tudo, mostra pro alemão do que tu é capaz! — disse o Nando, arfando.

Chupei devagar, tudo, até a garganta. Ele segurou minha cabeça, gemendo, falou baixinho que tava gostando. Enquanto eu chupava o seu pau, o Jonas veio por trás, me puxou de leve, encaixou a sua ferramenta na minha boca também. Virei de lado, um de cada lado. Chupei os dois ao mesmo tempo, trocando, lambendo, sugando. Os dois gemendo, os dois me tocando, os dois com os olhos em mim. Eu não tava fingindo, tava amando cada segundo.

Me puxaram pra trás, me deitaram de costas. O Fernandão entrou na minha boca, o Jonas na minha buceta. Os dois ao mesmo tempo. Eu fechei os olhos, senti os dois.

— Chupa meu pau bem gostoso, minha mulher... enquanto o seu amante te come! — provocava o Nando, entrando na minha garganta.

— Puta que pariu, que buceta quente, chefe! Ela tá gostando demais disso aqui! — gritava o alemão.

Chupava o italiano enquanto o Jonas metia devagar, fundo. Os dois ritmos diferentes, eu tinha que acompanhar os dois. O alemão foi acelerando, batendo mais forte, o Nando empurrava mais fundo na minha boca. Eu gemia em volta do seu órgão, sem parar de chupar. Os dois ao mesmo tempo, me enchendo toda, sem espaço, sem folga. Perfeito.

Me viraram de quatro, bunda empinada pra cima. O Jonas ficou atrás, o Nando na frente. O alemão entrou por trás, metendo forte, batendo na minha bunda. O Fernando encaixou na minha boca, eu chupava enquanto ele batia de leve.

— Olha pra mim, Letícia! Teu marido tá vendo tudo, engole meu pau! — dizia o Nando, caindo na tentação do teatro.

— Segura a cabeça dela, chefe, que eu vou socar forte atrás! — berrava o Jonas, dando tapas secos na minha bunda.

Eu me movimentava no ritmo dos dois, sem saber pra onde ir, perdida de tanto prazer. O Jonas segurou meus quadris, bateu firme, sem parar. O Fernandão segurou minha cabeça, empurrou devagar, me fez engolir tudo. Eu não recusei nada, aceitei tudo, os dois ao mesmo tempo, me comendo viva.

Me puxaram pra sentar, de costas pro meu cliente. Ele entrou por trás, devagar, bem fundo. O alemão ficou na frente, pau duro na minha boca. Eu abri, chupei ele enquanto o Nando metia por trás.

— Isso, meu amor... sente o seu homem te comendo por trás e o alemão na tua boca!

— Tu é uma louca maravilhosa, Letícia... que suruba perfeita! — gemia o Jonas.

Os dois ao mesmo tempo, um na boca, um na buceta. Fechei os olhos, senti os dois me preenchendo toda. O Nando bateu devagar, firme, o Jonas empurrava de leve na minha boca. Eu gemia, os dois sentindo o meu gemido. Ninguém falava nada por alguns segundos, só o som dos corpos, dos gemidos, da respiração pesada. Tava tudo perfeito.

Aí veio o que eu mais queria. Me deitaram de costas, abri minhas pernas ao máximo. O Fernandão entrou primeiro, bem devagar, fundo. Depois o Jonas veio por trás, encaixou no mesmo espaço, e entrou também. Os dois paus ao mesmo tempo, na minha buceta. Dupla penetração. Gritei, joguei a cabeça pra trás, os dois dentro de mim, me preenchendo toda, sem espaço nenhum.

— MEU DEUS! NANDO! JONAS! OS DOIS DENTRO DE MIM! PUTA QUE PARIU! — eu berrei, em êxtase puro.

— Segura, Letícia! Nós dois tamo juntos te comendo, minha mulher! — gritava o Nando, descarregando tudo.

— Que loucura, meu Deus! Os dois paus atolados nessa gostosa! — urrava o alemão.

Fiquei parada um instante, sentindo os dois, os dois quentes, os dois pulsando. Depois começaram a bater, um de frente, um de trás, devagar primeiro, depois mais forte, mais fundo, ao mesmo tempo. Eu gritava, agarrava os dois, sem saber onde agarrar. Os dois me comendo ao mesmo tempo, sem parar, sem folga. Foi o melhor que já senti na minha vida. Os dois gemendo, os dois suando, os dois me amando ao mesmo tempo. Não fingi nada, não escondi nada. Tava entregue, toda deles, sem volta. E que assim seja.

A emoção tomou conta de uma tal forma que a barreira do teatro começou a ceder, abrindo brecha para uma verdade muito mais profunda. O Jonas, percevendo o turbilhão que se formava na cabeça do meu cliente, parou o ritmo, olhou bem nos seus olhos e fez um gesto firme com a cabeça, chamando ele pra participar de vez daquele momento.

O italiano, tomado por um misto avassalador de posse, ciúme primitivo e uma paixão que transbordava, entendeu que não podia mais ficar de fora. Meu grande amor secreto se aproximou, despindo-se de qualquer vestígio de orgulho ferido. A cena ganhou contornos de uma intensidade indescritível. O safado do Jonas cedeu o espaço com uma cumplicidade impressionante, se posicionando ao lado enquanto o Nando assumia o controle com uma força nova, transformando o que era simulação em uma entrega absoluta.

Nesse instante, fui puxada pro colo do Nando. Sentei de frente pro meu italiano, olhando diretamente nos olhos dos dois, com o peito explodindo de sentimentos contraditórios e reais. Envolvi o seu rosto com as minhas mãos e declarei:

— Olha pro Jonas, meu amor... mas pra mim é tu! Sempre foi tu!

O clima na sala mudou completamente, transformando o ambiente num santuário de intimidade, emoção e aceitação mútua. O Jonas permaneceu ali por perto, sentado no canto do sofá, com um olhar de respeito, carinho e cumplicidade, observando cada movimento daquele desfecho que ele mesmo ajudou a tornar possível, agindo como o elo improvável de uma loucura que nos salvou.

O Fernando me acolheu com uma postura completamente nova, livre de qualquer máscara, armadura ou insegurança do passado. O seu olhar brilhava com uma intensidade que eu nunca tinha visto antes, carregado de uma emoção profunda e genuína, transbordando de um amor que finalmente encontrava o seu caminho de volta.

Aquele momento era mágico, era muito esperado. Infelizmente aconteceu naquela situação doida, mas eu e o Fernando conseguimos recolher ali tudo o que nós precisávamos para curar as nossas feridas, lavar a alma e reacender aquela paixão de uma maneira visceral e verdadeira.

Ele se entregou a mim por inteiro numa sequência inesquecível. Ele metia em mim com tanto carinho, tanta vontade, tanta delicadeza e tanta paixão que parecia querer compensar todo o tempo perdido. Socava tudo, mas com uma agressividade suave, gostosa de sentir, que fazia o meu corpo inteiro estremecer.

O pau dele estava todo atolado dentro de mim, preenchendo cada espaço do meu corpo e da minha alma de um jeito único. Eu nunca tinha visto o pau dele duro daquela maneira; era a primeira vez, ou melhor, a primeira vez de verdade em tudo. Ele sabia transar tão bem, sabia mexer aquele órgão imenso dentro de mim com uma maestria e uma sensibilidade que me tiravam o chão.

O pau preenchia cada centímetro, e o som das bolas dele batendo ritmadamente contra a nossa... contra a minha bunda misturava-se aos nossos gemidos altos. Era tão gostoso, tão esperado, tão romântico e tão real. Tão real não... era REAL! Era a minha história, a minha vida mudando ali, naquele exato momento, enquanto o mundo lá fora simplesmente deixava de existir.

O Jonas peladão, careca e de cavanhaque, sentado no canto, olhava pra nós naquele nosso novo mundo, assistindo com um sorriso sincero no rosto. Aquele amor estava se reacendendo de uma forma louca e profunda. Era o nosso momento sagrado, e o meu amigo precisava estar lá, pois foi ele quem possibilitou essa catarse com a sua lealdade.

Depois que a gente assumiu que se amava e lavou a alma, o Fernando queria recuperar cada dia perdido em que a gente só ficava abraçado. Ele queria me sentir em todos os cantos, testar seus limites, me possuir sem vergonha. A gente precisava de uma maratona de entrega, sem espaço para timidez.

— Meu amor... eu quero limpar qualquer lembrança triste da nossa história. Quero te amar aqui, no banheiro, no carro, onde der! — disse o Nando, com os seus olhos brilhando de paixão.

— Tu me tem todinha, meu italiano... faz comigo o que tu quiser!

Fomos pro banheiro, ligamos o chuveiro. Água quente escorrendo nos dois. Fiquei de costas pra ele, o seu corpo colou no meu. Abraçou minha cintura, beijou meu pescoço. Encostou o seu pau na minha bunda, esfregou de um lado pro outro, me fazendo arrepiar toda. Entrou devagar, bem fundo, a água lavando tudo.

— Tu tá sentindo como meu corpo te deseja, Letícia? — ele murmurou, me apertando.

— Tô sentindo, meu amor... o teu pau tá lindo, tá gigante!

Começou a bater devagar, sem pressa, a sua mão na minha barriga, me puxando pra trás. Eu segurei na parede, inclinei pra frente, ele foi mais fundo. Gemia baixinho, a água misturando com o suor. Quente, molhado, perfeito.

Me virou de lado, encostou minhas costas na parede. Levantou minha perna, segurou firme. Entrou num ângulo que doeu de bom. Bateu devagar, cada vez mais fundo. Olhei nos seus olhos, ele me olhou de volta.

— Tu é a minha mulher, Letícia... pra sempre minha!

— Sou tua, Nando! Me fode, meu italiano querido!

Beijei a sua boca, ele veio com vontade, língua inteira, sem poupar. A água caía nos dois, não importava mais nada. Ele me segurou firme, minhas pernas escorregadias, não deixou eu cair. Ficamos assim um tempão, só sentindo, sem pressa de acabar.

Saímos do banheiro, nos enxugamos rápido. O tesão tava tão fora do controle que fomos pro seu carro, estacionado na garagem privativa. Entrei no banco de trás, ele veio atrás. Fechou a porta, escurinho, só a luz da rua entrando fraco. Me deitei, ele abriu minhas pernas. Entrou devagar, o banco rangendo de leve. Espaço apertado, mas não atrapalhou nada.

— Meu Deus, Nando... aqui na garagem?! Se alguém aparecer?!

— Ninguém vai aparecer, minha linda... hoje o mundo é nosso!

Ele segurou na porta pra ter mais força, bateu firme, fundo. Eu agarrei o banco, gemia baixo, com medo de alguém ouvir, mas não conseguia parar. O carro balançava de leve, cada batida mais forte que a outra.

Fiquei de lado, ele de ladinho também. Encaixou, entrou. Espaço pequeno, mas deu certo. Bateu devagar, ritmo gostoso, sem correria. Abracei o seu pescoço, ele me puxou pra perto, nossas testas coladas. Beijamos entre um gemido e outro. O carro balançava, ninguém via, ninguém sabia. Só nós.

— Te amo, Nando... tu é o homem da minha vida!

— Eu te amo, Letícia! Sempre te amei, minha esposa!

Ele foi acelerando de leve, eu acompanhava, subia e descia junto. Não tinha pressa, não tinha horário. Era só o momento, só a gente.

Me virou de quatro no banco, bunda pra cima. Ficou de joelhos atrás de mim. Entrou com tudo de uma vez. Gritei, abafei no estofado. Bateu forte, sem parar, o banco empurrando de leve. Segurou meus quadris, me puxava pra trás em cada estocada. A sua virilha batia na minha bunda, som seco, pesado.

— Sente o meu amor te preenchendo toda, Letícia!

— Mete mais fundo, meu homem! Me rasga inteira!

Eu agarrei o encosto da frente, não tinha onde me segurar, mas não importava. Quanto mais forte, mais eu queria. Ele metia fundo, cada vez mais fundo, eu gemia sem parar, sentindo tudo, sem esconder nada.

Depois que tudo terminou e o vulcão de sentimentos se acalmou, nós três ficamos atirados no sofá, exaustos, suados e com a alma lavada. Eu fiquei no meio deles, recebendo todo aquele carinho sem nenhum julgamento.

Me levantei devagar e fui pro banheiro retocar o rosto, deixando os dois sozinhos na sala por alguns instantes. Pela fresta da porta, ouvi a conversa sincera e definitiva dos dois:

— E aí, cara? Fala a verdade pra mim... tu curtiu mesmo comer ela ou foi só pelo dinheiro que eu te paguei?

— Ah, chefe... pra ser sincero contigo? A Letícia, tua mulher, porra meu, é uma pessoa incrível, mulher de uma índole perfeita, mulher verdadeira, justa, carinhosa e te ama muito. Ela é uma delícia na cama, fode como poucas mulheres que eu já tive na vida. Mas tu sabe que no fim das contas ela é só tua, meu! Sei que tu também tem um carinho incrível por ela, como ela tem por ti. E eu aqui sou um nada, tu sabe disso, né?! Cara, tu tem uma mulher que muitos homens matam mil leões pra ter do lado, e tu a tem aqui. Vocês dois se amam e não querem admitir.

O Fernando ficou olhando pro Jonas em silêncio, absorvendo cada palavra, e bebeu o restante do uísque de uma vez só. Em seguida, levantou a cabeça, respirou fundo e chamou alto:

— Ei, Let!! Letícia!! Vem aqui!!

— Ou, fala! Tô indo!

Caminhei até a sala com o coração na boca, sentindo que a nossa vida inteira estava sendo decidida ali.

— Tenho que te falar o que eu tinha dito antes de tudo isso acontecer.

O italiano olhou pro Jonas, sorriu com profunda gratidão, apertou a sua mão com firmeza agradecendo de coração tudo o que ele falou e fez por nós. Depois, virou-se para mim, com os olhos rasgados de uma emoção limpa:

— Meu Deus... eu estava esperando esse momento... Tu... tu quer ser a minha esposa legalmente?

— Eu?! Não existe nada mais importante no mundo do que isso!

O Jonas deu uma risada leve, ajeitou as suas bermudas e disse:

— É, agora é a minha deixa! Obrigado por tudo, tô indo nessa!!

Ele me deu um beijo carinhoso no rosto e sussurrou no meu ouvido:

— Seja feliz, muito feliz, minha grande amiga... esse homem é incrível, muito incrível. Tô indo, amigão! Valeu mesmo, cara!

Já se passaram quatro meses desde aquele dia transformador. Hoje estou esperando o nosso primeiro filho, grávida de dois meses. E o Nando, com o seu olhar mais radiante do mundo, já selou a nossa história dizendo que o nome do nosso menino vai ser Jonas.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 151Seguidores: 281Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

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Sempre novidades. Obrigado amigo tu está sempre inovando

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História envolvente e interessante, 5 Estrelas 🌟, porém foi estranho o desaparecimento total da esposa do Senhor Fernando dentro da história, no princípio é reiterado que ele é casado, mas em nenhum momento fez parte do desenvolvimento da história

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