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Capítulo 3: Chamas e Desejos à Beira da Piscina

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Grupal
Contém 1908 palavras
Data: 22/07/2026 15:07:11
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Fiquei sentado no sofá da sala por alguns minutos depois que Aline saiu para a piscina, tentando acalmar a respiração e o turbilhão na minha cabeça. Meu coração ainda batia forte com a confissão dela sobre Giovana ter tesão em mim. As imagens da madrugada se misturavam com o calor recente do nosso sexo rápido ali mesmo. Suspirei fundo, passei as mãos pelo rosto e decidi que precisava me recompor. Levantei, limpei rapidamente qualquer vestígio que tivesse ficado no sofá e fui para o banheiro de hóspedes no térreo.

Tomei uma ducha rápida, lavei o rosto e as partes íntimas com calma, sentindo o pau ainda semi-duro latejar com as lembranças. Sequei-me bem e troquei de roupa: vesti uma sunga preta justa por baixo de uma bermuda de banho leve cinza. A sunga marcava um pouco, mas era confortável para o calor do dia. Olhei-me no espelho por um segundo — aos 33 anos, ainda mantinha o corpo definido pelos treinos ocasionais e pela correria da empresa de TI. Respirei fundo mais uma vez e saí para o quintal.

O sol de sábado brilhava forte sobre a piscina. A visão que me recebeu foi de tirar o fôlego. Aline e Giovana estavam lindas, molhadas e radiantes. Giovana usava um biquíni verde-esmeralda pequeno, que contrastava perfeitamente com sua pele dourada pelo sol. O top mal continha seus seios firmes e jovens, redondos e empinados, com um decote que chamava atenção a cada movimento. A parte de baixo marcava sua bunda redonda e as coxas torneadas. Aline, ao lado dela, vestia um biquíni azul escuro elegante, que valorizava sua pele branca como porcelana. Seus seios fartos e pesados pareciam ainda mais apetitosos no tecido molhado, os mamilos levemente marcados. Os cabelos pretos ondulados dela caíam úmidos sobre os ombros.

Elas riam e conversavam, jogando água uma na outra. Meu olhar inevitavelmente se demorava em Giovana agora. Antes eu via minha filha com carinho paternal. Depois daquela madrugada, era impossível não notar cada curva, cada gota d’água escorrendo entre os seios dela. Senti um calor subir pelo corpo e o pau começar a inchar dentro da sunga.

— Oi, pai! Finalmente veio! — exclamou Giovana, acenando com um sorriso largo.

Aline me olhou com aquele brilho malicioso nos olhos, claramente se divertindo com a minha reação. Ela não disse nada, mas o canto da boca se curvou num sorriso enquanto me observava tentando disfarçar.

— Vou acender a churrasqueira. Vocês merecem um almoço decente depois da noite que tive — falei, tentando manter a voz casual.

Fui até a área gourmet ao lado da piscina. Acendi o carvão com fluidez, o cheiro de fumaça subindo no ar quente. Abri o freezer embutido e tirei algumas peças boas: picanha, linguiça, frango e um pouco de costela. Temperei rapidamente com sal grosso e coloquei as primeiras carnes na grelha. O som do chiado e o aroma logo se espalharam.

Enquanto virava as peças, não conseguia parar de olhar para elas. Giovana saiu da piscina, o corpo molhado brilhando ao sol. O biquíni verde grudava na pele, destacando os mamilos arrepiados pelo frio da água. Aline veio logo atrás, rebolando levemente, os seios balançando no azul escuro. Meu pau estava meio duro agora, pressionando a sunga. Aline percebeu e mordeu o lábio, claramente se divertindo com o meu tesão, mas sem falar nada. Apenas trocamos olhares cheios de cumplicidade.

As primeiras carnes começaram a ficar no ponto. O cheiro estava irresistível.

— Meninas, venham comer! As primeiras estão prontas — chamei.

Elas vieram correndo, rindo. Giovana se aproximou primeiro, colando o corpo molhado no meu para pegar um pedaço de picanha com o garfo. Seus seios firmes e macios pressionaram meu braço e o lado do meu peito. Senti o bico duro roçando minha pele através do biquíni fino. Meu pau endureceu completamente, formando um volume evidente na bermuda.

— Hum, que delícia, pai... — murmurou ela, mordendo a carne ainda quente, o corpo ainda colado no meu por mais tempo que o necessário.

O calor dos seios dela, a maciez, o cheiro de cloro misturado ao perfume doce da pele... fiquei excitado demais. Aline, que observava tudo de perto, soltou uma risadinha baixa e falou sem pudor algum:

— Menina, deixa de se esfregar no seu pai. Vai deixar ele de pau duro.

Giovana olhou para baixo descaradamente, vendo o volume marcado na minha bermuda. Em vez de se afastar envergonhada, ela deu um sorriso lento e safado para mim, os olhos brilhando com a mesma malícia que eu tinha visto na madrugada. Meu rosto ficou vermelho, uma mistura de vergonha e excitação intensa.

— Ops... — disse Giovana, rindo.

As duas se entreolharam e caíram na gargalhada, cúmplices. O clima ficou elétrico. Aline se aproximou por um lado, Giovana pelo outro. Sem dizer mais nada, elas me guiaram até uma das espreguiçadeiras grandes e confortáveis da área da piscina, um pouco afastada da churrasqueira.

— Deixa a gente cuidar disso, amor — sussurrou Aline, já se ajoelhando na minha frente.

Giovana se ajoelhou ao lado dela, os olhos fixos na minha sunga. Meu coração batia forte. Aline puxou a bermuda e a sunga para baixo de uma vez, liberando meu pau grosso e duro, que pulou para cima. As duas suspiraram admiradas.

— Nossa, pai... é tão grande... — murmurou Giovana, fascinada.

Como ela não tinha muita experiência com meninos, Aline tomou a iniciativa com maestria. Segurou a base do meu pau e lambeu toda a extensão, devagar, olhando para mim. Depois ofereceu para Giovana.

— Chupa junto, Gi. Devagarinho no começo.

Minha filha se aproximou hesitante mas curiosa. Sua língua quente tocou a cabeça inchada, lambendo uma gota de pré-gozo. O contraste entre a experiência de Aline e a inocência curiosa de Giovana era enlouquecedor. As duas começaram a me chupar juntas: línguas se entrelaçando ao redor da glande, bocas alternando em descer pela extensão, sugando as bolas. Os biquínis de Aline (azul escuro) e de Giovana (verde) balançavam com os movimentos, aqueles seios roçando minhas coxas.

Eu gemia baixo, segurando os cabelos molhados delas. Aline era intensa, descendo fundo na garganta. Giovana era mais gentil, explorando, beijando e lambendo com entusiasmo crescente.

— Porra... que delícia... — gemi.

Aline sorriu, safada, e olhou para Giovana.

— Quer ver seu pai comer minha bunda enquanto você continua se esfregando ele?

Giovana assentiu, excitada. Aline se posicionou de quatro na espreguiçadeira ao lado, empinando a bunda branca e redonda. Puxou o fundo do biquíni azul para o lado, expondo o cuzinho rosado e apertado. Eu me ajoelhei atrás dela, ainda sendo chupado por Giovana, que agora lambia minhas bolas com dedicação.

Depois do boquete compartilhado, o clima entre nós três estava ainda mais quente. Meu pau continuava latejando, brilhando com a saliva misturada das duas. Aline, sempre a mais ousada, com um sorriso safado se posicionou de quatro na espreguiçadeira larga, empinando a bunda branca e perfeita. O biquíni azul foi puxado completamente para o lado, expondo sua boceta molhada e o cuzinho rosado e apertado.

— Come meu cu, amor... com força — pediu ela, olhando para trás por cima do ombro, os cabelos pretos ondulados caindo nas costas.

Eu me ajoelhei atrás dela, mas Aline fez um sinal para Giovana.

— Vem aqui, Gi. Esfrega minha buceta enquanto seu pai me fode o cuzinho.

Giovana, com os olhos brilhando de excitação, ajoelhou-se ao lado e deslizou a mão por baixo de Aline. Seus dedos delicados começaram a esfregar a boceta inchada da minha namorada em círculos lentos, pressionando o clitóris. Aline gemeu alto, empinando mais a bunda na minha direção.

Encostei a cabeça grossa do meu pau no cuzinho dela, esfregando devagar, sentindo o calor. Empurrei aos poucos. O anel apertado cedeu e eu entrei, centímetro por centímetro, no calor intenso e proibido. Aline soltou um gemido longo e rouco de prazer.

— Isso... mais fundo... me enche toda...

Comecei a estocar devagar, depois com mais força, minhas mãos segurando os quadris dela. O som das minhas coxas batendo na bunda macia de Aline misturava-se com os gemidos dela e o barulho molhado dos dedos de Giovana esfregando sua boceta. Giovana olhava fascinada, mordendo o lábio, os seios firmes no biquíni verde balançando a cada movimento do braço.

Aline gozou intensamente. Seu corpo tremeu, o cuzinho apertando meu pau em espasmos ritmados enquanto ela soltava gemidos altos e molhados. Giovana não parou de esfregar, prolongando o orgasmo da minha namorada até Aline cair com o rosto na espreguiçadeira, ofegante e sorridente.

— Agora é sua vez, Gi... — disse Aline, ainda recuperando o fôlego. — Você vai dar esse cuzinho gostoso pro seu pai hoje.

Ficamos um pouco nervosos, mas o desejo era maior. Giovana assentiu, corada. Aline fez com que eu deitasse de costas na espreguiçadeira, o pau duro apontando para cima, brilhando com os fluidos. Aline ajudou Giovana a se posicionar por cima de mim, de costas para o meu rosto, de frente para Aline.

Aline cuspiu bastante saliva diretamente no cuzinho virgem e rosado da minha filha, espalhando com os dedos. Depois enfiou um dedo devagar, depois dois, alargando com cuidado e paciência, girando e abrindo o apertado anelzinho.

— Relaxa, Gi... respira fundo. Vai doer um pouquinho no começo, mas depois fica delicioso — murmurou Aline, carinhosa e safada ao mesmo tempo.

Giovana gemeu baixinho quando Aline adicionou mais cuspe e um terceiro dedo, preparando-a. Meu pau latejava de expectativa.

— Agora senta devagar, princesa — orientou Aline.

Segurei a base do meu pau. Giovana desceu lentamente. A cabeça inchada pressionou o cuzinho dela. Com a ajuda de Aline, que segurava as nádegas da minha filha abertas, ela desceu mais. Senti o aperto extremo, quase doloroso de tão apertado. Giovana soltou um gemido agudo, misturado de dor e prazer, enquanto o cuzinho virgem engolia meu pau centímetro a centímetro.

— Ahh... pai... tá tão grande... — sussurrou ela, a voz tremendo.

Quando eu estava quase todo dentro, Aline começou a esfregar a boceta de Giovana com a mão habilidosa, circulando o clitóris inchado enquanto beijava os seios da minha filha por cima do biquíni verde. Eu segurava a cintura dela, ajudando nos movimentos suaves para cima e para baixo.

Giovana começou a rebolar devagar, acostumando-se com a sensação de estar completamente cheia no cu. Os gemidos dela ficavam mais altos e mais gostosos a cada descida. Aline acelerou os dedos na boceta dela, enfiando dois dedos enquanto continuava estimulando o clitóris.

— Goza pra gente, Gi... goza com o pau do seu pai no seu cuzinho — incentivou Aline, a voz rouca.

O corpo de Giovana começou a tremer. O cuzinho apertava meu pau ritmadamente. Com um gemido longo e quase choroso, ela gozou forte — a boceta esguichando um pouco nos dedos de Aline enquanto o ânus pulsava ao meu redor. O orgasmo dela foi intenso, as coxas tremendo, os seios pulando no biquíni.

Eu não aguentei. Segurei firme a cintura dela e estoquei para cima algumas vezes, gozando profundamente dentro do cuzinho virgem da minha filha. Jatos quentes enchendo-a enquanto eu gemia o nome das duas.

Ficamos os três conectados por alguns momentos, ofegantes, suados e rindo baixinho de puro prazer. Aline beijou Giovana com carinho, depois se inclinou e me beijou também. O sol aquecia nossas peles, e o cheiro de churrasco ainda pairava no ar.

O dia definitivamente tinha tomado um rumo que eu nunca havia imaginado... mas que eu já não queria mais voltar atrás.

Ficamos os três ofegantes, rindo baixinho, o clima leve e carregado de desejo. A carne na churrasqueira precisava de atenção, mas nenhum de nós tinha pressa.

O dia estava apenas começando.

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