Eu me chamava Edu na época, mas depois daquele dia passei a me sentir muito mais Duda.
Tinha 21 anos, magrinho, branquinho, 1,75m, corpo definido o suficiente pra chamar atenção. Tinha terminado o namoro há poucos meses e vivia me masturbando sem parar. Foi quando comecei a me perder em vídeos de crossdress, sissy e muito pornô gay. Aquilo me pegou de jeito. Criei um perfil falso no Facebook e entrei em grupos de pegação, banheirões e essas coisas. Foi lá que o Rogério me achou.
Contei que nunca tinha feito nada com homem. Ele foi super tranquilo, me acalmando. Até que marcamos. Eu morava em Vila Isabel, ele na Taquara — pra quem não é do Rio, é uma viagem de uns 40 a 60 minutos. Eu estava super nervoso. Ele pediu pra eu avisar quando chegasse no ponto final do ônibus que ele ia me buscar de carro.
Quando o carro parou, entrei tremendo, sem saber direito o que fazer. Rogério era um homem de uns 40 anos, branco, mais ou menos da minha altura, cabelo curto, barba por fazer com alguns fios brancos. Cheiro de macho maduro. Ele percebeu meu nervosismo, sorriu e pegou minha mão, colocando direto por cima da calça.
— Quer sentir? — perguntou.
Fiz que sim. Ele abriu o zíper, tirou o pau pra fora e eu comecei a acariciá-lo enquanto ele dirigia. Era uma pica honesta: uns 18cm, grossura média, veias marcadas, bem durinha. Eu babava só de sentir o peso quente na mão.
Chegamos, descemos do carro e fomos direto pro apartamento sem muita conversa. Assim que fechou a porta, ele me agarrou, beijando meu pescoço e apertando minha bunda com força.
— Que bundinha gostosa... — rosnou.
Perguntou se eu queria beber alguma coisa, mas eu disse que não. Me levou pro quarto — típico de homem solteiro, meio bagunçado —, me colocou na cama e mandou:
— Chupa meu pau.
Eu estava com fome. Me ajoelhei e enfiei aquela rola na boca com vontade. Chupava gostoso, lambendo a cabeça, descendo a língua até as bolas, babando inteiro. Enquanto eu mamava, ele puxou meu short e começou a me punhetar.
— Isso... mama gostoso, sua putinha. Que boca quente da porra.
Quando cansou, me virou de quatro. Puxou uma toalhinha, colocou embaixo de mim e pediu pra eu tentar gozar nela. Depois pegou a camisinha feminina interna — a primeira que eu via — e explicou que ia colocar dentro de mim, que era melhor e mais gostoso.
Encheu meu cuzinho de lubrificante, enfiou um dedo, depois dois, abrindo bem até eu ficar laceado. Eu delirava, empinando a bunda, doida pra sentir ele. Colocou a camisinha interna e posicionou a cabeça grossa do pau na minha entradinha.
— Vou comer você agora...
Empurrou. Puta que pariu. Eu vi estrelas. Parecia que meu cu ia rasgar ao meio.
— Aaaahhh caralho... tá muito grosso! — gemi alto.
Ele parou com só a cabeça dentro, acariciando minhas costas.
— Relaxa... respira. Esse cuzinho vai aguentar.
Foi um amor. Metia bem devagar, me dando tempo. A dor foi virando um prazer insano. Meu cu relaxou e começou a engolir aquela pica inteira. Quando ele percebeu que eu estava aguentando, aumentou o ritmo, socando cada vez mais fundo e gostoso.
— Tá gostando de levar rola, sua safada? — rosnou, metendo com força.
Eu já não conseguia falar direito. Só gemia como uma puta. Puxei o travesseiro e mordi com força — ali entendi o real significado de “morder fronha”. Cada estocada acertava minha próstata e mandava choque de prazer pelo corpo. Meu cuzinho apertava a rola dele toda vez que ele puxava, como se não quisesse soltar.
— Isso... me fode... mais forte! — implorei, já desesperado.
Comecei a me masturbar freneticamente enquanto ele me arrombava. Não demorou. Gozei como nunca na vida: jatos fortes, longos, sujando a cama toda (no final não respeitei a toalhinha). Meu cu apertava o pau dele sem parar. Rogério tremeu a perna, gemeu alto e eu senti o pau pulsando forte, enchendo a camisinha dentro de mim.
Ele caiu por cima, beijando meu pescoço suado, ainda enterrado.
Depois do banho, ajoelhei de novo e mamei ele debaixo da água até ele gozar pela segunda vez na minha boca. Engoli tudo, olhando pra ele.
A gente ainda conversou um pouco. Ele era médico, fazia pós-graduação. Eu contei que estudava Biologia na UERJ. Depois ele me levou de volta pro ponto de ônibus.
Voltei pra casa renovada. Fui pra lá como Edu e voltei tendo certeza que eu era Duda.