Capítulo 11: A Reunião
Três semanas haviam se passado desde aquele sábado inesquecível na casa de Aline. Nas semanas seguintes, mergulhei de cabeça em uma nova versão de mim mesma — uma vadia insaciável, livre de amarras e faminta por prazer. Cada dia trazia uma nova aventura. Dei meu cu para um motorista de Uber no banco de trás do carro, depois de uma corrida longa e silenciosa pela cidade à noite. O risco de ser vista pelas janelas só aumentava o tesão. Na academia, transei com um desconhecido musculoso no vestiário masculino vazio, deixando que ele me arrombasse contra os armários frios de metal, minhas pernas tremendo enquanto ele metia fundo e gozava dentro de mim. Cada foda me deixava mais molhada, mais ousada e, estranhamente, com um tesão ainda maior por Marcos. Ele, por sua vez, tinha comido Aline mais duas ou três vezes, e eu acompanhava tudo pelos prints e vídeos que ela me enviava sem filtro. Em vez de ciúme, aquelas imagens só me faziam tocar minha buceta latejante, imaginando os dois juntos enquanto eu me masturbava até gozar.
Naquela quarta-feira à tarde, o telefone tocou. Era Fred.
— Helena, tenho um trabalho importante aqui na empresa. Pode render um bom pagamento extra. Venha agora. E não se atrase.
Eu sabia que não era só trabalho. Meu cu piscou involuntariamente ao som daquela voz grave e autoritária. Tomei um banho rápido, depilei tudo com capricho e escolhi a roupa com intenção: uma saia lápis preta justa que marcava minha bunda redonda, uma blusa social branca semi-transparente que deixava os bicos dos seios evidentes e, por baixo, apenas um plug anal médio de silicone, lubrificado. Sem calcinha. Meu corpo já latejava de expectativa.
Janaina me recebeu na recepção com um sorriso cúmplice e malicioso. Seus olhos percorreram meu corpo como se já soubesse exatamente o que ia acontecer.
— Você está pronta para isso, vadia? — murmurou ela, apertando discretamente minha bunda enquanto me guiava pelo corredor.
Quando entrei na sala de reuniões, meu coração disparou. Eram cinco homens de terno, todos executivos impecáveis, com olhares predadores que me avaliavam como carne fresca. Fred estava à cabeceira da mesa longa de madeira escura, com um sorriso satisfeito.
— Senhores, essa é a Helena de quem tanto falei — anunciou ele, orgulhoso, como se apresentasse um troféu. — Uma putinha dedicada que adora dar o cu.
Um careca de meia-idade, com olhos frios e um relógio caro no pulso, sorriu maliciosamente:
— Essa é a vagabunda que só oferece o rabo? Ouvi dizer que ela goza feito uma cachorra quando arrombam bem fundo.
Outro, mais jovem e forte, com ombros largos e barba bem aparada, riu alto:
— É a mesma que mijou de tanto prazer da última vez? Quero ver isso de perto hoje.
Fred trocou um olhar com Janaina e comigo, rindo.
— Exatamente, senhores. Ela e a Janaina aqui vão dar conta de nos satisfazer. Sem limites. Usem como quiserem.
O clima na sala mudou instantaneamente. O ar ficou pesado, carregado de luxúria. Janaina e eu fomos colocadas de joelhos no tapete macio no centro da sala. Os cinco homens abriram as calças quase ao mesmo tempo, revelando paus já semi-duros de tamanhos e grossuras variados: um grosso e venoso, outro longo e curvado, um menor mas extremamente rígido. O cheiro de macho excitado invadiu minhas narinas.
Eles se revezaram em nossas bocas. Eu chupava um pau grosso enquanto masturbava outro com a mão esquerda, babando sem controle, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios. Janaina fazia o mesmo ao meu lado, gemendo baixinho enquanto um executivo fodia sua garganta com estocadas ritmadas. Fred segurou minha cabeça com firmeza, enfiando seu pau até o fundo da minha garganta. Eu engasgava, lacrimejava, mas mantinha os olhos fixos nele, implorando por mais com o olhar. Ele alternava entre mim e Janaina, usando nossas bocas como brinquedos.
— Boa garota — grunhiu Fred, limpando a saliva do meu rosto com o polegar antes de me levantar.
Ele me deitou sobre a grande mesa de reuniões, abrindo minhas pernas com força. A saia subiu até a cintura, expondo minha buceta inchada e o plug no cu. Para minha surpresa, ele se ajoelhou e mergulhou o rosto entre minhas coxas. Sua língua era habilidosa, lambendo meu grelo inchado em círculos rápidos, penetrando fundo na minha entrada molhada. Eu gemia alto, segurando sua cabeça, rebolando contra sua boca. O prazer subiu rápido e gozei pela primeira vez ali mesmo, tremendo violentamente sobre a mesa fria, meus sucos escorrendo pelo queixo dele.
— Agora o rabo — ordenou Fred, com voz rouca.
Eles me viraram de quatro sobre a mesa. Fred tirou o plug com um estalo molhado e lubrificou meu cu generosamente com óleo que alguém trouxe. O líquido frio escorreu pela minha fenda. Ele posicionou a cabeça grossa do pau na entrada e meteu de uma vez, abrindo meu anel com uma estocada profunda. Gemi alto, empinando a bunda para recebê-lo inteiro. Um atrás do outro, os homens começaram a foder meu cu. Saía um, entrava outro. Estocadas fortes, ritmadas, sem piedade. Cada pau diferente trazia uma sensação nova: o grosso me esticava ao limite, o longo tocava fundo, roçando pontos que me faziam ver estrelas.
— Isso, arromba essa puta! — incentivava um deles, batendo na minha bunda.
Enquanto isso, dois homens fodiam Janaina ao lado da mesa: um metendo na buceta dela com força, o outro enfiando na garganta. Os sons molhados de carne contra carne enchiam a sala.
— Vamos ver se ela aguenta dois no cu — sugeriu o mais jovem, com um brilho selvagem nos olhos.
Eu arregalei os olhos, o coração acelerado, mas o tesão falou mais alto. Fred se deitou no tapete e eu subi nele de costas, empalando meu cu já dilatado em seu pau. O homem magro, com um pau comprido porém mais fino, se posicionou atrás. Ele esfregou a cabeça na entrada ocupada, pressionando devagar. Uma, duas, três tentativas. A dor inicial foi lancinante, um ardor que me fez gritar, mas logo se transformou em um prazer insano, avassalador. Os dois paus pressionaram meu anel ao mesmo tempo, esticando meu cu ao limite máximo. Eles começaram a se mover em sincronia, fodendo meu cu em dupla anal profunda. Eu gritava, gemia, tremia inteira, mijando de prazer sem controle enquanto gozava sem parar, os espasmos fazendo meu corpo convulsionar.
No meio daquela bagunça deliciosa, com meu corpo suado e tremendo, o homem mais jovem, em vez de voltar para o cu, meteu direto na minha buceta encharcada. Senti a rola grossa me invadir completamente. Por alguns segundos, o prazer foi enorme — a sensação de preenchimento duplo, buceta e cu ao mesmo tempo, era indescritível. Ele deu algumas estocadas fortes, profundas, fazendo meus seios balançarem.
— Não! — protestei, ofegante, mesmo com a voz rouca de tanto gemer. — A buceta não! Só o cu!
Ele tirou imediatamente, obedecendo, e voltou para o meu cu com mais força ainda, como punição. A estocada vingativa me fez gozar de novo, o corpo inteiro convulsionando em êxtase.
A suruba continuou intensa e incansável. Eles alternavam entre mim e Janaina, enchendo todos os nossos buracos. Eu perdia a conta de quantas vezes gozei. Me senti um objeto, um objeto de prazer e meu rabo era o centro do mundo.
No clímax final, me colocaram de quatro no chão. Eles formaram uma fila atrás de mim. Um por um, metiam fundo no meu cu dilatado e gozavam lá dentro, jatos quentes e grossos enchendo meu intestino. Janaina ficava de joelhos ao lado, chupando cada pau assim que saía, limpando com a língua ávida. Quando o último gozou, meu cu estava completamente inundado, porra escorrendo pelas coxas em fios grossos e brancos.
Janaina não perdeu tempo. Abriu minhas nádegas com as mãos e colou a boca no meu cu destruído, chupando tudo com fome. Sua língua entrava fundo, sugando a porra misturada com meus fluidos, enquanto eu tremia e gemia de prazer residual, gozando baixinho mais uma vez.
A sala cheirava fortemente a sexo, suor, porra e lubrificante. Eu estava destruída, arrombada, exausta... e absurdamente feliz. Fred se aproximou, acariciando meu cabelo.
— Boa menina. Você superou todas as expectativas.
