O dia seguinte à sua primeira noite na casa de swing começou sob uma tensão psicológica avassaladora para Vanessa. Era uma segunda-feira, o início de uma longa semana de metas no call center, e seu corpo ainda carregava a sensibilidade e as marcas da noite anterior. Logo cedo, na recepção da empresa, um motoboy deixou uma caixa parda endereçada a ela com o selo de "Urgente". No banheiro da diretoria, Vanessa abriu a embalagem e sentiu o estômago revirar: dentro estava uma coleira de couro preto espesso, com uma fivela de metal reluzente na parte de trás, acompanhada de um bilhete curto de Marcos: “Para o meu brinquedinho. Tranque no pescoço e trabalhe sem lenço. Quero ver até onde vai o seu orgulho.”
Sem saída, ela afivelou o acessório. O couro preto contrastava de forma agressiva com seu blazer alinhado. Ao circular pelo pátio do call center no início do expediente, a gola totalmente descoberta expunha o símbolo de sua escravidão, atraindo olhares chocados e cochichos imediatos entre os colegas de trabalho. O pânico de ser o centro das atenções a acompanhou durante toda a manhã.
Exatamente às 12 horas, no início do seu horário de almoço, o celular vibrou. Era Marcos, ordenando que ela descesse até o estacionamento dos fundos — uma área de descarga semiaberta, cercada por grades onde funcionários e entregadores transitavam. Ao chegar, trêmula, ela o encontrou encostado na moto. Sem rodeios, Marcos segurou a coleira dela com força, puxando-a para baixo.
— Tira a calça. Agora. Bem aqui — ordenou ele, com a voz fria.
Vanessa sentiu o coração disparar. O risco de ser vista pelas janelas do segundo andar era real. Ela desabotoou a calça social e a empurrou até os tornozelos. Ela estava usando uma calcinha preta de renda, que Marcos fez questão de puxar para o lado de forma bruta. Ele a virou de costas, prensando seu corpo contra o banco da moto, e a penetrou por trás com uma estocada selvagem e impiedosa. Vanessa mordeu os lábios para conter o gemido enquanto Marcos bombava com força, fazendo a moto estalar. Em poucos minutos, ele atingiu o clímax, despejando uma quantidade enorme de esperma quente bem fundo nela.
— Sobe, se ajeita e volta a dar suas ordens de chefe — comandou ele, subindo na moto e acelerando.
Vanessa vestiu a calça às pressas. A calcinha de renda ajudava a segurar o esperma de Marcos, que continuava quente e viscoso entre suas pernas. Ela voltou para a sala da gerência tentando manter a compostura, embora sentisse o fluido dele pulsar a cada passo.
A humilhação escalou para o ambiente de trabalho perto das 15 horas. A porta de sua sala se abriu e Igor, um dos supervisores que sempre a tratara com extrema formalidade, entrou e trancou a porta. Ele caminhou até a mesa dela e estendeu o celular, mostrando uma mensagem direta de Marcos: “Entregue sua calcinha para o Igor agora. Ela está suja com o meu leite e ele vai me trazer. Fique nua por baixo da calça o resto do dia.”
Vanessa sentiu o rosto queimar em um tom vermelho violento. Sob o olhar fixo e ousado de seu subordinado, ela se viu obrigada a se levantar, desabotoar a calça novamente e deslizar a calcinha de renda pela frente dele, ficando completamente nua por baixo da roupa corporativa. Igor pegou o tecido úmido, guardou no bolso e avisou, antes de sair:
— Ele mandou avisar que eu vou aparecer no seu apartamento hoje à noite para transar com você. Esteja pronta.
A noite chegou como um pesadelo inevitável. Cumprindo a regra de não usar nenhuma roupa em casa, Vanessa esperava na sala completamente nua, usando apenas a coleira de couro. Quando a campainha tocou, era Igor. Ele entrou no apartamento com os olhos fixos na nudez da chefe e, sem dizer uma palavra, tirou um aparelho celular do bolso — o celular de Marcos, enviado especificamente para aquela missão — e o posicionou firmemente em um pequeno pedestal em cima do aparador, apontando a lente diretamente para o sofá para gravar tudo.
Igor a empurrou no sofá e começou a transar com ela de forma ávida. No meio do ato, o som da fechadura ecoou e Marcos entrou no apartamento. O motoboy caminhou até o sofá com um sorriso sádico, assumiu o controle da gravação por alguns instantes para ajustar o ângulo e começou a participar, puxando Vanessa pelos cabelos e ditando o ritmo de Igor. Ela estava totalmente sem chão, sendo usada por seu dono e por seu funcionário ao mesmo tempo.
Após uma sequência intensa e bruta, os dois homens se aproximaram do primeiro ápice. Marcos puxou Vanessa pelos cabelos, forçando-a a ficar de joelhos no tapete da sala, enquanto Igor se posicionou logo atrás. Em um comando ríspido, ambos descarregaram juntos, gozando em jatos espessos sobre o rosto, os seios e os ombros dela. Vanessa ficou coberta pelo sêmen misturado dos dois.
Imediatamente após terminarem essa primeira sessão, Marcos pegou o celular do pedestal, aproximou-se de Vanessa e ordenou friamente:
— Vanessa, vamos tirar algumas fotos. Olha para cá e me dá aquele sorriso.
Sabendo exatamente o que precisava fazer para agradar seu mestre, Vanessa ergueu o rosto coberto de esperma. Mesmo com a humilhação queimando em seu peito, ela abriu um sorriso largo, estampando uma feição de extrema satisfação e contentamento para a câmera. Marcos bateu uma sequência de fotos, registrando aquela falsa felicidade escrava em alta definição.
Quando ela mencionou o banheiro para se limpar, Marcos a segurou firme pelo queixo:
— Você não vai a lugar nenhum. Vai ficar exatamente assim enquanto nós descansamos.
Eles se sentaram no sofá, bebendo e conversando, assistindo à gerente de operações do call center de joelhos no chão, completamente humilhada e proibida de retirar o leite que começava a secar e repuxar em sua pele.
Cerca de meia hora depois, já descansados, o desejo dos homens reacendeu diante daquela imagem de submissão. Marcos se levantou e puxou Vanessa com força, jogando-a de quatro na cama do quarto. Igor veio logo em seguida. Sem qualquer espaço para fôlego, a transa selvagem recomeçou. O sexo foi ainda mais bruto: Marcos a penetrou por trás com estocadas violentas que faziam o corpo dela bater contra o colchão, enquanto Igor ocupava sua boca de forma faminta. A coleira de couro esticava a cada puxão que Marcos dava em seus cabelos. O atrito da carne e a adrenalina acumulada do dia inteiro fizeram Vanessa atingir um orgasmo violento e involuntário, chorando de tesão e vergonha. Logo em seguida, os dois homens atingiram o limite novamente e, dessa vez, gozaram fundo dentro dela, preenchendo sua vagina e seu ânus até o limite.
Ao terminarem, os dois homens se afastaram, mas Marcos ordenou que ela não se movesse:
— Fica exatamente nessa posição, brinquedinho. Não ousa fechar as pernas.
Marcos pegou o celular novamente e começou a filmar. A câmera focou detalhadamente em sua intimidade destruída, registrando em close toda a porra espessa deles escorrendo lentamente de seu ânus e de sua vagina, sujando os lençóis. Lentamente, Marcos subiu o aparelho, correndo o corpo dela com a lente, mostrando o quanto ela estava completamente lambuzada e gozada da cabeça aos pés. O plano detalhe seguiu subindo pelas costas nuas até chegar ao rosto de Vanessa, prensado contra o travesseiro.
— Mostra para a câmera o quanto você gostou de ser preenchida, cadela — comandou Marcos por trás da lente.
Vanessa virou o rosto levemente para a câmera, os olhos brilhando de cansaço e submissão, e abriu mais uma vez aquele sorriso largo e devoto de pura satisfação, carimbando o vídeo com sua aceitação total.
Marcos desligou a gravação, guardou o celular de vez no bolso, olhou para Igor e disse:
— Ficou perfeito. Se você guardar o segredo e não falar nada para ninguém no call center, vai ter outras vezes. Pode ir.
Igor se vestiu rapidamente e saiu. Vanessa desabou de bruços no colchão, exausta, marcada e sentindo o fluido dos dois homens escorrer pesado de dentro de seu corpo pelas coxas.
Marcos caminhou até a beira da cama, segurando-a firme pelos cabelos para forçá-la a olhar para ele uma última vez antes de partir.
— Estou esperando, brinquedinho. Cadê o meu agradecimento? — cobrou ele, a voz cortante.
Engolindo o choro e aceitando a derrota absoluta de seu orgulho, Vanessa fixou os olhos nos dele e recitou, com a voz trêmula:
— Obrigada... meu dono... obrigado pelo privilégio de ser uma puta e satisfazer o meu mestre e quem o senhor ordenar...
Marcos deu um tapa estalado em sua bochecha nua, virou as costas e saiu do apartamento, batendo a porta. No silêncio da sala, completamente nua, marcada e destruída psicologicamente, Vanessa olhou para o teto, sentindo o peso da coleira no pescoço. O medo e o pânico tomaram conta de seus pensamentos enquanto ela se perguntava, em puro terror: o que virá a seguir?