Depois daquela primeira vez na varanda, eu sabia que estava perdida. Não era mais só curiosidade. Era vício. O saco do Valdir, meu sogro, tinha virado minha obsessão. Aquele sacão pesado, peludo, suado, com cheiro forte de homem velho e trabalhador, fazia minha buceta latejar só de lembrar. Roberto, meu marido, nunca mais ia me satisfazer. Como poderia, com aquele saco pequeno, lisinho e quase sem porra?
Nos dias seguintes, sempre que Roberto saía para o trabalho, eu virava uma puta particular do sogro.
Na primeira manhã depois da foda no cu,Roberto mal tinha saído de casa e eu já estava na cozinha, de shortinho curto e regata, esperando Valdir acordar. Ele desceu de bermudão folgado, sem camisa, o peito peludo brilhando de suor do calor da manhã. Sentou na cadeira e abriu as pernas como sempre, sem cerimônia.
Eu me aproximei devagar, de joelhos, e encarei aquele volume monstruoso.
— Bom dia, sogro… posso? — pedi, voz manhosa.
Valdir riu rouco e puxou a bermuda pra baixo. O saco caiu pesado entre as coxas grossas. Meu Deus… era ainda mais impressionante à luz do dia. Enorme, pendurado, com a pele enrugada e escura. Os bagos eram grandes como ovos de galinha, redondos, cheios. Pelos grossos, pretos misturados com brancos, cobriam tudo, molhados de suor. O cheiro subiu forte: suor azedo, porra velha, terra, homem de verdade.
Eu gemi só de sentir o aroma. Encostei o nariz bem no meio daquele sacão e inspirei fundo, tremendo.
— Hummmm… que cheiro bom… tão suado… tão masculino. Olha esses pelos, sogro… tão grossos, tão duros. Eu adoro eles pinicando meu rosto.
Passei o nariz devagar, sentindo cada fio de pelo roçando minha pele. Os bagos eram quentes, pesados. Eu segurava um com a mão, sentindo o peso impressionante — parecia cheio de litros de porra acumulada. Lambi devagar, passando a língua pela pele enrugada, recolhendo o suor salgado.
— Que saco maravilhoso… tão grande, tão peludo. O do Roberto é uma merdinha lisinha, quase não tem cheiro. Mas o seu, sogro… caralho, é saco de cavalo. Pesado, suado, com esses pelos que eu quero sentir na boca o dia inteiro.
Valdir segurou minha cabeça com a mão grossa e apertou meu rosto contra o saco.
— Então adora, vadia. Cheira e lambe o saco do seu sogro. Isso aqui que é homem. Seu marido nunca vai ter isso.
Eu obedeci como uma cachorra. Chupei um bago inteiro, enfiando na boca, sugando devagar, sentindo o peso dele na minha língua. Depois o outro. Lambia entre eles, enfiando a língua nos pelos molhados de suor. O gosto era forte, salgado, viril. Eu gemia alto, esfregando o nariz, inalando tudo.
— Me deixa cheirar mais… por favor. Eu amo esse cheiro de suor. Amo quando tá bem suado do trabalho. Me sinto tão puta… lambendo o saco do pai do meu marido enquanto ele tá trabalhando.
Fiquei quase uma hora ali, só no saco. Não mexi no pau dele quase nada. Era o saco que eu queria. Lambia, chupava, esfregava o rosto, deixava os pelos grudarem na minha saliva. Valdir gemia, chamando-me de “nora vadia”, “putinha do saco”, “biscate sem vergonha”.
Quando ele gozou, foi na minha boca enquanto eu ainda tinha um bago dentro. Engoli tudo, depois voltei a limpar o saco suado e melado de porra.
Na tarde seguinte, Roberto viajou a trabalho por três dias. Foi o paraíso.
Valdir chegou do sítio mais suado que nunca. Tinha trabalhado no sol o dia inteiro. Eu o recebi na porta de joelhos, já vestida só com uma camisola fina.
— Deixa eu cheirar primeiro, sogro… tá bem suado hoje, né?
Ele riu e abriu as pernas ali mesmo na sala. O saco estava encharcado. Pelos grudados na pele úmida, brilhando. O cheiro estava mais forte, quase animal. Eu enfiei o rosto inteiro, gemendo como uma louca.
— Ai que delícia… tão molhado de suor… esses pelos tão grudados, tão pesados. Sinto o peso dos seus bagos no meu rosto. Tão cheios… deve ter porra acumulada de dias.
Passei a língua devagar, limpando o suor. Suguei os pelos, um por um, sentindo a textura áspera. Segurei o saco inteiro com as duas mãos, levantando, sentindo como era pesado — balançava devagar, cheio, maduro. Chupei os bagos alternadamente, fazendo barulho obsceno, babando tudo.
— Eu sou viciada nisso… viciada no saco do meu sogro. Enquanto meu marido tá fora, eu vou ficar horas aqui, cheirando, lambendo, adorando esses bagos grandes e peludos. O Lucas nunca vai saber que a esposa dele virou escrava do saco do pai dele.
Valdir me pegou pelo cabelo e esfregou o saco suado na minha cara toda, marcando meu rosto com suor e saliva. Depois me mandou de quatro no sofá. Cuspiu no meu cu e meteu devagar, enquanto eu continuava falando:
— Me fode enquanto eu penso no seu saco… bate esses bagos pesados na minha buceta. Eu amo sentir eles batendo, tão grandes, tão cheios.
Ele socava fundo, os bagos enormes estalando contra mim. Eu gozei duas vezes só com isso, gritando que era puta do sogro, vadia do saco dele.
Depois da foda, ele sentou e eu voltei pro meu lugar favorito: de joelhos, rosto enfiado no saco. Fiquei lambendo por mais de uma hora, devagar, carinhosamente, enquanto ele assistia TV. Limpei cada pelo, cada gota de suor e porra que escorria. De vez em quando ele peidava de leve e eu até achava excitante — era o cheiro dele, o cheiro de macho.
No terceiro dia, inventei uma cena especial. Pedi pra ele não tomar banho depois do serviço. Quando chegou, o saco estava absurdamente suado, os pelos grudados, o cheiro quase insuportável de tão forte. Eu tremia de tesão.
— Hoje eu quero só o saco, sogro. Quero passar a tarde inteira adorando ele.
Ele sentou na cadeira de balanço da varanda. Eu me ajoelhei entre as pernas dele, tirei a bermuda e fiquei olhando hipnotizada. O sacão pendurado, pesado, brilhando de suor. Pelos brancos e pretos molhados, colados na pele enrugada. Os bagos enormes, esticados pelo calor.
Eu comecei bem devagar. Só cheirando. Inspirava fundo, gemendo, esfregando o nariz por baixo, sentindo o peso dos bagos descansando no meu rosto. Depois lambia as gotas de suor que escorriam. O gosto era intenso, salgado, com aquele fundo amargo de homem que trabalhou o dia todo.
— Que saco perfeito… tão suado, tão peludo. Eu adoro esses fios brancos misturados… mostra que é saco de homem experiente, de macho de verdade. Sinto o peso… parece que tem dois ovos grandes dentro. Cheios de porra grossa pra mim.
Passei horas assim. Chupava um bago, depois o outro. Enfiava a língua entre eles, lambia a parte de baixo, sugava a pele. Deixava baba escorrendo tudo, depois lambia de novo. Valdir me elogiava:
— Isso, nora… você nasceu pra cuidar desse saco. Toda vez que seu marido sair, você vai vir correndo lamber o saco do sogro. Entendeu?
— Sim, sogro… eu prometo. Eu sou a puta particular do seu saco. Enquanto o Roberto estiver trabalhando, eu vou estar de joelhos, com o nariz enfiado aqui, cheirando, lambendo, adorando cada pelo suado.
Quando ele gozou, eu não deixei desperdiçar nada. Segurei o saco com as duas mãos, apertando devagar enquanto ele jorrava na minha boca e no meu rosto. Depois limpei tudo com a língua, como a boa vadia que eu tinha me tornado.
Daquele dia em diante, virou rotina sagrada. Toda vez que Lucas saía, eu corria pro Valdir. Às vezes ele me fodia (buceta, cu, boca), mas o que eu mais queria mesmo era ficar longos minutos ou horas ajoelhada, rosto enterrado naquele sacão pesado, peludo e suado.
Eu adorava os detalhes: o jeito que os pelos pinicavam minha língua, o peso dos bagos na minha mão, o suor que acumulava nas dobras da pele, o cheiro forte que mudava conforme o dia (mais azedo quando ele vinha do serviço, mais almiscarado de manhã). Eu falava sem parar enquanto lambia:
— Esse saco é melhor que qualquer pau… é tão masculino, tão dominante. Eu me sinto a puta mais safada do mundo lambendo o saco do sogro. O Roberto nunca vai entender… ele tem um sacuinho ridículo. O seu é de cavalo, sogro. Eu sou viciada… completamente viciada.
E ele sempre respondia, acariciando minha cabeça:
— Então continua viciada, putinha. Esse saco agora tem dona. É seu pra lamber todo dia.
Eu sorria, com o nariz enfiado entre os bagos peludos e suados, sabendo que tinha encontrado meu lugar: de joelhos, adorando o saco do sogro enquanto meu marido corno trabalhava.
