O ano era 2009, e o Rio de Janeiro ardia aquela umidade característica de novembro, quando o verão ainda ensaiava seus primeiros passos. Lá estava eu, um baiano de 1,88m e 92kg de pura ousadia, infiltrando-me na PUC-RJ como quem não quer nada, mas com a alma cheia de fogo. Minha namorada, coitada, já sabia que meu brinquedo não era para amadoras — e eu adorava ostentar essa verdade. A sala de aula era um caldeirão de vozes quando o professor nos soltava em grupo para um trabalho. Neide estava sentada de frente para mim, aquela mulatinha miúda do interior do Rio, morando com os tios em Duque de Caxias. Ela usava um vestido verde que parava nos joelhos, meia-calça preta que desenhava suas pernas finas, e os óculos de armação grossa que teimavam em escorregar pelo nariz. Seu cabelo crespo geralmente estava amarrado. — Minha namorada não aguenta todo meu brinquedinho — falei, provocando, enquanto os outros colegas riam. Neide rindo falou com olhar desafiador por trás das lentes. — Duvido que seja tão grande assim. A sala silenciou por um segundo, e eu senti o fogo subir. Guardei aquilo no bolso, como quem guarda uma carta na manga. Quando a aula terminou, o estacionamento semi vazio. Ela caminhava sozinha, a bolsa apertada contra o peito, e eu me aproximava com aquele sorriso que as mulheres sempre diziam ser perigosas. — Quer carona? Passo perto de Duque de Caxias. Ela hesitou. Os olhos dela percorreram meu rosto, minha altura, a confiança que transbordava de cada poro. Depois, ela concordou. Dentro do carro, o ar ficou tenso. Meus dedos tamborilavam no volante, e eu podia sentir o cheiro dela — um perfume doce, misturado com o suor do dia. — Então — comecei, com a voz baixa, quase um sussurro —, quer ver se era verdade o que eu falei? Ela virou o rosto para mim, os olhos grandes e escuros por trás das lentes; e ela balançou a cabeça que sim. Desabotoei a calça jeans, e meu pau saltou para fora, ereto e duro, uma verdade que dispensava palavras. Neide arregalou os olhos. A boca se abriu. Ela fitou aqueles 26 centímetros de pura carne pulsante, a grossura que rivalizava com seu braço fino, as veias que serpenteavam como rios sob a pele morena. — Pega — falei, a ordem doce mas firme. Ela estendeu as mãos trêmulas. Os dedos tocaram a ponta, macia e quente, e depois desceram, envolvendo o tronco inteiro. As duas mãos não eram suficientes para cobrir tudo. Ela, acariciou e segurou firme, os olhos fixos naquela visão que pareciam hipnotizá-la. Posso apertar, e assim fez, apertava com força— Quer experimentar? perguntei será que cabe nessa boquinha tão pequena — quis, e minha mão encontrou a nuca dela, guiando sua cabeça para baixo. Neide não resistiu. Ó nariz tocou a glande,e ela se envolveu profundamente, como quem sente o cheiro de uma flor proibida. A língua saiu, tímida no início, lambendo a ponta com movimentos lentos. Depois, a boca se abriu, e ela conseguiu somente abocanhar a cabeça inteira com a boquinha pequena bem aberta, senti seus dentes na cabeça do pau, os lábios selando na volta da coroa. — Isso... — murmurei, sentindo o calor da boca dela. Ela começou um babar. A cuspe escorria pelo base da pica, molhando minhas bolas, enquanto ela alternava entre chupar e lamber, os olhos lacrimejando mas fixos em mim. Ela era uma putinha, sim, uma safadinha que escondia o fogo atrás daqueles óculos de estudante. Minhas mãos encontraram os botões do vestido verde. Um por um, eles cederam, revelando os seios dela — pequenos, mas duros, os mamilos eriçados como pedras. baixei o vestido até a cintura, e ela baixou a meia-calça, ficando só de calcinha preta rendada. O cheiro subiu. Doce, úmido, um néctar que me fez salivar. Afastei o tecido rendado, e lá estava ela: uma xaninha de lábios finos e bem fechadinha, com pelinhos ajeitados e melados ja estava muito meladinha, sua xaninha erá peludinha mais do que eu esperava, porem perfeita. O cheiro era inebriante, e eu preciso provar. Minha boca encontrou a dela. Lambi, chupei, devorei sua língua; mais queria aquela buceta, recline o banco dela, coloquei bem para traz queria muito chupar sua bucetinha, e me esbaldei nela como quem morre de sede. Ela gemeu, as pernas tremendas, os dedos enroscados no meu cabelo. — ela não falava nada, somente gemia e apertava minha cabeça e procurava meu pau, estava como que em transe — ela soltava gemidos baixinhos contidos, peguei ela e acomodei ela no meu colo, o pau ereto entre nós. Ela se posicionou por cima, a xana roçando e aos poucos acomodando meu mastro entre seus pequenos lábios vaginais, mas sem penetrar. — Ainda sou virgem — ela confessou, os olhos baixos. — Mas já chupou outra pica né? ela falou claro que sim, porem acho que era mentira, pois pude perceber que tinha pouca experiencia em mamar, adora leite, não é? ela somente respondeu com um sorriso malicioso e cúmplice. Começou a esfregar a buceta no meu pau, o contato dos pelos e da carne molhada criando uma fricção elétrica. Ela se move como uma gata no cio, os seios na minha mão, podia sentir o cheiro do seu pescoço, e o beijava e chupava, e ela esfregava com mais força, a respiração ofegante. Ela abria a bundinha e acomodava meu mastro no meio de suas nádegas, que vontade de comer seu cu, confesso que me segurei pra não arrombar seu cuzinho, que confesso ser muito apertado, pois enquanto enfiava a língua na xaninha dela enfiava o dedo no seu cu, ela falou quer sentir eu gozar? adoro sentir um dedo no cu assim vc vai sentir ele piscando enquanto eu gozo pra vc — depois falou - eu Quero leite — ela pediu, a voz rouca. Ela desceu, a boca encontrando a glande de novo. Dessa vez, não houve hesitação. Ela engoliu o máximo que poderia, a garganta se ajustando ao tamanho, e começou a açúcar com uma fome que beirava o desespero. Senti o orgasmo subir, uma onda de prazer que começou nas bolas e explodiu no centro do meu ser. Gozei dentro da boca dela. Jatos grossos, quentes, intermináveis. Ela sugou cada gota, os olhos fechados, o corpo vibrando. Quando terminei, ela levantou a cabeça, os lábios brilharam com porra entre eles, o queixo molhado, e engoliu tudo. limpando a boca com as um lenço umedecido que dei pra ela. O carro ficou em silêncio por um momento, o cheiro de sexo preenchendo cada centímetro. Ela se vestiu devagar, os óculos de novo no lugar, o vestido verde cobrindo o que eu já conhecia tão bem. — e fomos embora sem falar quase nada? — tive mais uma passagem com ela, adoraria ter tirado o cabacinho da sua xaninha e do seu cuzinho.
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