Eu era noivo de uma loira maravilhosa. Uma mulher daquelas gostosas que treinam sabe, com rabão, cinturinha delineada, coxas firmes e lindas... Uma mulher deliciosa, um sonho de consumo. Não tinha quem passasse por ela e não virasse o pescoço. Por incrível que pareça, isso não me deixava com raiva ou ciúmes. Pelo contrário. Me fazia ter mais orgulho e tara nela. Ver outros homens interessados nela me faziam vê-la ainda mais deliciosa.
Cerca de uns 2 anos atrás, parando para pensar a respeito desse meu jeito de ser, acabei descobrindo o mundo das Hot Wifes. Percebendo o quanto as esposas eram empoderadas, verdadeiras donas dos seus maridos, e me aventurando a respeito do tema, acabei entrando em alguns grupos no Telegram. Entrava, via as conversas, as narrativas dos maridos e me excitava mais e mais a respeito. Alguns grupos chegavam a rolar até mesmo exibição e o grau da excitação alcançava um patamar muito mais elevado. No começo achei muita loucura ver todas aquelas esposas sendo exibidas sem saberem. Todos aqueles maridos expunham suas esposas secretamente, somente para descobrir o quanto elas excitavam os outros, desconhecidos, pessoas que nunca encontrariam na rua.
Aquilo era muito excitante e aos poucos fui me acostumando com a ideia da exibição da esposa de tal forma que quando eu vi, já estava trocando fotos da minha deliciosa esposa com outros casais. E fiquei por cerca de 2 anos assim, exibindo ela para os outros e me excitando com isso, sem ela nunca saber de nada. O prazer de exibi-la para desconhecidos e saber que outros se excitavam com ela, me excitava ao extremo. E todo esse tempo que eu explorava esse universo ia me permitindo ter fantasias que eu fatalmente ia implementando timidamente em nosso relacionamento, ao ponto dela já ter entendido que eu tinha o fetiche de ser corno, e por isso me provocava sempre que tínhamos momentos mais íntimos. E sempre que ela fazia isso eu percebia o quão molhadinha ela ficava de excitação, demonstrando que também sentia muito prazer com a fantasia de me trair. E passou a gostar tanto que certa vez chegou a me dizer que iria me fazer de corno ainda antes do nosso casamento.
Isso não chegou a acontecer. Pelo contrário. Nos casamos e um dia ela acabou descobrindo que eu a exibia dessa forma, escondido dela, expondo sua intimidade sem seu consentimento, o que gerou muitas brigas, muitas discussões acaloradas que certamente ultrapassavam nossas paredes e infelizmente acabamos nos separando.
Saí de casa e não se passou nem 1 semana e ela já estava com um outro cara dentro de casa. Eu não pude acreditar. Um conhecido do condomínio me ligou e avisou a respeito. Como minha saída de casa ainda era muito recente e não havia nenhum impedimento para minha entrada, tratei de ir correndo até lá para me certificar e não dar ouvidos a alguma possível fofoca, mas bastou o elevador abrir no andar e já ouvia alguns gemidos. Tremi. Gelei. Aproximei-me da porta do nosso apartamento e podia ouvir gemidos intensos. Não precisava nem colar o ouvido à porta. Os gemidos eram altos, excitantes. Minha esposa estava nos braços de algum desconhecido, sendo possuída e levada ao orgasmo, gemendo alto e sem medo de ser ouvida, excitando qualquer um que a escutasse.
Eu não sabia o que fazer. Estava no corredor do andar, na frente da porta do nosso apartamento ouvindo minha deliciosa esposa gemendo de prazer com uma outra pessoa qualquer, com meu pau duro de excitação por tanto prazer que aquilo me dava. E a excitação me impedia de querer sair dali e acabar sendo descoberto por alguém. Ela gemendo com um desconhecido, eu parado na porta excitado, e a possibilidade de alguém me descobrir daquela forma, naquele estado, com aquela tara. Peguei meu celular e coloquei para gravar uma mensagem de áudio para mim mesmo, colando o aparelho na porta para tentar registrar o que eu escutava. Quase gozei nas calças sem precisar me tocar. Os gemidos de prazer dela espetaculares. Só finalmente resolvi sair quando escutei o barulho do elevador descendo. Me dirigi às escadas para ir embora, receoso por permanecer ali daquele jeito.
Dias depois descobri que ela já estava namorando. Ela mesmo me contou. Me mandou uma mensagem me chamando para conversar. Fiquei triste, imaginando que ela pediria o divórcio. Sua mensagem foi curta e direta: “Precisamos conversar. Venha aqui hoje a noite. Quero resolver tudo. Saiba que estou namorando.” A tensão em perder aquela mulher me deixava sem chão. Eu sabia que tinha feito merda, mas a excitação foi demais. Eu não consegui me conter. Ainda não consigo. Ela me excitava demais, mas eu ficava ainda mais excitado com a ideia de ser corno e aquela situação misturava tudo, pois ela estava com outro, mas não era mais minha.
A noite chegou e toquei em sua porta. Ela me recebeu em roupa de ginástica. Tinha acabado de malhar na academia. Nos cumprimentamos e ela me mandou entrar. Sentamos à mesa para conversar, eu com todos os meus receios estampados em minha cara. Ela, suada dos exercícios que praticou, sua roupa colada no corpo exibindo a naturalidade de suas deliciosas curvas, sentada à minha frente, foi direta: - “Então Rodrigo... Como te falei, estou com um namorado. Sei que você sabe, não por eu ter te contado, mas porque já me falaram que você veio até aqui confirmar. E nem adianta negar, pois eu peguei as imagens das câmeras. Deu até pra ver que você ficou excitado ao descobrir. Nem acreditei quando vi o vídeo, mas depois, com calma, comecei a pensar a respeito, juntar as peças e cheguei à seguinte conclusão: não vou pedir o divórcio. Não quero me separar. Ainda estou muito puta com o que você fez, me expondo daquele jeito, mas não tenho o que fazer a respeito disso. Já foi, mas por conta disso, não quero te ver tão cedo aqui dentro. Você vai ficar longe de mim e do meu namorado. Você vai continuar pagando as contas daqui e sendo meu marido, mas não vai tocar em mim. Sua fantasia de ser corno vai passar a ser realidade. Você vai ser um corno exatamente como você queria ser. Não me exibiu para sei lá quantos homens estranhos para ter essa sensação? Então agora vai ser corno real do meu namorado. Aliás, minha raiva era tanta de você que cheguei a pedir para ele tirar fotos me fudendo só pra te enviar, pra te humilhar e te fazer de corno de verdade, mas depois que pensei melhor, achei melhor não te mandar nada, pois você ia na verdade gostar de ser humilhado, não estou certa? Claro que estou. Então, de agora em diante, você será o corninho que sempre quis ser, e será obediente e me atender em tudo que eu mandar, e aceitar meu namorado, caso contrário damos passo para o divórcio. O que acha?
Aquilo me pegou completamente de surpresa. Eu cheguei ao apartamento com a certeza absoluta de que seria abandonado, que ela pediria o divórcio, que iria me esculachar por todos os meus erros, mas na verdade o que estava acontecendo era tudo aquilo que sempre fantasiei. Minha maravilha de esposa estava sendo dominadora, assumindo a posição de Hot Wife que eu sonhava, me transformando devidamente em um corno submisso e obediente, impondo condições e me fazendo aceita-las sem opção de discutir nada a respeito, já me humilhando indiretamente, já demonstrando prazer em me maltratar e impondo um novo macho em sua vida. Claro, diante de tudo, aquilo era como um presente! E ouvir tudo aquilo sendo jogado em minha cara, diretamente, sem nenhum carinho, de forma rude e imperativa, foi quase um orgasmo. Eu estava visivelmente excitado. Minhas feições que antes deviam parecer um cachorro abandonado, agora eram de alguém que tinha acabado de ganhar um presente. Depois de escutar tudo o que ela falou, eu apenas concordei, sem pestanejar nem ousar questionar sobre o que eu deveria fazer em seguida, até que ela falou: - “Então você aceita, certo? Ótimo! De agora em diante vou te chamar só de corno. E se eu te chamar, você obedeça! Aliás, quer saber, vamos fazer um teste. Está vendo que estou toda suada, certo? Sabe porque? Não, não foi a academia... Foi na academia. Estava com meu namorado. Aquele que você ouviu por detrás da porta me fazer gozar, sabe? Pois é... Eu estava com ele na academia. Ele me fez gozar enquanto eu fazia bicicleta. Gozei que nem acreditava. Isso te excita? Saber que meu namorado me fez gozar? Saber que meu namorado fez a sua esposinha gozar? Hmmm... Pelo visto excita. Estou vendo esse teu pai querendo crescer na calça. NEM OUSE se tocar! Então, como minha primeira ordem sendo esposa de um corno manso, quero que você me chupe! Quero que você chupe a minha buceta suada! Pode vir! Ajoelha e vem!”
E assim que deu a ordem, levantou-se e arriou a apertada bermuda juntamente a sua calcinha fio dental até a metade de suas coxas. A visão daquele monumento de pé, pele brilhando pelo suor, bermuda arriada exibindo aquela bucetinha deliciosa... Fui sem demora, cair de boca naquela carne que todos desejavam. Encostei a boca e senti seu gosto salgado misturado ao sabor de seu orgasmo. Aquilo por si só me fez gozar na calça. Não suportei a excitação. Era demais ter todas as minhas fantasias sendo realizadas. Comecei a lamber sua bucetinha e ela me mandou não usar as mãos, o que dificultava, mas não me impedia de atende-la. Apenas me fazia ficar com a cara inteira lambuzada por seu suor. Quando ousei olhar para cima, percebi que ela estava com o celular na mão. Ela tirara uma foto minha naquela posição submissa e teclava algo. Menos de 5 minutos se passaram e sinto a presença de alguém no ambiente. Quando afasto rapidamente minha cara do corpo de minha esposa, vejo que um homem estava encostado na parede, nu com o short arriado ao chão e a camisa pendurada em uma das mãos.
A surpresa me fez parar e minha esposa anuncia: - “Então, meu marido corno! Esse é meu namorado. É ele que você vai ver entrando e saindo daqui de casa. Aliás, entrando e saindo da minha buceta. É ele que vai me fazer gozar, gemer, desmaiar de prazer, exatamente como você sonhava. E agora, como bom corninho que você é, você vai sentar aqui na sala e ouvir ele me fazer gozar de novo, igualzinho você fez no outro dia. E não vai se tocar. Se conseguiu gozar na calça, vai continuar gozando nela, pois não vou limpar nenhuma porra sua na minha sala. Agora você é o corno e ele o meu amor, não é, amor? Vamos pro quarto. Me pega no colo, igual você me pegou naquele dia... Me leva pra cama e me faz gemer de novo, que agora a gente tem o corno pra ouvir direito. Ele até já começou me limpando, me deixando prontinha pra você meter essa rola gostosa. Vamos?”
Seu novo namorado apenas ria de toda a situação, vendo minha humilhação e o quanto ela me maltratava. Ele a pegou no colo e ali mesmo, na minha frente, sem se preocupar com a minha presença, deu um beijo excitado na minha esposa, estalando e lambuzando os dois. Em seguida me olhou nos olhos, sorriu e a levou para o quarto para fudê-la em nossa cama, sobre nossos lençóis. Eu estava estático, paralisado pelas sensações e ordens dela. Extremamente excitado, explodindo de prazer dentro da calça, vendo os dois seguirem pelo corredor e entrarem no quarto. Não precisei esperar um minuto sequer para escutar minha esposinha gemendo com seu namorado. Eu não sabia o que eles estavam fazendo. Não tinha a autorização para vê-la. Podia imaginar mil coisas, pois eu conhecia aquela mulher. Sabia o que ela gostava, como gostava, mas aqueles gemidos eram demais. Eram muito mais do que jamais ouvira antes dela comigo. E saber que ela estava tendo ainda mais prazer com o amante do que tinha comigo, ouvindo aqueles gemidos intensos, altos, quase escandalosos a ponto de nossos vizinhos definitivamente saberem o que estava acontecendo... Gozei novamente. Ejaculei fartamente. Não lembrava nem quando havia sido a última vez que tínhamos transado, que tinha gozado. Era um excesso de gozo acumulado junto ao extremo do prazer.
Não sabia o que fazer. Só podia ouvir. Não tinha mais minha liberdade. Era dela. Eu era dela. Objeto. Sem direitos. Meu prazer agora era apenas o prazer dela. Ela me havia mandado ficar ali, sem me tocar, sem sair dali. Eu só podia ouvir e sentir o prazer dos seus delírios. E novamente me surpreendendo, escuto ela chegar ao orgasmo em tempo recorde com seu amante. Escandalosa, praticamente grita que vai gozar, e goza! – “Ai, tesão! Ai, amor! Fode essa bucetinha! Enche ela! Goza pra mim, tesão! Me faz a sua puta! Goza na esposinha daquele corno! Me enche de porra com esse pau maravilhoso!” E então ouço um urro do amante, chegando ao clímax e em alto e bom som, minha esposinha fala: – “Ah, que delícia! Quanta porra! Que coisa gostosa! Estou amando ser sua putinha! Esposa de corno! Corno manso! Hot wife! Eu sou uma HOT WIFE! Sou todinha sua! Vamos tomar um banho pra recomeçar essa brincadeira, que hoje eu quero gozar até desmaiar, mas antes...”
Ouço passos e ela surge no corredor, pingando de suor, descabelada, nua, estupendamente deliciosa, linda, maravilhosa, minha esposa, mulher do namorado: - “Então, corno, ouviu tudo o que queria? Pois bem. Por hoje é só. Vai embora, que eu não quero mais você aqui hoje. Já gozei gostoso com meu macho e agora vou tomar um banho pra tirar o suor e suar de novo. Estou detonada, mas quero ficar destruída por completo. Olha só, quanta porra! Olha quanta porra está escorrendo! Isso sim é um macho de verdade! Goza que me enche! Olha só isso!” E ela enche a mão com a porra que escorre de sua buceta inchada de tanto levar pau, e leva ela até a boca, lambuzando a língua, a cara... – “Olha corno, se eu soubesse que isso era tão bom, não tinha demorado tanto em fazer! Anda, levanta daí! Vai embora! Se despede do meu namorado! Daí mesmo!” Ela me dá a mão lambuzada de porra pra me ajudar a levantar e eu quase não a aceito, ao que ela me repreende: - “Ah, corno! Levanta logo! Tá com nojinho? Pois você vai perder esse nojo rapidinho! Você vai embora assim mesmo, com a calça toda suja do seu gozo, mas antes de sair vai me dar um beijo. Vai beijar a sua esposinha com porra na cara! E se reclamar, nem volta! Entendeu?” E espalhou ainda mais o gozo na face, boca, língua, lambendo os dedos para tirar o máximo do gozo de forma a me forçar sentir seu gosto. Fui beijá-la e ela abriu a boca como se fosse me engolir, lambendo minha boca por completo, deslizando sua língua por toda a minha cara, espalhando sua saliva junto com toda a porra que reservou nela.
Por incrível que pareça, aceitei tudo, sem perder um mínimo de excitação. Ela parou de explorar a situação e fixou seus olhos nos meus, calando-se por alguns segundos, observando minhas reações à tudo. Dirigiu seus olhos na direção do meu pau, percebendo a enorme mancha de gozo sob a calça, voltando a me olhar fundo nos olhos. Pude ver seus olhos brilharem. Aquela situação toda também a excitou. Não apenas seu amante, mas seu controle sobre mim e os abusos que estava me infligindo. Aquilo a estava excitando tanto quanto a mim. Ela sorriu para mim e sorri de volta. Ela então agarrou-me pela nuca e me puxou para um beijo apaixonado. Beijo de marido e mulher. Mistura da paixão com os sabores do orgasmo do amante. Afastou-se da minha boca, soltou minha cabeça e disse: - “Quero você aqui amanhã no mesmo horário! Agora vai, que não quero mais você aqui! Sai! E assim atendi sua última ordem, saindo do apartamento com a cara toda lambuzada da saliva e do gozo do amante dela, a calça toda manchada pelos meus orgasmos, um sorriso que ia de orelha a orelha, feliz por ter virado o corno que sempre quis ser.