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Capítulo 2: Segredos ao Sol

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Heterossexual
Contém 1123 palavras
Data: 21/07/2026 16:40:13
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Acordei algumas horas depois com o corpo ainda pesado de cansaço e a mente confusa. O relógio no criado-mudo marcava quase dez da manhã. A luz do sol entrava suave pelas cortinas, pintando o quarto de tons dourados. Aline não estava mais na cama. Estiquei os braços, sentindo os músculos reclamarem da noite mal dormida — parte no escritório, parte escondido no corredor, e parte gozando na boca dela. Suspirei fundo, tentando organizar os pensamentos. A imagem de Giovana e Aline entrelaçadas no sofá ainda queimava atrás dos meus olhos.

Levantei e fui direto para o banheiro suíte. Abri o chuveiro no máximo quente que conseguia suportar. A água escaldante escorreu pelos meus ombros, peito e costas, relaxando os nós de tensão. Fechei os olhos e deixei o vapor encher o box. Meu pau reagiu levemente só de lembrar da cena: a boca de Aline entre as pernas da minha filha, os gemidos dela, o jeito como Giovana se contorcia de prazer. Balancei a cabeça, tentando afastar a culpa. Elas eram adultas. E, por algum motivo que eu ainda não entendia completamente, aquilo tinha me excitado de uma forma avassaladora.

Terminei o banho, me sequei e vesti uma bermuda leve de algodão e uma camiseta básica. Desci as escadas em silêncio, sentindo o cheiro de café e pão fresco vindo da cozinha. Quando cheguei à sala, as duas já estavam acordadas e radiantes.

Giovana usava um biquíni azul-turquesa pequeno que valorizava o corpo jovem e firme — os seios redondos e a cintura fina bem evidentes. Aline, ao lado dela, vestia um shortinho de malha bem curto e um top cropped branco que mal continha seus seios fartos. Os cabelos pretos ondulados dela estavam soltos e ainda úmidos do banho. As duas riam baixinho, conversando animadas sobre entrar na piscina do quintal.

— Bom dia, meninas — falei com a voz ainda rouca de sono.

Aproximei-me primeiro de Giovana. Dei um beijo carinhoso no topo da cabeça dela, inalando o cheiro doce do shampoo que ela usava desde criança. Ela sorriu para mim, aquele sorriso puro e brilhante que sempre derretia meu coração.

— Bom dia, pai. Dormiu bem?

— Mais ou menos. O trabalho foi puxado.

Depois abracei Aline por trás, envolvendo sua cintura e puxando seu corpo contra o meu. Seus seios macios pressionaram meu peito. Não disse muita coisa — só apertei um pouco mais, sentindo o calor dela. Aline virou o rosto levemente e, antes que eu me afastasse, sussurrou bem perto do meu ouvido, com a voz baixa e carregada de malícia:

— Eu sei que você nos viu essa madrugada.

Meu corpo inteiro travou. Senti o rosto queimar de vergonha. Afastei-me o suficiente para olhar nos olhos dela. Aline me encarava com um sorriso leve, sensual, sem nenhum traço de raiva ou julgamento. Apenas desejo e cumplicidade.

— Eu... — comecei, envergonhado, passando a mão pelo cabelo ainda úmido. — Desculpa. Eu não quis invadir. Voltei mais cedo e...

Ela colocou um dedo nos meus lábios, silenciando-me gentilmente.

— Eu senti gosto de porra quando fiz aquele boquete em você. E vi o resto no chão perto da sala. Você gozou olhando pra gente, não foi?

A voz dela era baixa, quase um ronronar. Meu pau começou a inchar dentro da bermuda só de ouvir aquelas palavras. Assenti devagar, sem conseguir mentir.

— Sim... eu vi.

Aline mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando. Olhou para Giovana, que já caminhava para o quintal com uma toalha na mão, completamente alheia à conversa.

— Vai indo pra piscina, Gi. Eu e seu pai vamos conversar um pouco sobre o trabalho dele e já encontro você — disse Aline com naturalidade.

Giovana acenou, animada.

— Tá bom! Não demorem, hein? A água tá ótima hoje.

Assim que a porta de vidro que dava para o quintal se fechou atrás da minha filha, Aline me puxou pela mão com firmeza. Não fomos longe — ela me empurrou contra o sofá da sala, o mesmo onde eu as tinha visto horas antes. Seus movimentos eram ágeis e cheios de fome. Ela puxou minha bermuda para baixo, liberando meu pau já meio duro, e subiu em cima de mim, sentando-se no meu colo.

— Você gostou do que viu, Guilherme? — perguntou ela enquanto esfregava a boceta molhada por cima da minha coxa, o shortinho já afastado para o lado. A voz dela estava rouca de tesão. — Ver sua filhinha gozando na minha boca... ver eu chupando a bucetinha dela...

— Porra, Aline... — gemi, apertando os quadris dela com força.

Ela não esperou resposta completa. Levantou um pouco, posicionou meu pau na entrada dela e desceu devagar, engolindo-me inteiro. Estava encharcada. O calor apertado me envolveu, fazendo-me gemer alto. Aline começou a cavalgar com força, os seios balançando dentro do top, os cabelos ondulados voando com o movimento.

Nossas peles batiam ritmadamente. Eu segurei aqueles seios fartos, apertando-os por cima do tecido, sentindo os mamilos duros contra minhas palmas. Aline inclinou-se para frente, mordendo meu pescoço enquanto rebolava gostoso, tomando meu pau até o fundo.

— Responde, amor... você gostou de ver a gente? — insistiu ela, acelerando o ritmo, a boceta apertando ao redor de mim.

— Gostei... caralho, gostei demais — confessei entre gemidos. A imagem voltou nítida na minha mente: Giovana tremendo de prazer, as coxas apertando a cabeça de Aline.

Ela sorriu, triunfante, e me beijou com fome, a língua dançando com a minha enquanto continuava cavalgando forte. O sofá rangia sob nós. Eu segurei a bunda dela, ajudando nos movimentos, estocando para cima para encontrá-la. O tesão era cru, urgente. Aline gozou primeiro, contraindo-se ao meu redor, gemendo meu nome baixinho contra minha boca. O aperto me levou ao limite logo depois. Gozei forte dentro dela, jatos quentes enchendo sua boceta enquanto eu a apertava contra meu corpo.

Ficamos ali, ofegantes, suados, por alguns minutos. Aline ainda sentada no meu colo, meu pau amolecendo devagar dentro dela. Ela acariciou meu peito por baixo da camiseta, traçando círculos preguiçosos.

Depois de recuperar o fôlego, ela sussurrou contra meu ouvido, com um tom leve mas carregado de significado:

— Sabe... Giovana tem tesão em você, Guilherme. Faz tempo. Ela me contou. E depois do tesão que estamos hoje, acho que as coisas vão ficar ainda mais interessantes por aqui.

Meu coração deu um salto. Fiquei olhando para ela, atordoado, enquanto o sol entrava pela janela e o som distante dos respingos na piscina chegava até nós. Aline apenas sorriu, beijou meus lábios com carinho e se levantou devagar, ajustando o shortinho.

— Vou encontrar a Gi na piscina. Vem com a gente quando estiver pronto.

Ela saiu rebolando levemente, deixando-me sozinho na sala com a mente girando em mil direções diferentes. O que tinha começado como um flagra acidental estava rapidamente se transformando em algo muito maior. E, para minha surpresa, eu não queria parar.

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