Após a saída de Alex, eu e Carol fomos deitar. A proposta de Henrique ainda pairava pesada na minha mente. Carol estava visivelmente abalada e ficamos um bom tempo em silêncio, abraçados. A noite foi longa e mal dormida — eu virava de um lado para o outro, relembrando as palavras de Henrique e as revelações de Alex. Carol também não conseguiu dormir direito, acordando várias vezes.
Pela manhã seguinte, tentei seguir minha rotina normalmente. Levantei cedo, tomei café com Carol e as crianças, dei um beijo nela e fui para a Autopeças. O dia começou como qualquer outro: organizei o estoque, atendi alguns clientes e resolvi pendências no escritório.
Por volta das 10h da manhã, Henrique apareceu na loja. Ele entrou com seu jeito imponente, vestindo um terno caro, e veio direto até mim com um sorriso calmo, mas carregado de autoridade.
Henrique jogou o contrato que eu havia assinado sobre a mesa e disse, com tom frio:
— Você vai jogar tudo isso fora, é isso mesmo?
Eu o encarei, tenso:
— Você quer algo que eu jamais vou te dar: a minha esposa.
Henrique me olhou fixamente com aqueles olhos azuis penetrantes e respondeu:
— Você não tem escolha. Se ela e você não aceitarem minha proposta, eu cobro a multa de 700 mil e vocês me pagam.
Eu senti um frio na espinha:
— Que multa?
Ele respondeu com calma:
— A multa por quebra de contrato que eu coloquei lá.
— Eu não sabia disso! — exclamei.
Henrique deu de ombros:
— Eu não posso fazer nada. Eu quero meu dinheiro.
Ele continuou, com voz cortante:
— Você tinha de tudo para crescer na vida igual ao Alex, que agora é um milionário… mas agora já é tarde.
Henrique virou as costas e saiu da loja sem dizer mais nada.
Eu me sentei atordoado, com o contrato nas mãos. Depois de alguns minutos em choque, peguei meu carro e fui direto para a empresa de Alex. Precisava falar com ele urgentemente.
Cheguei à Horizonte Capital Investimentos ainda agitado. O escritório moderno, com sua recepção sofisticada e vista panorâmica, parecia ainda mais imponente agora. Silvana, a secretária, me reconheceu e me deixou subir direto.
Segui até o escritório de Alex sem esperar. Entrei sem bater e joguei o contrato sobre a mesa dele com força.
— Olha isso! — disse eu, quase gritando. — Ele está me cobrando 700 mil reais!
Alex pegou o contrato, leu rapidamente as cláusulas e seu rosto foi ficando pálido. Ele passou a mão no rosto e murmurou:
— Caralho…
Eu continuei, desesperado:
— Eu não tenho esse dinheiro!
Alex se levantou lentamente, pegou o contrato e começou a analisar cada página com atenção. O clima no escritório ficou pesado e tenso. O ar parecia mais denso, o silêncio era cortado apenas pelo som das páginas virando. Alex franzia a testa, o maxilar travado, claramente preocupado e irritado.
Depois de alguns minutos que pareceram eternos, ele se virou para mim com uma expressão decidida e disse:
— Eu tenho uma ideia.
Ele pegou as chaves do carro e completou:
— Vamos resolver isso hoje.
Nós dois entramos na BMW dele. Alex dirigia em silêncio, com o rosto sério, enquanto seguíamos para encontrar Henrique.
Alex me levou até um prédio comercial imponente, o mais caro do estado. Subimos até o último dos 80 andares. Cada andar abrigava empresas de alto nível, bancos e restaurantes famosos e chiques. Entramos no andar da empresa de Henrique, a Vasconcelos & Smith Capital Group. Eu comentei, surpreso:
— Não sabia que tinha uma sede aqui.
Alex me olhou e respondeu:
— Poucos sabem disso.
Nós dois entramos sem anunciar no escritório de Henrique e fomos imediatamente surpreendidos pela cena.
Solange, a mãe de Júlia, estava de joelhos diante de Henrique. A loira madura de 40 anos, com pele clara e muito bem cuidada, cabelos loiros longos e volumosos caindo sobre os ombros, olhos azuis e rosto harmonioso, estava completamente entregue. Seu corpo em excelente forma — cintura definida, ombros elegantes, pernas torneadas, seios grandes e bunda grande — estava parcialmente exposto, o vestido elegante levantado. Ela chupava com vontade a rola enorme de Henrique, que media impressionantes 24 cm, grossa e veiada. A cabeça grossa entrava e saía da boca dela, deixando os lábios carnudos brilhando de saliva. Solange gemia baixinho enquanto trabalhava com a língua, uma mão segurando a base grossa e a outra massageando as bolas pesadas. Henrique, com seu corpo atlético de 1,90 m, braços fortes, barba cheia bem aparada e olhos azuis intensos, segurava a cabeça dela com firmeza, empurrando devagar o pau monstruoso mais fundo na garganta dela. O contraste entre a elegante e sofisticada Solange de joelhos, babando na rola gigantesca de Henrique, era chocante e explícito. O som molhado da chupada ecoava no escritório luxuoso enquanto ela se esforçava para engolir o máximo possível daquela vara grossa e longa.
Henrique, ainda com a rola semi-dura na calça, disse calmamente para Solange:
— Pode parar um pouco e ir se recompor. Depois traz uma champanhe para nós três.
Solange passou por nós com um sorriso safado, acenando discretamente para Alex, e saiu do escritório. Henrique entrou rapidamente no banheiro anexo, se recompôs e retornou já arrumado, como se nada tivesse acontecido.
Ele se sentou atrás da mesa e disse:
— Sentem-se.
Eu e Alex nos sentamos. Henrique foi direto:
— Decidiu?
Antes que eu pudesse responder, Alex tomou a frente:
— Ele vai pagar a multa.
Eu olhei para Alex sem entender. Henrique se levantou, caminhou até a janela e falou:
— Caro Alisson, você pode mudar sua vida e a da sua família. Pensa bem.
Eu olhei para meu irmão e disse:
— Eu quero saber o que eu ganho com isso.
Alex me cortou rapidamente:
— O Alisson tem a casa, o carro e um dinheiro que nossos pais vão arrumar. Juntando tudo dá a multa, os 700 mil.
Henrique sorriu e disse:
— Alisson, você pode negociar comigo sem o Alex. Não é?
Eu respondi firme:
— Não vou negociar minha esposa.
Henrique riu baixo e completou:
— Não, nunca faria isso com a Carol. Mas você e ela podem se dar muito bem comigo e com minhas amizades. Você pode se tornar um milionário.
Eu fiquei pensativo, a cabeça girando.
Nesse momento, Solange reapareceu no escritório com uma garrafa de champanhe gelada e taças. Henrique sorriu e disse:
— Solange, por que você não anima meus convidados?
Ela sorriu de forma sedutora.
Solange sorriu de forma safada, caminhou até mim e se ajoelhou elegantemente na minha frente. Com mãos experientes, abriu minha calça, puxou minha rola de 18 cm já meio dura para fora e começou a chupar com vontade. A loira madura de 40 anos, com seus cabelos loiros volumosos, olhos azuis e corpo em forma, lambia toda a extensão da minha rola, passando a língua quente pela cabeça grossa e descendo até as bolas. Ela me engolia fundo, fazendo movimentos ritmados com a cabeça, babando bastante enquanto gemia baixinho. A boca quente e molhada dela era habilidosa, apertando e sugando com perfeição.
Não demorou muito e eu gozei forte na boca dela, jatos grossos enchendo sua garganta. Henrique, assistindo tudo, ordenou com voz firme:
— Engole tudo, Solange.
Ela obedeceu, engolindo cada gota sem derramar nada, limpando minha rola com a língua depois.
Em seguida, ela partiu para Alex. Ajoelhou-se na frente do meu irmão e tirou sua rola de 20 cm, grossa e veiada. Solange chupou com o mesmo entusiasmo, engolindo fundo, babando e usando a mão para masturbar a base enquanto a boca trabalhava na cabeça. Alex gemeu, segurando a cabeça dela. Poucos minutos depois ele também gozou, enchendo a boca dela. Solange engoliu tudo novamente, obediente, limpando o pau dele até a última gota.
Solange se levantou, limpou o canto da boca com o dedo e disse para Alex com um sorriso sedutor:
— Vem comigo, genro.
Ela pegou meu irmão pelo braço e o tirou da sala, fechando a porta atrás deles.
Henrique me olhou, serviu mais um copo de whisky e disse:
— Gostou, né cara? Vamos falar a verdade aqui. Eu não escolhi você como sócio à toa. Eu fiquei encantado com a Carol desde o primeiro momento. Acho que nós dois podemos entrar num acordo.
Ele se levantou, caminhando devagar pelo escritório:
— Eu cancelo a dívida que você tem comigo. E nos próximos meses você e ela vão entrar no meu jogo. Você terá dinheiro, poder e mulheres lindas como Solange e Júlia. E a Carol será só minha.
Eu respondi, tenso:
— Ela nunca vai aceitar isso.
Henrique sorriu:
— Vamos fazer um acordo de homem para homem. Ela não precisa saber que eu e você tivemos essa conversa.
Eu perguntei, desconfiado:
— Como funciona?
Ele explicou calmamente:
— Vocês são casados e será uma troca simples. Em três meses eu fico com ela e você fica com todas as mulheres que eu como.
— E sua esposa? — perguntei.
— Ela e eu somos casados no papel, mais só isso. Eu sou um homem de várias mulheres, como Solange e Júlia.
Eu insisti:
— E o Alex, como ele entrou nisso?
Henrique respondeu com autoridade:
— No meu clube eu mando. Sou o DOM supremo. Não há ninguém acima de mim. Se alguém me desobedecer, eu simplesmente acabo com a pessoa. O Alex é o próximo nessa hierarquia. Entende? Se ele quiser uma mulher, ele faz o mesmo que eu fiz com você e vocês trocam de mulher.
Eu fiquei em silêncio por alguns segundos e finalmente disse:
— Eu aceito… mas quero ganhar com isso.
Henrique sorriu satisfeito e estendeu a mão:
— Você vai ganhar muita coisa, meu caro.
Nós dois apertamos as mãos, selando o acordo.
Eu saí da sala ainda atordoado. Alex me esperava no corredor com a cara fechada.
— Eu aceitei a proposta de Henrique — disse eu.
Ele me olhou incrédulo:
— O quê? Você enlouqueceu de vez?
Eu respondi:
— Eu quero crescer na vida.
E continuei:
— E que papo foi aquele de vender a casa, o carro e pegar dinheiro dos nossos pais?
Alex suspirou:
— Era uma negociação. Eu iria te tirar dessa e você protegeria sua família.
— Proteger minha família? Isso que eu quero! — retruquei.
Ele me olhou com decepção:
— Você não me mostra isso colocando sua esposa — uma boa esposa, mãe dos seus filhos — nisso.
Eu joguei na cara dele, com raiva:
— Você nem sabe o que é família. Até sua esposa você conheceu nesse tal clube. Você acabou de ser chupado pela sua sogra e olha pra você: cheio de dinheiro, uma casa linda e dinheiro pra dar e vender.
Alex ficou em silêncio por alguns segundos e disse, com a voz baixa:
— Eu largaria tudo isso para ter a família que você tem.
Eu respondi:
— Eu sei o que é melhor para a minha família.
Ele balançou a cabeça:
— Você é um idiota. Carol e seus filhos não merecem nada disso.
Alex virou as costas e saiu, me deixando sozinho no corredor.
Peguei um Uber e fui até minha casa. Chamei Carol para conversar no quarto e disse, sério:
— Temos um problema.
Expliquei tudo sobre a multa de 700 mil e, mentindo, completei:
— Ou aceitamos a proposta ou perdemos tudo.
Eu liguei para Henrique na frente dela. Ele atendeu no segundo toque.
— Ela aceitou — disse eu.
Henrique respondeu com satisfação na voz:
— Ótimo, Alisson. Hoje à noite vocês vão ao meu clube, o Dominatio Carnalis. Eu te passo o endereço.
Ele desligou. Eu olhei para Carol e disse:
— Ele vai passar o endereço do clube.
As horas passaram lentamente. Às 19 horas, Henrique mandou o endereço por mensagem.
Nós dois nos arrumamos em silêncio. Carol escolheu uma roupa mais simples, mas ainda elegante. Antes de sairmos, ela me olhou e disse, com a voz carregada de mágoa:
— Eu sinto muito por isso tudo. Mas vou ter que dizer: isso é culpa sua e da sua ganância… de ouvir o irresponsável do seu irmão.
Eu baixei a cabeça:
— Eu sinto muito, amor.
Ela respirou fundo, pegou a bolsa e disse:
— Estou pronta.
Nós entramos no carro e seguimos para o clube Dominatio Carnalis.
Chegamos ao Dominatio Carnalis. O local era discreto por fora, com uma fachada moderna e elegante, mas sem placas chamativas. Havia uma entrada principal vigiada por uma dupla de seguranças altos e bem vestidos. Eles pediram nossos nomes, verificaram a lista em um tablet e, após confirmarem, nos deixaram entrar com um aceno respeitoso.
O interior do clube era luxuoso e sensual. Iluminação baixa e vermelha criava um ambiente íntimo, com sofás de veludo, cortinas pesadas, música eletrônica suave ao fundo e um cheiro de incenso caro no ar. Havia várias áreas: um grande lounge central, bares com drinks premium, salas privativas e uma pista onde casais dançavam de forma provocante.
Logo na entrada, Júlia e Alex nos encontraram. Alex me olhava com raiva evidente. Carol fazia o mesmo com ele, o clima entre eles estava gelado. O lugar estava cheio de pessoas públicas: empresários, homens de negócios influentes e até alguns políticos conhecidos, muitos acompanhados de mulheres jovens e atraentes.
Carol sussurrou, chocada:
— Tá cheio de pessoas públicas aqui…
Júlia sorriu e respondeu:
— Aqui é o local onde eles podem andar livremente com suas amantes.
Nesse momento, Henrique apareceu, imponente como sempre, com Solange ao seu lado. A loira madura estava deslumbrante, vestida de forma sensual. Henrique sorriu e convidou:
— Venham, vamos até uma sala VIP.
Na sala VIP havia uma mesa redonda elegante onde nossos lugares estavam marcados com plaquinhas contendo nossos nomes. Henrique se sentou primeiro e disse, com tom autoritário:
— Agora o jogo começa.
Ele olhou para nós e continuou:
— Se vocês estão aqui nessa sala VIP é porque terão livre acesso ao clube. Como Carol e Alisson são meus convidados, eles entram diretamente sem passar pelas fases de testes.
Carol perguntou, surpresa:
— Fase de testes?
Henrique explicou:
— Sim. Vários casais vêm aqui. Vocês viram nossos amigos — muitos com amantes e alguns com esposas. Eles têm que provar que têm o porte para participar das festas que eu promovo aqui.
Ele fez uma pausa e disse:
— Vamos para as trocas.
Foi então surpreendido por Alex, que falou com firmeza:
— Eu tenho a primeira escolha.
Henrique ergueu uma sobrancelha, surpreso:
— Sim. A ordem de escolha é sua vez de ser o primeiro.
Ele completou, olhando para mim e Carol:
— O Alex passou por todas as fases e é o próximo na hierarquia do clube.
Alex olhou para nós e disse:
— Eu e Júlia andamos conversando e queremos Carol e Alisson nos próximos três meses.
Henrique fuzilou meu irmão com os olhos. Eu olhei para Alex, tremendo de ansiedade.
Henrique observou a cena por alguns segundos e disse, com um sorriso controlado:
— Então tudo bem. Eles são seus. Troquem de casais.
Eu e Júlia sentamos lado a lado. Alex fez o mesmo com Carol. Henrique se levantou e saiu da sala VIP sem dizer mais nada.
Alex olhou para Carol e disse:
— Esse é o único jeito de manter o Henrique longe de vocês.
Carol o abraçou, mas com o rosto carregado de mágoa, e respondeu:
— Tudo isso é culpa sua, Alex.
Ela completou, olhando para ele:
— Agora vamos embora.
Alex balançou a cabeça:
— Não. Vocês não podem. Eu tenho que te levar para o quarto… e Júlia também tem que fazer isso com o Alisson.
Júlia sorriu, pegou Carol pelo braço e disse:
— Carol, vamos pegar uns drinks.
Assim que elas se afastaram um pouco, eu me aproximei de Alex e perguntei, nervoso:
— O que foi isso?
Ele me olhou sério e respondeu:
— Eu vou proteger a Carol e você, seu idiota… mas não sei por quanto tempo.
Júlia voltou logo depois e disse, animada:
— Vamos começar o show.
Alex levou Carol até um quarto privativo. Júlia me puxou para um sofá confortável na sala VIP, sentou-se ao meu lado e sussurrou no meu ouvido:
— Vamos ver sua esposa e seu irmão em ação.
Eu senti meu estômago revirar e um calafrio passar pela minha espinha.
Ponto de vista de Carol:
Entramos no quarto privativo. O ambiente era luxuoso e carregado de erotismo: paredes em tons escuros, iluminação vermelha suave, uma cama king size com lençóis de seda preta, espelhos no teto e nas paredes, e uma variedade de brinquedos sexuais dispostos em uma prateleira de vidro — plugs, vibradores, algemas forradas, chicotes leves e lubrificantes.
Eu estava nervosa e disse, com a voz tremendo:
— Alex, eu não sei se é certo…
Ele se aproximou, segurou meu rosto com as mãos e disse suavemente:
— Confia em mim.
Alex começou a retirar minha roupa devagar. Primeiro o vestido, deslizando as alças pelos meus ombros, depois o sutiã, expondo meus seios médios. Ele beijou meu pescoço enquanto tirava minha calcinha, deixando-me completamente nua. Seus olhos percorriam meu corpo com desejo.
— Agora você será minha — sussurrou ele, com a voz rouca.
Ele tirou a própria roupa rapidamente. O corpo atlético de Alex se revelou: ombros largos, abdômen definido e sua rola de 20 cm já dura, grossa e latejando.
De volta ao ponto de vista de Alisson:
Do lado de fora, na sala VIP, Júlia apertou um botão na parede. Uma grande TV de 50 polegadas desceu, mostrando em tempo real a imagem do quarto privativo onde Carol e Alex estavam.
Júlia se sentou ao meu lado, apertou minha rola por cima da calça e disse com um sorriso malicioso:
— Vamos ver sua esposa ser fodida.
Ponto de vista de Carol:
Alex me deitou na cama de seda preta e abriu minhas pernas. Ele se ajoelhou entre elas e começou a me chupar com fome. Sua língua quente e habilidosa passava devagar pelo meu clitóris, depois descia e penetrava minha buceta molhada. Eu gemi alto, segurando a cabeça dele enquanto ele me devorava, sugando e lambendo com maestria. Dois dedos dele entraram em mim, curvando-se no ponto certo enquanto a boca trabalhava no clitóris. Meu corpo tremia, o prazer subindo rápido.
Ponto de vista de Alisson:
Na sala VIP, eu assistia tudo na tela grande. Júlia apertava minha rola por cima da calça, masturbando devagar. Vi Alex de quatro entre as pernas da minha esposa, chupando ela com vontade. Carol gemia alto, o corpo arqueando na cama. O ciúme e a excitação misturados me deixavam paralisado.
Ponto de vista de Carol:
Depois de me fazer gozar uma vez com a boca, Alex se levantou. Eu me ajoelhei na frente dele, peguei sua rola grossa de 20 cm com as duas mãos e comecei a chupar. Engoli o máximo que consegui, sentindo o gosto dele, movendo a cabeça para frente e para trás enquanto olhava para cima. Ele gemia, segurando meus cabelos.
Ponto de vista de Alisson:
A imagem na TV mudou o ângulo. Agora Carol estava de joelhos, chupando o pau do meu irmão com vontade. Júlia sussurrou no meu ouvido:
— Olha como ela chupa bem…
Meu estômago revirava, mas meu pau estava duro na mão dela.
Ponto de vista de Alisson:
Não aguentei mais. A imagem de Carol de joelhos chupando o pau do meu irmão era demais. Com raiva e excitação misturadas, peguei meu celular e joguei com força contra a televisão. A tela rachou com um barulho alto.
Ponto de vista de Carol:
Alex me colocou de quatro na cama. Senti a cabeça grossa da rola dele de 20 cm pressionando minha entrada molhada. Ele segurou firme na minha cintura e empurrou devagar, me abrindo centímetro por centímetro até enterrar tudo. Eu gemi alto, sentindo ele me encher completamente. Alex começou a meter com força, estocadas profundas e ritmadas, batendo contra minha bunda. Cada investida fazia meus seios balançarem e meus gemidos ecoarem no quarto. Ele segurava meus cabelos, puxando minha cabeça para trás enquanto metia mais fundo, o som molhado dos nossos corpos se chocando enchendo o quarto.
Alisson ficou ali sentado, olhando para a TV quebrada à sua frente, o coração apertado e a mente corroída de ciúmes. A imagem de Carol sendo fodida por Alex ainda queimava em sua cabeça, mesmo com a tela rachada.
Júlia, percebendo o estado dele, se abaixou na frente do sofá com um sorriso malicioso. Ela abriu a calça dele, puxou a rola de 18 cm para fora e começou a masturbar lentamente, com a mão macia subindo e descendo pela extensão grossa. Logo em seguida, ela se inclinou e o chupou com vontade — a boca quente e molhada engolindo a cabeça, depois descendo mais fundo, fazendo movimentos ritmados enquanto a língua trabalhava na parte de baixo.
Enquanto Júlia chupava com dedicação, gemendo baixinho ao redor do pau dele, a mente de Alisson se torturava: ele imaginava Carol gemendo o nome do irmão, o corpo dela sendo tomado por Alex, os gemidos que ele conhecia tão bem agora sendo dados para outro homem. O ciúme queimava forte no peito, misturado com uma excitação doentia que fazia sua rola pulsar na boca de Júlia.