Aprendi com os erros que precisava ser bem mais discreta se quisesse continuar a me transformar em quem realmente queria ser
Em casa me portava como um menininho, afim de evitar uma surra do meu pai machista, na rua a discrição para não chamar atenção continuava já que já era um garoto que chamava atenção por naturalidade pela altura já que era mais alto que a maioria dos meninos da minha idade
Na nova escola isolado de todos os outros alunos era eu agora que sofria o bullying diferente de tempos passados quando fazia parte dos que praticavam, mas isso não me incomodava tanto, aprendi a fingir que estava tudo bem
E foi na nova escola que me apaixonei pela primeira vez por um professor, António que era apelidado de Magrão era um homem de beleza chamativa para mim, um tom de pele parda e olhos verdes, os seus mais de um metro e noventa também era motivo para me encantar e pensar que com aquela altura o seu pau também deveria ser grande
Naquela época por ser muito novo nem sabia como tentar seduzir um homem como ele, mas se para muitos eu disfarçava minha opção sexual, para o meu professor deixava entendido que gostava de machos
Sem a coragem ou tão pouco a desenvoltura para conquistar um homem mais velho para me usar como sua fêmea, eu testava meu poder de sedução com garotos um pouco mais velhos ou meninos da minha idade no campinho perto da casa que minha madrinha acabava de se mudar
Uma casa em local com várias outras no mesmo corredor que chamávamos de vilinha do Chaves, além de alguns garotos que moravam lá, alguns coroas mais tarados já me olhavam com maldade ao ver meu jeitinho delicado
Mas naquele momento minha inocência só deixava ter olhos para o professor António Magrão e querer me divertir com os meninos da minha idade
Diversão essa que procurava no campinho próximo a casa da minha madrinha e não sentia mais falta de usar as roupinhas da irmã de Juju Melancia já que agora vivia de calção de futebol e por vezes, sem cuequinha e assim meu cuzinho devorava aquele tecido fazendo ficar socado no meu bumbum
Se em casa eu disfarçava bem para meu pai machista como já mencionei e ausente, minha mãe fechava os olhos para os sinais que deixava escapar propositadamente para tentar ter o apoio dela quando precisasse dela, mas se em casa era invisível todas as minhas questões, minha madrinha já havia percebido e por mais que não fosse direta algumas vezes me dava um tratamento mais feminilizado
Comentava sobre meninos para ver minha reação, perguntava sobre roupas femininas e esse tratamento me deixava mais perto da pessoa que eu queria ser
Mas voltando ao assunto dos calções de futebol, eu sempre usava uns três um verde com emblema da seleção brasileira que na lateral tinha uma meia lua que na minha visão parecia expor mais minhas coxas, um preto que era bem agarrado e me dava a impressão de deixar meu bumbum mais em evidência e o preferido o branco que amava usar sem cuecas pelo motivo que expliquei anteriormente de engolir o tecido com meu cuzinho e achar um pouco transparente mesmo sem ser
E por mais que afirme que queria ser discreta, adorava quando alguém me olhava na rua e mexia comigo e principalmente quando me chamavam de menina, mesmo que só depois de alguns anos tenha percebido que aqueles que me chamavam assim não eram por elogios e sim para querer tirar sarro com minha cara ou me provocar de outra maneira
E provocação safada acontecia quando eu ía ao campinho de futebol, não era um dos melhores, mas também não era dos piores, porém ficava sempre por último a ser escolhido e isso tinha um motivo
Todos queriam me marcar, era como as antigas brincadeiras com Fábio e Tavinho, sempre um ou outro roçando no meu bumbum e quando ninguém buscava o contato físico comigo eu ía atrás de ser encoxado
O que me colocava como um gayzinho safado, mesmo não assumido e que era comentado pelas costas pelas línguas afiadas da vizinhança
No futebol para ter uma competição um pouco maior apostavamos que o perdedor pagaria refrigerante aos vencedores, idealizado pelos irmãos gêmeos Luciano e Lucas, por um tempo esse era o melhor troféu possível mas passou a ser financeiramente inviável por se jogar todos os dias e por mais que fosse o refrigerante mais barato possível acabava por ficar pesado para alguns e assim diminui se o número de meninos para jogar
Para que não se acabasse as apostas Luciano teve uma ideia um tanto fora da casinha, o time perdedor teria que pegar no pau do vencedor, após muita discussão sobre como funcionária esse novo troféu, acabei jogando no time mais fraco por coincidência ou não
Meu time perdeu e na hora de alguém ter de pagar à aposta outra briga por ninguém querer pegar no pau do time vencedor, eu também fingi não querer só para não parecer o putinho que era
Mas de alguma minha fama já estava circulando bem mais que eu poderia imaginar e todos olhavam para mim como se quisessem falar esse é o troféu que você mais gosta e depois de uma longa discussão acabei por ir segurar meus troféus
No dia seguinte novamente por coincidência ou não fiquei no time perdedor e pós jogo não precisou de muita discussão para eu ir pegar pau por pau, nesses primeiros dias era uma coisa rápida eu só dava uma apertadinha em cada menino em pé um ao lado do outro como se estivessem postado para execução do hino nacional
Aos poucos eu escolhia os que eu passava mais tempo segurando, depois passei a colocar a mão por dentro do shorts dos escolhidos até chegar a uma leve e rápida punhetada, obviamente que além de provocar isso causou novas discussões
Os escolhidos queriam mais os excluídos reclamavam de não ter o mesmo tratamento, a solução que criei foi de contarem o tempo para ser mais justo, percebendo que eu poderia ter o controle da situação e juntando com o fato de que ao contar o tempo os meninos faziam uma grande bagunça, decidi que tinha de ir para um lugar mais discreto para fazer nossas sacanagens
Um restante de uma demolição parecia o lugar perfeito para continuar a ser a putinha da turma do futebol, a contagem de tempo e a masturbação para os preferidos continuava e isso só fazia minha fama de viadinho safado aumentar e essa fama atraiu meninos mais velhos para conferir o que rolava
Primeiro formaram uma espécie de torcida, xingavam, tiravam onda com a cara de todos nós e quando eu fazia alguma jogada vibravam para tirar sarro da cara dos outros, afinal o viadinho estava jogando melhor que os hominhos
Eu não ligava nenhum pouco, quem ligava e pegava pilha com as provocações era outros dois ou três que acabavam tendo que pegar no pau dos outros quando nas raras vezes que eu estava no time vencedor
Com a fama feita de viadinho, não tinha para que tentar esconder quem realmente eu era e um dia enquanto terminava de punhetava um dos preferidos, dei um leve beijinho no seu pau
No outro dia fiz de tudo para jogar contra ele e me esforcei para perder o jogo, até gol contra fiz só para no fim do jogo ter a chance de repetir aquele beijinho no seu pau
"Por que você fez aquilo ontem?" Foi a primeira coisa que ele perguntou
"Senti vontade" Respondi enquanto já tirava seu pau para fora
"Quer outra vez?" Perguntei e ele apenas sinalizou positivamente com a cabeça
Novamente dei um beijinho na cabeça do seu pau, ele deu uma respirada funda e aquilo me despertou um enorme tesão e não resisti a ficar só no beijinho e comecei a chupar o seu pau
O tempo passou depressa os gritos de "vamo logo", "tá demorando", "agora é minha vez", eu não queria soltar e muito ele deixar soltar, mas a movimentação de algum menino chegando interrompeu nossa intimidade
Naquele dia beijei outros paus, sempre dos preferidos e no dia seguinte a mesma coisa, enquanto na minha cabeça aquela situação era um segredinho só entre eu e os que ganhavam um agradinho a mais, na realidade era outra eles conversavam entre si, falando como eu era safado
E se fosse só entre eles já seria ruim, mas poderia piorar pois começaram a falar para os meninos mais velhos que começaram a me chamar de chupeteiro e na sequência a começar a jogar com nós
Por serem dois, três anos mais velhos e alguns casos até quatro anos a vantagem física e a habilidade se sobressaiam diante de nós, em poucos dias eles conseguiram expulsar um por um dos meninos novos, ficando apenas eu e um ou outro viadinho enrustido para eles abusarem
As regras não mudaram o perdedor pegava o pau do vencedor, porém todos ali sabiam que eu ia além e era um chupador de pau, com isso todos queriam mais que a simples pegadinha
Se anteriormente eu escolhia quem chupar, agora com garotos mais velhos e mais fortes fisicamente não tinha escolha e até meu sistema de um por vez foi abolido, se amontoando a minha frente enfiando seus paus em minha boca sem cerimônias e para minha surpresa a maioria ali já gozava
Por ser algo muito rápido dificilmente algum conseguia gozar, mas a primeira gozada a gente nunca esquece seja pela lembrança boa ou não e no meu caso foi pelo susto e a engasgada que dei seguida dos risos de todos em volta
E depois da primeira todos queriam repetir o que um havia conseguido e quando dois ou três conseguiam eu saía toda melada de porrinha, apesar de nojento eu não sentia nojo e com os dias virou uma competição entre eles, ver quem gozava primeiro e me fazia engasgar
Isso foi me fazendo perder o tesão em ser o depósito de porra dos demais garotos, pois me sentia não só usado mas abusado, fodiam minha boca com vontade e força, aos poucos só os trinta segundos ou um minuto de chupada já não satisfazia a maioria dos meninos e os mais tarados queriam mais
E começaram a passar a mão em meu bumbum, mais especificamente no meu cu, tentando enfiar o dedo no meu anelzinho, apesar do tesão tentava evitar já que se um conseguisse invadir meu buraquinho todos iriam querer e eu ainda na minha inocência romantizava como seria a primeira vez que desse meu precioso
Para evitar o possível abuso que se desenhava, passei a chupar todos eles sentados para proteger meu cuzinho que piscava para alguns dos meninos que mamava, mas mesmo com essas precauções quase tive meu cu comido pela violência
Depois do episódio em que dois garotos me levantaram da pedra em que estava sentado mamando outro menino e baixaram meu shorts com ignorância e abrindo meu bumbum tentaram me penetrar e só não conseguiram por que outros dois ou três garotos viram meu desespero, chorando pedindo para parar e acabaram por intervir não deixando o pior acontecer
Com isso me afastei dessa turminha e começaria uma nova fase em minha transformação
