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A nova funcionária p2

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Um conto erótico de JujuPaixao
Categoria: Heterossexual
Contém 915 palavras
Data: 21/07/2026 12:03:32
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Ao final do expediente, bato meu ponto, pego minha bolsa e sigo em direção ao estacionamento. A chuva já parou, e o sol começa a se esconder no horizonte, enquanto a movimentação dos funcionários diminui aos poucos. Meu carro está estacionado a poucos metros da empresa, em um espaço mais afastado, cercado por algumas árvores que oferecem sombra durante o dia e um pouco mais de privacidade naquele horário.

Assim que entro no carro e fecho a porta, respiro fundo por um instante antes de ligar o motor. Ainda nem coloquei o cinto quando percebo um movimento do lado de fora. Mesmo com os vidros escuros, uma silhueta grande se aproxima lentamente. Reconheço aquele porte antes mesmo de distinguir seu rosto.

Abaixo o vidro alguns centímetros e encontro os olhos de Carlos, funcionário da empresa. Ele sorri de canto, apoiando um dos braços na janela.

— O que você quer agora? — pergunto, lançando um olhar rápido ao redor e depois ao retrovisor, certificando-me de que ninguém parece prestar atenção em nós.

Ele apenas amplia o sorriso.

— O que você acha?

Reviro discretamente os olhos.

— Entra logo.

Nem termino a frase e ele já abre a porta, acomodando-se no banco do passageiro como se aquele gesto fosse parte da rotina.

Carlos trabalha no setor de obras, diretamente no canteiro, junto com o restante da equipe do trecho. O trabalho pesado moldou seu corpo ao longo dos anos: braços fortes, mãos calejadas, ombros largos e um físico que chama atenção sem qualquer esforço. Foi justamente isso que notei na primeira vez em que lhe dei uma carona. O que deveria ter sido apenas um favor acabou se transformando em algo completamente diferente no banco traseiro daquele mesmo carro. Desde então, aquilo passou a acontecer com frequência. Bastava um olhar mais demorado, uma mensagem rápida ou um encontro casual no fim do expediente para entendermos exatamente o que o outro queria.

Hoje ele teve sorte. Ainda estou molhada da brincadeira que fiz mais cedo, sozinha, no banheiro da empresa.

Saio do estacionamento e dirijo por alguns minutos em silêncio. Carlos observa a estrada enquanto tamborila os dedos na perna, como se contasse os segundos. O destino é sempre o mesmo: o estacionamento de um grande mercado localizado em uma região mais afastada da cidade, onde o movimento naquele horário costuma ser pequeno.

Assim que estaciono, desligo o motor, Carlos já leva a mão ao zíper da calça, abrindo-o. Olha para mim com um sorriso provocador.

Não penso duas vezes. Inclino-me em sua direção e começo a beijá-lo, primeiro nos lábios, depois pelo pescoço, sentindo o cheiro de suor que ainda permanece depois de um dia inteiro de trabalho. É um cheiro intenso, misturado ao perfume barato que ele costuma usar, uma combinação que, por algum motivo, sempre desperta meu desejo.

Enquanto nossos beijos se tornam mais apressados, minhas mãos percorrem seu peito firme e seus braços musculosos. Ele retribui explorando meu corpo por cima da roupa, deslizando lentamente as mãos pelas minhas costas, pela cintura e pelos quadris, até encontrar meus seios. Com movimentos seguros, afasta minha camisa branca o suficiente para acariciá-los, arrancando de mim um suspiro abafado. Esfrega a mão pesadamente sobre minha boceta, já enxarcada.

De repente, ele interrompe o beijo e sorri.

— Vai para o banco de trás.

Obedeço prontamente.

No banco traseiro, puxo minha calça para baixo enquanto ele também ajeita a própria roupa. Antes de qualquer outra coisa, abre um pacote de camisinha e a coloca cuidadosamente sobre seu pau completamente duro.

Ele me puxa para perto, fazendo com que eu me sente em seu colo. Ficamos frente a frente nos olhando. Então ele segura minha cintura com firmeza e me preenche com aquele pau grande e grosso.

Começo a me mover lentamente e ele segura meu quadril para acompanhar cada movimento, alternando entre beijos em meu pescoço e palavras sussurradas ao meu ouvido. Seus dedos percorrem minhas costas, descem até meu cuzinho, onde os enfia sem dificuldade. Agora seu pau e seus dedos estão atolados em mim.

O espaço reduzido do carro obriga nossos movimentos a serem contidos, mas isso apenas aumenta a intensidade do momento.

Carlos segura meu cabelo preso em um rabo de cavalo e inclina minha cabeça para trás, distribuindo beijos e lambidas pelo meu pescoço. Sinto um arrepio percorrer meu corpo inteiro. Minha respiração fica irregular, e minhas mãos se apoiam em seus ombros largos enquanto continuo acompanhando seus movimentos.

O tempo parece passar depressa. O calor dentro do carro aumenta, os vidros começam a embaçar e o ar fica pesado. Então gozo, gemendo alto., seguida de Carlos que sinto preencher a camisinha com sua porra.

Quando a intensidade finalmente diminui, permanecemos abraçados, tentando recuperar o fôlego.

Depois de alguns minutos, começamos a nos vestir. Arrumo rapidamente minha camisa, ajeito a calça e prendo novamente o cabelo. Carlos fecha a embalagem usada da camisinha antes de terminar de se vestir.

Volto para o banco do motorista enquanto ele ainda fecha o zíper da calça no banco de trás.

— Anda logo! Tenho muita coisa para fazer hoje. — digo, ajeitando o cabelo diante do espelho retrovisor.

Ele ri enquanto abre a porta.

— Calma, docinho. Já estou saindo.

Carlos deixa o carro. A casa onde mora com a esposa e os três filhos fica a poucas quadras dali, por isso nunca faço questão de lhe oferecer carona.

Assim que ele desaparece caminhando pela calçada, ligo o carro novamente e sigo em direção à minha casa. Meu marido também está me esperando.

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