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O Demônio e a Megera – Episódio 28 (essa noite, suas preguinhas me pertencem)

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Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3555 palavras
Data: 21/07/2026 11:26:14
Última revisão: 21/07/2026 11:52:14

Lavignia ofereceu a André uma taça de vinho e ordenou que se levantasse, completamente nu, o pau grande e grosso duro feito uma rocha de olhá-la naquele traje erótico.

- Vamos fazer um brinde à sua submissão e devoção à sua rainha.

Completamente dominado por Lavignia, aceitou o brinde.

- Você está de parabéns, André. Provou, até aqui, ser um excelente escravo. Uma propriedade preciosa para sua rainha.

- Obrigado, senhora – respondeu André, enquanto Lavignia o rodeava daquele jeito dominador.

- Vamos ver como se sai até o final dessa noite e terá recompensas valiosas de sua mestra, senhora e rainha. Você quer isso, meu gatinho manhoso?

- Tudo que a senhora quiser me oferecer – respondeu, acompanhando seu corpo perfeito com os olhos vidrados de tesão.

Lavignia acariciou o pau de André, sentindo aquele maravilhoso mastro em suas mãos, mordendo os lábios.

- Você tem uma maravilhosa ferramenta, André. Talvez eu queira usá-la para o meu prazer. Talvez, mas tenho outra prioridade por ora.

Lavignia parou atrás de André, o envolvendo com seus braços e colando seu corpo no dele. Seus seios macios tocando suas costas, os mamilos inchados espetando sua pele. Desceu as mãos, uma pelo seu peito, outra pelas suas costas, até sua bunda, a qual acariciou com suavidade, sentindo a excitação de sua presa pela respiração mais audível.

- Você tem uma bunda linda e muito gostosa, que eu adoraria usar. Na verdade, eu vou usar ao meu bel prazer, não vou meu cãozinho obediente?

- Sim, senhora – respondeu André com a voz saindo baixo, sentindo a respiração de Lavignia em seu ouvido.

Lavignia se ateve ao seu alvo, apertando com pouca força, mas com dominância, deslizando, em seguida os dedos pelo seu rego, roçando em seu cu. André suspirou.

- Deite-se de bruços na cama, escravo – ordenou.

André obedeceu sem hesitar, completamente dominado por Lavignia, que saboreava o próprio poder e a excitação de sua presa. Lavignia subiu na cama e se posicionou entre suas pernas abertas, acariciando seu traseiro como um troféu. Abriu sua bunda e seu dedo deslizou na entrada do cuzinho de seu escravo.

- Tão apertadinho. Esse cuzinho é virgem, escravo?

- Sim, senhora.

- Excelente, porque essa noite suas preguinhas me pertencem. Não precisa ter medo, porque serei carinhosa e cuidadosa com meu gatinho manhoso. Gosto que meus submissos sintam prazer enquanto eu os fodo.

Lavignia curvou-se de quatro, de um modo que suas pernas faziam contato com as de André. Deu uma lambida em sua bunda e saboreou sua pele se arrepiando. Continuou desferindo lambidas e carícias em seu troféu, até deslizar a língua, tocando seu ânus com a pontinha, sentindo o corpo de André estremecer. Deu duas, três, quatro, muitas lambidas seguidas, começando de seu períneo até sua entradinha, arrancando gemidos de sua presa. Pressionou sua língua um pouco mais e passou a se revezar entre lambidas circulares famintas, pequenas inserções na entradinha e pequenas chicotadas. Suas mãos acariciavam e apertavam a carne dura de suas nádegas. Às vezes deslizavam, tocando seu saco, acariciando suas bolas. Permaneceu nesse ritual demoradamente, fazendo o cuzinho de sua presa piscar, seus lábios emitirem gemidos e seu corpo ter tremedeiras com aqueles estímulos.

- Permaneça nessa posição – ordenou.

Lavignia foi até a gaveta e de lá tirou seu pênis, preso a uma cinta. Vestiu-a e voltou para sua diversão. Pegou dois travesseiros e colocou sob os quadris de André, deixando sua bunda mais empinada. Encheu o dedo de lubrificante e penetrou lentamente, com cuidado, seu cobiçado buraquinho, que apertou seu dedo, que continuou deslizando até poder explorar as paredes internas de seu ânus.

Percebendo que ele estava relaxado introduziu o segundo dedo, mais uma vez de forma torturantemente lenta, para ela e para ele. Seus dedos deslizavam com cada vez mais facilidade, indicando que a musculatura de seu escravo estava relaxada.

A cada vez que tirava os dedos, os introduzia com mais lubrificante, enquanto acariciava sua bunda com a outra mão e a beijava e lambia, numa tortura longa de prazer, que fazia o corpo de André se mover agoniado, enquanto soltava deliciosos gemidos, que indicavam o quanto estava apreciando aquela recompensa.

- Está gostando, meu gatinho manhoso, dos cuidados da sua rainha?

- Sim, senhora - choramingou André.

- Agora eu vou ser o seu macho e você a minha fêmea. Por isso, eu vou comer você com muito carinho, como se deve tratar uma fêmea – provocou enquanto lubrificava abundantemente seu pênis de 15 cm e menos grosso que o de André.

Com tudo bem lubrificado, reclinou-se sobre sua presa e deslizou seu pau para sua entradinha, deixando-o agitado e nitidamente com muita expectativa pela penetração. Então, deslizou a cabecinha até o seu prêmio e começou a penetrá-lo.

- Vai doer um pouco, mas se incomodar demais, me avisa. Quero que você sinta prazer sendo enrabado pela sua dona.

Continuou introduzindo lentamente. André gemia com o incômodo e o prazer de suas paredes sensíveis sendo estimuladas pelo pau de Lavignia. Ela já estava com a metade dentro e encantada de viver aquilo, com a bucetinha pingando e a calcinha molha. Sua buceta latejava de tanto tesão. Depois de alguns minutos, estava totalmente enterrada. Então, reclinou-se sobre sua presa, apoiada nos dois braços e beijou seu ombro com carinho e começou a movimentar seu pau devagar.

Como André não reclamava – ao contrário, respirava pesado e gemia deliciosamente – foi aumentando a pressão das estocadas.

- Está gostando de ser minha fêmea, meu gatinho manhoso? – perguntou com a voz rouca de um tesão quase insuportável, que tomava todo o seu corpo e seus sentidos.

- Está uma delícia, senhora – se rendeu André.

Lavígnia intensificou ainda mais as estocadas, socando com vontade, arrancando gemidos altos do meu namorado, que acabou gozando aos urros, o corpo todo tremendo. Não resistiu e também gozou, gemendo alto.

Depois de relaxar do próprio gozo com o pau ainda enterrado no rabo do meu namorado, puxou-o pela cintura, colocando-o de quatro. Fodê-lo naquela posição, completamente submisso, deixou-a ainda mais excitada.

- Toma, meu cachorrinho! Leva o pau da sua dona nessa bundinha linda, que me pertence – falou alto, desferindo tapas no traseiro de André, notando que ele ainda estava de pau duro mesmo após gozar.

Aquele pau enorme e grosso tirou Lavignia do sério. Ela precisava daquela tora dentro dela. Mandou que André se deitasse de costas na cama, arrancou a cinta e, quase com desespero, puxou a calcinha para o lado e se sentou de uma vez no pau do Demônio, até senti-lo no fundo de sua buceta.

Comecei a cavalgar com fúria, rosnando feito uma fera, completamente descontrolada de tesão. Não demorei a ter tremedeiras por todo o corpo, um calor se espalhando, a barriga revirando e a cabeça rodando. Gozei aos gritos, com as lágrimas chegando a escorrer do meu rosto. Não conseguia parar. Depois que minha buceta parou de pulsar alucinadamente, voltei a cavalgar o pau do Demônio com a mesma fúria.

Meu Deus, o que foi aquilo? Veio outro orgasmo muito rápido.

- Ai, meu Deus, escravo! Seu pau não para de me fazer gozar. Pode me tocar, me pega, me come, é uma ordem – gritei, sem sair do personagem.

O Demônio, que também estava com os olhos marejados de tanto prazer, com uma expressão de êxtase, me puxou para si, me colocou de costas, sem tirar o pau de dentro e começou a me estocar selvagemente, enfiando a língua na minha boca com uma sede acima do tom, cheirando meu pescoço, beijando, dando lambidas e mordidas, as mãos acariciando minhas carnes de um jeito predador.

Desesperada de prazer, gozei de novo. Ele não aguentou e logo veio junto, mandando jatos de porra no meu útero. Mesmo depois do seu pau amolecer e sair de dentro de mim, continuamos nos beijando, esfregando, apertando, lambendo e mordendo sem parar, com uma vontade que não passava de jeito nenhum.

Quando percebi que seu pau já estava duro novamente, trepei em seu rosto, deixando a bunda na sua cara, me inclinei e abocanhei seu pau com fome, enquanto o Demônio destruía minha buceta de tanto lamber, cheirar, sugar e enfiar aquela língua com sede em mim.

Perdi as contas de quantos orgasmos eu tive. O último deles foi do jeito que eu gosto, de quatro, apanhando na bunda e tendo o cabelo puxado até esticar o couro cabeludo.

- Fode sua rainha, escravo! Dê prazer à sua rainha. Me domina, seu puto, bate mais. Essa é a sua recompensa e a minha – eu ainda provocava, deixando André mais excitado, me socando com mais vontade, com aquele barulho dos nossos corpos se chocando me enlouquecendo.

Depois de gozarmos aos gritos, desabei exausta na cama, me tremendo toda de um prazer que não terminava. O meu e o dele.

Acabamos dormindo abraçados e apertados. Com o detalhe que demos aquela sessão de foda toda sem que eu houvesse tirado a calcinha. Aliás, dormi vestida com minha produção de Lavignia, plenamente realizada, convicta de que cada detalhe da demorada construção daquela fantasia valeu a pena.

Porque tudo começou naquela noite em que eu e a Ay convencemos o Demônio a nos conceder a noite de rainha. Só que eu não me sentia confortável em bater e cuspir no meu namorado, muito menos explorar seu cuzinho delicioso como a Ay fazia. Diga-se de passagem, a Ay era um hipopótamo dominando meu pobre namorado.

Diferente do que fora comigo na última noite de nossos joguinhos, quando ela e Gabriel me dominaram e quase me levaram à loucura algemada na cama. Aliás, foi a segunda vez que fui dominada. A primeira, foi quando Gabriel e o Demônio me fizeram de puta, com direito, inclusive, a DP, que quase saí do corpo naquela noite.

Depois daquilo, o máximo que fazia era ser possuída pelo Demônio de quatro, levando na buceta e no cu, apanhando na bunda, enlaçada pelo cabelo e gozando feito uma égua.

Voltando à Ay, ela até que começou com uma dominação carinhosa, lambendo o Demônio, que estava algemado às costas da cama, quase que dos pés à cabeça, fazendo o coitadinho gemer com aquela potranca linda em cima dele, explorando seu corpo de todos os jeitos. Eu assistia toda excitadinha.

Ela estava com uma saia jeans comum e um top. Fiquei estarrecida quando, depois de lamber o pescoço e morder a orelhinha do nosso namorado, ela mandou que ele abrisse a boca e cuspiu dentro. E eu senti que ele adorou. Ay mandou ele pedir mais e ele pediu, com os olhos cerrados de prazer. Minha buceta começou a latejar de um jeito inclemente e não parou mais.

Depois, Ay tirou a calcinha e começou a esfregar no rosto do Demônio. Uma delícia que devia estar aquilo. Então, deu dois tapas no rosto dele, dizendo algumas coisas que eu não lembro, mas que fazia o corpo dele se debater de um lado para o outro. Então, subiu no rosto dele e começou a rebolar com a saia levantada. Quando se fartou de deixar o rosto do Demônio todo melado com seu gozo, desceu beijando e mordendo seu corpo. Parou nos mamilos e mordeu, fazendo André gritar de dor. E pensar que o Gabriel passava por aquilo constantemente.

Depois, ela desceu para sua cintura, puxou sua bermuda com fúria e abocanhou seu pau, fazendo o Demônio gemer alto. Então, torturou meu caralho de estimação com lambidas, enquanto seu dedo sorrateiramente percorria o caminho até seu cuzinho. Quando a vi enfiar o dedinho, fazendo o Demônio gemer, arquear as pernas e fazer movimentos pélvicos de entrega e prazer, fiquei prestes a ter um orgasmo. Ficou um tempo enorme torturando meu gatinho, ora com a língua lambendo seu cu, ora mamando seu pau com gosto. E quem não mamaria uma rola daquela com gosto, né?

Era um tal de língua no cu e dedo no pau, dedo no pau e língua no cu, que eu ficava até tonta de tanto prazer. Até o Demônio gozar aos urros, se debatendo todo na cama. A malvada da Ay ainda pegou a porra dele e esfregou com a mão em seu rosto. Depois cuspiu e bateu no rosto do Demônio várias vezes. E o puto logo estava de pau duro novamente, adorando os maus tratos da nossa namorada, que subiu no pau dele e o cavalgou com vontade, se rebolando toda, grunhindo e rosnando feito uma fera. Àquela altura, eu já estava com meu dedinho castigando minha buceta e acabei gozando, ainda horrorizada com aquele estranho jeito de amar dos dois.

Para terminar, Ay subiu no rosto dele e fez xixi no Demônio. Não sei por que, mas fiquei com inveja dele naquela hora. E ainda perdi de vez minha prerrogativa de fazer xixi no meu amor. Mas o que eu vi foi que ele adorou. Também, quem não se apaixonaria pelo xixi da Ay? E a puta ainda ficou esfregando aquela buceta mijada no rosto dele, mandando-o lamber. Deixou meu – nosso – namorado todo mijado, cuspido e gozado e ainda ficou esfregando os dois pés na carinha dele, mandando que lambesse seus pés.

Eu fiquei meio enciumada com aquilo. Tinha vontade de fazer aquelas coisas, mas ficava travada. Também não consegui fazer com o Gabriel, que foi a segunda vítima da Ay naquela noite.

Vítima?

O puto estava era adorando. Fiquei pensando se todos os homens gostam dessa pegada, porque o Gabriel ainda pedia mais. Ay só não fez xixi nele na cama, porque não teríamos onde dormir, já que nossa cama estava toda mijada. Que loucura! Então, Ay mandou Gabriel deitar no chão do banheiro da suíte e mandou ver no bichinho, que fazia uma cara de prazer linda de morrer, que dava vontade de apertar e morder até sangrar.

Quase pedi à Ay para fazer aquelas coisas deliciosas comigo, porque eu amava ser dominada, mas fiquei receosa de ter traumas psicológicos resultantes da brutalidade daquela hipotótama sádica. Quem diria que um dia viraria escrava submissa da Cínthia, que não era bruta como a Ay com tesão de dominadora, mas era muito mais letal, ainda mais me dominando e humilhando por uma semana de um jeito que nunca vou me esquecer. E o melhor de tudo foi que o amor pela minha amiga só cresceu e eu não fiquei nem um pouquinho traumatizada.

A Lavignia foi um presente que produzi para o Demônio durante um mês. Na ocasião, ele já estava conformado que perderia suas preguinhas para mim, eu só não dizia quando, mas esse era um trabalho para a Lavignia. A ideia de criar um personagem, pois assim eu talvez me desinibisse, foi, adivinha de quem? Da Ay. A ideia de fazer uma super produção, com jeito de falar, personalidade e figurino próprio, foi minha. Se era para fazer, eu faria direito, até porque eu tinha um talento inato para representar.

Estudei figurinos, assisti a uns vídeos de BDSM, li sobre o assunto e me preparei para a ocasião. Quando o Demônio me chamou para viajar com ele para o congresso, encontrei a oportunidade da minha vida de deixar a Lavignia dentro de mim ganhar vida. Combinei com ele que só iria na quinta-feira à tarde, pois tinha compromissos naquele dia, mas ficaria em outro hotel, mas não seria eu e sim a Lavignia. Que era para ele me tratar como uma desconhecida e que lhe proporcionaria uma experiência inédita e especial.

Aliás, o Demônio ainda acordou com a Lavignia ao seu lado.

- Levante, escravo, para servir à sua rainha. Não seja preguiçoso.

Lavignia mandou que André fosse com ela ao banheiro e que se deitasse no chão.

- Vou lhe dar um lindo presente para que não se esqueça de sua rainha, escravo.

Já nua, se abaixou próximo ao seu rosto e fez um xixi delicioso e demorado, com André fazendo uma carinha de prazer. Depois, sentou-se em seu rosto e mandou que a lambesse. Depois de gozar, ainda sentou em seu pau e o cavalgou até gozar mais uma vez, dando-lhe tapas no rosto e cuspindo em sua boca, fazendo André segui-la aos urros.

Foi o último ato. André foi para o seu hotel pegar suas coisas e eu voltei para Feira de ônibus, pois tinha compromisso com o vôlei. Ele ficou para almoçar com alguém do trabalho.

Antes de ir embora, meu namorado ganhou um beijo longo de Lavignia, que prometeu que voltariam a se encontrar. Eu só não sabia se ele ficara feliz com aquela notícia. Por todas as suas reações, achei que tinha amado até os açoites, mas ainda tinha dúvidas se Lavignia não havia pegado pesado demais em alguns pontos.

Terminei o vôlei ansiosa para encontrá-lo. André me convidou para sairmos no final da tarde e irmos a um bar e restaurante com música ao vivo. Bom, ele não planejaria terminar comigo num lugar como aquele, pensei aliviada. E mais ainda fiquei quando fui recebida na garagem do prédio com um beijo apaixonado, que me deixou até de pernas bambas.

No caminho, me perguntou como foi o vôlei e eu como foi o almoço. Não tocamos no assunto Lavignia. Chegando ao bar, ele pediu uma cerveja e decidi acompanhá-lo. Estava com vontade de ficar bem soltinha, porque sabia que íamos para o motel depois. Além disso, sabe-se lá o que seria aquela noite sob o impacto dos acontecimentos recentes.

Tomei coragem e perguntei, depois do segundo copo, o que tinha achado do meu presente.

- Um presente um tanto quanto extravagante, não é Megera? Com direito a desfecho à moda Ayanna, com golden shower, degustação de cuspe e ficar com a cara ardida de tanto levar tabefes. Sem contar com a bunda e as coxas ardidas de levar chibatadas daquela psicopata, que mais parece um cruzamento de Anabelle com o Maníaco do Parque e o Godzilla, que faz a troglodita da Ay parecer um ursinho carinhoso perto dela, fora ter perdido as pregas do cu.

Quase caí da cadeira de tanto rir. Eu emendava uma gargalhada na outra e chegava a chorar, as lágrimas descendo pelo meu rosto sem parar, fodendo com a porra da minha maquiagem. André não aguentou com meu estado e acabou contagiado. Ficamos uns cinco minutos sem conseguir conversar, até que me recuperei.

- Amor, quer dizer que você não gostou do meu presente, que eu preparei com tanto carinho? Você sabia que eu levei um mês para produzir a Lavignia só para o seu prazer? – provoquei.

- Ah, amor, claro que eu adorei. Só toma cuidado da próxima vez que você preparar um presente para alguém com carinho para não explodir o quarteirão ou dizimar a raça humana.

- Amor, para, pelo amor de Deus, eu tô passando mal de tanto rir. Isso é tortura – protestei, às gargalhas.

- Isso é tortura, Ana Clara? Isso?

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

Que vexame que o Demônio me fez passar, que eu não conseguia parar de rir nunca mais, aquele filho da puta. Eu levei uns dez minutos para me recobrar e voltar a insistir.

- Amor, responde sério agora. Você vai responder sério?

- Vou.

- Então fala. O que você achou da Lavignia?

- Além de ser uma sádica psicopata e linda de morrer?

- É, amor, para de me enrolar, que eu estou ficando aflita, achando que você detestou meu presente. Por isso fica enrolando para responder.

- Tá bom, amor. Eu amei o presente.

- Sério mesmo ou está me zoando? Seja honesto, que agora eu estou falando sério.

O Demônio pegou minha mão com carinho e respondeu.

- Eu também, mor. Eu amei mesmo. De verdade. Você foi formidável. Deveria virar atriz. Virar, não, porque você já é. Teve momentos que eu cheguei até a acreditar que a Lavignia não era você, tamanha a perfeição da sua performance.

- Você não ficou zangado com nada?

- Não, amor. Com nada. Você não percebeu que eu estava com um tesão do caralho?

- Não ficou zangado nem com a surra de chicote.

- Não posso dizer que foi a melhor coisa que eu já experimentei, mas fazia parte da experiência. Eu adorei viver isso. Obrigado mesmo – falou, beijando minha mão, me deixando toda boba e derretida.

- E aquela parte do...

- Coito anal? – emendou ante minha hesitação.

- É.

- Foi muito gostoso.

- Sério?

- Sim, você foi perfeita. Deu muito prazer, tanto que eu gozei levando no cu – respondeu com aquela cara debochada.

- Amor, eu aprendi com você a fazer direitinho. Você é meu grande mestre. A Lavignia é melhor que a Ay?

- Uma experiência bem mais completa. Minhas finadas pregas que o digam.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

- Eu te amo, Megera. Muito mesmo.

- Também te amo meu amo e senhor. Só não se empolgue muito com a Lavignia, porque na vida real eu sempre serei obediente e submissa a você.

Pior que eu falei aquilo e minha buceta deu sinal de vida na hora.

Foi quando começou a música ao vivo e nos dedicamos a comer, beber e dançar agarradinhos, como um casal apaixonado, que estava uma delícia tudo aquilo, como tudo na minha vida que tem o Demônio.

Depois de curtirmos a noite, era hora do motel. Apesar de a Lavignia ter gozado igual uma vaca psicopata no cio lá na masmorra, minha buceta já estava tocando até musiquinha com as merdas que estavam passando pela minha cabeça.

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Comentários

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Eu tenho um amigo que dizia “quando a curra é iminente, relaxa e goza!” Foi o que fez o Demônio! Corajoso o rapaz!

T&A, vcs são demais! A gente vai começar a ficar repetitivo em elogios com tantos capítulos extraordinários!

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Que capítulo lindo!! Cada vez mais apaixonado por Megera e Demonio!

"Era um tal de língua no cu e dedo no pau, dedo no pau e língua no cu, que eu ficava até tonta de tanto prazer."

Imagino a Mégera alucinada nessa hora!!

"Quase pedi à Ay para fazer aquelas coisas deliciosas comigo, porque eu amava ser dominada, mas fiquei receosa de ter traumas psicológicos resultantes da brutalidade daquela hipotótama sádica."

Traumas psicológicos estou tendo eu aqui de pensar que um dia vai acabar essa série maravilhosa!!

Infinitas estrelas Theodor e Aline!

P.S.: Falei que o brioco do Demonio ia queimar não falei!!! Muito legal essa cena!!

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A perda das preguinhas do Demônio era uma tragédia mais do que anunciada. Não era questão de "se", mas de "quando". rs

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Mas olha, o melhor capitulo até agora. Esse final deles no bar se divertindo foi uma das coisas mais legais que li. To até emocionado aqui, meu dia será mais feliz!

Mas ja sei pq o teto ta um pouco truncado hj!! Vcs precisaram testar né???

Aline Rainha e Theodor Gatinho Manhoso!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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A frase dela das preguinhas me rendeu gargalhadas na fila do DETRAN…rs

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Foi demais amigo Normal!!

Demonio e a Megera estão no meu Top 3 de todos os tempos!

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Vou te dizer que ela já está no retrovisor da Nanda na minha lista de preferência (o demônio ainda precisa de mais histórias para chegar no Mark personagem), pq ainda não “perdoei” algumas atitudes dela com o Mark em algumas situações (Rick, por exemplo…)…rs

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kkkkkkkkk

Rick é um boçal que sempre atrapalha né!!

Acho que como casal contando uma estória de amor, Megera e Demonio só estão atrás de Beto e Manú para mim!

Mark e Nanda ja são lendas como casal, pois não existe um ser vivo no Universo CDC que duvide que o casal é real, incluindo esse que vos fala.

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