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8 - A noite com Rodrigo

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Um conto erótico de Diego
Categoria: Gay
Contém 1597 palavras
Data: 21/07/2026 10:33:15

O apartamento do Rodrigo fica num edifício alto no centro. No caminho até lá ele não fala muito, dirige rápido, com uma mão no volante, a outra no celular que fica piscando com mensagens que ele vai respondendo nos semáforos. Eu fico no banco do passageiro olhando pela janela, a cidade de noite passando lá fora, pensando nas palavras de Henrique na cozinha.

Fazer o que ele pedir. Do jeito que ele pedir.

Rodrigo para o carro na garagem e eu o sigo até o elevador, até o 13º andar, até a porta do apartamento que ele abre com bastante calma.

Quando a luz acende eu paro.

O apartamento é enorme, maior que a casa de Henrique, maior que qualquer lugar em que já estive. Janelas do chão ao teto com vista pra cidade, móveis que custam mais do que eu ganhei em anos de escritório, uma cozinha que parece de revista.

E está num estado que não combina com nada disso.

A pia está cheia de louça acumulada, algumas com mofo, outras com restos de comida ressecada de dias atrás. Na sala, copos sujos em cima de todas as superfícies, roupa jogada no sofá e no chão, uma pizza pela metade na caixa aberta em cima da mesa de centro. No corredor, sacos de academia largados no chão. O banheiro que dá pra sala eu olho de longe e já sei o que vou encontrar se chegar perto.

Rodrigo joga as chaves na bancada da cozinha e abre a geladeira, pega uma cerveja, abre no balcão.

- Você começa pela cozinha - ele diz sem olhar pra mim. - Depois a sala. Banheiro por último.

Ele vai pro sofá, empurra a roupa pro chão sem cerimônia, senta, liga a televisão.

Eu fico parado por um segundo olhando pro estrago, de biquíni, às onze da noite, no apartamento de um homem que eu mal conheço.

Depois abro o armário embaixo da pia, acho o que precisa, e começo.

A louça sozinha leva mais de meia hora. Algumas coisas eu preciso deixar de molho e voltar, outras precisam de mais de uma lavada. O cheiro da pia quando começa a correr a água é pesado, aquele cheiro de coisa parada há dias. Eu respiro pela boca e trabalho.

Da sala vem o som da televisão, algum programa que Rodrigo assiste em volume alto, e às vezes o barulho de ele mexendo no celular, a notificação, o silêncio, outra notificação. Uma vez ele se levanta, vem até a cozinha, pega outra cerveja da geladeira, dá uma tapão forte na minha bunda, daqueles que fica a marca dos dedos e então volta pra sala.

- Diego vem aqui.

A forma como ele fala me assusta, penso que fiz alguma coisa errada.

- Bebi muita cerveja e agora eu quero mijar mas não vou no banheiro. Vou enfiar meu pau na sua boca e você vai beber o mijo todo, entendeu? Se deixar cair uma gota, vou te devolver todo fodido pro Henrique.

Minha reação é de pânico, eu nunca imaginei beber mijo, ainda mais de um homem que eu nem conheço. Eu só balancei a cabeça como dizendo não, sem conseguir soltar uma palavra.

Rodrigo se levanta e como se fosse a coisa mais normal, me dá um tapa forte na cara, que me faz cair no chão.

- Você vai fazer o que eu to mandando, senão além de apanhar de mim, vai apanhar do Henrique quando voltar e ele souber que você não me obedeceu. Agora fica de joelhos e abre bem a boca.

Sem escolha, fiz o que ele mandou. Rodrigo então abaixou a bermuda e tirou sua rola para fora, não era tão grande como a de Henrique, mas era bem grossa e tinha uma cabeça muito maior que a do Henrique, chegava a ser desproporcional.

O cheiro não era agradável, pelo jeito ele não tinha o costume de lavar o pênis com frequência e dava pra ver até um pouco de sebo. Rodrigo então enfiou dois dedos na minha boca, o mais fundo que conseguiu, talvez avaliando onde ele colocaria seu pênis, que a essa altura já estava totalmente duro. Então enfiou tudo de uma vez, mas tomando cuidado para não passar muito rápido e acabar arranhando seu pênis nos meus dentes. Quando a rola já estava toda dentro da minha garganta e eu sentia seus pelos no meu nariz, ele começou a mijar.

Minha primeira reação foi empurrar ele, mas Rodrigo segurou minha cabeça e ameaçou de novo o que faria comigo. Então acabei engolindo seu mijo. Um gosto forte e amargo, como ele estava muito fundo o mijo descia quase direto pro meu estômago, mas eu sentia bem o gosto. Como Henrique não me deixou comer nada o dia todo, eu estava de estômago vazio, então o mijo de Rodrigo bateu forte me causando um pouco de dor. Mas ele não parava. Mijava cada vez mais e parecia não ter fim.

Eu já não aguentava mais engolir aquilo, mas o medo do que Henrique poderia fazer depois me fez aguentar tudo. Quando Rodrigo terminou, mandou que eu limpasse sua rola com a boca e então voltou pro sofá enquanto mandou eu terminar o serviço da casa.

Quando a cozinha está limpa começo a sala. Recolho os copos, lavo, guardo. Pego a roupa do chão, camisa, bermuda, cueca, coisas jogadas. Passo um pano nas superfícies, outra passada no chão.

Rodrigo acompanha tudo isso sem comentar, às vezes me olhando por cima do celular com aquela atenção que eu percebi durante a tarde toda, diferente do olhar dos outros. Quando eu passava perto dele, sempre me dava um tapa forte na bunda, que a essa altura já estava com as duas mãos dele marcadas.

O banheiro é o que eu esperava e ainda pior. Parece que nunca tinha sido lavado, com muito lodo e até fezes grudadas no vaso

Quando termino são quase 1h da manhã.

Fico parado na entrada da sala e aviso a Rodrigo que terminei tudo.

- Acabou?

- Acabei.

Ele dá um leve sorriso. Não se levanta ainda, apenas faz um gesto com a mão, me chamando.

- Então vem cá.

Me aproximo dele, ele manda que eu tire o biquíni, morro de vergonha ainda mais porque estou usando o cinto de castidade. Mas Rodrigo não parece surpreso, na verdade parece que já sabia disso.

- Você fica lindo assim, sabia?

Ele diz isso pegando no cinto e analisando, acariciando meu pênis que estava preso há meses.

- Você sente falta de gozar?

- Agora nem tanto mais... No início sentia muita.

E era verdade. Com o tempo de uso, passei a me acostumar com aquela situação e evitava até a pensar sobre isso. Como Henrique disse, eu realmente passei a ter mais sensibilidade e prazer anal, mas não era a mesma coisa.

Rodrigo me levou para seu quarto, tirou a roupa me mandou fazer uma massagem nele. O que fiz por algum tempo, ele tinha um corpo muito bonito, não era tão bonito quanto o do Henrique, mas ainda assim era um homem também perfeito.

- Sabia que eu já namorei um viadinho igual a você? Só que ele precisou ir embora e agora estou sozinho. Quando eu te vi, pedi o Henrique que me emprestasse você pelo menos por uma noite, pois estou precisando muito.

Eu nem sabia o que dizer. Continuei a massagem até Rodrigo mandar que eu chupasse ele. Fiz o melhor que podia, engoli seu pau inteiro e fiquei massageando as bolas. Às vezes ele segurava minha cabeça, me dava um tapa no rosto e metia com mais força. Outros momentos só deixava eu fazer como eu queria.

Depois de mais ou menos 1h mamando aquele homem, quando pensei que ele fosse gozar, ele para e me manda ficar de 4 na cama.

Até então Rodrigo não tinha sido tão bruto como Henrique costumava ser. Até que ele encaixou seu pau na minha entradinha e quando viu que estava pronto, socou tudo de uma vez só.

Eu senti uma dor que nunca tinha sentido. A cabeça do pau de Rodrigo era muito grande, quase o dobro do tamanho da de Henrique, e ela entrou rasgando. Pensei que fosse desmaiar de tanta dor. Mas Rodrigo não se importou, tampou minha boca com uma mão e com a outra segurou meu cabelo enquanto socava o mais forte que podia.

Entre uma estocada e outra, ele me dava tapas e socos pelo corpo mas principalmente na bunda, que a essa altura já estava muito vermelha e até machucada.

Depois de muito tempo metendo sem parar, Rodrigo finalmente gozou. Era muito esperma, quando ele tirou seu pau de dentro de mim, senti escorrer.

- Limpa meu pau e a cama. Engole tudo, não quero uma gota sequer do meu esperma sendo desperdiçado.

Fiz o que ele mandou. Engoli novamente sua rola gozada e depois deixar ela limpa, lambi também o que havia escorrido de dentro de mim.

Por volta das 4 da manhã, Rodrigo me leva de volta para Henrique. Ele já estava dormindo, claro. Mas entrei em silêncio e fui me deitar, porque as 6:30 em ponto eu tinha que levantar para preparar o café de Henrique.

Henrique deve ter ouvido eu chegando, pois se levantou e foi no meu quarto. Me abraçou e ficou me examinando.

- Eu mandei você obedecer, não deixar ele acabar com você.

- Eu tentei pedir pra ele parar

- Então não tentou direito. Agora você está em casa. Comigo ninguém vai mexer em você.

Ele me abraçou forte, depois me levou ao banheiro, me deu um banho e acabamos dormindo juntos na cama dele pelo tempo que restava.

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