Meu nome é Roberto, 22 anos, acadêmico de Engenharia Civil, filho da arquiteta Érika, 42 anos, e do arquiteto Hugo, que faleceu há um ano, de infarto fulminante, aos 45 anos, embora fosse jovem e não aparentasse nenhum problema de saúde. A morte do meu pai nos deixou muito mal. Éramos uma família de muito amor, trabalhávamos juntos, fazíamos tudo juntos, muito unidos e amorosos. O desaparecimento dele nos deixou, a mim e à minha mãe, tristes, deprimidos, perdidos...
Pouco falávamos em casa, foi como se tivéssemos perdido a alegria de viver, eu tranquei o curso de Engenharia, no último semestre, minha mãe se tornou uma mulher melancólica, assim como os funcionários da nossa empresa que, solidários conosco, pareciam sentir a nossa dor.
Mas, numa manhã chuvosa de sábado, quando fazia mais ou menos oito meses daquela tragédia que abalou nossa vida, tudo começou a mudar. Como não era dia de trabalho, costumávamos ficar na cama mais tempo, não havia necessidade de acordar cedo. A chuva se intensificou e a manhã ficou bem mais fria.
Procurei o quarto da minha mãe para me aquecer com ela, porém, a encontrei sentada, no meio da cama de casal, também de pijama, de olhos fechados, como se estivesse a meditar. Mesmo assim ela percebeu a minha presença. Deitei-me com a cabeça e parto do tronco no colo dela e também cerrei os olhos.
Segundos depois, senti a mão direita da minha mãe afagando a minha cabeça, fazendo cafuné, depois acariciou o meu rosto e abaixou me dando um beijo na testa, outro no rosto e mais um, esse nos lábios, mas não foi um selinho, como se diz. Os lábios dela acolheram os meus.
Em princípio estranhei, mas aquilo estava gostoso e eu não quis quebrar o clima. Logo estávamos nos beijando de verdade, lábios acolhendo lábios, línguas se envolvendo. Mas nada com avidez, com tara com ímpeto. Ao contrário: com um cuidado, uma delicadeza, tudo com muita sutileza.
E em meio aqueles beijos, minha mãe abriu os botões da blusa do pijama dela e me ofereceu o seio esquerdo, baixou um pouco o tronco e o colocou na minha boca. Como uma criança, mamei aquele seio, lambi o mamilo, já durinho, depois mamei e percebi a excitação – e impossível ser diferente – que nos envolveu. Minha mãe curtia aquilo de olhos fechados e logo me ofereceu o seio esquerdo também.
E ficava alternando aqueles peitos maravilhosos na minha boca e eu mais um passo adiante: enfiou a mão direita no meu pijama e tocou a minha rola. Estranhamente, meu pau estava mole, flácido, nem ao menos ficou meia bomba. Creio que pela sutileza com que tudo estava acontecendo.
Minha mãe passou a masturbar a minha pica que, aos poucos, começou a dar sinal de vida e logo ficou ereta, dura, rígida, pulsando na mão direita dela. Naquele momento, me deitei no meio das pernas dela, que permaneceu sentada no maio da cama, sobre as nádegas, afastei as coxas delicadamente e passei a chupar a gostosa boceta dela.
Ora mamava, ora enfiava a língua, ora lambia demoradamente o grelo da minha mãe, que, de olhos fechados, respirava fundo, gemia baixinho, acariciava minha cabeça. Mas, quando me concentrei só naquele grelo saliente e comecei a foder aquela xota com dois dedos, massageando o ponto G, minha mãe perdeu o controle, soltou um gemido alto, quase um grito, que anunciou que ela estava gozando muito.
Sorvi todo mel que escorria daquela boceta e passei para trás da minha mãe, que permanecia ajoelhada e também me ajoelhei por trás dela. Passei a beijar e mamar aquele pescoço materno, dava leves mordidas na nuca da minha mãe, procurada a sua boca e ela virava a cabeça e nossas línguas se misturavam.
Com uma das mãos, eu acariciava os seios dela, enquanto a beijava, sentia o seu cheiro, mordia levemente os lóbulos das orelhas dela e, com a outra mão, lhe masturbava o grelo. Mamãe gozou mais uma vez. Era hora de completar aquele ato sexual incestuoso. Esfreguei minha rola rígida na bunda dela, que arrebitou as nádegas e penetrei aquela boceta.
Fui entrando devagar até chegar ao fundo, até a cabeça da minha pica encostar no útero da minha mãe. Ela gemeu e começou a rebolar em câmera lenta com o meu caralho todo dentro. Eu iniciei um vai e vem cadenciado, sem pressa, um vai em vem devagar, gostoso, delicado, que fez com que ela gozasse pela terceira vez,
Foi um orgasmo forte, retumbante, arrebatador, acompanhado de um gemido que começou baixo, foi ficando forte, se transformou num urro e culminou num grito quase animalesco, seguido de um grande tremor no corpo todo, quase uma convulsão.
Enquanto essas reações aconteciam, não tirei a rola de dentro dela, a segurei firme pelas belas ancas, fiz uma pausa e reiniciei o mete e tira. O tesão da minha mãe não diminuiu, ela voltou a rebolar no meu pau, e eu estava a ponto de não mais resistir, minha pica estava para estourar, meus colhões, doloridos, passei a estocar com mais rapidez.
Minha mãe teve o quarto orgasmo. Eu tirei o pau rapidamente e jorrei uma torrente de esperma nas costas da minha mãe, o líquido mormo e espesso esguichou longe e desceu pela gostosa bunda.
Assim como no início, durante todo o ato, não pronunciamos uma só palavra, uma sílaba sequer. O que saía da nossa boca eram só gemidos, urros e nossas respirações aceleradas.
Assim que gozei, gemendo alto, me retirei do quarto da minha mãe, voltei ao meu, me lavei, me recompus, me vesti, permaneci ali mais meia hora e me dirigi à copa, onde tomamos café, sem dizermos uma palavra sobre o que tinha acontecido, como se não tivesse havido nada. O sábado continuou normal, chuvoso, frio, mas eu notei uma leve mudança no semblante da minha mãe, mais calmo, mais leve, assim como ela deve ter percebido no meu.
A chuva não arrefeceu durante o sábado. Pelo contrário, ficou mais intensa, forte mesmo, se transformou numa tempestade que entrou pela noite e madrugada do domingo. Às 5 da madrugada, me levantei e novamente dirigi-me ao quarto ao lado, o da minha mãe. Me deitei ao lado dela, que já estava acordada. Ela deitou-se sobre o meu peito, procurando também se aquecer.
E aconteceu de novo. Sem uma palavra, sem ao menos uma sílaba. Novamente, minha mãe me surpreendeu. Foi descendo pelo meu corpo e sua boca chegou ao meu caralho, que já estava duro. Beijou, lambeu, mamou, sugou. Tudo sempre com muita sutileza, uma coisa delicada, gostosa, sem pressa. Gozei na boca materna, ela engoliu tudo, limpou minha pica com a boca e a língua, lambeu os lábios e me beijou na boca.
Em seguida, me ofereceu a boceta. Deitou-se de costas, abriu as pernas, meu pau ficou rígido novamente. Fodemos gostoso, gozamos duas vezes no papai e mamãe, sem tirar de dentro. Porém, minha mãe mais uma vez me surpreendeu. Se colocou de quatro, com a bunda bem arrebitada e o resto do corpo encostado na cama, bem submissa mesmo.
Entendi logo, apanhei no meu quarto, rapidamente, uma bisnaga de gel lubrificante sexual, voltei e dei uma boa chupada no ânus da minha mãe, onde enfiei também a língua provocando um gemido dela. Em seguida, lubrifiquei bem aquele anel de couro e lasseei enfiando dois dedos, lambuzei meu caralho também e esfreguei no rego da minha mãe.
Ela empinou ao máximo a bunda, eu comecei a enfiar a rola todinha naquele cu materno, passando sem dificuldade pelo anel de couro, que ela soube muito bem como relaxar – devia estar acostumada a dar o rabo para o falecido, imaginei –, e continuei no vai e vem. Minha mãe passou a rebolar, com rapidez, jogando os quadris para trás.
Logo percebi o que ela queria e passei a socar com força, a segurei firme pelos quadris e, pela primeira vez, desde o dia anterior, ambos perdemos a delicadeza. Ela rebolava rapidamente o cu na minha pica e eu correspondia quase com brutalidade. De repente, ela começou a respirar descompassadamente, gemer alto, urrar e gozou pelo cu, só não caindo para a frente, porque a segurei firme pelas ancas e também gozei naquele rabo materno.
Novamente, a deixei na cama dela e voltei ao meu quarto, sem uma palavra desde que entrei naquele quarto e me deitei ao lado dela. Meia hora depois, estávamos na mesa do café, como se nada tivesse acontecido. Mas, pela primeira vez, em oito meses, vi minha mãe sorridente, conversando animadamente, não falando somente o essencial e, naquele domingo, mesmo sob aquela chuva torrencial, que seguia castigando a cidade, nos enfiamos no carro dela fomos almoçar fora. Aquela era outra Érika eu, certamente, outro Roberto.
Na segunda-feira, na empresa, nossos poucos funcionários também notaram a mudança e demonstraram satisfação. Nossa vida voltou ao normal, voltei à faculdade e às namoradas, minha mãe, sempre que está com tesão, arranja alguém para extravasar, porém não se casou mais. Porém, nunca conversamos sobre aquele fim de semana que nos devolveu à vida!
