E aí meus queridos e espero que tenham queridas aqui também. Espero que esteja tudo certo com vocês. Um aviso antes de mais nada: Ainda estou aprendendo a usar a plataforma então peço desde já perdão ao postar fora do controle de série, mas ao terminar vou organizar tudo.
Queria agradecer pelas visualizações, notas, comentários. Isso fortalece muito mesmo;
Esse meu “relato” é uma forma de colocar algumas angustias, pensamentos e lembranças pra fora sabem? Como um desabafo. Por experiência própria digo que não é bom manter algumas situações para si mesmo, por que é o primeiro passo para adoecer e tirar o que te atormenta dentro de você e compartilhar é o primeiro passo pra cura. Então bora pra mais um relato meu, da minha juventude maluca, cheia de coisas boas e ruins mas que me ajudaram no que sou hoje, por isso trago aqui algumas coisas que aconteceram misturadas com ficção pra manter o mistério no ar rsrs
Bem pra continuar, eu tenho que dizer, que minha vida até os vinte anos não foram cheias de aventuras eróticas, nem cheguei ter alguma aventura. Até então eu tinha transado só com uma garota que foi minha única namorada. Tinha beijado uma vizinha e um rolezinho sem compromisso com uma figurinha na faculdade.
Bem seguindo os acontecimentos daquela noite incrivelmente foda, eu e a Denise ficamos sem nos ver por quase uma semana inteira. Nós dois fazíamos faculdade. Ela cursa psicologia, estava entrando na fase final da graduação, e eu no fim do quarto semestre de engenharia da computação. Os dois estavam passando pelos três últimos meses antes das férias. Eu poderia dizer que estava usando isso como desculpa, mas na verdade era que ambos estavam se evitando.
Eu estava bêbado naquela noite, mas não ao ponto de não lembrar e sentir tesão toda vez, e a De... Bem ela não estava sob o uso álcool ou entorpecente para simplesmente declarar que não aconteceu nada ali, mas em um certo dia, tudo mudou quando ela e meus pais estavam me ajudando a reformar um antigo quarto da bagunça, já que a nossa irmã que ia voltar pra casa e “roubar” meu quarto.
Então por dois dias inteiros, tirei bagunças, pó e todo tipo de tranqueira que meus “velhinhos” achavam úteis mas era puro lixo. Pintei meu quarto, arrumei afiação elétrica, instalei pontos de rede pra meu pc, coloquei uma escrivaninha em fim, quase um quarto gamer adequado só tive que aguentar umas piadinhas dos meus pais pra não ter o quarto pintado de outras coisas. Eles e Denise caíram na gargalha, me deixando pouco constrangido. “Vão se lascar” Gritei o que aumentou ainda mais as risadas.
Era quase 19h horas, meus pais foram para o “banho” e depois saíram para buscar uma pizza e tomar um chopp enquanto eu terminava de colocar minha poltrona no lugar até que Denise solta uma sequência de xingamentos que nunca ela falaria perto do meu pai (pelo menos eu achava que não). Ela tinha batido o dedinho na quina do meu guarda roupa, quando trazia a caixa do meu play 5 pro quarto.
— Que lesada! — Me vinguei quase chorando de rir e então coloquei ela na poltrona e peguei um Gelol spray pra passar no pé dela.
— Passa mais essa porra aí Denne, caracas. É o mínimo que deveria estar fazendo por mim né. Seu trouxa.
— Agora a culpa é minha?
— Quem é que tá te ajudando desde manhã? — Indagou mau humorada.
— Mais reclamando que ajudando né? Mas tudo bem, desculpa. Quer uma massagem?
— É o mínimo. — Resmungou minha irmã soltando a cabeça no encosto da poltrona.
Comecei a massagem no pé da Denise. Todo mundo em casa sabia um pouco de massagem. Minha mãe era professora de educação física e massoterapeuta, então sempre dava dicas pra gente ou ensinava pra que a gente pudesse ajudar tanto ela quanto meu pai depois que eles chegassem em casa, ou mesmo quando eles quase se quebravam depois do sexo. Sexo...
Eu não devia ter pensado nisso, por que naquele momento comecei a perceber quanto até o pé da minha irmã me arremetia a um desejo insano e as lembranças da noite em que tocamos um para o outro. Me deixando me levar pela vontade, minhas mãos subiram até o tornozelo.
Comecei a fazer movimentos circulares pelo seu tornozelo não só pra alivio da dor, mas para relaxamento do local e quando ouvi um leve e involuntário grunhido vindo da minha irmã, resolvi ser o irmão generoso e subir um pouco mais minhas mãos até sua panturrilha. Comecei ali o que se chama amassamento, para aliviar tensão do musculo, então, já não mais aguentando, subi minhas mãos até as coxas dela.
— Se passar daí vai ter que arcar com as consequências — Falou minha irmã rindo mas ofegante.
— Eu tô sofrendo pelas consequências desde aquela noite.
—É mesmo? Huuum. — quase gemeu a gostosa. Ela levantou seu pé até a altura do meu rosto. — É mesmo. Tá com gelol, se não...
— Se não ia enfiar dentro da minha boca? — Perguntei quase totalmente erotizado pela situação. A safada não falou nada, mas eu um olhar que deixou minha boca com sede de algo que não era água.
— Hum, pensei que ia demorar mais pra ele aparecer, mas olha ele aí. — Apontou com o próprio pé para meu pau estufando dentro do meu shorts de corrida. — O grandão.
Muito natural o corpo humano reagir aquela situação. Era uma mistura de culpa, sentimento de erro, falha. Era como se tivesse atravessando uma faixa perigosa, mas quanto mais perigoso e errado, maior era vontade de estar do lado errado da faixa. Eu estava sentado e abri minha perna e levei o pé de Denise pro meu pau.
Nenhuma palavra precisou ser dita até por que, nenhuma palavra poderia transmitir o que ambos estavam sentindo. Era reflexo daquela noite que se provou não ter sido, só perfeita pra mim, mas para ela também. Ambos, filhos da puta e de um puto.
Filhos do homem e da mulher mais gostoso que nós conhecíamos. De então pressionou meu pau com seu pé.
Pra cima e pra baixo, estimulando o corpo do meu pau, em certo momento até tentou com os dedos enlaçar a minha glande, mas ela não conseguiu.
— Tinha esquecido que é uma cabeçona aí... como será ela dentro de mim hein?
— E você quer mesmo saber como é?
— Bem, poder não pode né? Mas o que não e a vida sem alguns riscos? E sou filha dos meus pais, e quebrar tabus é o que eles fazem. — Falou Denise com 95% de sua consciência moral comprometida enquanto eu mesmo já estava com minhas mãos em seu pé forçando ele rebolar sobre minha rola.
Sabia plenamente que meu auto-controle era extremamente frágil. Na verdade, eu tinha porra nenhuma de controle sobre mim mesmo, mas pra evitar gozar dentro do calção, achei que devia fazer as honras e tentar fazer aquela cadela deliciosa sentir o mesmo que eu, por isso larguei seu pé direito e peguei o esquerdo.
Pudor, preocupações, higiene e o fato de que meus pais estavam prestes a chegar em casa, não me impediram de lamber dedo por dedo do pé daquele mulher e até mesmo coloca o pé inteiro na minha boca.
— Quer me deixar maluca mesmo né desgraçado? Continua vai seu maluco. Continua. — Falou quase gemendo.
Lambendo aquele pé suado, meu tesão cresceu. Por isso subi meus beijos e lambidas por todo sua perna. Não havia nenhum fator externo que nos levasse aquele momento. Não era o tesão pelo sexo dos nossos pais, e sim o tesão que cresceu pela vontade dos dois e pela experiência inesquecível que tivemos naquela noite.
Minha língua passeou por aquela pele branca até que cheguei no ápice de suas coxas. Como aquela vez, ela usava um micro short que eu não tirei, mas puxei o suficiente para ver aqueles pelinhos pretos, iguais os cabelos em sua cabeça.
— Tá suada. — Informou a garota mas sabia que ela não se importava e nem eu e por isso beijei sua virilha.
Estava mesmo suada, e até um tanto azeda, não por que ela não se cuidasse, mas por realmente ter me ajudado desde o início do dia.
Puxei ainda mais aquele pedaço de pano e o que estava por baixo e lambi dos pelos até o centro de sua vagina. Deslumbrante, carnuda. Passei o nariz e minha barba rala antes de penetrar minha naquela buceta rosa deliciosa. Molhada tenho que dizer. Minha massagem tinha tido algum efeito, mas se fosse sincera, acho que ela diria que não tirou aquela noite do pensamento da mesma forma que eu não tirei.
Minha mão esquerda havia puxado a roupa dela e direita coloquei por dentro do short buscando seu orifício traseiro. Aquele cu qual ela desejava ser chupado. Levantei meus olhos pra ela naquele instante.
— Eu não esqueci. Só quero ele tão gostoso quanto sua buceta.
— Cala boca filho da puta. Chupa minha xana, chupa porra. Continua. — Pediu ela agressiva e obedeci imediatamente.
Buceta deliciosa.... Lembro de quando tive uma conversa com meu pai e meu falecido avô quando eu comecei um namoro. Pra resumir, não tenha medo nem frescura. Se ela quer, vai até onde ela deixar. Não é não, mas se não tiver um NÃO, chupe a safada até a buceta dela inchar, então chupei, suguei, lambi e amei cada pedaço daquela puta.
— Que se tá fazendo comigo, seu porra. Filho da puta. Você é um puto Denner. Um desgraçado aiiiinnn aiiinnnn. Assim eu gozo porra, assim eu mijo na sua bocaa. Passa o dedo no meu cuu amor enfia ele dentro, e me dá o dedo na boca. Quero gosto de cuuu na minha linguaaaa aiiin.
— Geme depravada que dá buceta pro irmão chupar. Geme gostosaaaa.
Eu tava a ponto de pirar. Amigos hoje com mais experiência é obvio que entendo um tantinho melhor do corpo de uma mulher, mas naquela época com minha vasta única experiência, claro que eu não saberia distinguir se ela tinha gozado ou não, mas o que sei que ela simplesmente urinou na minha boca. O cheiro o gosto... Minha mente tá muito quebrada por que meu desejo naquela hora só aumentou.
Eu me levantei não querendo me afastar, mas pronto pra comer ela naquela poltrona, mas ao ver aquela beldade contorcida ali, arfando e respirando fundo hesitei por um segundo até ela levantar a mão e me impedir.
— Calma... Calma Denne... Minhas pernas... Faz um favor! Vai pra lá! Vai tomar um banho — Implorou Denise me deixando com meu pau apontado pra cara ele.
— Tá zuando?
— Não... tô. Caralho, é sério seu pirralho. Vai pra lá por favor. — Gritou baixo e eu corri pro banheiro de casa só de cueca.
— Não entendi foi é nada. — Disse pra mim mesmo enquanto a água fria batia nas minhas costas. Na esperança burra e cega, esperei que Denise entrasse sorrateira no box, mas não aconteceu, o que me frustrou um pouco, mas eu não podia reclamar.
Naquela noite eu não vi a Denise. Meu pai e minha mãe demoraram um tempão pra voltar. Eles tinham ficado na pizzaria. Tinha encontrado uns vizinhos e acabaram esquecendo da gente. O que foi o máximo.
Aquele dia foi incrível sim, e diferente daquela primeira noite, depois que nos encontramos, nós conversamos mais, a Denise e eu.
As vezes nos provocávamos mas sem deixar transparecer, ou se transparecia, nossos pais fingiam ‘demência’ e seguíamos.
A Denise e eu sempre fomos próximos quando erámos crianças e voltamos a ficar. Conversamos muito, brigamos, nos provocamos. Saímos pra ir no shopping e quando fomos no cinema, foi a segunda vez que nos beijamos. Foi estranho por que foi natural.
— Tá com arritmia? Tem que fazer exames hein? — Brincou a idiota me provocando.
— Olha quem fala. Seu coração parece que vai atravessar seus peitinhos arrebitados aí. — Zombei.
— Filho da pu... nem vou terminar se não você fica excitado. Não posso falar um palavrão que você já fica de pau duro. — Falou ela sem tirar os olhos da tela.
Desgraçada, xinguei sentindo o meu rosto queimar.
— Tá estranho né? Isso entre nós?
— Com estranho você tá querendo dizer que estamos cometendo incesto então...
— É obvio eu trouxa, mas quero dizer que seu beijo é muito bom e não afim de parar de te beijar ou te abraçar.
— É então é um estranho que também tõ sentindo Dê. Posso te beijar de novo?
Denise respondeu com um sorriso lindo e então nos beijamos. O terceiro beijo de muitos até que uma notícia dela mesma me arrasou semanas depois.
Bom meus amigos, esse relato ficou longo, mas tem que ser assim. As memórias estão muito vivas ainda e como disse, é bom compartilhar tudo que é bom e ruim. Em fim. Espero que leiam com calma, desculpe desde já os erros de digitação pois ainda tem o fator da emoção sobre mim. Muito obrigado mais uma vez, e em breve voltarei com a 3ª parte do meu relato.