Para entender um pouco melhor como tudo aconteceu, preciso contar do início, no dia exato em que peguei a minha corrida de Uber.
Me chamo thay, sou nova e sempre fui discreta e recatada quando se fala em ter relações. Minha família tradicional, sempre fez de tudo para
manter a honra de sua princesinha. Por isso, quando eu ainda era
adolescente, o colégio particular foi o meu destino,
Vivendo rodeada por meninas tão curiosas como eu, vivíamos às risadas e imaginando como seria a nossa primeira vez.
Nunca mais encontrei nenhuma delas para descobrir como fizeram, mas antes de eu ter me tornado a puta do Uber, foi assim que minha primeira vítima me encontrou:
Era uma tarde de domingo monótona e bem chata. Meu namorado estava trabalhando e então decidi ir na casa da minha mãe.. nossa relação sempre foi quente. Não temos nada que reclamar um do outro. E apesar de minha pouca experiência, o fogo em meio às minhas pernas parecia nunca apagar.
Agora voltando para aquele domingo que parecia como todos os outros, eu estava arrumada pra sair e a casa dela ficava um pouco distante do meu apartamento. Aguardei pelo carro que dizia ser um celta preto. Estava calor e por baixo da minha saia bem à vontade, o vento soprava minhas coxas, diminuindo um pouco a umidade, já que eu estava sem calcinha. Não é muito incomum ou vulgar uma saia daquele tamanho minúsculo, e um decote.., mas, pela cara que o motorista fez ao me ver, certamente ele não esperava por alguém como eu. Naquele dia, com a parte do decote à mostra, com certeza me dava um charme a mais.
Tudo que eu queria era chegar logo em casa, mas, quando entrei no banco de trás daquele carro, alguma coisa mudou em mim.
O motorista - cujo nome eu nunca perguntei - pregou os seus olhos dos meus pelo retrovisor. Era um homem bonito, apesar de ter uma aparência bruta. Tinha a barba bem rente a pele e lábios carnudos com traços bem masculinos. Mas o que mais me chamou a atenção foi o tamanho do seu tórax e de suas mãos. Por algum motivo praticamente instintivo, o simples fato de vê-lo me fez desejar estar em seus braços.
Eu disse o endereço e de forma até ríspida não respondi o seu boa tarde.
Talvez eu apenas estivesse tentando lutar contra a vontade intensa que lubrificava o meio de minhas pernas e salivava minha boca.
Chegamos em frente ao prédio, tirei o dinheiro da bolsa e o entreguei. Mais uma vez não respondi ao seu agradecimento e me preparei para descer. Quando coloquei a mão na maçaneta da porta, sentir seu olhar quente em minha bunda.
Um milhão de sentimentos e pensamentos fez meu coração palpitar mais forte e na hora pensei no quanto meu namorado amaria ser feito de corno naquela situação,
Esqueci de comentar, mas meu namorado ama ver outras pessoas com a princesinha dele.
No começo, estranhei, senti medo dele estar me amando menos. Mas com tempo e lendo mto sobre, fui aceitando que isso é só fetiche e prazer. Que ele ama ser feito de corno, ser xingado, humilhado, e descobri que amo fazer meu namoradinho de corninho…
Então, sem saber o motivo, eu simplesmente desisti de descer e inventei um novo destino. O endereço da minha empresa onde trabalho.. que eu sabia que estava fechada.
Dei uma desculpa, dizendo que havia esquecido do encontro com uma amiga.
Ele apenas deu um sorriso bonito e me levou até o local. Foi uma viagem longa, onde pude alimentar ainda mais a coragem e o tesao..
mandei msg pro meu namorado e disse: tenho uma surpresa pra quando chegar. Ele ficou louco e desliguei o celular.
Chegando lá, Demos a volta no quarteirão e todos os portões estavam fechados.
— Acho que não tem ninguém aqui hoje, moça. Disse ele.
Eu saí do carro e fingi ligar para minha amiga. Quando voltei, pedi para voltar para casa no banco da frente, pois atrás eu costumava sentir enjoo. Ele concordou e então me sentei ao seu lado.
Senti seu cheiro de canela e um perfume bem másculo. Eu olhei pelas janelas e vi o quanto o caminho até lá era deserto aos domingos.
— Acho que vi ela naquelas árvores.
- Menti ao apontar para outra direção.
Ele ligou o carro e me levou até o local.
- Parece que não tem ninguém...
Antes que ele terminasse a frase, minha mão esquerda já segurava o seu pau por cima da calça. Acho que nem preciso dizer o quanto já estava duro, e quanto mais apertava, maior e mais grosso o membro ficava.
Ele parecia não acreditar no que estava acontecendo. De qualquer forma, por um motivo que até hoje não consigo explicar, eu desatei o cinto de segurança e me abaixei para abrir o zíper que me separava do que eu tanto desejava.
Onde estou com a cabeça? Eu pensava enquanto sentia o cheiro dele bem próximo ao meu rosto.
Quando me dei conta, eu já o levava à boca, chupando e lambendo, extraindo urros e gemidos do meu motorista.
Eu estava faminta, mexia minha cabeça para cima e para baixo, enquanto nessa altura aquelas enormes mãos já invadiam meu biquíni em cima e embaixo. O dedo dele tocando minha bucetinha, me fez chupar com mais vontade ainda.
Enquanto eu chupava, pensava em todos os anos em que fui privada de algo que parecia tão natural para mim. Eu nasci para fazer o que estava fazendo. Me sentia sortuda de encontrar um companheiro que me fazia sentir tão viva.
Na medida em que eu sentia o calor da pele do pau em minha boca, e me perdia nos meus pensamentos, eu o senti gozar.
Uma enorme quantidade da sua porra inundando minha garganta e escorrendo entre meus lábios. Quando tentei desvencilhar, ele segurou minha cabeça e me usou para um pouco mais de prazer.
Depois que me levantei, fiquei olhando para o pau gostoso daquele desconhecido e pensando no que eu tinha feito e o quando meu namorado gozaria só de contar pra ele.. Eu não queria encará-lo, mas estava orgulhosa do que eu havia proporcionado.
Pela primeira vez na vida eu não me sentia suja ou errada, mesmo tendo feito a maior loucura da minha vida.
Me senti uma puta, uma vagabunda, uma vadia e, para minha surpresa, eu amei me sentir assim.
Limpei meu rosto com a saia e desci do carro. Ele pediu para que eu voltasse, pois ele me levaria para casa. Eu dei as costas e apenas caminhei. Eu ainda não estava satisfeita. Não queria ir pra casa.
Queria apenas chamar outro Uber e ver o que o destino reservava para me saciar.