Bom, não é culpa minha se minha cunhada é uma gostosa.
E para piorar minha situação, o marido dela é um lerdo do caralho.
Não dá para entender como certos caras arranjam certas mulheres, mas enfim, acontece.
Até então eu respeitava e ficava na minha mas tudo começou a ficar estranho quando ela começou a me olhar de canto e com olhos de quem suplica algo.
Como eu sou um bom comedor, já senti aquele frio gostoso na barriga de que uma boa foda se aproximava.
Tal como o passar das estações é certo, tão certa seria a madeirada que a dona iria levar.
E eu não vou negar. Tal como minha esposa, porém ainda mais cavalada, bunda cheia e redonda, peitos médios e pele branquinha, ela era baixinha, mas do cabelão longo e preto. Deixava meu pau dilatado de tesão.
Um dia, o marido dela precisou viajar a negócios.
Foi então que a safada, já querendo algo, me mandou mensagem no zap, pedindo ajuda com o computador.
Já era raro ela me mandar mensagem e ainda mais para ajudar com o computador.
Então, preparado como sempre, tomei banho e me arrumei.
Fui até a casa dela sem avisar a ninguém (saí mais cedo do trabalho).
Então, a porta estava já aberta (a safada sabe ser discreta).
Entrei na casa e estava tudo escuro.
Então, cheguei até a sala e ela estava sentada no sofá e arreganhada, com um vestidinho descarado e sem calcinha. Pude ver seu bucetão carnudo e depiladinho com uma crista de cabelinho em cima, estilo fita.
Senti o pau para frente na hora.
Ela riu e disse:
"Oi... cunhado..."
Eu ri e disse:
"Então... onde está o computador?"
Ela levantou devagar e sorrindo timidamente, disse, apontando:
"Ali... no quarto. Vem, eu te mostro..."
Então, ela puxou minha mão e entramos no quarto de casal.
A essa altura meu pau estava tão duro que dava para ver a saliência na calça.
Ela subiu na cama e ficou de quatro, mostrando as suculentas polpas da bunda.
Eu olhei para ela e disse:
"Humm, não vejo um computador..."
Ela levou um dedo à boca e fez cara de puta:
"Ops, acho que eu menti..."
Eu me aproximei e apalpei aquele rabetão branco e volumoso
"Olha só, que delícia de rabo."
Ela puxou ainda mais o vestidinho revelando toda aquela anca gostosa.
"Você gosta?" Ela encostou o rabo na minha cintura roçando meu pau.
"Adoro, gostosa." E alisei suavemente sua buceta.
Ela estremeceu ao toque.
Então ela se virou e começou a abrir minha calça.
Eu, já louco de tesão, só queria fudê-la.
Ela pegou meu pau e começou a me chupar.
Mas era uma chupada tão desesperada que eu pensei que ia explodir de prazer.
Ela chupava a cabeça enquanto apertava com os lábios.
Então, eu afastei ela e disse:
"Vira essa buceta que eu quero chupar, vai."
Ela abriu as pernas e eu caí de boca naquela delícia.
Chupava todo o grelinho dela e sugava tudo.
Ela molhou a cama tanto que parecia que tinha mijado. Gemia tanto que eu tive que tapar sua boca para os vizinhos não ouvirem.
Então, começou implorar para que eu a fudesse.
Coloquei-a de quatro e comecei a me estourar aquele rabo. Juntei suas coxas gostosas e bombava como se não houvesse amanhã.
Imaginei a cara do corno sem nem imaginar que eu estava comendo a mulher dele.
Cada bombada era como se fosse a última. Ela estremecia cada vez que eu enfiava tudo, até o talo.
Então, ela mandou eu deitar.
Saí de cima dela e deitei.
Ela sentou na minha pica bem gostoso e começou a rebolar. Aproveitei para apertar aqueles peitos lindos e com bicos rosados.
Ela então acelerou e quando pareceu que iria gozar, ficou agachada e começou a quicar no meu pau.
Pensei que iria gozar com aquela visão mas o final ainda estava por vir.
Peguei ela com força pela bunda e comecei a esbagaçá-la em pé. Senti minha rola entrando bem gostoso naquela buceta.
"Ainnn, gostosooo. Me fode direito. Me faz putinha, vai."
Nessa hora gozei com força, mas eu queria mais, ainda estava duro que nem pedra.
Deitei ela e comecei a bombar ali mesmo, estilo mamãe e papai, enquanto chupava sua linguinha.
Ela estava tão molhada que rios escorriam.
Seu corpo estava delicioso.
Quando disse que iria gozar de novo ela me afastou, deitou de costas e disse:
"Agora eu quero no meu cu, quero serviço completo!"
Cuspi naquele cuzinho gostoso e enfiei meu pau encharcado do melzinho dela.
Ela tremeu de dor e de prazer.
Em poucos minutos ela gozou novamente.
Eu bombava naquela rabo magnífico enquanto puxava aqueles longos cabelos pretos lustrosos.
Foi então que nós dois gozamos uma última vez.
"AIIIII CARALHO, PORRA! QUE PAU GOSTOSO!"
Soltei tanto leite que o cuzinho dela so soltava bolas de porra.
Ela deitou toda arreganhada e melada e me olhou com sorriso safado:
"E aí, gostou...?"
Eu mordi aqueles mamilos e me vesti.
Ela ficou lá quase desmaiada de tanto prazer.
Foi uma foda memorável, já fazia tempo que eu não gozava assim, com tanta vontade.
De tempos em tempos eu ainda como ela, quando o macho não dá conta do recado, mas isso é papo para outra história, hehe.
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