Rafaela e Paulo estavam organizando a festa de aniversário da Júlia para o sábado, e eu fiquei responsável por buscar o bolo.
De manhã, Paulo me ligou:
— Vou levar algumas pessoas, tudo bem?
Falei:
— Está tudo certo, a casa é sua, não se preocupe.
Minha esposa passou o dia arrumando as coisas. Chegou a noite, ela se arrumou e eu preparava as carnes. Foram chegando algumas pessoas; já eram 19h e foram três casais. Às 20h, Paulo me ligou para encontrá-lo no estacionamento. Eu fui, mas já deixei avisado que, quando a Júlia entrasse, era para cantarmos os parabéns.
Fui lá embaixo e logo vi o carro deles. A Júlia e uma menina desceram, enquanto o Paulo ficou pegando as coisas no carro. Eu já tinha reparado na menina; era um pecado.
A Júlia veio, me abraçou e disse:
— Tira os olhos dela, que é minha cunhada!
Eu fiquei rindo e falei:
— Não estou fazendo nada, rum.
A menina veio:
— Oi, sou a Bruna, irmã do Paulo.
— Prazer, sou o César.
Ela disse:
— Eu sei — e soltou uma risadinha. Muito cheirosa, baixinha igual à Júlia, estava com um shortinho de renda bem colado e uma blusinha mostrando a barriga.
O Paulo veio e a gente subiu. A surpresa deu tudo certo; ela nem sabia de nada e ficou muito feliz.
Paulo assumiu a churrasqueira e eu fiquei fazendo as bebidas. Minha esposa estava linda com aquele vestido sexy, chegou até mim, me deu um beijo e falou:
— Não sabia que aquela menina linda era irmã do Paulo.
Eu falei:
— Pois é, eu não sabia também. O Paulo disse que ela vai passar uma semana na casa deles.
Nossa, a Júlia veio, abraçou a Rafaela e agradeceu pela surpresa. Júlia falou:
— Faz minha caipirinha, hoje vou aproveitar!
Rafaela disse:
— Amiga, se ele não te servir, pode bater nele, kkk.
Falei:
— Pronto, sou um cachorro.
Todo mundo ficou rindo.
A Rafaela estava falando com outra mulher, e a Júlia ficou esperando a bebida. Júlia disse:
— Cê acredita que a Bruna perguntou sobre você? Eu falei para ela aquietar o facho, mas eu contei para ela sobre o nosso último final de semana. Ela falou que pena não estar lá, kk.
Falei:
— Deixa a menina, Júlia.
Dei uma encarada na Bruna, aquele trenzinho gostoso de 18 aninhos, uma bebê.
A noite seguiu, cantamos parabéns e as pessoas foram indo embora. Já era 00h30 e o Paulo falou:
— Vamos embora.
Aí a Rafaela disse:
— De jeito nenhum, vocês moram longe, vão dormir aqui!
Aí ficaram só nós cinco.
Minha sala é grande, tinha só uma luz de LED azul ligada. As meninas estavam bem animadas, já estavam dançando funk. Eu e o Paulo fomos para a sala também e ficamos conversando.
Bruna estava bem à vontade, descia até o chão e eu secando aquela bunda. A Júlia estava bem soltinha também, ela sempre me encarava. Teve uma hora que vi a Júlia e a Rafaela indo ao banheiro. A Bruna não parou de me olhar. O Paulo hoje estava mais na dele. Logo as duas voltaram; reparei que a boca da Rafaela estava um pouco vermelha — tenho certeza de que elas estavam se pegando.
Eu a beijei e senti o gosto doce de batom, isso já me deixou excitado. Elas dançaram mais e falaram:
— Ei, vcs não dançam?
Eu falei:
— Uai, só um pouquinho.
Nisso, o Paulo já estava um pouco bêbado, e eu estava secando ela de novo.
Aí a Júlia colocou um forró. Comecei a dançar com a Rafaela bem agarradinho; ela falou no meu ouvido:
— Você está animadinho com esse vestidinho curto, sarrando no meu pau.
E ficou rindo, a safada.
A Júlia também estava dançando com o Paulo, ele beijando o pescoço dela. Nossos olhos se cruzavam às vezes. A Bruna falou:
— Ei, vou dormir segurando essa vela? Rafaela, dança com ela, eu deixo.
Aí fui, chamei a Bruna. Ela ficou com vergonha, falou que não sabia dançar forró direito. Eu fui, peguei na mão dela e puxei; ela veio, mas logo começou a se mexer. A Rafaela nem olhava. Falei:
— Ela é quem sabe dançar muito bem!
Ela falou:
— Sou boa em muitas coisas.
Eu:
— É, tipo? Deixou o homem casado excitado?
Ela:
— Isso eu não tenho culpa.
Eu já apertava a cintura dela e ela disse assim:
— Vai me quebrar!
A música acabou e a gente já estava suados. Sentamos no sofá e conversa vai, conversa vem, já eram 02h da madrugada. A Rafaela disse:
— Gente, vou arrumar o quarto para vocês dormirem. Como só tem mais um quarto, vocês dormem ali. Como meu quarto é maior, a Bruna pode deitar no outro colchão.
A Bruna, meio tímida, disse:
— Eu durmo na sala, não tem problema.
A Rafaela:
— Aí está sem o ar-condicionado.
— Tá bom, então.
Ela saiu e logo chamou as duas. Fiquei arrumando a cozinha. Quando voltaram, falei: "Puta que pariu!". A Bruna vinha com um baby-doll vermelho curtinho, e a Júlia passou para beber água — vi a camisola branca. Minha esposa vai me matar assim!
Fomos deitar. Antes, dei boa noite. A Júlia disse:
— Espero que tenhas bons sonhos.
Falei que geralmente não lembro dos sonhos.
Entrei para o banheiro com minha esposa. Estou no chuveiro com o pau na mão, duro; ela abaixou e começou a mamar, mas parou antes de eu gozar. A gente não demorou a sair do banheiro. No corredor, a Júlia estava gemendo na pica do Paulo. A Rafaela mordeu os lábios:
— Vai, fode assim hoje, hum... hi, hii...
Entramos no quarto; eu sabia que a Bruna estava ouvindo aquilo. A Rafaela perguntou se a Bruna tinha sono, e ela disse que não, que tinha tomado energético. Eu falei:
— Vamos assistir a um filme? Rafaela, você pode deitar aqui para a gente ver?
Ela:
— Tá bem.
Nossa cama é bem grande. Liguei o projetor, coloquei um filme de suspense. A Rafaela fala:
— Me abraça.
Eu estava só com um short de dormir, sem cueca; minha esposa estava com um pijaminha bem soltinho. Logo ela começa a esfregar a bunda no meu pau, eu olhando para o filme. Eu ouvi a Júlia gemer mais alto. A Bruna disse:
— Que fogo, hein!
A Rafaela:
— Deixa eles, estão em casa.
Eu começo a esfregar a bucetinha da minha esposa, que está molhada; ela estava já bem excitada — eu sei que ela queria estar dando para o Paulo.
Nossa, coloquei dois dedos dentro dela. A Bruna tentou não olhar, mas minha esposa já estava entregue. A Bruna virou para o nosso lado, com aquela cara, logo veio e beijou a Rafaela. A Bruna já gemia na boca dela. A Rafaela tirou minha mão da sua fenda e colou na boca da Bruna.
Eu, já doido para foder elas, passei para o meio. A Rafaela tirou meu pau para fora e já foi descendo. Eu fui e beijei a Bruna, chupei a boquinha dela, os peitos, e ela gemia. Logo as duas dividiam meu pau; a Bruna conseguiu pôr só um pouco e disse:
— Ai, isso não cabe nela!
Minha esposa ficou rindo e falou:
— Vou te ajudar a engolir ele.
Eu falei assim:
— Vou gozar!
Ela chupou mais, as duas chupando até eu encher a boca delas. A Bruna disse:
— Que pau gostoso! 😋
Eu respirei um pouco, pedi para a Bruna chupar minha mulher e eu logo tirei o short da Bruna — estava molhadinha e depilada. Peguei uma bala Halls de menta, meti a língua nela e ela se contorceu toda. Chupei bem gostoso, logo ela gozou aquele melzinho na minha boca. Chupei o cuzinho dela, ela piscava ele, lambi bem o suco da bucetinha dela e fiquei massageando seu cu; ela pressionava para entrar. Ela disse:
— Ai, que tesão! Eu só transei duas vezes e nunca dei o cuzinho, mas você está me deixando doida.
Nisso, minha esposa estava gemendo alto com a língua da Bruna. A Rafaela abriu sua gaveta, pegou um dildo de borracha e deu para a Bruna. Eu continuei ali chupando e meu polegar entrou no cuzinho dela; ela começou a rebolar devagar:
— Aiiii, que gostoso!
Deixei lá, ela só rebolando. Eu tirei, passei a língua — ficou piscando, querendo mais.
Coloquei na boca da minha esposa meu pau, que estava bem duro de novo, e peguei uma camisinha.
Aí fui para a Bruna, que já me olhava e falou:
— Por favor, vai devagar, ele não cabe em mim.
Minha esposa pegou no meu pau e ficou passando na entradinha dela, e ela rebolando toda meladinha.
— Aí, vou gozar!
Meu pau ia para cima e para baixo, ela já não aguentava mais. Minha esposa começou a me beijar, e eu lacei, batendo a cabeça do pau nela.
Ela:
— Vai, entra, quero sentir ele me rasgar toda!
Eu fui colando e tirando a cabeça.
Ela:
— Nossa, meu Deus, que pau grosso, hummm, aiiiiiii que dor gostosa!
Eu fui empurrando, gemendo alto, fiquei socando só até a metade. Dei um tapa na cara dela:
— Vai, soca de uma vez, acaba com essa puta!
Eu via lágrimas no seu olho.
Eu tirei dela, estava todo vermelhinha, puxei minha esposa e comecei a socar nela. Ela gemia e falava:
— Você está gostando de comer duas putas?
Falei que sim, mas logo eu sei que ela vai dar para o Paulo.
Ela:
— Aí, vou gozar!
Fode, ploc, ploc, ploc, até o fundo. Nisso, a Bruna pegou minha mão e ficou esfregando na bunda dela, mas eu já sei o que ela queria. Nunca tinha sentido algo no cuzinho; eu enfiei o dedo na buceta dela e passei no cuzinho, ela já foi rebolando e gemendo, foi entrando devagar.
— Aí, que delícia!
Minha esposa já cavalgava em mim, suada; ela gozou e deitou do lado . Eu estava para gozar de novo. A Bruna falou pra minha esposa:
— Deixa eu tirar a camisinha, eu preciso sentir esse pau grosso, eu tomo remédio!
Minha esposa tira, ela mesma tirou e foi e sentou em cima, colocando nele. Dei duas socadas nela, ela gozou que meu pau saiu todo branco — eu amo ver isso, assim fiquei maluco —, e ela já engolia meu pau. Puxei seu cabelo.
Minha esposa estava se masturbando com o dildo; eu sabia que a Júlia estava louca de tesão no outro quarto. A Bruna pegou na minha mão de novo e colocou na sua bundinha. Eu falei:
— Você quer, né, sua putinha?
Dei dois tapas na bunda dela, toda Rosinha, e ela gemia:
— Aí, aí, humm, fode minha bucetinha!
Eu coloquei ela de quatro e meti fundo nela. Eu coloquei um dedo no cuzinho dela, ela já foi empurrando, ele entrou um pouco.
— Aí, que gostoso, mas por favor, mais!
Eu bombei bem gostoso nela, tentei colocar outro dedo, ela falou que doía, mais eu não tirei, deixei lá. Ela foi rebolando e eu comecei a fuder devagar o cuzinho dela.
Tirei o meu pau da buceta e fui beijar minha esposa; ela estava com o consolo socando.
— Deixa eu comer esse cuzinho, por favor!
— Mas você vai ter que me recompensar depois.
Eu já vi a maldade ali, mas eu fui. Pincelei meu pau no cuzinho da Bruna — acho que não dá. Lubrifiquei ele só com a buceta dela.
Forcei a cabeça. Ela chorou:
— Aí, não dá, tira!
Vou com carinho. Nisso, minha esposa estava chupando a bucetinha dela, aí a Bruna começou a rebolar e a gemer mais:
— Aí, que gostoso, você está me rasgando!
Eu fiquei só parado, ela veio rebolando e foi entrando. Aiiiiii! Dei um tapa forte na bunda dela, o que foi empurrando mais, ela já engolia ele. Eu comecei a bater, estava muito apertado, eu já tava no limite, enchi ela de porra. Eu tirei dela, nossa, ficou abertinho, escorrendo porra.
A Bruna estava acabada. Minha esposa falou:
— Isso foi incrível!
Logo ouvir alguém do outro quarto indo ao banheiro. Eu sei q a Júlia etava acordada Acabamos que dormimos assim na cama. Já eram 05h da madrugada.. continuaDe manhã ouvir Rafaela com o Paulo no banho
Por se gostaram deixar comentário ou email