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Eu Tenho Tesão nas Amiga da Minha Esposa parte 3

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Um conto erótico de Cesar João
Categoria: Heterossexual
Contém 2007 palavras
Data: 21/07/2026 06:23:06
Última revisão: 21/07/2026 06:44:28

Rafaela e Paulo estavam organizando a festa de aniversário da Júlia para o sábado, e eu fiquei responsável por buscar o bolo.

De manhã, Paulo me ligou:

— Vou levar algumas pessoas, tudo bem?

Falei:

— Está tudo certo, a casa é sua, não se preocupe.

Minha esposa passou o dia arrumando as coisas. Chegou a noite, ela se arrumou e eu preparava as carnes. Foram chegando algumas pessoas; já eram 19h e foram três casais. Às 20h, Paulo me ligou para encontrá-lo no estacionamento. Eu fui, mas já deixei avisado que, quando a Júlia entrasse, era para cantarmos os parabéns.

Fui lá embaixo e logo vi o carro deles. A Júlia e uma menina desceram, enquanto o Paulo ficou pegando as coisas no carro. Eu já tinha reparado na menina; era um pecado.

A Júlia veio, me abraçou e disse:

— Tira os olhos dela, que é minha cunhada!

Eu fiquei rindo e falei:

— Não estou fazendo nada, rum.

A menina veio:

— Oi, sou a Bruna, irmã do Paulo.

— Prazer, sou o César.

Ela disse:

— Eu sei — e soltou uma risadinha. Muito cheirosa, baixinha igual à Júlia, estava com um shortinho de renda bem colado e uma blusinha mostrando a barriga.

O Paulo veio e a gente subiu. A surpresa deu tudo certo; ela nem sabia de nada e ficou muito feliz.

Paulo assumiu a churrasqueira e eu fiquei fazendo as bebidas. Minha esposa estava linda com aquele vestido sexy, chegou até mim, me deu um beijo e falou:

— Não sabia que aquela menina linda era irmã do Paulo.

Eu falei:

— Pois é, eu não sabia também. O Paulo disse que ela vai passar uma semana na casa deles.

Nossa, a Júlia veio, abraçou a Rafaela e agradeceu pela surpresa. Júlia falou:

— Faz minha caipirinha, hoje vou aproveitar!

Rafaela disse:

— Amiga, se ele não te servir, pode bater nele, kkk.

Falei:

— Pronto, sou um cachorro.

Todo mundo ficou rindo.

A Rafaela estava falando com outra mulher, e a Júlia ficou esperando a bebida. Júlia disse:

— Cê acredita que a Bruna perguntou sobre você? Eu falei para ela aquietar o facho, mas eu contei para ela sobre o nosso último final de semana. Ela falou que pena não estar lá, kk.

Falei:

— Deixa a menina, Júlia.

Dei uma encarada na Bruna, aquele trenzinho gostoso de 18 aninhos, uma bebê.

A noite seguiu, cantamos parabéns e as pessoas foram indo embora. Já era 00h30 e o Paulo falou:

— Vamos embora.

Aí a Rafaela disse:

— De jeito nenhum, vocês moram longe, vão dormir aqui!

Aí ficaram só nós cinco.

Minha sala é grande, tinha só uma luz de LED azul ligada. As meninas estavam bem animadas, já estavam dançando funk. Eu e o Paulo fomos para a sala também e ficamos conversando.

Bruna estava bem à vontade, descia até o chão e eu secando aquela bunda. A Júlia estava bem soltinha também, ela sempre me encarava. Teve uma hora que vi a Júlia e a Rafaela indo ao banheiro. A Bruna não parou de me olhar. O Paulo hoje estava mais na dele. Logo as duas voltaram; reparei que a boca da Rafaela estava um pouco vermelha — tenho certeza de que elas estavam se pegando.

Eu a beijei e senti o gosto doce de batom, isso já me deixou excitado. Elas dançaram mais e falaram:

— Ei, vcs não dançam?

Eu falei:

— Uai, só um pouquinho.

Nisso, o Paulo já estava um pouco bêbado, e eu estava secando ela de novo.

Aí a Júlia colocou um forró. Comecei a dançar com a Rafaela bem agarradinho; ela falou no meu ouvido:

— Você está animadinho com esse vestidinho curto, sarrando no meu pau.

E ficou rindo, a safada.

A Júlia também estava dançando com o Paulo, ele beijando o pescoço dela. Nossos olhos se cruzavam às vezes. A Bruna falou:

— Ei, vou dormir segurando essa vela? Rafaela, dança com ela, eu deixo.

Aí fui, chamei a Bruna. Ela ficou com vergonha, falou que não sabia dançar forró direito. Eu fui, peguei na mão dela e puxei; ela veio, mas logo começou a se mexer. A Rafaela nem olhava. Falei:

— Ela é quem sabe dançar muito bem!

Ela falou:

— Sou boa em muitas coisas.

Eu:

— É, tipo? Deixou o homem casado excitado?

Ela:

— Isso eu não tenho culpa.

Eu já apertava a cintura dela e ela disse assim:

— Vai me quebrar!

A música acabou e a gente já estava suados. Sentamos no sofá e conversa vai, conversa vem, já eram 02h da madrugada. A Rafaela disse:

— Gente, vou arrumar o quarto para vocês dormirem. Como só tem mais um quarto, vocês dormem ali. Como meu quarto é maior, a Bruna pode deitar no outro colchão.

A Bruna, meio tímida, disse:

— Eu durmo na sala, não tem problema.

A Rafaela:

— Aí está sem o ar-condicionado.

— Tá bom, então.

Ela saiu e logo chamou as duas. Fiquei arrumando a cozinha. Quando voltaram, falei: "Puta que pariu!". A Bruna vinha com um baby-doll vermelho curtinho, e a Júlia passou para beber água — vi a camisola branca. Minha esposa vai me matar assim!

Fomos deitar. Antes, dei boa noite. A Júlia disse:

— Espero que tenhas bons sonhos.

Falei que geralmente não lembro dos sonhos.

Entrei para o banheiro com minha esposa. Estou no chuveiro com o pau na mão, duro; ela abaixou e começou a mamar, mas parou antes de eu gozar. A gente não demorou a sair do banheiro. No corredor, a Júlia estava gemendo na pica do Paulo. A Rafaela mordeu os lábios:

— Vai, fode assim hoje, hum... hi, hii...

Entramos no quarto; eu sabia que a Bruna estava ouvindo aquilo. A Rafaela perguntou se a Bruna tinha sono, e ela disse que não, que tinha tomado energético. Eu falei:

— Vamos assistir a um filme? Rafaela, você pode deitar aqui para a gente ver?

Ela:

— Tá bem.

Nossa cama é bem grande. Liguei o projetor, coloquei um filme de suspense. A Rafaela fala:

— Me abraça.

Eu estava só com um short de dormir, sem cueca; minha esposa estava com um pijaminha bem soltinho. Logo ela começa a esfregar a bunda no meu pau, eu olhando para o filme. Eu ouvi a Júlia gemer mais alto. A Bruna disse:

— Que fogo, hein!

A Rafaela:

— Deixa eles, estão em casa.

Eu começo a esfregar a bucetinha da minha esposa, que está molhada; ela estava já bem excitada — eu sei que ela queria estar dando para o Paulo.

Nossa, coloquei dois dedos dentro dela. A Bruna tentou não olhar, mas minha esposa já estava entregue. A Bruna virou para o nosso lado, com aquela cara, logo veio e beijou a Rafaela. A Bruna já gemia na boca dela. A Rafaela tirou minha mão da sua fenda e colou na boca da Bruna.

Eu, já doido para foder elas, passei para o meio. A Rafaela tirou meu pau para fora e já foi descendo. Eu fui e beijei a Bruna, chupei a boquinha dela, os peitos, e ela gemia. Logo as duas dividiam meu pau; a Bruna conseguiu pôr só um pouco e disse:

— Ai, isso não cabe nela!

Minha esposa ficou rindo e falou:

— Vou te ajudar a engolir ele.

Eu falei assim:

— Vou gozar!

Ela chupou mais, as duas chupando até eu encher a boca delas. A Bruna disse:

— Que pau gostoso! 😋

Eu respirei um pouco, pedi para a Bruna chupar minha mulher e eu logo tirei o short da Bruna — estava molhadinha e depilada. Peguei uma bala Halls de menta, meti a língua nela e ela se contorceu toda. Chupei bem gostoso, logo ela gozou aquele melzinho na minha boca. Chupei o cuzinho dela, ela piscava ele, lambi bem o suco da bucetinha dela e fiquei massageando seu cu; ela pressionava para entrar. Ela disse:

— Ai, que tesão! Eu só transei duas vezes e nunca dei o cuzinho, mas você está me deixando doida.

Nisso, minha esposa estava gemendo alto com a língua da Bruna. A Rafaela abriu sua gaveta, pegou um dildo de borracha e deu para a Bruna. Eu continuei ali chupando e meu polegar entrou no cuzinho dela; ela começou a rebolar devagar:

— Aiiii, que gostoso!

Deixei lá, ela só rebolando. Eu tirei, passei a língua — ficou piscando, querendo mais.

Coloquei na boca da minha esposa meu pau, que estava bem duro de novo, e peguei uma camisinha.

Aí fui para a Bruna, que já me olhava e falou:

— Por favor, vai devagar, ele não cabe em mim.

Minha esposa pegou no meu pau e ficou passando na entradinha dela, e ela rebolando toda meladinha.

— Aí, vou gozar!

Meu pau ia para cima e para baixo, ela já não aguentava mais. Minha esposa começou a me beijar, e eu lacei, batendo a cabeça do pau nela.

Ela:

— Vai, entra, quero sentir ele me rasgar toda!

Eu fui colando e tirando a cabeça.

Ela:

— Nossa, meu Deus, que pau grosso, hummm, aiiiiiii que dor gostosa!

Eu fui empurrando, gemendo alto, fiquei socando só até a metade. Dei um tapa na cara dela:

— Vai, soca de uma vez, acaba com essa puta!

Eu via lágrimas no seu olho.

Eu tirei dela, estava todo vermelhinha, puxei minha esposa e comecei a socar nela. Ela gemia e falava:

— Você está gostando de comer duas putas?

Falei que sim, mas logo eu sei que ela vai dar para o Paulo.

Ela:

— Aí, vou gozar!

Fode, ploc, ploc, ploc, até o fundo. Nisso, a Bruna pegou minha mão e ficou esfregando na bunda dela, mas eu já sei o que ela queria. Nunca tinha sentido algo no cuzinho; eu enfiei o dedo na buceta dela e passei no cuzinho, ela já foi rebolando e gemendo, foi entrando devagar.

— Aí, que delícia!

Minha esposa já cavalgava em mim, suada; ela gozou e deitou do lado . Eu estava para gozar de novo. A Bruna falou pra minha esposa:

— Deixa eu tirar a camisinha, eu preciso sentir esse pau grosso, eu tomo remédio!

Minha esposa tira, ela mesma tirou e foi e sentou em cima, colocando nele. Dei duas socadas nela, ela gozou que meu pau saiu todo branco — eu amo ver isso, assim fiquei maluco —, e ela já engolia meu pau. Puxei seu cabelo.

Minha esposa estava se masturbando com o dildo; eu sabia que a Júlia estava louca de tesão no outro quarto. A Bruna pegou na minha mão de novo e colocou na sua bundinha. Eu falei:

— Você quer, né, sua putinha?

Dei dois tapas na bunda dela, toda Rosinha, e ela gemia:

— Aí, aí, humm, fode minha bucetinha!

Eu coloquei ela de quatro e meti fundo nela. Eu coloquei um dedo no cuzinho dela, ela já foi empurrando, ele entrou um pouco.

— Aí, que gostoso, mas por favor, mais!

Eu bombei bem gostoso nela, tentei colocar outro dedo, ela falou que doía, mais eu não tirei, deixei lá. Ela foi rebolando e eu comecei a fuder devagar o cuzinho dela.

Tirei o meu pau da buceta e fui beijar minha esposa; ela estava com o consolo socando.

— Deixa eu comer esse cuzinho, por favor!

— Mas você vai ter que me recompensar depois.

Eu já vi a maldade ali, mas eu fui. Pincelei meu pau no cuzinho da Bruna — acho que não dá. Lubrifiquei ele só com a buceta dela.

Forcei a cabeça. Ela chorou:

— Aí, não dá, tira!

Vou com carinho. Nisso, minha esposa estava chupando a bucetinha dela, aí a Bruna começou a rebolar e a gemer mais:

— Aí, que gostoso, você está me rasgando!

Eu fiquei só parado, ela veio rebolando e foi entrando. Aiiiiii! Dei um tapa forte na bunda dela, o que foi empurrando mais, ela já engolia ele. Eu comecei a bater, estava muito apertado, eu já tava no limite, enchi ela de porra. Eu tirei dela, nossa, ficou abertinho, escorrendo porra.

A Bruna estava acabada. Minha esposa falou:

— Isso foi incrível!

Logo ouvir alguém do outro quarto indo ao banheiro. Eu sei q a Júlia etava acordada Acabamos que dormimos assim na cama. Já eram 05h da madrugada.. continuaDe manhã ouvir Rafaela com o Paulo no banho

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