Gente, na segunda-feira, dia do jogo entre Brasil e Japão nessa Copa, tinha combinado com meu amigo de ir naquele pagode que tem na Vila Matilde, perto da casa dele. Foram eu, esse meu amigo, o Caio (que é marido dele) e também o Guilherme, que é sobrinho do Caio. O Guilherme já contei a história dele comigo em alguns contos atrás aqui, e o Caio também tem outras histórias com eles aqui no blog.
Pois bem. Na segunda-feira, o expediente foi em horário especial – só até as 11h da manhã. Cheguei em casa, tomei um banho, coloquei uma camisa do Brasil e uma bermuda que é uma das minhas preferidas, porque deixa o bumbum bem mais realçado. Fui para o apartamento do meu amigo e, de lá, fomos para a lanchonete assistir ao jogo. Chegamos por volta das 13h, e já tinha um grupo de pagode tocando.
A gente geralmente curte ficar mais na área externa, porque meu amigo gosta de fumar e é mais agradável. Mas, como frequento o lugar há um bom tempo, conheço algumas pessoas e fui cumprimentando todo mundo. Até que cheguei perto de uma amiga que trabalha lá e adoro a caipirinha que ela faz. Como ela estava no fundo do bar, tive que entrar entre o balcão e o palco para cumprimentá-la e pedir uma caipirinha. Vocês sabem que um viadinho, quando gosta de uma pessoa, chega todo rebolando, né? Pedi a caipirinha e fiquei conversando com ela, encostado no balcão, com o quadril mexendo naturalmente no ritmo da música.
De repente, quando olhei para trás, o baterista estava me olhando e deu uma risada. Mas vocês conhecem aquela risadinha safada de "se eu te pego"? Então, era exatamente aquela. Fiquei ali mais um pouco conversando com minha amiga e, quando fui saindo, olhei para ele, e ele deu outra risadinha, fazendo um "sim" com a cabeça. Já saí de lá pegando fogo! Meu amigo vive dizendo que eu consigo, em uma única olhada, entender as pessoas ao redor, e acho que é verdade. Sempre tive essa visão de identificar as coisas, e senti que aquele baterista queria algo.
Fiquei ali, e de vez em quando eu ia lá dentro e percebia que ele correspondia no olhar. Fiquei com muita vontade de dar para aquele cara, e tive que mudar a estratégia. Até porque aquele dia já estava mais ou menos programado: a gente ia assistir ao jogo e, depois, provavelmente, eu iria com o Guilherme para algum lugar meter muito. Mas aquele baterista moreno, que parecia ter uma pegada forte, me chamou a atenção, e meu foco se tornou dar para ele.
Veio o primeiro tempo do jogo, a música tinha parado, e a gente cruzou o olhar algumas vezes. Gente, tem uma coisa que aprendi depois dos 30 anos com um amigo meu: se você está a fim de um cara, seja educado, mas tente. Até porque, se ele disser não, daqui a 10 minutos ele nem lembra mais que você existe. Na hora do intervalo, eles voltaram a tocar. Peguei um papel, marquei meu número do WhatsApp e fui até a minha amiga pedir outra caipirinha. Disfarçadamente, cheguei perto dele, só disse que ele tocava muito, deixei o papel perto do pé dele e saí. Mas vi que ele puxou o papel com o pé.
No segundo tempo do jogo, quando estava em quase 20 minutos, o WhatsApp dele chegou com um joinha. Começamos a conversar, demonstrei meu interesse, e ele me falou que iriam tocar mais uma hora, até as 17h, e que depois entraria outro grupo de pagode. Ele disse que queria assistir ao jogo da Holanda e Marrocos (que seria às 22h) tomando uma cerveja em um lugar tranquilo. Falei que tinha duas opções: motel ou minha casa. Ele disse que poderíamos assistir na minha casa.
Terminou o segundo tempo, Brasil classificado, e eles voltaram a tocar. Já avisei meu amigo que, por volta das 17h30, eu iria embora. Meu amigo, muito ligeiro, já se ligou que eu tinha arrumado um bofe. O problema era o Guilherme, que provavelmente estava achando que a gente ia sair aquele dia.
Quando acabou, o baterista me mandou mensagem perguntando como a gente ia fazer. Aliás, não dava para ele sair de lá comigo – ia dar muita na cara. Então marquei dele pegar um Uber e ir até um posto de gasolina ali perto. Fui para o apartamento, peguei meu carro e fui ao encontro dele. Quando ele entrou no carro, decidimos o que fazer. Percebi que ele é daqueles caras que são bi: gosta de comer um cuzinho, mas não se acha gay. E realmente, mais tarde, depois que a gente transou, ele me falou que raramente transa com homem, mas que, quando me viu, ficou com muita vontade de me foder.
Peguei ele no posto e fomos para minha casa. Ali percebi que não ia rolar muita pegação em público. Tanto que parei em uma adega para pegar algumas coisas, e ele pediu para parar bem antes e eu ir sozinho – daqueles caras que não gostam de ser vistos andando com viado, rsrsrs.
Chegamos em casa, falei que ia tomar um banho e que ele podia usar o outro banheiro, mas ele falou que não. Foi colocar algumas coisas na air fryer e fazer uma caipirinha para mim. Até achei gentil, mas fiquei meio assim por ele não querer tomar um banho depois de ter suado tocando. Quando saí do banho, coloquei outro shortinho e, acho que como ele me viu cheiroso, se tocou e decidiu ir tomar banho. Eu fui arrumar a sala com algumas coisas para comer e beber, para a gente assistir ao jogo.
Ele saiu do banho com a toalha enrolada no corpo e sentou no sofá. Ficamos ali: ele na cerveja e eu na caipirinha, bem de boa. Ele é um cara que tem um bom papo e altas histórias de música. Até que fiquei rodeando ele, me ajoelhei de frente e abri a toalha. Vi aquela rola e comecei a brincar. Olha, que rola bonita! Sabe aquela pika cheia de veia? Não era tão grande, mas era muito bonita. Comecei a mamar, e ele sem encostar em mim. Gente, chupei muito aquela rola, da cabeça até o saco. Ele sentado no sofá, com aquelas pernas abertas, e eu ajoelhado, mamando sem parar.
Até que fui pegar umas camisinhas no quarto e, quando voltei, vi uma paisagem linda: aquele cara sentado no meu sofá, tomando uma cerveja e com aquela pika duríssima. Que tesão! Coloquei a camisinha e, como sabia que não ia rolar nem uns amassos, subi no sofá e sentei de costa para ele, descendo naquela rola. Gente, imaginem um tanto que eu rebolei! Na falta de uns amassos gostosos, arrebentei de subir e descer naquela rola. Quando descia até o talo, colocando todinha no meu cuzinho, rebolava sem dó. Eu amo quando está toda pika dentro, até o talo, e eu forço mais ainda rebolando forte. Já teve gente que não aguentou e gozou – só os fortes aguentam. E ele aguentou eu subindo e descendo bem gostoso naquela pika.
Cansei e fui deitando de lado, e ele virando o quadril junto, com aquela rola todinha dentro de mim. Aí foi a vez dele: de lado, ainda sentado, começou a socar no meu cuzinho bem gostoso. Eu curti muito deitado de lado, olhando ele socando sem dó. Até que ele me colocou de quatro e aí eu vi um cara macetar sem piedade! Minha rabeta parecia uma bateria com os estalos que a barriga dele dava enquanto bombava. Pense num cara para socar forte! Até que ele gozou, mas eu queria mais, rsrsrsrs. Muito vadia, eu sei.
O cara já tinha me arrebentado de quatro. Limpei aquela pika e fui me lavar. Depois, não aguentei e coloquei uma calcinha com um shortinho de dormir. Ficamos lá: eu de um lado do sofá e ele do outro, trocando muita ideia e esperando o jogo começar. Ele é um cara muito de boa, só que não é gay, rsrsrsrs. Até me pediu para que, quando encontrasse ele no pagode, não fosse cumprimentar parecendo que o conhecia – rsrsrs, até aí tudo bem.
Assistimos ao primeiro tempo de boa: eu deitado no sofá e ele sentado, só com a toalha por cima. No segundo tempo, eu fui aproveitar mais um pouquinho daquela pika. Saí lá do lado que estava, vim de quatro andando sobre o sofá até chegar naquela rola, e comecei a mamar. Chupei muito, fiquei ali de quatro até que deitei e continuei mamando aquela rola deliciosa. Foi a primeira vez que vi ele levar a mão e dar uma acariciada no meu bumbum. Punhetei, mamei... até que já estava de quatro novamente. Ele colocou a camisinha e, do jeito que eu estava, deu a volta, jogou a perna em cima do sofá, me fez quase enterrar a cabeça no sofá, ficou em pé atrás, tirou a calcinha de lado e meteu sem dó no meu cuzinho, todo aberto pra ele.
Gente, esse cara meteu tanto no meu cuzinho e eu ali, em defeso. Socava que só faltava jogar eu para fora do sofá! Sabe o que é um cara te arrebentar de quatro? Foi o que esse cara fez. Socou tanto que eu gozei antes dele! Que delícia...
Ficamos ali até o jogo acabar. Já era quase 1h da manhã. Chamei o Uber para ele, e ele foi embora. Ficamos de nos encontrar novamente... e aquele cara, para mim, é só para meter mesmo. Levar pika bem gostosa e já era. Até que fui olhar o WhatsApp e vi o Guilherme me falando um monte, rsrsrsrs. Mandei mensagem para ele vir, mas ele nem visualizou. Queria terminar a noite pelo menos dando uns beijos no Guilherme e recebendo um carinho, rsrsrsrs... mas está bom. Satisfeito por hoje!