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Quando o amor incomoda - 56

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Um conto erótico de Mrpr2
Categoria: Gay
Contém 1655 palavras
Data: 20/07/2026 22:04:35

56

A luz neon roxa e azul pulsava pelas paredes pretas do Tobasbar, um bar no centro da cidade que cheirava a cigarro eletrônico, perfume doce e cerveja. O som grave do funk misturado com eletrônica fazia o chão vibrar. Era uma noite de sexta, lotada de corpos jovens entre 18 e 25 anos, corpos que se moviam com fome.

Manu observava tudo de um canto do balcão. Ela era uma loira de 25 anos, pele bronzeada, cabelos lisos soltos até a cintura, vestindo um cropped preto justo que marcava os seios firmes e uma saia curta de couro que deixava as coxas grossas à mostra. Seus olhos castanhos brilhavam com malícia quando viu Gustavo encostado na parede, o olhar baixo, os ombros caídos. Gustavo, 19 anos, pele clara, cabelos castanhos claros bagunçados, corpo magro porém definido, olhos castanhos claros que pareciam brilhar mesmo na tristeza. Usava uma camisa social branca semi-aberta, revelando o peito liso e um colar prateado, calça jeans clara colada nas coxas e bunda redonda.

— Gustavo... você não merece ficar assim — murmurou Manu, aproximando-se e passando a mão no braço dele com carinho. — Eu tenho um plano.

Ela pegou o celular e ligou para Luiz Felipe, com um tom de drama a loira acabou convencendo Luiz Felipe, que meia hora depois, chegou ainda com o rosto fechado da briga que tiveram mais cedo. Tinha 24 anos, pele morena, cabelo castanhos encaracolados, barba bem aparada, corpo atlético de quem malhava pesado. Vestia uma camiseta preta justa que destacava os bíceps e o peitoral, calça cargo preta. Seus olhos castanhos claros varreram o bar até encontrarem Gustavo.

E então tudo mudou.

Gustavo estava na pista agora, como orientado por Maurício, não transmitia a tristeza que sentia e nem procurava por seu amor. A batida acelerou e ele se soltou. Seus movimentos eram leves, fluidos, quase hipnóticos. Os quadris giravam devagar, os braços subiam acima da cabeça, o corpo ondulando como se fizesse amor com o ar. Um sorriso tímido surgiu em seus lábios rosados, os olhos se fecharam em prazer puro com a música. A camisa branca colava no suor que começava a brilhar em sua pele.

Luiz Felipe sentiu o peito apertar. Ainda estava chateado, mas o desejo era mais forte. Ele atravessou a multidão como um predador, parando atrás de Gustavo. Suas mãos grandes seguraram a cintura fina do seu amado, puxando-o contra seu corpo.

— Você dança como se quisesse me matar de ciúmes... — sussurrou Luiz Felipe no ouvido dele, a voz rouca.

Gustavo virou o rosto, o sorriso crescendo, os olhos encontrando os dele com desejo ardente.

— Talvez eu queira... — respondeu, pressionando a bunda contra a virilha de Luiz Felipe, sentindo-o endurecer instantaneamente. — Ou talvez eu não queria o seu ciúmes muito menos sua morte e sim a sua presença, teu calor, teu cheiro, teu amor!

Eles dançaram colados. As mãos de Luiz Felipe subiam e desciam pelas laterais do corpo de Gustavo, apertando, explorando. Gustavo inclinava a cabeça para trás, encostando no ombro dele, expondo o pescoço. Luiz Felipe beijou ali, chupando devagar, sentindo o gemido baixo vibrar contra sua boca.

Manu e Marcelo sorriram satisfeitos próximos ao balcão. E como um vaga lume atraído pela luz Diegão se aproximou de Manu.

O que não agradou nada Eduardo, irmão de Gustavo e ex de Manu, observava tudo de outro canto, ja furioso com a reconciliação do irmão. 26 anos, alto, corpo musculoso de academia, pele bronzeada, cabelo loiro bagunçado, olhos verdes cheios de raiva. Vestia uma camisa polo azul escura e jeans. Ele já estava bêbado, o copo de cerveja na mão tremendo.

Eduardo rosnou e movido por um misto de sentimentos regados com álcool avançou em direção a Manu, cambaleando, tentando agarrar o braço dela.

— Manu, você é minha, porra!

Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, Diegão se colocou na frente de Manu. O grandalhão de 27 anos, moreno, quase 1,90m, músculos enormes, cabelo curto cortado a máquina, barba aparada, vestindo regata preta justa e bermudão. Com um movimento firme, Diegão segurou Eduardo pela nuca e o arrastou para fora como se fosse uma criança.

— Sai fora, otário. Não encosta nela — rosnou Diegão, jogando Eduardo na calçada. — Some!

Eduardo se levantou, ódio e álcool fervendo no sangue, e tentou voltar, mas Romário foi de encontro e impediu o amigo, que o empurrou e saiu andando pela rua, procurando outra coisa para descarregar sua frustração.

Luiz Felipe puxou Gustavo pela mão até sua casa, com cautela entraram fazendo o mínimo de barulho, mesmo assim sua mãe que estava na cozinha ouviu.

_ Luiz Felipe é você filho?

_ Sim mãe, vou pro quarto.

_ Não conseguiu né? Tudo culpa daquele pirralho! E o outro lá, também estava no bar?

Luiz Felipe fez sinal para Gustavo ir para seu quarto e por um triz dona Eulália não o pega ao voltar para a sala.

_ O Felipe? Não o ví.

_ Seu irmão não, ele ainda está se arrumando para sair, parece uma noiva para se arrumar e te garanto que vai sair quase pelado. Estou falando do seu pai, o Luigi. Fiquei sabendo que ele e aquele Japinha estão para cima e para baixo juntos.

_ O Kenji? Meu pai e o Kenji? Não é possível o Kenji é da idade do Tavinho.

_ Pois é… eu achei que chamando seu pai aqui ele te colocaria juízo, mas eu subestimei a pouca vergonha dele. Na verdade eu tinha me esquecido do porque eu o afastei por tanto tempo.

_ Não fala assim mãe.

_ Falo, falo sim porque é verdade. Agora está aí você chorando por um moleque e seu pai que deveria estar te acompanhando no mínimo a tentar arrumar uma namorada descente, está lá se enrabixando por um outro moleque da mesma laia do seu, eu posso com uma coisa dessas?

_ Olha mãe não estou com cabeça para isso agora, vou para meu quarto.

Momentos antes Gustavo correndo quase que tromba com Gurizão saindo do quarto ambos colocam o dedo em frente a boca fazendo gesto de silêncio.

_ Vocês enlouqueceram? Minha mãe está em casa.

_ Eu sei , ela quase me pegou lá na sala. Vai contar pra ela?

_ É claro que não, fecha a porta e faz silêncio. Faz meu irmão feliz.

Diz Gurizão piscando para Gustavo e sai.

_ Não falei? Fecha essa camisa muleque.

Gurizão aparece na sala com uma bermuda preta e uma camisa ramada desabotoada deixando a mostra seu peitoral e barriga definidos

Luiz Felipe aproveita e corre para o quarto e mal fecha a porta e já estavam se beijando com fome. Línguas se enroscando, mãos explorando. Luiz Felipe apertava a bunda de Gustavo por cima da calça jeans, enquanto o novinho gemia baixinho, dedos enfiados nos cabelos castanhos do namorado.

No quarto, a luz era baixa, apenas o abajur âmbar. Luiz Felipe tirou a camisa branca de Gustavo devagar, beijando cada centímetro de pele revelada, o peito, os mamilos rosados que endureciam ao toque da língua, a barriga definida. Gustavo tremia de desejo, as mãos puxando a camiseta preta de Luiz Felipe, revelando o torso bronzeado e musculoso.

— Eu te quero tanto... — sussurrou Gustavo, voz rouca de tesão.

Eles caíram na cama. Luiz Felipe tirou a calça de Gustavo, revelando a cueca boxer branca que mal continha o pau duro e latejante. Ele abaixou o tecido com os dentes, lambendo a cabeça rosada devagar, saboreando o gosto salgado. Gustavo arqueou as costas, dedos cravados nos lençóis, gemendo alto.

Luiz Felipe subiu rapido, beijando a boca dele abafado seu gemido enquanto entrava devagar, centímetro por centímetro, preenchendo Gustavo com carinho e intensidade. Os corpos se moviam em ritmo perfeito, lento no início, romântico, olhares fixos, respirações misturadas. Depois mais forte, mais profundo. Gustavo envolvia as pernas na cintura de Luiz Felipe, unhas arranhando as costas largas, sussurrando o nome dele como uma prece.

O orgasmo veio intenso para os dois, quase ao mesmo tempo. Gustavo gozando entre seus corpos, Luiz Felipe gozando dentro dele com um gemido rouco, corpos tremendo colados, suor e prazer misturados.

Eles ficaram abraçados depois, beijos suaves, carinhos nos cabelos, sussurros de afeto.

Eduardo, ainda bêbado e furioso, encontrou Milena duas quadras depois. Ela fazia uma live de publicidade para uma marca de lingerie, sentada na cama, luzes boas, câmera no tripé. Milena tinha 23 anos, corpo escultural, pele morena clara, cabelos longos lisos pintados de vermelho, olhos castanhos. Usava um robe de seda vermelho semi-aberto, revelando um conjunto de lingerie preto rendado que mal cobria os seios grandes e a calcinha fio-dental.

— Milena... — Eduardo se aproximou cambaleando.

— Eduardo, você tá bêbado. Sai daqui, tô ao vivo! — ela avisou, nervosa, tentando manter o sorriso para os seguidores.

Ele ignorou. Com um sorriso torto, puxou o robe dela, deixando-o cair. Milena soltou um gritinho, mas seus olhos brilharam com uma mistura de choque e excitação. A live explodiu de visualizações.

Eduardo tirou a própria camisa, revelando o peito definido, depois abriu a calça. Milena tentou protestar, mas ele a puxou para um beijo agressivo, mãos apertando os seios por cima da renda. Ela gemeu, rendendo-se ao momento. Ele arrancou a calcinha dela, expondo a boceta depilada e molhada, e a virou de frente para a câmera.

— Olha como um macho de verdade faz! — rosnou para os espectadores.

Milena se apoiou no travesseiro em forma de coração, empinando a bunda. Eduardo entrou nela com força, estocadas profundas e rápidas, uma mão no cabelo dela, a outra apertando o quadril. Os gemidos dela eram altos, ecoando na live. Seios balançando, corpo suado brilhando sob as luzes. Ele metia com raiva e desejo, xingando baixo, chamando ela de safada.

— Mais forte... porra... — ela pedia, rebolando contra ele.

O orgasmo veio selvagem. Eduardo gozou dentro dela, Milena tremendo, gozando ao mesmo tempo, gemendo alto para a câmera aberta. A live viralizou instantaneamente.

Depois, os dois caíram no chão da sacada, rindo e ofegantes, corpos entrelaçados.

Autor Mrpr2

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Comentários

Foto de perfil de Xandão Sá

essa série é muito louca e deliciosa de acompanhar com tantas reviravoltas e maluquices.

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