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A nova funcionária

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Um conto erótico de JujuPaixao
Categoria: Heterossexual
Contém 1525 palavras
Data: 20/07/2026 18:26:17
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Está é a primeira parte de uma história deliciosa que irei contar.

Segunda-feira. Chuva, frio e um céu cinzento que parecia pesar sobre a cidade. Definitivamente, não era a forma como eu gostaria de começar a semana. Mas a vida de uma assalariada não oferece o luxo de escolher entre ficar debaixo das cobertas ou enfrentar o mundo. Quando o despertador tocou às seis da manhã, respirei fundo, afastei o edredom e me levantei.

Depois da higiene matinal, vesti meu uniforme de trabalho: uma calça de alfaiataria perfeitamente ajustada ao corpo, uma camisa branca de tecido leve e um colete que completava o conjunto com elegância, valorizando meu bumbum. Calcei minhas botas pretas e prendi os longos cabelos negros em um rabo de cavalo alto, deixando alguns fios escaparem de propósito. Diante do espelho, apliquei apenas hidratante, protetor solar, uma camada de rímel e finalizei com um batom vermelho-escuro, discreto, mas marcante. Nunca fui do tipo que esconde o rosto sob uma camada de maquiagem às sete da manhã. Preferia uma beleza simples, mas que transmitisse confiança e, talvez, um certo mistério.

Passei meu café, despejei a bebida fumegante no copo térmico e segui para a empresa, tentando ignorar o vento gelado que insistia em atravessar minha roupa.

Apesar de ser formada em Direito, trabalho há quase cinco anos em uma construtora, no setor administrativo. O que deveria ser apenas um emprego temporário, enquanto surgia uma oportunidade na minha área, acabou se tornando uma parte importante da minha vida. Sou responsável por admissões, demissões, documentos e por apagar os incêndios que inevitavelmente surgem no dia a dia da empresa.

Assim que cheguei, encontrei uma pilha de papéis sobre minha mesa. Suspirei e mergulhei imediatamente no trabalho.

Quando o relógio se aproximava das nove horas, alguém bateu à porta.

— Pode entrar.

A porta se abriu lentamente.

Uma jovem entrou na sala carregando uma pasta cor-de-rosa junto ao peito, e que peitos. Não devia ter mais de vinte anos. Seu sorriso delicado iluminava o rosto, enquanto os olhos curiosos percorriam discretamente o ambiente antes de encontrarem os meus. Havia algo na forma como ela se portava, uma mistura de timidez e segurança, que chamava atenção sem esforço.

— Olá. Vi que vocês estão com uma vaga para o setor de projetos. Vim trazer meu currículo. — disse ela, mantendo aquele sorriso encantador.

Sorri de volta.

— Bom dia! Claro, pode deixar comigo. Qual é a sua formação?

Ela estendeu o currículo em minha direção. Seus dedos roçaram levemente os meus no momento da entrega.

— Estou cursando Engenharia Civil, sétimo semestre.

Baixei os olhos para o currículo apenas por um instante.

— Certo, Camila. Vamos analisar seu perfil e entraremos em contato para agendar uma entrevista.

— Obrigada.

— Nós é que agradecemos o interesse em fazer parte da nossa equipe.

Ela agradeceu novamente e partiu em direção a porta, não deixei de notar sua bunda, bem marcada em uma calça jeans apertada

Foi então que me lembrei da vaga que permanecia aberta havia semanas. Nenhum dos candidatos entrevistados até então conseguira convencer nosso diretor. Segundo ele, apenas uma mulher conseguiria organizar aquele setor da forma como imaginava.

Sem perder tempo, caminhei até a sala de César com o currículo nas mãos.

— Que ótimo perfil... Talvez seja exatamente o que precisamos. — comentou sorrindo de canto, após uma rápida leitura.

— Sabia que iria gostar. Posso marcar uma entrevista amanhã, às dez horas?

Enquanto falava, já me afastava em direção à porta.

— Sim. E pode deixar que eu mesmo entrevisto a moça. — respondeu César, sem desviar os olhos da foto 3x4 que estava colada ao currículo.

Saí da sala e retomei minha rotina. Havia relatórios para conferir, documentos para organizar e uma infinidade de tarefas esperando por mim.

Mesmo assim, durante todo o restante do dia, por mais que tentasse me concentrar no trabalho, a imagem de Camila insistia em ocupar meus pensamentos.

Peguei meu celular e pesquisei seu nome nas redes sociais. Não demorou para encontrá-la.

Seu perfil era público, então pude vasculhá-lo à vontade: fotos, vídeos, comentários e publicações. Descobri algumas coisas interessantes, muito além do que constava em seu currículo. Ela havia se relacionado com um rapaz chamado Lucas, com quem tinha diversas fotos antigas publicadas quando ainda tinha cerca de quinze anos.

Continuei olhando o perfil.

Havia fotografias com grupos de amigos, sempre abraçada às pessoas ao redor, sorrindo no centro da roda. Em muitas delas usava roupas bastante sensuais.

Mais recentemente, encontrei uma publicação em comemoração ao aniversário de uma moça chamada Amanda. A legenda tinha um tom carinhoso e sugestivo, e a resposta nos comentários dissipava qualquer dúvida.

"Obrigada, meu amor. Nós duas juntas sempre❤️"

Camila era bissexual.

Continuei rolando a tela.

Fotos sorrindo em um mirante, com os cabelos loiros voando ao vento.

Na praia, usando um biquíni minúsculo, que desenhava perfeitamente sua bocetinha.

De costas em uma piscina, com um maiô enfiado em seu rabinho.

Selfies diante do espelho usando roupas decotadas, quase mostrando o biquinho de seu peito.

Até que uma fotografia, em especial, chamou minha atenção.

Com certeza havia sido feita em estúdio.

Camila estava sentada em uma cadeira virada ao contrário, usando lingerie vermelha de renda, segurando um pirulito vermelho entre os dedos, que levava aos lábios enquanto encarava diretamente a câmera.

Nossa.

Larguei o celular imediatamente e tentei voltar aos papéis.

Inútil.

A inquietação crescia a cada minuto, tornando qualquer tentativa de concentração um esforço frustrado.

O sorriso de Camila naquela fotografia.

O olhar, o lábio rosado, a língua molhada.

De repente seu perfume parecia novamente preencher minha memória, enquanto a lembrança do balanço de seus quadris insistia em voltar à minha mente.

Levantei-me da mesa e caminhei até o banheiro.

Tranquei a porta.

Por alguns segundos, permaneci imóvel, encostada nela, respirando fundo, como se pudesse conter a tempestade que crescia dentro de mim.

Meu peito subia e descia depressa.

Apesar do frio daquela manhã, meu corpo inteiro parecia tomado por um calor insistente. Desabotoei apressadamente o colete a camisa branca, ficando apenas com meu sutiã de renda, preenchido pelos meus seios que subiam e desciam.

Fechei os olhos.

Antes mesmo que pudesse reconsiderar, deslizei a mão por dentro da calça. Quando meus dedos encontraram minha boceta já úmida, um suspiro escapou involuntariamente entre meus lábios. Aquela reação apenas confirmava o quanto eu havia perdido o controle.

No início, procurei me tocar devagar, quase com cautela, como se ainda existisse uma parte de mim tentando resistir àquela fantasia.

Mas bastou imaginar Camila entrando novamente na minha sala para toda a resistência desaparecer.

Na minha mente, já não eram meus dedos.

Eram os dela.

Delicados.

Quentes.

Percorrendo minha pele com uma lentidão calculada, como se conhecessem exatamente o ritmo capaz de prolongar meu desejo.

Eu podia imaginá-la aproximando-se sem dizer uma única palavra, deixando seu perfume envolver o ambiente enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas coxas, explorando cada centímetro da minha pele antes de alcançarem minha intimidade.

Seu perfume voltava com força à minha memória.

Seu sorriso.

O brilho curioso dos seus olhos.

A forma como seus quadris balançavam naturalmente quando deixou minha sala.

Na fantasia, ela permanecia diante de mim, sustentando meu olhar enquanto diminuía lentamente a distância entre nós.

Cada movimento dos meus dedos tornava aquela cena mais vívida.

Mais real.

Minha respiração perdeu completamente o ritmo.

O calor entre minhas pernas aumentava a cada instante, enquanto meu corpo respondia sem qualquer resistência àquela fantasia que consumia meus pensamentos.

Mordi o lábio com força para conter os gemidos que insistiam em escapar. Meus movimentos tornaram-se cada vez mais rápidos, acompanhando o desejo crescente que já não permitia espaço para qualquer pensamento racional.

Por alguns instantes, deixei de ouvir o barulho da empresa.

Não existiam relatórios.

Não existiam documentos.

Não existia a chuva batendo contra as janelas.

Nem aquela segunda-feira cinzenta.

Existia apenas Camila.

Seu sorriso.

Seu perfume.

Seu olhar.

E o desejo inesperado que despertara em mim. A imagem do seu rosto afundado em minha boceta, com aquela língua deliciosa percorrendo cada centímetro me levou ao auge do tesão, com as pernas tremendo finalmente diminui a intensidade dos movimentos, e permaneci imóvel por alguns segundos, ofegante, tentando recuperar o fôlego.

O silêncio do banheiro contrastava com as batidas aceleradas do meu coração e com a sensação de calor que ainda percorria meu corpo.

Respirei fundo várias vezes até conseguir retomar algum controle.

Chupei a ponta dos meus dedos, nessa altura já estavam melados, imaginando seu gosto.

Depois, ajeitei cuidadosamente a roupa, lavei as mãos e encarei meu reflexo no espelho.

Minhas bochechas continuavam coradas, e meus olhos denunciavam um brilho incomum.

Levei mais alguns instantes até recuperar a expressão tranquila que costumava exibir durante o expediente.

Só então voltei para minha mesa como se absolutamente nada tivesse acontecido.

Para qualquer pessoa que cruzasse comigo naquele momento, eu era apenas mais uma funcionária retomando sua rotina em uma segunda-feira fria e chuvosa.

Mas, dentro de mim, uma certeza já havia se instalado.

Camila deixara de ser apenas uma candidata trazendo um currículo.

Ela despertara um desejo intenso e inesperado, uma inquietação que parecia ter encontrado um lugar definitivo nos meus pensamentos.

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Pode comentar o que gostaria de fazer comigo?

Até a próxima ❤️‍🔥

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