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Meu professor me tocou, mas eu gostei

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Um conto erótico de Safi <3
Categoria: Heterossexual
Contém 1235 palavras
Data: 20/07/2026 16:50:41

Eu me chamo Alana e preciso contar o que aconteceu na aula passada.

Já havia alguns dias que eu me incomodava com os olhares de meu professor de Literatura, Sr. Carlos. Eu não sou alguém de se chamar atenção. Beleza bem mediana. Então quando eu recebo olhares, logo se nota e eu sei que na maioria das vezes é somente um mal entendido ou algum favor. Mas como ele é meu professor, estranhei. O que eu poderia fazer por ele?

Ele é novo na faculdade e desde que chegou (somente alguns meses) não gosta de mim. Confesso que sou a aluna mais aplicada da aula, mas ao contrário de todos os outros professores, isso não significa nada para ele. Nunca me dá mais pontos. Nunca recebo a melhor nota. Sempre está faltando algo.

Tudo bem. Todo professor pega alguma birra com algum aluno e eu poderia suportar isso. Mas aula passada algo mudou.

Não satisfeito de me lançar olhares indecifráveis até então pra mim, na sua última aula ele zerou o meu trabalho sobre o romantismo na literatura brasileira. Quando fui questionar, me silenciou e disse que depois da aula conversávamos. Aguardei. Bastante ansiosa. Além de nunca ter ficado depois da aula, um professor também nunca quis me dar sermão ou falar comigo sozinho. Isso me deixava nervosa. O que eu tinha feito de tão errado?

Quando o sinal tocou avisando a todos sobre o fim das aulas do dia, ele me olhou desafiador como se suspeitasse que eu estava querendo fugir. Estava. Mas aguentei sentada na primeira carteira, querendo demonstrar mais coragem do que eu tinha de fato. Ele sorriu. Um sorriso que me fez sentir algo. Se levantou caminhando até a porta e a trancando. Não consegui segurar a minha surpresa.

- Sr. Carlos?

- Sim, Alana?

Seu tom era leve, muito diferente do tom normalmente usado comigo. Ele caminhou lentamente até sua mesa, se sentando sobre ela de frente pra mim. Ele era tão seguro de si, que automaticamente me intimidava.

- Por...Por que o Sr. Trancou a porta? – não consegui evitar de gaguejar e seu sorriso aumentou

- Ah isso? – Ele levantou a chave com graça, mas eu não estava achando engraçado. Estava apavorada – Isso é apenas para não nos incomodarem. Odiaria que vissem você assim como um cão acuado. Consegue notar que está desse jeito?

Eu não sabia se a pergunta era genuína ou retórica, então me mantive em silêncio. Ele guardou a chave no bolso e cruzou os braços. Engoli seco.

- O que eu faço com você? – Ele dizia sussurrado, quase como uma confissão e isso não ajudava a me acalmar.

- O que o Sr. quer dizer com isso?

Ela se levantou e se sentou na cadeira ao meu lado, colocando sua mão na minha coxa. Me arrependi imediatamente de ter escolhido um vestido solto para ir a faculdade naquele dia.

- Você já foi fodida, Alana? De verdade?

Senti minhas bochechas esquentarem e tentei retirar sua mão de mim, mas isso só o deixou mais a vontade.

- O..q-que? Do que tá falando professor?

Sua mão segurou firme minha coxa, me impedindo de levantar e a outra tocou meu queixo de leve.

- Estou falando sobre um homem te deixando de pernas bambas de tanto prazer. Já experimentou isso?

Eu sabia o que ele estava dizendo, só não entendia o motivo. Sim, eu não era virgem, óbvio. Quem é em pleno século XXI? Perdi com meu ex, mas nem de longe tive essas sensações que meu professor descrevia assim como se não fosse nada.

- Isso não é apropriado, Sr. Carlos

Consegui levantar e correr para a porta, mas somente chegando nela consegui lembrar que ele a havia trancado. Antes que eu pudesse falar ou fazer qualquer coisa, senti seu corpo atrás do meu me prensando contra a porta. Sua ereção esfregando na minha bunda enquanto duas mãos me prendiam na mesma posição.

- Professor, eu não....

- Não diz que você não quer isso, Alana. Olha a roupinha que está vestindo. Já percebeu que você é a única vadiazinha da sala que vem com esses vestidinhos?

Ele sussurrava no meu ouvido. Sua voz rouca me fazendo arrepiar e suas mãos continuavam passando sem permissão pelo meu corpo até chegar aos meus peitos. Eu nunca tinha sentido nada parecido.

- Não é justo. São só vestidos – Eu dizia chorado tentando me soltar, em vão. Suas mãos eram fortes e quanto mais perto de mim ele ficava, mais meu corpo se recusava a deixa-lo.

- É mesmo? Então vamos ver se eu estou errado – Assim que terminou a frase sua mão direita atravessou minha calcinha e ele me penetrou – Por que não me explica a razão de estar tão molhada sendo encoxada a força pelo seu professor?

- Ahn...Eu...

Eu juro que não queria. Não pensava nele desse jeito. Não me arrumava para ir provocante para a faculdade.

- Diz, Alana. Diz que você não quer.

Ele falava de um jeito que parecia fácil escolhe-lo. Um jeito que não parecia errado. Suas mãos continuavam me provocando, uma apertando meus seios e a outra me penetrando deliciosamente.

- Professor... Ahn...Por favor...

- Sim, diz o que você quer minha vadiazinha.

- Eu quero....Ahn...

Imediatamente ele se afastou. A surpresa do movimento e fez virar e ncará-lo.

- O que? Decepcionada?

Eu não queria admitir que sim. Então ele sorriu e abaixou sua calça mostrando sua ereção. Não demorou nada até que ele me colocasse de joelhos ali mesmo e me fizesse abocanhá-lo.

- Eu sei que você queria isso, sua puta. Então chupa seu professor, chupa. Engole tudinho.

Ele me fazia engasgar com o tamanho de seu membro. Babava demais, mas ele não soltava. Não deixava que parasse, e sempre que parecia que ia finalizar, ele tirava, me deixava respirar e então voltava a violentar minha garganta com toda a força. Era humilhante, ninguém poderia saber, mas aquilo estava me deixando doida.

- Isso cadela. Engole tudo – Ele batia na minha cara e só me estimulava a engoli-lo ainda mais.

- Vem aqui, sua puta

Ele me tirou daquela posição e me colocou de quatro em sua mesa.

- Se não quiser, é só pedir

Eu queria pedir para pará-lo. Queria dizer que ele não tinha esse direito. Que ele estava errado. Mas Deus, como eu precisava senti-lo em mim.

Ele esfregava seu pau na minha entrada encharcada e ameaçava colocar, mas não fazia. Só ficava me torturando. Ele sabia o que eu queria.

- Vamos, minha cadelinha. Diga o que você quer

- Professor.... – Gemi em desespero

- Sim, Alana?

Se eu dissesse já era. Era consensual.

- Vamos, ou vou embora.

Quando ele ameaçou desistir eu segurei seu membro.

- Por favor, professor....Mete na sua putinha, mete.

- Agora, sim sua puta.

Ele me penetrou com tudo e me bateu

- Vamos, geme pro seu professor, geme. Cadela.

Ele me acertou golpes e eu pude sentir minha bunda arder. Mas era maravilhoso.

- Isso professor, mete. Me fode vai.

Eu nunca tinha sentido tanto tesão na minha vida.

- Fode sua puta, fode.

Eu gemia descontroladamente e isso parecia instiga-lo para meter mais fundo, mais forte. Eu estava no céu.

- Vagabunda, desgraçada

- Isso. Toda sua. Eu vou gozar, vai mete fundo.

Ele não parou, Continuou penetrando mesmo depois de me fazer gozar. E quando estava alcançando seu ápice me colocou novamente de joelhos para tomar sua porra.

- Isso, cadela. Toma tudinho. Nada de sujar a sala.

Ele sorriu e me fez sorrir também. E assim terminou a primeira vez que transei de verdade.

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Comentários

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Agora conta como foram as próximas 3 fodas que deu, na sequência. Muito bom conto!

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