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Capítulo 1: O Retorno Inesperado

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Lésbicas
Contém 1458 palavras
Data: 20/07/2026 16:10:40
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Eu nunca imaginei que a vida pudesse me trazer tantos recomeços. Aos quinze anos, eu era apenas um garoto assustado quando Giovana nasceu. A mãe dela, meu primeiro amor, não resistiu às complicações do parto. Num piscar de olhos, eu me tornei pai solo, carregando uma responsabilidade que poucos adultos conseguem suportar. Mas Giovana... ela foi minha salvação. Criá-la sozinho moldou o homem que sou hoje. Aos trinta e três anos, sou dono de uma empresa de TI que cresce a cada ano, mas nada me enche mais de orgulho do que ver minha filha se tornar uma jovem linda, inteligente e cheia de vida aos dezoito anos.

Aline entrou na nossa vida há pouco mais de um ano. Aos vinte e nove, ela é tudo que eu poderia desejar em uma companheira: pele branca e macia como porcelana, cabelos pretos ondulados que caem em cascata pelos ombros, um sorriso que ilumina qualquer ambiente e um corpo que me deixa sem fôlego — especialmente aqueles seios fartos e perfeitos que parecem feitos para caber nas minhas mãos. Ela trabalha em um escritório de contabilidade, é organizada, carinhosa e, o mais importante, se dá incrivelmente bem com Giovana. As duas viraram grandes amigas. Eu via as risadas delas na sala, as conversas intermináveis sobre séries, moda e até sobre garotos. Isso me deixava absurdamente feliz. Saber que minha filha tinha uma figura feminina presente, alguém que a tratava com afeto genuíno, era um alívio profundo no meu coração.

Naquela sexta-feira à noite, o destino resolveu testar tudo isso.

O telefone tocou por volta das oito e meia. Era o gerente de infraestrutura da empresa: um servidor crítico tinha caído, e o cliente era grande demais para esperar até segunda. Suspirei, beijei Aline na boca com calma e dei um abraço apertado em Giovana, que assistia TV no sofá de shortinho e regata.

— Vou ter que ir resolver isso pessoalmente. Provavelmente só volto amanhã de manhã, tá? Comam alguma coisa gostosa e não esperem por mim.

Giovana revirou os olhos com aquele jeito brincalhão dela.

— Tá bom, pai. Mas não volta muito cedo não, hein? A gente vai fazer maratona de série.

Aline piscou para mim, com aquele olhar cúmplice que sempre me fazia sorrir.

— Deixa com a gente. Boa sorte no trabalho, amor.

Saí de casa sentindo aquele peso habitual de quem deixa as duas mulheres mais importantes da vida para trás, mas com o peito quente. Elas se davam tão bem. Isso era raro. Era precioso.

O problema no servidor era mais complicado do que eu esperava. Passei horas no escritório, dedos voando no teclado, coordenando a equipe remota, tomando café ruim e checando logs. Por volta das duas da madrugada, finalmente resolvemos tudo. O cansaço batia forte, mas a vontade de voltar para casa era maior. Mandei uma mensagem rápida para Aline avisando que estava voltando mais cedo do que imaginava, mas não esperei resposta. Queria surpreendê-las.

Dirigi pelas ruas vazias da cidade com a cabeça leve, pensando em tomar um banho quente e me enfiar na cama ao lado de Aline. Quando estacionei o carro na garagem, notei que a luz da sala ainda estava acesa, embora bem fraca. Sorri. Provavelmente elas tinham pegado no sono assistindo TV.

Abri a porta da frente com cuidado, sem fazer barulho. Tirei os sapatos no hall e caminhei pelo corredor em silêncio. Foi então que ouvi. Sons baixos, molhados, entrecortados por respirações ofegantes e gemidos suaves. Meu coração acelerou. Parei no meio do corredor, de onde conseguia ver a sala através do reflexo no espelho grande da parede lateral, sem ser visto.

O que vi me paralisou.

No sofá largo da sala, Aline e Giovana estavam completamente nuas. Seus corpos entrelaçados em uma posição que me tirou o ar: uma de frente para a outra, pernas abertas, bocas coladas nas intimidades uma da outra. Era um 69 perfeito, lento e sensual. Os cabelos pretos ondulados de Aline caíam sobre as coxas de Giovana enquanto ela lambia com devoção. Minha filha, com os cabelos castanhos claros espalhados pelo sofá, tinha o rosto enterrado entre as pernas de Aline, chupando com uma fome que eu nunca imaginaria.

Elas se davam tão bem... agora eu entendia o quanto.

Fiquei ali, imóvel, o coração martelando no peito. Deveria ter me anunciado. Deveria ter saído. Mas não consegui. A cena era hipnótica. A pele clara de Aline contrastava lindamente com o tom mais dourado de Giovana. Os seios fartos de Aline balançavam levemente a cada movimento da cabeça, os mamilos rosados endurecidos. As mãos dela deslizavam pelas coxas da minha filha, apertando a carne macia enquanto sua língua trabalhava devagar, circulando o clitóris inchado de Giovana.

— Ahh... assim, Aline... continua... — gemeu Giovana, a voz abafada contra a boceta molhada da minha namorada.

Aline respondeu com um gemido rouco, enfiando a língua mais fundo. Então, sem parar de chupar, ela deslizou dois dedos para dentro de Giovana, devagar, curvando-os para encontrar aquele ponto que a fez arquear as costas e soltar um gemido mais alto, mais desesperado.

Eu sentia o pau latejando dentro da calça. Duro como nunca. A culpa batia forte — era minha filha ali, nua, gozando na boca da minha namorada —, mas o tesão era mais forte. Desabotoei a calça em silêncio, liberando meu pau grosso e pulsante. Comecei a me punhetar devagar, os olhos fixos na cena. A cada estocada dos dedos de Aline, Giovana rebolava contra a boca dela, os seios firmes e jovens subindo e descendo. A saliva brilhava nas coxas das duas. O som molhado, obsceno e delicioso enchia a sala.

Aline acelerou os movimentos, chupando o clitóris de Giovana com mais pressão enquanto os dedos entravam e saíam ritmadamente. Giovana tremia inteira.

— Vou gozar... Aline... porra, eu vou gozar tanto...

O orgasmo de Giovana foi lindo. O corpo dela se contraiu, as coxas apertaram a cabeça de Aline, e ela soltou um gemido longo, rouco, quase choroso, enquanto gozava na boca da minha namorada. Aline não parou, lambendo cada gota, gemendo de prazer ao sentir o gosto da minha filha.

Eu não aguentei. Meu pau pulsou forte na minha mão e eu gozei violentamente, jatos grossos e quentes espirrando no chão do corredor enquanto eu mordia o lábio para não fazer barulho. O prazer foi intenso, quase doloroso. Mas quando a onda passou, a realidade me acertou como um soco: eu tinha acabado de gozar vendo minha própria filha pelada, gozando.

Desnorteado, guardei o pau ainda semi-duro, limpei o chão rapidamente com um lenço do bolso e saí de casa do mesmo jeito silencioso que entrei. Meu coração estava uma bagunça. Dirigi sem rumo pela cidade por horas, passando por bairros vazios, parando em um posto para tomar café, tentando processar o que tinha visto. A felicidade por elas se darem tão bem agora tinha uma camada nova, proibida e extremamente excitante. Culpa e desejo se misturavam de forma perigosa.

Quando o relógio marcou quase seis da manhã, voltei para casa. Entrei como se tivesse acabado de chegar do trabalho. A casa estava silenciosa. Fui direto para o quarto.

Aline estava acordada, deitada na nossa cama king size, usando apenas uma camisola fina de seda que mal cobria suas coxas. Seus cabelos ondulados estavam bagunçados de um jeito sexy. Ela sorriu ao me ver.

— Voltou cedo, amor... vem cá.

Eu me aproximei. Ela se ajoelhou na cama sem dizer mais nada, puxando minha calça para baixo. Meu pau já começava a endurecer novamente. Aline lambeu os lábios, os olhos brilhando de desejo.

— Deixa eu cuidar de você depois dessa noite longa...

Ela começou devagar, beijando a cabeça inchada, lambendo toda a extensão com a língua quente e molhada. Depois abriu a boca e engoliu meu pau inteiro, descendo até o fundo da garganta com maestria. As mãos dela massageavam minhas bolas enquanto a cabeça subia e descia, ritmada, caprichada. Os sons molhados do boquete enchiam o quarto. Ela olhava para cima, me encarando com aqueles olhos cheios de luxúria, os seios balançando a cada movimento.

Eu segurei os cabelos ondulados dela e fodi sua boca com mais força, lembrando da cena que tinha visto horas antes. Aline gemeu ao redor do meu pau, vibrando, acelerando. Não demorou muito. Com um gemido rouco, eu gozei forte na boca dela, enchendo-a de porra quente enquanto ela engolia tudo, sem desperdiçar uma gota.

Caí na cama ao lado dela, exausto, o corpo ainda tremendo. Aline se aninhou no meu peito, beijando meu pescoço.

— Dorme um pouco, amor. Você merece.

Enquanto fechava os olhos, minha mente ainda girava. O que eu tinha visto mudava tudo. E, estranhamente, eu não conseguia parar de pensar em como seria o próximo capítulo dessa história que, de repente, tinha ficado muito mais complicada... e muito mais excitante.

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