Uma traição que fez nascer um prazer diferente.
Cara não sei o que está acontecendo comigo, não consigo entender mais nada sobre os meus desejos, minha regra de homem casado, minha ética de macho e muito menos o que está acontecendo na minha vida na minha casa e com a minha mulher.
Eu conheço cada canto dessa casa, cada fio elétrico, mas demorei pra entender o que acontecia debaixo do meu próprio teto, com a minha cabeça , com a minha .
Olá pessoal tudo bem com vocês?
que bom, eu sou o Felipe, tenho 29 anos e trabalho com TI,passo o dia resolvendo problemas de computador, destravando sistemas, lidando com lógica,com máquina sei exatamente onde mexer, mas a minha vida pessoal virou uma bagunça que nenhuma ferramenta conseguia explicar. Sempre fui um cara comum, casado, na minha, sem nunca ter olhado para outro homem — até o Raul virar a nossa vida do avesso.
Sou casado com a Letícia há quatro anos,tem 28 anos, vende lingerie, cuecas e cosméticos de porta em porta, é uma mulher incrível, parceira, sempre carinhosa, gentil, amável , sempre queria fuder, nunca tive nenhuma desconfiança dela, também né ela não sai de casa nunca, trabalha em casa, sempre na dela, fala muito pouco com os vizinhos,sem falando bem baixo, mas tem um jeito manso que convence qualquer um. Moramos em Porto Alegre, numa casa muito grande muito bonita,com um pátio e uma piscina pequena que herdamos do seu pai, a minha mãe mora no interior, o meu pai faleceu faz seis anos.
Depois que o meu velho se foi, o seu Raul foi o único das pessoas que eu tinha afinidade, ele sempre foi o
rmelhor amigo do pai, tem 56 anos, aposentado pelo estado do Río Grande do Sul na área da segurança, sempre foi o cara muito prestativo pra mim, é um homem muito alto muito forte um baita alemão, tem mais de um e noventa de altura, forte pra caramba, corpo blindado de academia e corrida,careca, tem barba cheia e uns olhos verdes claros que parecem estar te lendo por dentro. Os braços do bicho são da grossura da minha coxa, cheios de veias. Exala autoridade.
A Let perto dele, some,kkkk, tem um e sessenta, é branquinha, daquelas que ficam vermelhas por qualquer coisa, tem cabelo loiro liso e um corpo lindo, uma bunda redonda que marca bem no jeans,perto do Raul, as suas atitudes e postura mudavam, baixava a cabeça, ficava sem jeito, mexendo no cabelo.
Já eu sou o oposto dos dois: tamanho médio, 1,78m, uns 82 quilos, barbudo, peludo e com aquela barriguinha de quem toma uma cerveja no fim de semana e come bem, com mão grossa que mexe em ferramentas. ela sempre fala que o que mais gosta em mim são os meus olhos e a minha bunda, que é bem redonda, peluda e durinha. Eu dizia que deveria gostar do meu pau, das minhas bolas, kkk.
— Não, amor, a tua bunda é perfeita, linda demais. Adoro tocar nela quando tu tá por cima de mim.
— Tá bom, mas ainda acho que tu tinha que gostar do meu pau, kkk.
O grandão sempre vinha aqui em casa toda semana, dizendo que era pra me visitar, ver como a gente estava,a Let sempre servia cafezinho, bolo, sucos até mesmo as vezes ele vinha aqui e ficava bebendo suas cervejas na área da piscina com ela,mas diz ela qoe ficava sem quieta, só observando de canto.
Eu achava que era timidez, por respeito ao amigo da família, mas com o tempo o clima começou a pesar. Comecei a notar uns olhares demorados do cara para ela, e o jeito que a guria ficava tensa quando a caminhonete dele encostava na frente,aquilo começou a me dar um nó no peito, uma mistura estranha de ciúme com uma curiosidade esquisita que não admitia para mim mesmo.
Em um sábado de um calor infernal aqui em Porto Alegre, estava limpando a piscina e a Letícia na cozinha picando frutas,escutei o motor na rua e o portão bateu: era o Raul, entrou pelos fundos de regata e calção de futebol, mostrando aqueles braços gigantescos.
— Bah, vivente, que trabalheira nesse sol,precisa de uma mão aí?
— Tá quase, só tirando as folhas.
— Olha que a patroa já tá vigiando nós, kkk.
O alemão me olhou e apontou com o queixo. Olhei para trás e vi a Letícia na porta com uma jarra de suco: estava muito vermelha, com os olhos cravados no Raul, e ajeitou o shortinho curto, visivelmente nervosa.
— Fiz um suco gelado. Vocês querem, Raul? — a voz quase sumiu.
— Bah, salvou a vida. Essa tua hospitalidade me quebra, Letisinha — deu um passo na direção dela, secando o suor do pescoço.
— É o mínimo pro senhor...
— Senhor não, guria, sou quase um irmão pro teu marido, esquece essa cerimônia comigo, kkk.
e baixou a cabeça, com o pescoço completamente escarlate,quando foi entregar o copo, a mão dela tremeu,os dedos do Raul roçaram os dela por alguns segundos,a minha safadinha deu uma olhada rápida para mim puxou o braço de volta, mas ele continuou encarando-a por cima do copo de suco, sem piscar.
— O suco tá bom, mas aquele teu doce de canela da semana passada... É tão bom que dava pra comer até rezando — mandou a real, firme.
— Se quiser, faço mais pro fim de semana — respondeu, quase num sussurro.
— Olha que eu cobro, hein? Não me instiga que viro sócio dessa cozinha.
Fiquei ali com a peneira na mão, assistindo àquilo. Havia uma eletricidade muito forte entre os dois. A postura de macho alfa dele contra o seu jeito submisso criava um tesão palpável no ar, e aquilo, em vez de me enfurecer, começou a me acender de um jeito que nunca tinha sentido.
Ao entardecer, sentamos no pátio,ele afundou a cadeira de praia com o seu tamanho,ela trouxe cerveja, vestindo uma regata leve e um short bem justo. Sentou mais afastada, encolhendo as pernas na cadeira.
— Como estão os treinos no Parcão, Raul? Aguenta o ritmo nesse mormaço? — perguntei.
— Calor não me derruba, guri. Teu pai corria comigo no meio-dia e não reclamava,essa gurizada de hoje que se quebra por nada.
— Meu foco é na cabeça, gasto energia ali — brinquei.
— Eu sei, mas o corpo tem que estar pronto. Se tu não cuida do que é teu, o ferro enferruja.
Não é, Letícia?
Ela deu um salto na cadeira, assustada com a pergunta direta. Olhou para o chão, puxando a barra do short.
— Cada um tem seu ritmo... O Felipe trabalha bastante.
— Trabalha, mas tá deixando o físico de lado,uma mulher bonita dessas do lado exige um cara que aguente o tranco — o Raul soltou, sem filtro nenhum.
O tom era de pura dominância.
Olhei para a minha putinha vi que estava mordendo o lábio inferior — o tique que tem quando está muito excitada ou acuada. Minha própria cueca apertou na hora. O clima de safadeza estava escancarado.
— E tu, Raul? Não pensa em arrumar alguém? Um cara boa pinta, sozinho...
— Mulher dá muito trabalho, Felipe, ou é muito nova e não sabe o que quer, ou é rodada e cheia de manias. Gosto de coisa firme. Gosto de mulher que me deixa mandar. Fruta no ponto.
Tá difícil de achar.
Falou aquilo olhando fixo nos olhos da Letícia. Ela não aguentou a pressão, levantou num pulo e pegou os copos vazios.
— Vou... vou ver o bolo no forno. Com licença.
O Raul acompanhou com os olhos a bunda redonda rebolando para dentro de casa e deu um sorriso de canto, totalmente dono da situação. Senti um arrepio na espinha, ai que entendi que queria ver até onde aquilo ia.
Naquela noite, jantamos quase em silêncio,ela serviu o seu prato com uma obediência que nunca tinha tido comigo.
Dava pra ver o desejo naqueles olhos, quando ele foi embora, a casa parecia vazia, mas a energia do alemão tinha ficado ali. No quarto, ela se vestiu só com uma calcinha de renda .
Deitamos, mas nenhum dos dois conseguia se mexer. O fantasma do Raul estava no meio de nós.
— Tu achou o Raul diferente hoje, amor? — perguntei, sondando.
— Ele... ele é um homem muito firme, né? Decidido. Sabe o que quer — respondeu, virando de costas e respirando fundo.
Fiquei olhando pro teto, sabendo que as coisas já tinham mudado.
Dias depois.
O grandão sumiu por duas semanas. A nossa vida sexual decaiu muito mais e a rotina voltou a ser cinza, mas a tensão ficou no ar. A guria não me olhava, não falava comigo, não queria mais fuder, mas eu sabia que ela não fazia ideia de que eu já tinha descoberto o porquê.
Era sexta, tinha serviço marcado em Novo Hamburgo, mas o cliente desmarcou. Voltei mais cedo, sem avisar, e ao dobrar a esquina vi a caminhonete dele estacionada na frente.
Fiquei parado olhando de longe, o coração disparou,deixei o meu carro bem afastado, fui andando em direção à residência pensando no que iria ver.
Entrei pelos fundos — a porta da cozinha estava encostada,fui até a janela do nosso quarto, empurrei a cortina bem devagar e as minhas pernas ficaram bambas: o alemão estava peladão em pé no meio do quarto, e ela de joelhos na frente, ainda de roupa.
Minha safada lambia as suas bolas e segurava o seu pau,e aos poucos foi lambendo aquela cabeçona enorme e abocanhou tudo feito uma louca.
O safado do seu Raul segurava os cabelos com força, forçando-a a engolir tudo, fazendo o vai e vem e sempre puxando a cabeça dela.
— Isso, isso! Chupa! chupa! minha putinha, chupa! esse pau que te faz gemer sempre, chupa safada!!
O grandão enfiava aquele enorme caralho até o fundo da boca, dominando cada um dos movimentos quando ela tentava escapar.
Foi aí que o meu pau deu sinal e ficou tão duro.
Fiquei ali olhando ele socando na sua boca , até que a ergueu nos braços, deixou-a de costas, tirou o short com uma mão e a outra no próprio pau. Encostou a ponta devagar na bundinha, deu uma cuspida no cuzinho dela e outra no membro, e foi entrando bem devagar, empurrando tudo, ela tentava sair, mas ele não deixava. Quando tudo já estava dentro, segurou a cintura dela e começou a socar com tanta força, tanta vontade, tanto desejo — socava enquanto olhava pro espelho na parede se admirando fudendo a minha mulher.
E eu lá vendo, quase gozando sem nem tocar no meu pau.
Ficou naquela posição por um tempo,logo depois a deitou de frente na cama, subiu por cima, abriu bem as suas coxas foi metendo na sua pequena bucetinha, socando, empurrando. Cada estocada forte, mas curta e sequente; o cara era muito grande para ela, o seu corpo cobria todo o dela,ele não dava tréguas para a minha pequena mulher.
Acabei tirando o meu pau para fora e comecei a bater uma, olhando pra ele fudendo daquele jeito a minha esposa.
Quando percebi que ele iria gozar, resolvi sair e voltei para o carro. Fiquei esperando por quase uma hora, peguei o celular e liguei para ela. Chamou umas dez vezes e na última ela atendeu ofegante; o cara ainda estava socando.
— Oi meu amor, tudo bem aí?
— Claro que tá, por quê?
— Nada, só queria saber se a minha vida estava bem.
— Tô sim.
No fundo da voz ouvi as batidas de pele contra pele.
— Tá, Lipe, tenho que ir no banheiro.
— Calma aí, tenho que te falar: estou quase chegando no mercado aqui, tu quer alguma coisa?
— Como assim no mercado? Onde tu tá?
— Tô no mercado do Ribeiro.
— Quê? Como assim tu não iria chegar mais tarde?
— Humm, tá com saudades né? Então, terminei tudo lá, já estou aqui.
— Tá, tá bom, então vou tomar banho para te esperar, beijo, beijo.
A safadinha desligou na minha cara, kkk.
Quando cheguei em casa, abri o portão devagar e encostei o carro na garagem, com o coração ainda batendo forte no peito.
Desci, fui olhando ao redor como se nada tivesse acontecido, tentando disfarçar o jeito que ainda tremia, ouvindo só o som da televisão vindo da sala.
Ela veio me receber de roupão, cabelo molhado e cheiro de sabonete, o rosto todo vermelho.
— Chegou, amor? Demorou.
Fui até ela, segurei no seu queixo, dei um longo beijo disse que estava louco para fuder.
— Agora não, tô com muita dor de cabeça.
— Humm, tá bom, então vai pro quarto que vou levar um chá e um remédio.
— Não precisa, já tomei.
Fui tomar banho pensando no que tinha assistido. Quando entrei no box, vi uma cueca muito grande. Era do safado do Raul. Olhei e pensei: "olha só o que o safado deixou aqui". Fiquei com ela na mão olhando, lembrando do seu enorme pauzão dentro da Letícia. Levei a peça ao nariz, fiquei com os olhos fechados cheirando bem devagar, sentindo o cheiro dele. Logo a minha noção retornou, joguei no canto e voltei pro banho.
Saí do banheiro e me deitei peladão. Meu pau estava muito duro, lembrando do que aconteceu. Fiquei ali pensando sempre nele socando naquele cuzinho.
Nisso a Letícia entrou no quarto com o celular na mão. Me olhou, sorriu e falou que ia tomar outro banho rapidinho. Eu sabia que queria ver se ele tinha deixado a cueca no banheiro. Ouvi ela falar baixo no aparelho:
— Tá bom, te amo também. Amanhã vou aí, mas não me liga mais hoje.
Minutos depois, saiu do banheiro e me olhou.
— Amor, tu tá chateado comigo por eu não ter querido brincar contigo?
— Pô Let, qual foi a vez que fiquei chateado contigo? Tu não tá doente?
— É só uma dorzinha de cabeça, mas se tu quiser, vamos.
— Não, não. Nunca vou fazer isso contigo se tu não tá bem. Vem aqui, vamos dormir juntinhos.
Tem continuação.
