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Acaso, um amor de Família

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Um conto erótico de Denner PlusUltra
Categoria: Heterossexual
Contém 1626 palavras
Data: 20/07/2026 12:00:36
Última revisão: 20/07/2026 12:28:02

Olá meu Denner

Essa é uma história da minha família que eu preciso contar.

Hoje eu tenho 43 anos. Casado com uma mulher incrível e temos uma filha.

Mas essa história é sobre o que aconteceu antes de eu ter essa vida incrível.

É uma história de amor e desilusão. De alegria e tristeza como acontece em muitos lares, mas mesmo assim bem diferente de muitas haha.

Por fim, tudo quando eu estava no segundo ano da faculdade. Tinha completado 20 anos.

Negro, de 1,75 de altura. Magro. Nunca fui muito fã de esportes, mas praticava jiu-jitsu porque minha mãe obrigava todos os filhos a fazerem algum exercício já que ela é professora de educação física e personal trainer.

Nessa época eu era muito recluso. Só ficava em casa estudando, jogando ou em meus projetos de automação e programação. Era um nerd nato como dizia meu pai e também eu trabalhava na empresa de engenharia dele criando desenhando peças para os vários trabalhos que ele tinha.

Falando primeiro dos meus pais. Diego, 41 anos, era um homem negro alto e muito forte. Um cara mais gente boa que eu conheci na minha vida. Era um homem bom, um pai maravilhoso e um marido melhor ainda. Apaixonado pela minha mãe e pela nossa família.

Camila era uma mulher muito espetacular. Branquinha, 1,60 ou um pouco mais. Hoje em dia tá mais pra já falsa magra, mas por debaixo da sua roupa tinha um corpo indescritível. Seios fartos e um bumbum redondo devido aos exercícios, mas a verdade também era que as marcas do tempo para ela como é natural em uma mulher de quase 42 anos. Seus cabelos desciam em uma cascata ondulada até abaixo dos ombros, que particularmente eu adorava.

E então tinha minhas irmãs, Denise,de 22 anos. Que puxou muito o lado de minha mãe se bem que era um tanto mais magra, que ela mas ainda sim uma beldade e Dayani, que morava praticamente na cidade vizinha, com meus avós, pela facilidade de ir para seu treino (ela era skaitista profissional) e pra faculdade.

Bem, pra iniciar. Tudo começou quando eu estava voltando da faculdade. Era uma sexta feira e por isso meus conseguiram me arrastar pra um bar ao lado. Por mim já estaria em casa dormindo ou jogando algum jogo, mas alguns protocolos sociais tinham que ser seguidos então acabei seguindo eles e ainda bem. Aquela noite depois de eu ter tomado umas 3 latinhas de cerveja já estava vendo o mundo em 360 graus. Era hora de parar com certeza. Não era de beber e sempre ouvi meu avô falar que “as coisas de bêbado não tem dono”. Fiz então chamada do Uber mas antes tinha que me aliviar. um tantinho Desorientado, quase entrei no banheiro feminino do bar, só não fiz por que uma garota a mais estonteante que eu tinha visto na minha vida me impediu de entrar.

-- Ei jovem, acho que você está no lugar errado. -- Falou a ruiva sorridente pra mim.

-- Acho que desde às 21h horas estou no lugar errado. -- Brinquei, sentindo o estômago já revirar e a garota riu, mais provavelmente da minha cara do que dá minha piadinha.

-- Acho que vc tem que ir fazer o que tem que fazer. -- Disse ela me deixando.

Confesso que eu queria ter visto mais e analisado a aerodinâmica ali, porém meu estado não era dos melhores então corri pra dentro do banheiro.

Quando saí, tentei avistar a garota com quem tinha conversado, mas naquela multidão de pessoas e com o meu celular apitando aos montes por conta da chamada, simplesmente corri para o Uber.

Me identifiquei e identifiquei o motorista, mas antes que ele saísse alguém deu três toques na janela do carro pedindo abrir a janela.

Irritado o motorista fez e não era nada mais nada menos que a garota ruiva.

-- Ainda bem que deu tempo pra te achar. Café bem forte pra te dar uma força nessa ressaca.

Não tava acreditando no que tinha acontecido. A garota me passou o copo de café e correu para dentro do bar. Pensei em seguir ela ao mesmo tempo que minha cabeça rodava que mal pude ouvir o motorista dizendo pra eu não vomitar ou derramar café no seu estofado.

Depois do café, minha cabeça deu uma leva melhorada e meu estômago tbm não estava tão mal, mas eu precisava mesmo era me jogar no meu quarto escuro e acordar dois dias depois, porém aquela noite não era uma noite típica.

A casa estava numa penumbra absoluta, o que dificultou bastante na minha locomoção.

Então subindo as escadas, escutei sons que realmente já estava acostumado a ouvir e as palavras mais desenfreadas vindas do quarto dos meus pais.

-- Aí que gostoso. Aiiinn meu macho meu preto... Continua chupando o grelinho da sa puta amor. Vai seu desgraçado. Se arrombado me chupa vaiiii. Que delícia que tesão vc chupando enquanto sou arrombada no cuu.

Vai meu amor chupa vaiiii

Gemia minha mãe, mas devia ser o álcool me fazendo delirar? Uma ou duas vezes ou dezenas de vezes eu parei o que fazia no quarto pra ouvir os dois se pegando gostoso, mas desta vez foi totalmente diferente, e quando passei pelo quarto deles não pude deixar de ouvir:

-- Vai Lucas come essa vadia do jeito que ela quer. Vai seu caralhudo.

-- Vai Seu Diego, chupa de novo a minha língua do jeito se só você sabe vai e eu prometo arrombar essa sua vagabunda pra sempre.

Ouvi sons de beijos. Minha cabeça tava doendo e minha barriga queimando por conta da bebida e nem preciso dizer que meu pau tava doendo de tanto tesão. Pqp! O que era aquilo? quando pensei que ia cair bem em frente ao quarto deles, duas mãos me seguraram e falaram algo que não entendi, só sei que se repente eu tava dentro do banheiro e alguém tirou minha camiseta e calça e me jogou debaixo do chuveiro.

-- Eita irmão. Isso que é chutar o balde hein?

-- Denise? Pqp que vc tá fazendo?

-- O que eu faço desde que éramos pequenos. Cuidando de eiiii! Coloca se amigão dentro da cueca.

-- Que? Foi sem querer porra Denise. -- xinguei minha irmã mais velha gargalha da minha pobre cara.

-- Seu tarado. Essa coisa aí nem cabe na cueca né? Bem que me disseram que suas futuras namoradas estarão bem servidas.

-- Nada ver isso foi... A bebida e por causa... O que nossos pais estão fazendo? Lucas, nossa vizinho ? Que porra é essa?

-- Acha que é a primeira vez? Denner, nossos pais se amam e isso é bom pra apimentar as coisas, não perder o tesão. É completamente saudável o sexo entre eles, agora acho o máximo eles não terem tabus e frescuras pra envolver outras pessoas. Vai dizer que não ficou mais interessante? Hahaha não adianta negar, seu amigão aí te denuncia.

-- Eu não tô negando nada, só fui pego de surpresa.

-- Bem, amanhã limpe os próprios lençóis depois do servicinho sujo que está prestes a fazer hahaha. Ou faça aqui mesmo.

-- Idiota... Eu vou me " ajustar" aqui quando você sair daqui"

-- Tá bom seu vouyer safado. -- Brincou minha irmã, saindo do banheiro.

Me ajustando pra não cair, tirei minha roupa pra tomar um banho completo e quando estava prestes a fechar o box do banheiro, uma mão branca e pequena me impediu.

-- Denise?

-- Cala a boca vai. Se em 30 segundos de escuta você ficou com tesão desse imagina eu ouvindo eles a noite toda! -- Confessou Denise.

Ela baixou seu short de Lycra. Não usava calcinha. A princípio pensei que ela ia se jogar em cima de mim, mas simplesmente colocou a mão na água fria do chuveiro e depois colocou um dedo dentro da buceta.

-- De. Me ajuda que eu te ajudo caralho. Vai bate uma pra eu ver, e eu também faço isso, vai.

Sem ter o que pensar paguei meu pau e comecei a alisar ele de forma constante enquanto Denise passava o dedo pela sua buceta até enfiar dois dentro dela.

Aquela noite estava sendo uma loucura por si só. Talvez eu estivesse bêbado demais. O cheiro da buceta da minha irmã já tinha entrado pelo nariz me enlouquecendo ainda mais. E o som suculento do entra e sai me fez ficar ainda mais duro e tremendo.

-- Vai irmão. Bate vaiii aí que delícia aiiinn. Como queria ter o cu chupado agora aaiin!

-- De... Que safada!

-- Muito Dee, muito. Continua vai. Bate vai, goza gostoso. -- Incentivava a filha da puta

Realmente Denise era uma filha da puta. E eu também. Minha mãe tava dando pra dois ao mesmo tempo e sem remorso nenhum pensei que poderia ser eu ali. Cheguei no meu limite mas antes de gozar, ouvi Denise urrar forte e então tirou o short por completo e fez o que eu não esperava: Fez xixi no ralo do banheiro, ou tentou por que parte do mijo molhou meus pés.

Olhei pra ela e antes que eu reagisse, Denise puxou minha cabeça pela nuca e me beijou. Se eu já estava fraco, naquela hora perdi o restante da minha força. Nossas línguas pareciam travar uma guerra nas nossas bocas. Tinha saliva, cuspe, baba.

-- Goza, puto. Goza! -- pediu dentro da minha boca e eu gozei. Três ou quatro jatos direto na barriga a nas mãos de Denise.

-- Isso foi. Bom pra caralho! -- Disse ela se afastando. -- Vamos repetir qualquer dia. -- Falou me deixando sozinho no banheiro.

Aquilo não devia ter acontecido. Aquela noite inteira, mas pela primeira vez, fiquei feliz de ter aceitado ir pra aquele barzinho idiota.

Meus amigos esse é o primeiro conto de uma série. Espero que vocês acompanhem meus relatos seguintes. Até breve!

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Comentários

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Que delicia de conto!! Esperando o proximo!!

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muito obrigado pelo incentivo! em breve sai o próximo!

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Sensacional, muito exitante .

É cinto ou relato ? Ficção ou real ?

Bora 10 três estrelas.

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