Num belo sábado de sol eu estava caminhando no calçadão da orla da cidade, tinha viajado para um congresso da minha área profissional num estado vizinho, quando fui abordada por um cara, ele tinha na faixa dos 45 anos, disse que era fotógrafo e perguntou se eu teria interesse em fazer umas fotos para ele. Eu já trabalhei como modelo uns três anos, até mais ou menos os meus 19 anos, agora estava com 24, e acho que isso o atraiu. Explicou seu trabalho, eu estava meio impaciente, tinha passado o dia anterior todo ouvido palestras, mas dei atenção, ele falou que precisava de uma moça do meu biotipo, sou magra, tenho 1,78m, seios pequenos, bunda grande e redondinha para meu tipo de corpo, ou seja uma mulher “esguia” e jovem. Ele se expressava bem, e falou que era para revistas de biquini, falou que o valor não era tão alto, mas que era alguma coisa, eu já ia dispensá-lo, mas ele seguiu falando, e disse que estava num hotel e apontou, ficava uns 300m de onde estávamos, eu fiquei pensativa e ele insistiu, como era um hotel renomado, na orla, eu confesso que achei atrativo, mas ele era um estranho e eu estava sozinha. Ele parece ter se tocado nisso e apresentou seu cartão e até mostrou seu site e perfil no instagram. Perguntei quando tempo levaria, ele falou que no máximo pouco mais de uma hora. Eu fiquei pouco tentada, mas terminei aceitando o convite, era por volta das 10h30 da manhã, eu iria voltar para meu estado no final da tarde, não tinha programação. Então nós fomos caminhando para o hotel que ele estava hospedado.
Chegamos no saguão do hotel, não era cinco estrelas, mas era caro para mim, e ele pegou o cartão da porta do quarto e subimos, comentei com ele sobre minha subida e ele deu de ombros, disse que “tinha moral”, que vinha naquela cidade com certa frequência e já sabiam do trabalho dele e que eu não era a primeira pessoa que subia para o quarto dele. Saímos do elevador e ele abriu a porta e gentilmente fez sinal para que eu passasse, era um belo quarto, espaçoso, bem diferente do hotel que eu estava hospedada. Tinha uma sala com sofá e mesa, uma espécie de cozinha americana e outro ambiente com o quarto e banheiro. Então ele me explicou a campanha, era de uma revista dessas de venda por pedidos de revistas, estilo Avon. Mostrou algumas fotos de modelos e me apresentou alguns biquinis, me deixou a vontade para ir me trocar no quarto, era uns cinco conjuntos. Eu sou magra e alta como descrevi, além disso sou branca, com cabelos castanhos claro, ondulados. Muita gente me chama de loirinha por isso, mas não chego a ser loira, embora se eu pintar fica parecendo que sou loira mesmo. Fui para o quarto e coloquei o primeiro conjunto, cor verde, salvo engano, era meio fio, com bojo na parte de cima, ele analisou, fez alguns ajustes, e tirou algumas fotos, eu estava enferrujada, mas logo fui retomando a prática. Ele deu algumas dicas, me elogiou, falei que tinha sido modelo, e fomos tirando as fotos dos outros modelos, uns mais ousados, outros mais “comportados”.
As vezes ele reclamava um pouco comigo, dizia que eu tinha sido modelo e que não podia errar algumas coisas, mas não foi grosseiro em nenhum momento, só que eu sou muito sarcástica e soltava umas graças, e reclamava das peças, ele me dava uns foras dizendo que eu estava sendo paga para posar e não opinar. Mas tudo na paz. Já estávamos um bom tempo ali, bem mais de uma hora, e reclamei, ele falou que logo acabaria. Então, provei o último conjunto, acho que foram mais de cinco, e ele tirou as fotos. Quando eu estava indo para o quarto me trocar, ele perguntou se eu topava fazer fotos sensuais, eu fiquei meio incrédula, e perguntei como assim? Ele falou que também vendia fotos de mulheres para sites de fora do país. Nada explicito, falou. Explicou que as fotos que eu estava tirando me renderia se muito, 200 reais, e que me pagaria 300 por algumas fotos com os seios de fora. Eu fiquei meio puta, mas ao mesmo tempo balançada, se é que é possível isso, acho que o ambiente de fotos me influenciava. Falou que poderia ser com aquele conjunto que eu estava, e então ele foi numa bolsa e pegou 300 reais e me passou, eu não peguei, ele insistiu, falou que tinha nada demais nas fotos. Ele tinha uma cara de homem safado, mas ao mesmo passava confiança profissional, acho que por isso não saí na hora. Fiquei um tempo pensativa, e ele com o dinheiro na mão, eu olhei e de impulso, peguei o dinheiro. Cheguei a indagar a ele que meus seios eram bem pequenos, mas ele falou que isso não era problema. Então, meio vacilante, tirei a parte de cima do biquini, meio envergonhada. Ele me tranquilizou, falou que já tinha feito aquilo inúmeras vezes, e fui me soltando. Ele tirou algumas fotos, deu dicas de poses, elogiou meu corpo e falou que meus seios eram bonitos. Agradeci meio sarcasticamente, ele riu, e me pediu para que andasse pelo quarto que iria fazer um vídeo, dei umas voltas e ele gravou. Ficou mais soltinho e falou que eu era gostosinha. Eu ri debochadamente, e perguntei se já tinha acabado. Ele me chamou para ver os vídeos e fotos, e eu já estava a vontade e fiquei do lado dele com os seios de fora. Ele me mostrou e deu um leve toque no meu mamilo, o que eu protestei, mas sem escândalo. Ele apenas riu, bem sacana.
Então ele falou que tinha encerrado, mas que antes de eu ir me trocar queria me fazer outra proposta, eu parei olhando com cara debochada para ele, e perguntei o que ele queria. Ele falou que eu era muito bonitinha e gostosinha e que tinha ficado excitado, eu fiz aquela cara, e ele emendou que me daria 500 reais para eu pegar no pau dele. Eu escutei aquilo sem ver ele, enxergava bem pequenininho, como diz a expressão. Tu tá doido, omi? Sou puta não. Ele nem se abalou, tirou o dinheiro da bolsa e me ofereceu, e disse que era só para acariciar o pau dele, que ele estava excitado. E logo emendou, te dou 700 então. Minha mente ficou vacilando, eu estava puta, mas ao mesmo tempo era um dinheiro considerável, ele parecia ler minha mente, e aumentou para 800. Eu só falava para ele parar, mas não convencia nem a mim mesma, então pedi mil reais. Ele olhou um instante para mim, ficamos olhando um para o outro, e ele puxou mais umas notas e falou 1200. Eu fiquei nervosa, mas excitada. Eu tinha perdido. Ele colocou o dinheiro na minha mão. Contei na frente dele, porra, eu não precisava daquele dinheiro, ganhava bem na empresa, mas 1200 reais assim, fácil, é algo que faz você balançar.
Só alguns minutinhos, né, e ele confirmou com a cabeça. Fez sinal para eu me aproximar, fui meio vacilante, nervosa, ele estava de calça jeans e uma camisa, levei as mãos ao botão da calça dele, meio nervosa me atrapalhei um pouco, mas consegui abrir, mas esqueci do cinto, aí fui abrir o cinto, ele pacientemente me olhava, então consegui baixar a calça e tentei baixar a cueca dele, só que estava apertada, fiz um certo esforço para baixar mais, até reclamei com ele, aí a calça desceu bem e fui baixando a cueca, soltando seu pau, ele estava de fato excitado, saindo aquele liquido na glande, comentei que ele realmente estava tendo uma ereção, ele riu e soltou: hoje é o meu dia de sorte! Eu respondi que definitivamente era o dia de sorte dele, meio irônica. Peguei com a ponta dos dedos o liquido seminal: olha isso, omi tu tá com tesão mesmo, estiquei a “baba” e ri. Ele também riu, e comecei a punhetar, ele gemeu, aliás, aquele homem gemia viu... Fiz alguns movimentos, ele foi endurecendo, e disse que eu poderia ajudar com a boca, eu olhei para ele e perguntei: com a boca? Ele disse sim, meio suspirando. Eu estava de joelhos na frente dele, o nervosismo foi dando lugar ao tesão, e então, meio vacilante, fui aproximando minha boca do pau dele, comecei dando umas lambidas na glande, eu estava um pouco nervosa ainda, ele soltou um “isso...”. Logo abocanhei e comecei a chupá-lo, ele tinha um pau bonito, meio grosso, não era muito grande, mas era excitante, de bom tamanho, a glande era grande e brilhosa, fui babando, chupando, dedilhando, e logo estava fazendo um belo boquete nele, que como eu disse, gemia!!!, oh omi para gemer. Chupava sofregamente, de olhos fechados, sentindo aquela glande na minha língua, lambia, esfregava na boca, passava nos lábios, ele disse que sabia que eu era boa naquilo. Olhei para ele com cara de safada, e fiquei encarando por um tempo, enquanto minha língua trabalhava naquela rola.
Então com o pau bem duro, ele falou que iria me comer, nem apresentei objeção, fui tirando a parte de baixo do biquini que eu ainda vestia, e ele falou para eu encostar na parede, eu coloquei as mãos na parede em empinei a bunda, ele veio por trás e me penetrou. Gememos. Eu estava bem molhada já, e ele logo começou a meter, segurando minha cintura e socando seu pau, eu gemia, o pau dele era muito gostoso, encaixou bem na minha buceta, e ele metia bem, eu não dava nada por ele, meio coroa, com barriguinha eminente, mas ele me surpreendeu. Ficamos um tempinho naquele movimento gostoso, aí ele pediu para eu ficar de quatro no sofá, prontamente atendi, e ele penetrou e sem demorar foi socando sem dó. Ele gemia muito, mais do que eu. Achei até que gozaria rápido, mas o bicho aguentou bem. Socava o pau e ficava dizendo que eu era muito gostosa, que conhecia uma putinha de longe, eu só ria, ouvindo aqueles insultos, enquanto aquela rola me dava prazer. Eu rebolava e pedia mais, estava entregue na putaria. Depois de muito me comer, cansou e pediu para eu vim por cima. Falei para irmos para o quarto, para a cama, estava meio quente, e ele concordou, ligou o ar e deitou na cama, montei nele e fui descendo, segurei a rola dele, encaixei na minha buceta e comecei a quicar. Aí que o homem gemeu mesmo. Dei uma quicadas, segurava a rola dele com minha buceta e subia e descia, cansava, sentava, indo para frente e para trás, alternando os movimentos. Então ele pediu para vim por cima de mim, deitei e ele se meteu no meio de minhas pernas e fizemos um papai e mamãe, eu deitadinha quietinha, só recebendo as roladas e gemendo, enquanto ele ofegava e gemia, o pau dele foi ficando mais firme na minha buceta, ele acelerou as estocadas, era muito gostoso, comecei a gemer mais, pedindo para ele me fuder, abracei ele, porra, estava muito bom, o pau dele era muito gostoso, eu arfava e só pedia mais e mais, era uma gritaria no quarto, uma foda maravilhosa, então ele começou a urrar, nossa! Parecia um bicho, hahahahahaha o pau dele pulsando dentro de mim, ele estocava com muita firmeza, me sacudia até, urrando e dando uns gritos, parecia um homem das cavernas, quando parou, eu soltei: eita, bichão tava necessitado hein? Dando uns tapinhas nas costas dele. Ele deu de ombros, e disse que gostava muito de xoxota. Então saiu de dentro e deitou do meu lado. Enquanto me recuperava, olhei para ele e disse, tu me comeu gostoso hein? Que rola deliciosa tu tem. Ainda ofegante ficou falando que eu era apertadinha, que gostou muito de me comer. Sempre irônica, falei que agradecia pela oportunidade, e indaguei ele sobre ter gozado dentro. Ele perguntou se eu tomava algo, eu falei que não. Né foda, omi, tu me come sem camisinha, goza dentro, e agora tu tá preocupado? Ele disse que tinha 3 filhas, eu falei: valha-me nossa senhora, tu é fazedor de menino? Pode apostar, ele rebateu. Eu olhei a hora e eram quase 2 da tarde, nossa, meu Deus, era para durar uma horinha e tamo aqui umas 3 hein... Falei olhando para ele, que só me ignorou. Levantei e fui ao banheiro, fiz xixi e tomei uma ducha rápida, lavando a porra dele que já descia pelas minhas coxas, fiquei meio preocupada e pensei comigo que iria na farmácia depois. Ele apareceu no banheiro, e foi mijar, pensei, intimidade é uma merda mesmo, parece até que sou mulher dele. Entrou no box comigo, e se banhou, falei que já terminado de me lavar, e, brincando disse para que ele lavasse aquele pau gostoso bem direitinho e dei um beijinho na boca dele, nos abraçamos, demos uns beijos e falei que tinha adorado a foda, saí do box e peguei a primeira toalha que vi e me enxuguei. Fui caçar minhas roupas , fui achando e me vestindo.
Ele logo saiu do banheiro e me chamou para almoçar, disse que pagaria, eu realmente estava com fome e aceitei sem cerimonias, o restaurante ficava pertinho. Descemos, e coloquei meus óculos escuros e não olhei para os lados, meio envergonhada, mas acho que ninguém deu a mínima para nós dois. Fomos caminhando até o restaurante, era um rodizio, com boa comida e carne. Conversamos, me falou dos detalhes do trabalho que tínhamos feito e disse que rapidinho me enviaria o dinheiro. Pior que ele era bem profissional, não ficava de brincadeiras ou intimidades, mesmo tendo acabado de me comer. Falei para ele que precisava ir, logo estaria na estrada de volta para meu estado e cidade, ele concordou, agradeci pelo almoço e não pude deixar de soltar das minhas né, falei: obrigada pela pica e pela picanha. Ele riu, e deu de ombros, dizendo um tímido “de nada”. Trocamos números de telefone e ele falou que vez ou outra ia na minha cidade e que podíamos acertar algum trabalho, agradeci a lembrança. Pagou a conta e saímos andando, o hotel dele ficava bem antes do meu, me despedi dele e falei que iria na farmácia, ele suspirou fingindo alívio e riu, olhei para ele, que estava com cara de deboche, aí lembrei, e ri, e soltei “ah tá preocupado né, safado?”. Ele ficou rindo, nós despedimos com um abraço e ele entrou no hotel, fui caminhando, entrei numa farmácia e comprei algumas coisas e uma pílula do dia seguinte, tomei na hora. Caminhei até meu hotel, subi para o quarto e tomei um bom banho, apesar da loucura que tinha sido aquele dia, que terminaria de uma maneira que eu jamais imaginaria, eu estava relaxada, tinha sido bem comida. Então peguei a estrada de volta para casa.