🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

No Escurinho do Cinema...

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Sam
Categoria: Homossexual
Contém 407 palavras
Data: 19/07/2026 14:30:01

Estive algumas vezes nos cinemas porno do centro de São Paulo, lugares para aventuras, quem não se importa com glamour, ou quem quer seco público.

Entrando há um grande contraste, você sai de um lugar ilimitado (rua) para UOL lugar escuro, seus olhos demoram a acostumar com a falta de luz, aos poucos começa a ver vultos, alguns se punhetando, alguém com o pau pra fora...

O que passa na telha pouco importa a sensação de estar sendo observado faz o tezão aflorar, num canto duas figuras se destacam, me aproximo para assistir a cena, um homem alto forte, tentando penetrar o menor.

Gemidos, avanços, recuos, grito de dor, até desistirem, sinto que posso ajudar o ativo a não perder sua viagem ao cinema, me aproximo, sem palavras, toco seu membro, ele não se negou, retiro a camisinha.

O pau duro, deveria ter uns 22cm, grosso quente, pulsando em minhas mãos, duas outras figuras se aproximam se punhetando, me abaixo e tento abocanhar, mal cabe a cabeça em minha boca, me engasgando, chupando, de repente mais dois.

Menores, mais finos, fico revezando em três paus, parece um sonho, meu coração aos pulos, sinto um frio no estômago, punhetando e chupando três paus, os menores chegam ao fundo da garganta, glock, glock, glock...

O maior vem para trás, puxando meus quadris para o alto me deixando de pé, mas dobrado para continuar amamentando, quão sinto as pegas serem rasgadas, uma dor lancinante, tentei avançar a frente, quando fui impelido por um pai na boca tocando a garganta.

Relaxei, sentindo cada milímetro daquela ferramenta me destruindo até que com uma mão conferi, já estava no final, mas uma estocada e ploc, nossos corpos se chocaram, durou uns três minutos, plock, plock, plock...

Um gemido forte hummmm, saiu de dentro me virando ao avesso, senti duas espirradas escorrendo na bunda e pernas, não chegou a recuperar e já tinha outra piroca dentro, contrai um pouco e foi um encaixe perfeito, mamando e sendo fodido.

Senti um jato na boca, viscoso, quente, amargo, segurando minha cabeça mais um pouco de sêmen, dou engolindo e limpando cada gota na pica, até senti ele desfalecendo em minha boca...

Mais algumas metidas e mais uma gozada dessa vez dentro, escorreu pelas pernas, dei algumas punhetadas em meu pau e gozei forte ainda engatado, subi minha bermuda, passando a parte interna da bermuda nas pernas para limpar, me vesti e saí me sentindo uma vadia.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Oliver2000 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Costumava ir nos cinemões do centro. Dar r chupar na frente de todo mundo é muito mais prazeroso. A gente quer que o mundo todo saiba e veja quão viado somos.Pra quem é casado e vive num armário, socialmente falando, pois minha esposa sabe a puta com quem é casada, é uma sensação deliciosa. Ir pro banheiro no cinemão ou na sauna, com a cara escorrendo porra é um verdadeiro troféu, para mim. Tomo cuidado com a saúde, mas meu sonho seria sair andando nú (teria que ser numa sauna) com a cara esporrada e um filte de porra escorrendo perna abaixo, saindo do cu aberto.

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →