Assistir aos vídeos de stand-up, onde o apresentador coloca pessoas no palco e faz perguntas de cunho íntimo, algumas até confessam segredos e fantasias sexuais, despertou em mim um desejo que estava há muito adormecido. As revelações sobre sexo a três e as cenas de gangbang, onde mulheres eram devoradas por vários machos saíram da prisão do esquecimento e retornaram a mergulhar minha mente, assistir as cenas de mulheres que se beijavam diante da plateia, me excitava ao ponto de me masturbar enquanto repetia o vídeo e aquilo era uma espécie de combustível que mantinha acesa a chama dentro de mim de realizar meus desejos mais guardados, nem meu esposo sabia dessas fantasias. Eu sempre quis viver isso, mas havia uma barreira mental que me bloqueava. O problema, ironicamente, estava em mim, não no meu marido, até pq ele é bem safadinho e ousado, nunca propôs, mas eu estaria com certeza disponível se a proposta viesse da parte dele.
Na verdade, o Marcos é um pilantra, exatamente do jeito que eu gosto, e eu sabia que ele toparia no instante em que eu a falasse. Estamos juntos há doze anos, estou feliz no meu relacionamento , mas os vídeos assistidos na rede social foram um choque térmico, eu estava mais foguenta, procurei mais meus esposo nas madrugadas, transava com ele de olhos fechados imaginando cada vídeo assistido, cada ato no palco que minha mente registrou, era uma espécie de backup que minha memória fez, eu estava transando mais do que antes.
Eu queria que eu homem me visse chupando minha melhor amiga, a Carla, uma preta espetacular que sempre foi o centro doa minhas fantasias mais proibidas. Nossa amizade é de longa data, já exploramos conversas picantes, já quase nos beijamos várias vezes, e agora que ela está solteira, o cenário é perfeito.
Como meu aniversário se aproximava, eu estava completamente entregue ao meu novo estado de espírito. Preparando o terreno, encaminhei os vídeos mais depravados para a Carla, e instigava fazendo comentários , chamando sua atenção para cada detalhe dos participantes, e assim muralha finalmente foi desabando.
Certa que meu presente seria a realização da minha fantasia sexual, avisei ao gostoso do meu maridinho que meu aniversário seria diferente naquele ano, isso já aconteceu há cerca de dois anos. Ele planejava um churrasco tradicional, teve seus planos sabotados por uma exigência minha: seria algo intimista, apenas nós dois e uma surpresa que eu não precisaria descrever. Afinal, que homem recusaria a chance de ter duas mulheres em sua cama? usei a lógica pra manter a surpresa íntegra.
O desespero dele por curiosidade era delicioso. Enquanto ele definhava em incertezas, e chutes errados, eu me preparava: visitando site de lingeries atrás da melhor peça, a depilação impecável, bronzeamento em dia. Marcos pagou cada centavo, mas não sem antes me fazer passar pelo meu "papel de puta". Ele me forçou a ajoelhar e chupar seu pau até que ele gozasse em minha face de puta, ele diz isso sempre, por isso ele paga depois que eu faço ele gozar, exigindo que eu engolisse cada gota do seu esperma sem deixar cair nada, adendo, as vezes apanho na cara pq não transmiti desejo em estar submissa chupando seu pau, tem que ter volupia, tem que demostrar luxuria, eu preciso mostrar que ele é um macho que paga por uma bela biscate, lembro do dia que tive de chupar seu pau atrás de um caminhão estacionado em um posto de gasolina, ele me pé, um frio danado, eu agachada sobre meu salto, ainda bem que era plataforma, e ele mandando eu chupar rápido pra não chegar ninguém, e com êxito fiz ele chegar ao ápice, tudo pra ganhar uma roupa que tinha gostado na loja da região serrana do RJ que vi e gostei. Eu sempre cumpro as normas dele com prazer, fora que adoro o sabor do leite que meu macho deposita na minha boca e, depois disso, o controle sempre passa a ser meu. Ele costuma dizer que meu boquete é tão viciante que ele quase esquece do meu cuzinho apertado.
O dia chegou, era uma quinta feira, de um dia calorento, e a tensão no ar era palpável. As encomendas da mesa de frios e os espumantes chegaram, e a trilha sonora tomava conta do ambiente. Marcos estava mais nervoso que eu, e eu o mantive ocupado, mamando-o freneticamente enquanto esperávamos a surpresa, Carlinha chegou por volta das 20 h, nem deixei ela tocar a campainha. Abri a porta assim que ela mandou a mensagem, revelando a surpresa. Eu estava apenas com uma lingerie preta minúscula, exalando um perfume que inebriava qualquer um. Marcos, de sunga boxer branca, estava com o volume do pau desenhado, visivelmente pronto para explodir. Carla, congelada na porta, olhando para nós dois, soltou a expressão
_ pqp Suzane, o que está rolando aqui ?
Eu a puxei pela mão, beijei seu rosto e decretei: a festa era à caráter.
Posicionei-me atrás dela, sentindo o perfume do seu pescoço e esfregando meu corpo contra o seu, abrindo seu vestido, Marcos guardou sua bolsa. A tensão erótica entre nós era insuportável. Viramos os rostos e nos beijamos, um beijo profundo, que resistiu por muito tempo, carregado de desejo reprimido. Enquanto isso, o nosso "garçom" aguardava prontamente para nos servir, assistindo ao espetáculo de camarote. Eu confesso que estava muita afoita, retirei o sutiã do meu presente e o seio pequeno da Carla se encaixou perfeitamente na minha boca, seus mamilos bicudinhos, inchados, uma verdadeira obra de arte.
Marcos, com o pau latejando na cueca, não aguentou apenas assistir, passou a se masturbar, fiz sinal para ele se aproximar, parecia um cachorro solto na rua depois de uma semana preso, veio correndo para meio das aranhas como a música rock das aranhas. A Carla, em um ímpeto, arrancou meu sutiã, enquanto eu, com a audácia de quem não tem mais nada a perder, chupava seus seios volumosos e sentia ele me chupar agachado. Pressionei minha bunda contra seu rosto, enquanto com a outra mão eu masturbava minha amiga, que gemia alto.
O ápice foi avassalador. Chupava a buceta da Carla enquanto ela, arreganhada, bebia o espumante direto da garrafa. Pedi que Marcos me penetrasse naquele momento, o canalha aproveitou e comeu meu cuzinho sem pena, sem lubrificante, sem cuspe, tudo pq ele sabia que eu não iria sair da posição, foi covarde, jogou sujo, e não teve pena nas penetrações, enquanto Carlinha me xingava e ordenava que chupasse direito, com sorriso de satisfação, sem careta, te pergunto
_ como sem careta, já que estava sendo sodomizada sem qualquer carinho ?
Os dois cantaram um parabéns que nunca esquecerei, ainda sobrou fôlego pera jogar chantilly sobre meu corpo, segurar a vela e deixar que eles limpassem a sujeira com a boca, já que encarnei o bolo e ainda levei várias dedadas, ja que o bolo sempre leva no escurinho da cantoria. Foi a celebração mais depravada e excitante da minha vida. Descobri que, depois que a muralha do medo cai, o prazer não tem mais fim. Transar com os dois foi o melhor presente que eu poderia ter me dado, e pelo visto, foi o melhor que eles já receberam também.
Carla passou a ser nossa marmita, Marcos e eu sempre vamos a balada liberal, e nosso relacionamento se fortaleceu e muito depois disso tudo, graças a um vídeo de rede social.
Bjs até a próxima loucura
