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Desfile particular: Macho de calcinha

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Um conto erótico de Bardo
Categoria: Gay
Contém 2588 palavras
Data: 19/07/2026 04:32:27

Se você leu meus contos anteriores, sabe que meu desejo finalmente foi atendido com Leonardo, um amigo da Zona Sul de São Paulo. Depois daquela primeira noite intensa no apartamento dele, ficamos alguns meses sem nos encontrar. Mesmo assim, nunca deixamos de nos falar completamente. De vez em quando, trocávamos mensagens provocantes, fotos com minhas calcinhas preferidas e imagens daquilo que queria reproduzir com ele: ele no sofá e eu chupando seu pau vestindo calcinha, sentando e cavalgando com o fio dental de lado, ele chupando meu cu e gozando sem camisinha, sexo grupal e frottage.

Toda vez que o celular vibrava com uma mensagem dele, eu sentia aquele frio na barriga. Às vezes era só uma selfie no espelho depois da academia. Em outras, alguma provocação mostrando o pau molhadinho, como se tivesse acabado de gozar, e isso fazia minha imaginação trabalhar o resto do dia. Nosso desejo parecia crescer justamente na distância.

Até que, numa quinta-feira à noite, Leonardo mandou uma mensagem curta:

"Vamos nos ver de novo?"

Meu coração disparou na hora.

Marcamos o encontro no Ipiranga, numa cachaçaria bem conhecida da região. Cheguei um pouco antes. Enquanto esperava, fingia olhar o cardápio, mas minha cabeça estava longe, imaginando como seria reencontrá-lo depois de tanto tempo. Quando Leonardo entrou no bar, de camisa preta justa e com aquele sorriso confiante de sempre, senti o mesmo calor tomando conta do meu corpo. Ele me abraçou de forma discreta, mas o suficiente pra despertar todas as lembranças da nossa primeira noite. Conversamos como dois velhos amigos por um bom tempo. Bebemos, rimos, contamos novidades e fingimos naturalidade enquanto nossos olhares entregavam intenções completamente diferentes.

A cada dose de cachaça e gole de cerveja, o clima ficava mais leve e mais perigoso ao mesmo tempo. O bar estava cheio, gente conversando alto, música tocando, garçons passando apressados entre as mesas, mas eu mal conseguia prestar atenção em qualquer coisa além dele.

Em determinado momento, Leonardo se inclinou na minha direção e perguntou baixinho:

"Você veio usando uma daquelas calcinhas que me manda foto?"

Balancei a cabeça negativamente, provocando:

"Não... mas trouxe várias no carro. Você pode escolher qual quer que eu use."

Comecei a descrever os modelos que tinha levado: fio dental, tanga, algumas pretas mais discretas, outras vermelhas, roxas e até uma com pequenos detalhes brilhantes. Enquanto falava, percebia o olhar dele ficando cada vez mais intenso.

O sorriso que ele deu naquele instante acabou comigo.

Tomou mais um gole sem tirar os olhos dos meus e respondeu:

"Então acho que essa noite vai ser interessante."

Já não aguentava mais esperar. A tensão entre nós tinha crescido tanto durante a conversa que ficar naquele bar começava a parecer tortura. Tomei coragem, me aproximei um pouco mais e falei baixo:

"Vamos embora... curtir a noite em outro lugar."

Leonardo abriu um sorriso discreto, daqueles que já diziam tudo. Percebi que ele também estava esperando por aquilo.

Sugeri irmos pro Motel Zapt, na Mooca. Ele concordou na hora.

Saímos da cachaçaria já em outro clima. O caminho até o carro foi silencioso, mas cheio de expectativa. Enquanto dirigia, Leonardo colocava a mão na minha perna de vez em quando, me deixando ainda mais ansioso.

As luzes da cidade passavam pelo vidro do carro enquanto eu lembrava das fotos, provocações e fantasias que trocamos durante aqueles meses. Tudo indicava que aquela noite seria inesquecível.

Quando estacionamos no motel, senti o coração bater mais forte. Leonardo olhou pra mim antes de descermos e sorriu de lado.

"Pelo jeito, hoje você veio decidido."

Saímos do carro trocando beijos intensos e tirando a roupa, tomados pela ansiedade acumulada durante meses. O clima entre nós já estava fora de controle antes mesmo de chegarmos ao quarto.

Antes de subir, abri o porta-malas e peguei a bolsa com todas as calcinhas. Leonardo observava tudo com um sorriso divertido, claramente curioso pra ver o que eu tinha preparado.

Subimos as escadas do motel em clima de provocação. Meu coração estava acelerado. Havia algo extremamente excitante em saber que eu estava ali, completamente entregue àquela fantasia.

Assim que entramos no quarto, Leonardo se acomodou na cama, relaxado, como se fosse assistir a um espetáculo particular. A luz baixa deixava tudo mais íntimo.

"Quero ver suas opções", ele disse, olhando direto pra mim.

Sorri tímido e fui pro banheiro com a bolsa. Fechei a porta, respirei fundo e escolhi a primeira: um fio dental preto, simples e provocante. Quando voltei, caminhei devagar, deixando que ele me observasse sem pressa.

Leonardo percorreu meu corpo com os olhos e mordeu o lábio inferior.

"Bonita... mas acho que você consegue me surpreender mais."

Aquilo despertou meu lado mais ousado.

Voltei ao banheiro e troquei por uma vermelha mais cavada, de alça alta, que fazia minha bunda parecer gigante. Ao sair, fiz questão de girar lentamente antes de parar na frente dele. Leonardo soltou uma risada baixa, claramente aproveitando cada segundo daquela provocação.

E o jogo continuou.

Uma preta com detalhes brilhantes. Uma roxa mais delicada. Outra extremamente pequena, quase simbólica. A cada troca, eu me sentia mais confiante, mais confortável exibindo aquele lado que ficou escondido por tanto tempo.

Leonardo observava tudo sentado na cama, às vezes comentando, outras apenas me encarando em silêncio, como se estivesse decidindo qual versão minha mexia mais com ele.

Quando apareci usando uma calcinha fio dental neon com tule da minha esposa, acompanhada só de um sorriso provocante, percebi a mudança no olhar dele.

Ele se levantou devagar, chegou perto e segurou minha cintura.

"Acho que encontrei minha favorita."

Leonardo já estava pelado (a pegação começou na garagem do quarto), e eu só de calcinha, com a bunda arrebitada. Começamos a nos beijar e ele apertava minha bunda, o pau ficando cada vez mais duro. Quando já não aguentava mais, sentou na cama e mandou eu ajoelhar e fazer um boquete. Ele foi super controlador do jeito que eu gosto, e isso me deixou com mais tesão ainda.

Ajoelhei e comecei a mamar aquela pica linda. Não era enorme, tamanho normal, mas bonita. Fui com tanta sede e pouca experiência que engasguei enquanto mamava. Depois de um tempo, a pica dele começou a ficar molhada não só com minha baba, mas com o pré-gozo também. Ele mandou parar, senão ia gozar.

Parei na hora. Mas não por obediência. Parei porque ver ele quase perdendo o controle com a minha boca foi mais gostoso do que qualquer ordem. O pré-gozo escorreu pelo canto da minha boca, lambi devagar sem tirar os olhos dele. Ele respirava pesado, o peito subindo e descendo, e eu sabia que ele tava tão louco quanto eu.

"Levanta."

Firme. Sem hesitação. Fiquei de joelhos mais um segundo só pra provocar, mas ele segurou meu queixo e me puxou pra cima.

"Você fez isso de propósito, né? A noite inteira trocando de calcinha, desfilando na minha frente, me mandando foto durante meses... e agora quer que eu goze primeiro?"

Sorri. A calcinha neon ainda colada no quadril.

"Talvez."

Ele riu baixo, me jogou na cama e mandou ficar de quatro. Abriu minha bunda, ajeitou meus joelhos e ficou olhando. Passou o dedo por cima do fio dental, sentiu meu cuzinho e fez aquele barulho com a língua que eu já conhecia.

"Tá soltinho, hein?"

Antes que eu pudesse responder, ele puxou a calcinha de lado e começou a chupar meu cu. Dois dedos deslizaram sem pressa, e quando entraram eu arquei as costas e soltei um gemido baixinho, bem safado.

"Você me provocou por meses. Agora é minha vez."

Fechei os olhos e ri sozinho, porque no fundo era exatamente isso que eu queria. Naquela cama de motel, com a luz baixa, a calcinha de lado e a língua dele entre minhas nadegas, eu entendi que a noite não era só sobre transar. Era sobre tudo que a gente construiu na distância finalmente virar carne.

"Por favor, me come", falei gemendo igual uma putinha.

Ele sorriu.

"Tava esperando você pedir."

Senti um arrepio subir pela espinha. Leonardo segurou minha cintura com as duas mãos, e eu fiquei ali, de quatro, a calcinha de ladinho, o cu babado e piscando de tesão.

Ele se levantou um segundo, ouvi o barulho da gaveta do criado-mudo abrindo e fechando. Quando olhei pra trás, ele tava com a camisinha na mão, aquele sorriso safado ainda no rosto.

"Vai botar em mim?" Leonardo perguntou.

Não precisei ouvir duas vezes. Virei o corpo, sentei na beirada da cama e peguei a camisinha da mão dele. Ele ficou em pé na minha frente, o pau duro, a ponta já brilhando de pré-gozo. Rasguei a embalagem com os dentes e deslizei a camisinha devagar, descendo com os dedos. Terminei de colocar, dei uma última lambida na ponta por cima do látex e me virei de novo, voltando pra posição de quatro. Leonardo se ajeitou atrás de mim, a mão na minha bunda, abrindo devagar. Senti a cabeça do pau encostando, deslizando pela entrada, aquele contato leve que já fazia meu corpo tremer inteiro.

"Tá pronto?" ele perguntou.

"Só me fode." pedi.

Ele fincou a pica no meu cu de uma vez. Não foi bruto, mas foi firme. Leonardo pegou no meu quadril e começou num ritmo lento, socando fundo, parando por um segundo antes de sair quase todo e entrar de novo.

Eu já tava perdido. Os gemidos saíam sem controle, misturados com palavras soltas que eu nem sabia direito o que significavam. Só pedia pra ele me tratar como uma putinha. "Caralho, Léo, assim... assim mesmo. Fode bem gostoso sua puta."

Ele acelerou um pouco, a mão escorregou da minha cintura pro meu peito, me puxou pra cima até eu ficar de joelhos, as costas coladas no peito dele. A posição mudou e ele entrou mais fundo, o braço envolvendo meu pescoço, a outra mão descendo pra segurar meu pau, que tava duro e babando.

"Tá gostando, sua putinha?" ele perguntou no meu ouvido, a voz rouca.

"Tô... mas tira a camisinha." respondi gemendo.

Ele riu baixo e continuou metendo, mais rápido agora. Apertei os olhos, mordi o lábio, sentindo ele dentro de mim, o ritmo aumentando. Mas eu queria mais. Eu queria sentir ele gozando em mim, quente, sem nada entre a gente.

"Por favor. Tira a camisinha e goza dentro. Quero leite quentinho." implorei ao Leonardo.

Leonardo diminuiu o ritmo, parou por um segundo. Depois, sem dizer nada, senti sua pica sair do meu cu e ouvi o barulho da camisinha sendo puxada, jogada no chão. Logo ele voltou, me pegou pela cintura com uma mão, alinhou a cabeça do pau no meu cu com a outra e empurrou lá dentro. Dessa vez eu senti tudo. A pele, o calor, a piroca molhada escorregando. Eu não conseguia parar de gemer.

"É isso que você queria?" ele perguntou, já metendo com força e intensidade.

"É", respondi sem fôlego. "Goza dentro, me dá leitinho, deixa sua putinha gravidinha."

Leonardo foi acelerando, as mãos firmes na minha cintura, as estocadas mais fortes. Eu sentia cada movimento, o pau dele inteiro dentro de mim, o corpo suado colado no meu, a respiração ofegante no meu ouvido.

"Tô quase gozando", ele gritou.

"Goza. Goza dentro.", falei com voz de putinha manhosa.

Ele deu mais três estocadas fundas, segurou minha cintura com força e eu senti. Senti o pau pulsando dentro de mim, o líquido quente jorrando, enchendo. Ele gemeu, um som rouco e longo, e continuou se movendo devagar enquanto gozava, como se quisesse esvaziar cada gota dentro de mim.

Fiquei imóvel, sentindo aquela delícia, o corpo tremendo e a porra escorrendo pra fora do meu cu, descendo pelas minhas pernas. Leonardo se inclinou pra frente, o peito colado nas minhas costas, a mão no meu pescoço, e ficou respirando fundo por alguns segundos.

"Porra", ele soltou, a voz quase um sussurro. "Você é uma delícia."

Eu sorri, ainda trêmulo, ajustando a calcinha de volta no corpo.

Fiquei ali por alguns segundos, sentindo a porra escorrendo, o corpo ainda tremendo. Leonardo não se mexeu, continuou com o peito colado nas minhas costas, a respiração desacelerando devagar. Até que ele deu um beijo no meu ombro, se levantou e foi pro banheiro.

Ouvi a água correndo.

Fiquei deitado de lado, a calcinha molhada, o cu babado e a porra escorrendo pela coxa. Meu pau continuava duro, latejando, a ponta vermelha e vazando. Não dava mais pra ignorar.

Leonardo voltou do banheiro, já com uma toalha na mão, e me viu ali, deitado, a mão descendo devagar pela barriga.

"Olha só", ele disse, parando na beirada da cama. "Ainda não gozou, sua putinha?"

Balancei a cabeça, os olhos fechados. Já tinha começado a me tocar, os dedos deslizando pelo pau, a calcinha ainda vestida, o tecido fino roçando na pele molhada.

Leonardo sentou na cama, os pés no chão, e ficou me olhando. Cruzou os braços, aquele sorriso safado no rosto.

"Tá bom, vai. Goza pra mim. Quero ver." Leonardo ordenou.

Não precisei de mais incentivo. Apertei o pau com mais força, a mão subindo e descendo rápido, o polegar passando na cabeça a cada movimento.

"Olha você", ele provocou. "Todo babado, a calcinha da sua esposa, o cu cheio de porra... e ainda quer mais."

Gemidos baixos escapavam da minha boca. A mão acelerava, o corpo suado, os olhos fixos nele.

"É isso, sua putinha. Vai, goza. Mostra o que você é." Leonardo me xingava.

E eu fui. Senti o calor subindo, as pernas tremendo, a respiração presa. Quando gozei, foi forte, jorrando na minha mão, na calcinha, na barriga. Um gemido alto escapou, meu corpo contorceu, e por um segundo eu esqueci onde tava.

Leonardo riu baixo.

"Pronto. Agora sim."

Fiquei ofegante, a mão suja de porra, a calcinha encharcada. Leonardo se levantou, pegou a toalha que tinha trazido e me jogou.

"Limpa isso aí. Vamos embora."

Me limpei devagar, tirei a calcinha molhada e joguei na sacola com as outras. Passei a toalha pelo corpo, sentindo a porra secando na pele. Me vesti em silêncio, as pernas ainda meio bambas, a cabeça leve.

Leonardo já tava de roupa, mexendo no celular. Quando me viu pronto, deu um sorriso discreto. Saímos do quarto em silêncio. A descida pro estacionamento foi rápida, os passos ecoando na escada vazia. Entramos no carro, colocamos um som e fomos embora. Deixei Leonardo em casa e tivemos um breve diálogo.

"Foi bom te ver." disse Leonardo.

Eu sorri, acenei com a cabeça.

Ele foi embora e fiquei parado por um tempo com o carro, o cheiro de sexo ainda preso na roupa. Dirigi pra casa em silêncio, o rádio desligado. A cidade passava pelo vidro e eu não pensava em nada além do que tinha acontecido. Naquele motel. Naquele quarto. Naquela porra escorrendo.

Cheguei em casa, tomei um banho longo. Quando deitei na cama, peguei o celular. Nenhuma mensagem dele.

E eu sabia que não ia ter.

Pelo menos não por enquanto.

Não era tristeza. Era só como a gente funcionava. A distância entre a gente sempre foi o que tornou tudo mais intenso. As mensagens provocantes, as fotos, os meses de espera. E agora, mais uma vez, o silêncio.

Fechei os olhos e senti meu corpo ainda quente, as marcas dos dedos dele na minha cintura, o gosto da piroca na língua. Sabia que em alguns dias, talvez semanas, o celular ia vibrar de novo. E aquele frio na barriga ia voltar.

Enquanto isso, ficava o tesão. A lembrança. E as minhas calcinhas (ou melhor), as calcinhas da minha esposa guardadas na gaveta, esperando a próxima vez.

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