Era véspera de Natal, sem planos de viajar.
Eu estava um pouco chateado, pois iria ficar mais uma virada longe dos parentes e amigos.
Percebi iria ficar só, fiquei relembrando, dos momentos felizes, com minha falecida esposa e comecei a beber um pouco.
Já bateu aquela saudade imensa, comecei a chorar.
O dia foi passando, a pressão subiu, também atacou uma dor de cabeça forte, fui ao hospital.
Chegando lá, fui a recepção, expliquei a situação e fiquei aguardando o atendimento.
Nos corredores, vi uma enfermeira com (aparência familiar), passando pra lá e pra cá, estava concentrada com os pacientes.
Eu tentava me lembrar de onde á conhecia, mais estava difícil,(eu estava com tonturas, devido a hipertensão) e não conseguia me concentrar.
Chegou minha vez, fui medicado e depois fiquei sentado um pouco, no corredor.
Ela passou de novo, fiquei secando(que linda), fiquei olhando sua bunda empinada,(quadril largo).
Ela percebeu, ficou com uma expressão séria e me fuzilou com o olhar.
Passado uns minutos, me lembrei: Estudávamos juntos no ensino médio, (nós ficavamos as vezes quando adolescentes), boas lembranças.
Ela passou de novo por mim e chamei ela pelo nome, ela ficou surpresa,(chamei sem olhar no crachá).
Me apresentei corretamente, ela abriu um sorrisão.
Me deu um aceno e falou quando estivesse mais tranquilo viria até mim, para conversarmos um pouco(por a conversa em dia).
Bem, por volta de 22:00, minha amiga veio conversar comigo, expliquei por que eu estava ali.
Perguntei como você esta?
Ela brincou e falou, trabalhando muito!
Sorri e falei, não é isso que eu quis dizer!
Ela disse, eu sei e gargalhou.
Ela falou, puxa é tão difícil aparecer alguém legal para poder conversar, ainda bem que vc está aqui hoje pq eu já estava desanimada.
Falei espero que eu esteja sendo agradável, ela falou que esta e muito, começamos a rir.
Perguntou, como você está? Casou? Tem filhos?
Então falei: Casei, fiquei viúvo, mas tenho uma filha linda.
Ela é sério!! Quantos anos ela tem!
Fez 18, em outubro.
Ela: nossa que legal!
Logo em seguida, perguntou se eu estava saindo com alguém ou ainda estava de luto.
Falei por enquanto, só saio sem compromisso.
Ela deu uma risadinha e piscou.
Falei sabe, na hora que te vi no corredor eu fiz uma coisa que me deixou com vergonha depois.
Ela perguntou oque era.
Respondi que tinha olhado na bunda dela.
Ela falou, eu percebi, por isso que fechei a cara para vc, não te reconheci.
Mas ai vc me chamou e reconheci sua voz, ai falei que ela tinha o bumbum lindo, ela deu uma risadinha já tinha caído na conversa.
Notei que ela não tinha uma aliança em sua mão, aí me enchi de esperança.
Fiquei puxando assunto, perguntei se ela tinha algum pretendente.
Afirmou rapidamente que estava dando um tempo do namoro e estava com raiva do indivíduo.
Que pegou ele recebendo mensagens no celular.
Quando ela questionou, ele escondeu o celular e começou a gaguejar, dizendo que era só uma amiga do trabalho.
Ela desconfiou, mas ficou atenta.
Outro dia, passou no apartamento dele e escutou ele ao telefone, combinando de sair com essa colega de trabalho.
O cara ficou elogiando a garota o tempo todo pelo telefone e ela só escutando do corredor.
Quando ela confrontou, ele tentou negar, mas ela ouviu boa parte da conversa.
Entraram em discussão e pediu um tempo para ele.
Foi a brecha para eu aproveitar xavecar ela, comecei elogiar, tática infalível.
Ela começou reclamando que não era mais a mesma coisa, que seu namorado já tinha mudado muito, que não dava atenção para ela, que agora ele só queria saber de ir de role com amigos, que só estava ignorando ela.
E agora que descobriu, que ele estava saindo escondido com uma baranga do serviço.
Ela queria dar o troco, perguntou se eu estava afim.
Falei, quando você quiser.
Ela falou é sério, não estou de brincadeira.
Falei demorou e rimos.
Combinamos que assim que ela saísse do plantão, eu levava ela para minha casa.
Ela ficou radiante, isso já me deixou animado.
Me despedi e fui para casa tirar um cochilo.
Uma hora e meia depois, acordei com o celular tocando.
Era ela perguntando se eu dei para trás.
Falei, não por quê?
Ela disse, já sai e estou te esperando, na frente do hospital.
Falei opa, já já chego aí!
Me troquei rapidinho e fui buscá-la.
Chegando lá, ela estava de minissaia e uma blusa com decote.
Assobie e ela sorriu.
Falei dá uma voltinha, ela prontamente atendeu o meu pedido.
Falou e aí, que achou?
Falei tá muito linda. Ela, só linda?
Tu tá gostosa demais,(risos).
Dei um abraço e falei pode deixar que eu cuido de você.
Ela sorriu constrangida e falou vamos sair daqui, algum colega meu pode ver.
Falei que qualquer coisa ela podia colocar a culpa toda em mim, que era eu que tinha agarrado ela e se aproveitado.
Entramos no carro e partirmos para minha casa, chegamos em minutos.
Mal entramos e já estávamos nos agarrando, beijei ela e fui correspondido.
Nesse momento, fiquei alisando seu corpo e dando uns amassos nela.
Ficou ofegante rapidinho, virei ela de costas e encoxei aquela bunda redondinha por uns instantes.
Me encostei na parede, abri minha calça, coloquei meu pau para fora, ela adorou quando viu.
Falei para ela segurar que ele estava babando de tesão.
Ela ajoelhou e meteu ele na boca com gula, logo de cara enfiou até a virilha tocar em seus lábios, engasgou, tirou da boca e sorriu, com olhos escorrendo rímel.
Falei, vai com calma, gata.
Ela: Calma nada! Vou me acabar nessa pica!
E meteu na boca de novo, foi um boquete digno de atriz pornô.
Não consegui durar muito tempo, ela me chupou com violência. Enchi sua boca com meu amor, rss.
Quis retribuir, mas ela não deixou, falou que tinha que tomar um banho antes.
Peguei as toalhas e fomos ao banheiro do meu quarto.
Lá, nos lavamos um ao outro, lavei sua xaninha e já caprichei no oral.
Já comi ela no banheiro mesmo, virei ela com a mão espalmada na parede e entrei por trás, ela deu um gemido alto e rebolou no meu pau.
Fodemos, por uns minutos, nos lavamos e fomos dormir.
Acordamos horas depois e voltamos a foder, falou que preferia sexo violento, cheios de tapas e mordidas.
Realizei a vontade dela, mordi sua nuca , pus ela de bruços no meu colo e enchi seu traseiro de palmadas fortes.
Ficou com bunda vermelha e inchada, gritou, chorou, mas não arregou.
Ela falou, para a vingança ficar melhor, tem que comer rabinho, que o corno nunca teve, (soltou uma gargalhada). Falou tem coragem?
Pus ela de bruços e preparei o rabinho dela, com os dedos e a língua.
Ela simplesmente, empinou o rabinho e falou mete sem dó.
Apontei no rabinho apertado e entrei sem cerimonia.
Metemos forte, trocamos de posição algumas vezes.
Gritou nos momentos certos, com o rosto no travesseiro.
Comecei a enrraba-la de bruços, depois de 4, depois em um frango assado, de conchinha e finalizamos com ela sentada no meu colo de costas.
Claro que descansamos e gozamos algumas vezes, foi uma transa muito boa, com gosto de quero mais
Em certo momento ela soltou.
Aquele corno nunca comeu esse raboo! Não sabe oque perdeuuu!
Eu já enciumado, falei para de falar daquele viado, porra.
E tome rola, ela requebrando com força, gritando alto, que toda a vizinhança já tava escutando.
Gozei me afundando naquele rabo gostoso, sem fôlego e cansado.
Quando de repente, ouço pancadas fortes na porta.
Me visto correndo, ela vai para o banheiro e se tranca envergonhada.
Polícia, abre a porta! Eu, apavorado, abro sem pensar.
Eles: Tá tento uma reclamação, de uma mulher gritando!
Ela, está bem? Cadê ela?
Falaram que ela estava gritando, com se tivesse sendo violentada.
Eu: Não é só uma transa acalorada! Nos empolgamos um pouco.
Podemos ver se ela está bem!
Ela está no banho, já saí.
Passou dois minutos, ela apareceu, atrás de mim, toda vermelha de vergonha.
Eles: Tá tudo bem moça!
Ela balançou a cabeça, e falou baixinho.
Sim! Está tudo bem!(vermelhinha, tadinha).
Eles: Olha! Vão com calma! Não façam escândalo! Senão, vamos ter que voltar, aí as coisas complicam!
Foram, embora! Nos acalmamos e fechamos a porta.
Olhamos um para a cara do outro e caímos na gargalhada.
E falamos ao mesmo tempo, nos somos loucos e continuamos com os risos.
Ela olhou, toda apaixonada e falou, vamos repetir mais vezes.
Pedi um tempo para meu namorado, mas não vou voltar com ele.
Aquele frouxo do pau pequeno,(risos).
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Por fazedor de cornos