Um dia de prazer com a safada da minha mãe.
Me chamo Maicon e meu relato aconteceu nas minhas férias de faculdade.
Eu tenho 1,76 m, 25 anos e não tenho um corpo atlético, mas sou magro, tenho 67 kg. Tudo começou quando eu estava em casa de férias e minha mãe resolveu visitar minha tia e ficaria 3 dias fora de casa. Antes de ir, ela me fala que tem roupa na máquina para que eu estenda no varal para ela, pois estava de saída, e que era para eu aproveitar o sol.
Depois de um tempo que a máquina tinha parado de bater, fui estender a roupa no varal.
Quando estava estendendo as roupas, vi que na máquina estavam as roupas íntimas minha e dela. Ah, sou filho único e meu pai já é falecido, então somos somente eu e ela.
Minha mãe se chama Catarina, ela tem 45 anos 1,70 m, acho que deve ter o mesmo peso que eu, um pouquinho mais. Por ser mãe nova, tem um corpo bem bonito. O pessoal me pergunta sempre se ela é minha irmã, kkkkk.
Mas voltando, estava estendendo e vejo que minha mãe gosta muito de calcinha de renda, pois tinha muitas delas.
Aquilo me deixou um pouco excitado. Depois de um tempo, fui assistir a uma série na TV. Depois que a série estava acabando, resolvi recolher a roupa. Pensei: "Vou dobrar e já guardo". Dobrei e guardei a minha roupa e fui guardar as roupas da minha mãe. Entrei no quarto, abri o guarda-roupa dela e puxei a gaveta de calcinha. Quando eu abri, eu vi algo que eu não imaginava que minha mãe tinha. No fundo da gaveta tinha 2 consoles, um de tamanho médio e um bem grande de duas cabeças. Nessa hora eu ri, vendo isso, mas depois fiquei excitado imaginando minha mãe usando eles. Peguei-os para ver; era bem flexível. Na hora até pensei: "Será que dói enfiar no cu?", mas deixei quieto, pois sou hétero e nunca me imaginei dando o cu, ou algo assim.
Botei de volta e fui para o meu quarto, abri o notebook e fui jogar um pouco. Com o tempo, não saía da minha cabeça minha mãe usando eles e comecei a ficar de pau duro. Entrei num site pornô, e os vídeos que apareceram para mim eram sexo entre mãe e filho. Não aguentei e fui assistir a um; comecei a bater uma pensando na minha mãe.
No vídeo em questão, aconteceu algo até curioso: o filho fica de quatro e a mãe pega um consolo e enfia nele. O cara faz uma cara de prazer, e aquilo me excita. Pensei: "Será que dá prazer mesmo?"
Levantei-me, fui até o quarto da minha mãe, peguei um consolo dela. Eu iria fazer isso mesmo, fiquei em dúvida, mas o tesão de experimentar era grande. Na gaveta dela tinha também uma bisnaga de lubrificante; peguei e voltei para o meu quarto.
Nessa hora tirei a roupa e coloquei o consolo grudado na cadeira. Meu pensamento agora estava um turbilhão; nunca tinha feito algo assim. Coloquei o lubrificante na mão e passei no meu cu. Era gelado, gosmento. Pensei: "Já cheguei até aqui".
Peguei e encaixei no meio da bunda, e comecei a sentar. O consolo começou a abrir meu cu; era desconfortável, mas, com o tempo, quando entrou até a metade, senti uma mistura de dor e prazer.
Comecei a imitar o rapaz do vídeo, subindo e descendo no console, e aproveitei para bater uma, até que eu não aguentei e gozei.
A sensação não tinha sido ruim, mas também não foi tão boa assim. Limpei-me e fui guardar o consolo no quarto da minha mãe.
Depois desse dia, não mexi mais com isso. Quando minha mãe chegou, estava tudo normal, era o que eu achava.
Minha mãe tinha mudado o jeito comigo; ela aparecia folgada. Teve um dia em que eu estava chegando em casa, de um jogo de futebol com meus amigos. Abri a porta com a minha chave e entrei. Pensei que não havia ninguém e tirei minha roupa, joguei a toalha no ombro e fui pelado em direção ao banheiro para tomar banho.
Quando cheguei, abri a porta do banheiro e entrei. Quando eu vi, minha mãe estava nua tomando banho na minha frente. Na hora, eu fiquei parado olhando o corpão dela. Ela olhou para mim, eu virei de costas e falei: "Nossa, desculpe, mãe, não vi que você estava aí." Peguei e saí do banheiro e fui para o meu quarto.
Entrei no quarto, sentei na cama e fiquei ali por um tempo. Foi quando ouvi um bater na porta; era minha mãe. Ela não abriu, só disse que eu já poderia usar o banheiro.
Eu respondi ok.
Entre no banheiro, liguei o chuveiro; enquanto me molhava, a imagem dela pelada não saía da minha cabeça. Ela tinha um corpão, peitos grandes e não pude deixar de observar que sua buceta era raspadinha. Aquilo começou a deixar-me de pau duro e acabei batendo uma pra ela, imaginando comendo aquela buceta.
Depois do banho, minha mãe estava na sala. Eu passo por ela e, quando ela fala: "Maicon, está a fim de beber um vinho comigo? Ganhei da sua tia."
Para quebrar o gelo, eu falo que sim e pergunto como estava o pessoal lá. Ela responde que estava tudo bem, mas que tinha uma fofoca das grandes: a prima Mercedes, irmã da minha avó, tinha pego o Marito traindo-a com uma estagiária do serviço dele.
Papo vai e papo vem, estávamos já alegres por causa da bebida, foi quando minha mãe virou e disse: "Filho, posso te perguntar algo?" Eu, claro.
Você me acha atraente? Eu viro e falo: "Claro, mãe, você é muito gostosa, mas por que da pergunta?"
Então, Maicon, lembra ontem, quando você foi para o inglês, você deixou o note ligado. Eu vi e fui desligar. Quando abri a tela, estava aberta num site pornô, na categoria "mães gostosas".
Puts, sério, eu fiquei curiosa, e depois, quando eu fui para o meu quarto, eu abri a gaveta e vi que o meu pinto de borracha estava guardado na gaveta errada.
Ah, mãe, não vou mentir, não; você é bem gostosa. Quando vi rapidamente seu corpão no banheiro, eu senti um calor no corpo.
Ela olha para mim e diz: "Você achou meu corpo bonito."
Acho que era o álcool. Eu virei e disse: "Ah, mãe, eu acho, só que não o vi direito."
Minha mãe fica corada e fala: "Você quer ver para poder dizer."
Eu balanço a cabeça confirmando. Ela então se levanta e tira a roupa que estava usando, ficando só de roupa íntima. Ela usava um sutiã e calcinha brancos, eram de renda, como já tinha visto.
Ela vira e fala: "E agora, Maicon, o que você acha?"
Pensei: "Nossa, como ela era gostosa. Será que, se eu falar algo, ela tira tudo?" Então digo: "Viu, mãe, assim não dá para saber, pois vi você no banho." Ela vira e diz: "Ah, é verdade." E, antes de falar algo, ela tira toda a roupa, ficando nua na minha frente.
Agora sim podia ver o corpo todo dela; era lindo e raspadinho. Ela virava em volta; eu, vendo-a assim, começo a ficar de pau duro. Foi quando ela vira e diz: "Tá, filho, mas agora é minha vez de te ver pelado."
Eu tiro a camisa e abaixo o short. Ela olha e vê que eu estou de pau duro. Ela morde o canto da boca e diz: "Nossa, Maicon, tá animado, hein?"
Ela se aproxima de mim e diz: "Nossa, filho, você cresceu bem", e pega no meu pau.
Ela vai até a gaveta da sala e pega uma trena de roupa, volta e se abaixa para medir. Nossa, filho, ele é bem grande e grosso, está medindo 20 cm. Aproveita e faz um vai e vem ágil nele e se levanta para guardar a trena. Quando ela vira, ela se enrosca e cai, apoiando-se no sofá, ficando de quatro. Para mim, foi quando pude ver aquela imagem maravilhosa da sua buceta e seu cu. Fui ajudá-la e segurei-a pela cintura; aproveitei e encostei meu pau em sua bunda. Ela olha para mim, morde a boca e, com o corpo apoiado no sofá, ela abre a bunda com as mãos. Eu engoli seco e entendi o que ela queria. Eu pego meu pau e passo devagar a cabeça pela sua buceta, para cima e para baixo.
E então começo a enfiar meu pau na buceta dela, sentia meu pau abrir a buceta dela enquanto sentia a pressão apertando meu pau.
Comecei um vai e vem devagar, não estava acreditando que meu pau estava fodendo minha mãe, mas a sensação era maravilhosa, ela gemia muito e dizia:
Ah... ah... Vai, Maicon, fode minha buceta.
Ah... humm...
Depois de um tempo ali fodendo sua buceta, eu tiro meu pau e subo em direção ao seu cu. Achei que ela iria reclamar; foi quando meu pau entrou fácil no seu cu.
Ela vira para mim e diz: "Você gosta de um cuzinho, Maicon?"
Eu gosto sim, mãe, e seu cuzinho é gostoso pacas. Ela ri e diz: "Seu pai também gostava, tal pai, tal filho."
Aproveitando, Maicon, por que você pegou meu consolo?
Ah, sabe, mãe, eu estava curioso, curioso com o que, se doía dar o cu, e você experimentou? Mãe, eu não sou gay. Eu sei, Maicon, calma, curiosidade existe, e deixa eu te contar, seu pai também tinha a mesma curiosidade.
Então experimentei, mas dói. Não sei como vocês aguentam. Ela ri e fala: "Safadinho". Ela então fala: "Dói, mas é só no início. Você tem que relaxar o ânus um pouco."
Espera aí, ela se levanta, corre no quarto e traz os dois consoles. Ela vira e diz: "Vem cá, fica de quatro."
Ela pega o lubrificante, passa na mão e no meu cu, e depois começa a enfiar o dedo nele. Nessa hora, meu cu fecha. Ela olha e diz: "Calma, Maicon, relaxa", e começa a mexer o dedo no meu cu. Depois, ela coloca dois e fica massageando meu ânus. Aquela sensação estava ficando boa, até que ela fala: "Pronto, agora vamos colocar o consolo."
Ela lubrifica o consolo e começa a introduzir, e de fato entrou muito melhor e mais relaxado. Ela faz um vai e vem devagar; senti um prazer diferente.
Está vendo, filho? Se você massagiar, é melhor. Era um misto de prazer naquele momento, mas agora é minha vez. Eu pego o consolo e coloco no cuzinho dela enquanto enfio minha rola na sua buceta. Ela gemia, seu corpo tremia.
Depois pego-a, levanto-a no colo e levo-a para o quarto dela, jogo-a na cama e começo a chupar sua buceta melada. O gosto, o cheiro me embriagavam. Eu lambia toda aquela buceta em cada canto, eu chupava seu grelo com vontade. Ela segurava minha cabeça e esfregava sua buceta em mim.
Ela vira e diz: "Filho, a mãe não está aguentando mais." Ela começa a gozar na minha boca; eu, como um bom filho, chupo-a toda.
Virei-a de bruços e comecei a chupar seu cuzinho, lambia, enfiava a língua, preparando para o que viria a seguir.
Eu pego meu pau e enfio em seu cu, e começo a bombar, aumentando o ritmo. Ela gemia e dizia: "Vai, humm... fode o cuzinho da mamãe, vai... humm..."
Seus gemidos só aumentavam meu tesão; foi quando cheguei ao ápice e disse: "Mãe, vou gozar."
Ela responde: "Vai, filho, goza dentro do cuzinho da mamãe." Eu não aguentei e liberei tudo no cuzinho dela. Depois eu tiro o pau todo melado. Ela começa a chupar e lamber para limpá-lo.
Ficamos deitados na cama, exaustos. Ela deita em meu peito e diz: "Não sabia que você era safadão desse jeito, Maicon."
Ficamos deitados na cama, descansando por mais ou menos uma hora. Quando eu acordo, eu viro de lado e vejo minha mãe deitada nua, um corpão lindo. Quando vejo, ela estava com as pernas entreabertas, vejo aquela buceta gostosa, raspadinha, e começo a ficar de pau duro novamente. Aproveito que ela está com a pena aberta, não aguento e vou acordá-la da melhor forma possível, começo a chupar sua buceta. Ela acorda, gemendo baixinho, olha para mim e diz: "Nossa, filho, que gostoso ser acordada desse jeito. Continua."
Vou chupando e vou subindo em direção aos seus peitos, começo a chupá-los, dou pequenas mordidas no biquinho dela, e o som dos gemidos de prazer só fazia aumentar meu tesão.
Começamos a nos beijar, e ali mesmo eu já enfio meu pau em sua buceta e começo a bombar cada vez mais.
Ela agarra minhas costas enquanto eu continuo o vai e vem; ela vira e diz: "Maicon, fode meu cuzinho de novo."
Eu respondo: "Gosto, né, safada?"
Ela fica de quatro para mim e então eu enfio meu pau em seu cu. Ela rebolava no meu pau, dava para ouvir sua bunda batendo no meu quadril, em um som maravilhoso.
Ela então me pede para eu deitar, depois ela sobe em cima de mim e coloca meu pau no cuzinho novamente e começa a cavalgar, dessa vez mais lenta, fazendo com que meu pau sinta o entra e sai do cu dela.
A sensação era maravilhosa. Não demorou muito; eu seguro o quadril dela e começo a gozar dentro novamente. Sentia minha porra escorrer pelo seu cu, e mesmo assim ela continuou. Ela rebolava e esfregava sua bunda pelo meu pau. Ficamos fazendo sexo até o anoitecer, nos divertindo e satisfazendo o nosso prazer.
Ela olha para mim com uma cara de safada e diz: "Está gostando, Maicon? O que você está achando da safada da sua mãe?"
Olha, mãe, eu sempre te achei gostosa. Para falar a verdade, eu já bati muita punheta para você.
Sério, filho, mas agora você não precisa mais. Nós vamos ter muitos momentos desses agora em diante.
Eu respondo: "Claro".
E depois nós dois dormimos.
