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GRANDE E GROSSA

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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1630 palavras
Data: 18/07/2026 17:43:29

Conhecemo-nos na academia, numa coincidência de horários. Chamava-se Jardel. Chamou-me a atenção o volume plácido e nítido de seu instrumento de prazer. Olhei algumas vezes, crendo estar sendo o mais discreto.

Não o fui o suficiente, no entanto. Algum tempo depois, após a sessão de tortura, isto é, de treino, eu estava no banheiro, sentindo o reconfortante calor massageador da ducha sobre meu corpo, quando ele entrou. Cumprimentou-me no meio de um sorriso gentil, retirou a camiseta, expondo um peitoral trabalhado, uma barriga de gominhos, bíceps proeminentes; mas foi quando tirou o calção que todo o universo remexeu-se de admiração…

Era enorme sua manjuba. Eu jamais havia visto uma tão grande e grossa. Em descanso, ocupava bastante espaço – eu imaginava em atividade sexual. Não tenho ideia do tamanho em centímetros, que não costumo gastar o tempo de apreciar uma pica medindo seu comprimento ou espessura. Mas era grande. Grande e grossa.

Ao mesmo que meus lábios sentiram a enxurrada líquida que se formava em minha boca, meus olhos se fixavam (agora sem mais qualquer tentativa de descrição) naquele mastro descomunal, meu cu piscando, na mais completa e nítida indecisão, entre o desejo e o terror de recebê-lo.

Sob a sua ducha, Jardel parecia deliciar-se com a força da água, e isso decerto lhe proporcionava prazer, porque sua enorme estrovenga foi se mexendo e levantando-se, até atingir o máximo de dureza e de tamanho.

– Está interessado desde lá do salão, não é? Eu percebi…

“Caralho! - resmunguei em pensamento - Não fui tão prudente quanto julgara ter sido!”

A privacidade de estarmos só os dois ali, ambos excitados, ele com seu enorme membro teso, eu com minha insignificância – ainda mais insignificante, diante daquele tronco musculoso e venoso –, deu-me uma coragem que não pensei ter:

– Interessado fiquei, sim. Quem não ficaria? Mas é muito grande para mim, me escangalharia todo…

– Não! – ele contestou, com firmeza. Nada que muito carinho e cuidado não torne possível e prazeroso.

A rola monstruosa dava saltos, sob a água. Não consegui me conter, e enquanto ele falava e sorria, aproximei-me, toquei naquela enormidade, sentindo-lhe o paradoxo da maciez e da rigidez. Agachei-me e tentei chupá-la; era deliciosa, de fato, pelo menos a parte que consegui colocar na minha boca. Não deu para agasalhar sequer a metade, mas com o lamber e chupar a parte que eu afagava com a língua, fui fazendo-o gemer discretamente.

Animei-me e resolvi que o faria gozar. Passei a sugar-lhe a cabeça, passando as mãos pelas bolas, pelas coxas, subindo pela bunda e enfiando-se pelo rego, chegando ao cuzinho, enfiando meu dedo no buraquinho quente. Seus gemidos já eram mais encorpados, até que senti o salgado da cabeça de sua rola prenunciando o gozo.

Com receio de me engasgar, retirei a super-rola da boca e passei a punhetá-la, até que o primeiro jato lançou-se sobre meu rosto; segurei aquela coisa enorme, direcionando os demais esguichos, recebendo o leite quente e forte no meu rosto. Depois da última golfada, lambi delicadamente a cabeçorra, sugando as últimas gotas e voltei para minha ducha, a fim de retirar seu sêmen impregnado em meu rosto.

– Você chupa divinamente… Adorei! – a observação foi feita quando nos enxugávamos, minha rola teimando em se manter semi-ereta. Estendeu-me a mão:

– Prazer! Jardel!

– Muito prazer! Cláudio!

Agora já vestidos, ele fixou o olhar na minha bunda:

– Cláudio, eu queria experimentar comer você… Como eu disse, o tamanho da minha rola é um detalhe. Se você estiver a fim, como eu estou a fim de você, podemos ir tentando aos poucos, até que eu esteja todo dentro de você.

Eu sentia meu sangue girando a uma velocidade meteórica em minhas veias. Claro que eu queria aquele deus pleno dentro de mim, mas estava com um puta medo de me rasgar inteiro. Sua preocupação em tentativas aos poucos me agradava. Saímos dali para tomar um lanche que não anulasse nossa mais de hora de sofrimento nas máquinas, e enquanto isso nos conhecíamos melhor e combinamos nosso primeiro encontro. Seria no final de semana – o que achei providencial, porque me daria tempo de ir arregaçando minhas pregas anais com o que eu tivesse de consolos, plugs, pênis de silicone e tudo mais que fosse dilatando meu buraco, para receber aquela rola descomunal.

Foi um tratamento e tanto. O tempo que eu passava em casa era com algo enfiado no rabo. Comecei com objetos mais finos e muito, muito lubrificante. Fui aumentando a espessura, incomodando um pouco no início, mas aos poucos o esfíncter se acostumando e relaxando, abrindo-se aos cada vez mais grossos invasores. Mantinha-os atolados no cu por considerável tempo, enquanto digitava, via filme, lavava louça, fazia as refeições, tomava banho e dormia. Na sexta-feira pela manhã eu sentia meu anel de carne escancarado como nunca estivera.

Encontramo-nos à noite, jantamos, conversamos sobre nossos desejos e preferências. Depois da sobremesa, enquanto experimentávamos delicioso cafezinho, ele tocou em minha mão sobre a mesa e disse:

– Então… Vamos?!

Chegara o momento! Senti o disparo do coração, respirei fundo e aquiesci com a cabeça. Estava na hora do abate. Que rufassem os tambores!

Escolhemos um discreto motel, e ao fecharmos a porta, pude constatar o quando Jardel era carinhoso. Jogados na cama, ainda vestidos, e após finalmente experimentarmos nossos beijos, ficamos certo tempo a conversar, acariciando-nos – ele a mim bem mais do que eu a ele. Sua mão suave percorria meu corpo, me arrepiava; fomos nos desnudando e, ao nos vermos nus, pudemos nos apreciar demoradamente. Seus carinhos percorreram cada recanto do meu corpo, demorando-se mais nas zonas erógenas, que ele parecia conhecer de anos.

Eu, obviamente, havia entupido meu rabo de lubrificante. Ele aproveitou isso e passou a acariciar e a passar os dedos, enfiando-os com delicadeza e firmeza. Eu sentia meu corpo reagir prazerosamente a cada toque. De minha parte, busquei me habituar com a enormidade rígida de seu membro, tocando-o, lambendo-o, sentindo-o cada detalhe com a língua, com os dedos, com a pele do rosto.

Depois de muito acariciar e até enfiar três dedos no meu cu e abri-los um pouco lá dentro, ele colocou ainda mais lubrificante. Depois deitou-se de costas, o pauzão feito um poste nascendo no meio das pernas também foi generosamente lambuzado com perfumado creme, e somente então ele me falou, sério e com carinho na voz:

– Agora é com você, meu querido. Vá no seu tempo e na sua condição.

Eu me deitei sobre ele, beijando-nos sempre e muito, eu roçando meu corpo em seu corpo e sentindo sua mangueira colossal passando pelo meu entre nádegas. Eu estava com medo mas estava ansioso; eu temia ser torado ao meio, mas eu não me aceitaria menos do que me estrepar naquele enorme cacete.

Esfreguei meu rabo em toda a extensão de sua vara. Ele, de olhos fechados, gemia. Decerto se concentrava para segurar o gozo, evitá-lo precoce.

Fui roçando e roçando; numa das esfregadas, senti a cabeçorra de sua pica prender-se no meu buraco. Aproveitei a posição e fui sentando e sentindo-o entrar. Nenhum problema, nenhum incômodo, nenhuma dor. O lubrificante estava cumprindo fielmente seu papel. Animei-me e fui forçando bem devagar. Doeu uma dor fina, senti meu cu se fechar. Parei, relaxei, ele redobrou de carinhos e em pouco a dor foi amainando até sumir e meu ânus foi se abrindo.

Esse foi o protocolo a partir daí. Eu não sentia dor, fazia força para sentar; a dor chegava, eu parava, esperava passar, passava, avançava mais um pouco. Fui percebendo que, com o passar do tempo e a sucessão de avanços, as dores eram menores e os espaços conquistados maiores. Eu conseguia sentir um prazer enorme ao perceber aquela rola enorme enfiando-se em mim. Meu cu já deveria estar bastante dilatado, mas eu queria mais e mais, porque havia mais pica ainda a entrar. E eu sabia que se parasse e tirasse, seria complicado voltar a engatar.

Fui sentando, sua rola enorme foi entrando, seus carinhos aumentando… Até chegar a um ponto que percebi a impossibilidade de continuar. E ainda havia rola do lado de fora, mas a maior parte estava dentro de mim. Com esta porção, comecei a requebrar, subir e descer e sua pica enorme passou a ser um objeto de enorme prazer. O sobe e desce me alucinava e a ele também. Gemíamos feito dois desvairados.

Até que ele disse que não conseguiria mais segurar. “Explode dentro do cu arrombado de sua puta, vai!” E ele explodiu. E senti aqueles jatos do começo da semana no meu rosto agora espalhando-se pelas minhas entranhas… E pelos deuses, como aquilo era bom! Ele gania de prazer, urrava a cada emissão pastosa e espessa.

Quando ele acabou, fui me retirando bem devagar de cima de sua vara, e a enxurrada de gala desceu aos borbotões do meu cu, que estava enormemente aberto, a piscar, contraindo-se em espasmos. Desabei em cima dele e nos beijamos com furor, ofegantes. Assim ficamos até acalmarmos a respiração e o coração.

Depois de certo tempo, meu pau ainda a meio mastro, Jardel se aproximou, cheirou, lambeu a cabecinha e foi colocando-o na boca. O molhado de sua chupada foi me deixava louco. Ele sabia chupar bem e segurar meu gozo no momento certo, até quase eu explodir. Quando finalmente não consegui mais me conter, ele acelerou as chupadas e eu gozei escandalosamente em sua boca, ele não deixando se derramar uma gota sequer para fora. Beijamo-nos mais e eu senti o meu gosto em sua língua.

Demoramos mais um bom tempo jogados sobre a cama, cansados e suados, nos tocando e conversando e rindo bobagens de quem estava feliz. Abraçávamos nossos corpos e sentíamos nosso calor. Bebemos um pouco, fomos juntos para a ducha, nos enxugamos juntos.

– Da próxima vez avançaremos um pouquinho mais – eu falei.

– Que maravilha que haverá próxima vez, Cláudio!

– Próximas, Jardel! Próximas!!!

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