Olá, caros(as) leitores(as). Como vocês estão? Passando para narrar uma situação real (a descoberta de uma lesão possivelmente cancerígena na pele) e criar um conto para satisfazer minhas fantasias. Abraço!Estou morando atualmente em uma capital do Norte do Brasil. Quando fui designado para trabalhar por aqui, os colegas falaram: "cuidado, mulher do Norte dá em cima", "lá você não precisa conquistar, só chegar e transar", "lá você vai levar cantada até no mercado", "mulher do Norte é fácil", e por aí vai. Estereótipos, que não representam o todo de um povo.
LEMBRANDO: não se generaliza um ponto como esse. Ele faz parte do contexto apenas para viabilização do conto.
Chegando na capital procurei um apartamento mobiliado, o mais próximo possível do trabalho. O tempo passou e eu comecei a ficar incomodado com uma espinha no nariz, que nunca curava. Sabem como é homem, não gosta de ir a médicos. Eu sou um desses. Enrolei bastante, até que uma colega de trabalho falou:
— Júnior, o sol aqui é mais forte, você uma hora dessas vai ficar com câncer de pele. Vai ver isso, mano.
Eu já tinha visto no convênio da empresa que era uma mulher a dermatologista.
— A questão é que eu estou preocupado mesmo com umas verrugas no meu saco. Como vou mostrar isso pra médica, Maitê? Vai que ela interpreta de outra forma. Sei não, tenho medo de me envolver em um problema.
— Tira foto, simples. Se ela quiser ver fisicamente aí é uma questão dela.
— É mesmo, não tinha pensado nisso.
— Vai se cuidar, mano. - pediu Maitê, me dando um tapinha nas costas e saindo da sala.
Maitê era uma das minhas colaboradoras mais experientes. Estávamos o tempo todo juntos, devido às situações diárias que tínhamos que resolver na operação e manutenção dos aviões. Com pouco mais de dois meses tínhamos criado relativa intimidade. Ela era meio cheinha (ou parecia, sob o uniforme), altura quase igual à minha, super simpática, franca, além de extremamente ágil nas situações diárias, e solteira. Uma morena do Norte, feições características, cabelos pretos lisos compridos até quase a cintura, presos normalmente em um rabo de cavalo ou às vezes um coque.
Verifiquei um dia em que a dermatologista tinha horário. "Sábado, 11:00, senhor Júnior", informou a atendente no WhatsApp. "Certo, marque, por favor". No dia tomei um banho mais caprichado, peguei o carro e fui até o consultório, em uma área mais nobre da cidade. O prédio era moderno. Subi até o quarto andar, pelo elevador, e empurrei a porta de vidro, que trazia o letreiro "Dra. Marie Tirena - Dermatologista". Nome extremamente diferente, fiquei curioso em vê-la.
— Olá, bem vindo. Qual é o seu nome? - perguntou a secretária.
— Júnior.
— Primeira vez com a doutora Marie?
— Sim, primeira vez.
— Preciso preencher o seu cadastro.
Eu informei os dados que ela me solicitou e depois aguardei em uma poltrona.
— Sr. Júnior, pode entrar, por favor - indicou a secretária, assim que uma paciente saiu da sala. Levantei-me, bati à porta e entrei. A mulher por trás da mesa era uma profissional de idade próxima de 30 anos, quanto muito. Se bem que procedimentos estéticos podem rejuvenescer uma pessoa em décadas, talvez.
— Olá, bom dia! Sente-se, por favor - a voz da doutora era suave. Uma jovem branca, cabelos pretos presos em uma trança, olhos castanhos, nada de mais que chamasse a atenção.
— Bom dia, doutora - respondi, sentando-me na poltrona.
— O que te traz aqui hoje?
— Uma espinha no nariz, que nunca cura. Já está meses assim.
— Ok, deixe-me ver - disse ela, pegando uma lupa grande e conectando na câmera do telefone.
Ela aproximou-se de mim, que permaneci sentado. Levantei a cabeça e ela colocou a lupa sobre a lesão. Ao mesmo tempo acabou por encostar suas pernas em mim. Ela era bem cheirosa.
— Olha, a lesão precisa passar por biópsia - disse, me mostrando a foto e explicando, com todos os termos médicos, a necessidade do procedimento. Assustado com a potencial gravidade, resolvi falar das verrugas do meu saco.
— Doutora, acho meio chato falar disso, mas tenho uma preocupação com umas verrugas escuras que tenho em meu saco.
— Eu sou médica, pode ficar tranquilo - disse ela, notando minha expressão de vergonha.
— Tenho foto delas no telefone - disse, mostrando na galeria.
Ela analisou as imagens.
— Preciso vê-las e analisar de perto. Elas parecem ter uma altura, dando volume, e isso pode significar um problema, ou não. Pode abaixar a calça e a cueca, por favor - disse ela, se sentando na minha frente e projetando os peitos médios para frente sob o jaleco.
Suspeitei que ela tenha ficado excitada. Mas na verdade isso era meu fetiche. Ela era profissional. Deveria ver centenas de pênis, sacos e bucetas por ano, quiçá até alguns cus. Mesmo assim baixei a calça e a cueca morrendo de vergonha, até porque meu pau estava semirrígido.
A doutora pegou meu pau com a mão enluvada, analisou detalhadamente e não encontrou nenhuma mancha ou verruga externamente. Ela arregaçou a pele, exibindo a glande. Olhou de perto, passou o dedo. Eu suspirei e imaginei ter ouvido um suspiro por parte dela. Depois olhou a parte da pele arregaçada (que ficava para dentro, quando cobrindo a glande) e viu que não havia manchas.
— Vejo um pênis muito saudável - disse, com seriedade profissional — agora vamos ver seu escroto.
A essa hora meu pau estava com rigidez de quase 100%. Ela não pareceu dar atenção a isso. Ela pegou meu saco com cuidado, observando as verrugas escuras com a lupa. Passou os dedos levemente, mexeu algumas vezes nas minhas bolas para esticar a pele, causando-me uma sensação boa. Eu soltei um gemido incontrolável. Ela ignorou e continuou a observar com detalhes. Pegou o telefone, acoplou-o à lupa.
— Vou fazer algumas fotos, vou adotar um procedimento operacional para facilitar o acesso da lupa - avisou a médica.
Para fazer isso pegou no meu pau, apertando mais do que era necessário, e puxou-o para um lado, para outro e para cima, eventualmente subindo e descendo com a mão, como se quisesse me masturbar. "Procedimento operacional", pensei. A doutora, ainda sentada, me mostrou as fotos no telefone.
— Essa verruga aqui pode parecer problemática, mas ela só é feia, vamos dizer assim. As outras manchas não precisam de atenção imediata, só se aumentarem de tamanho ou se tornarem escamosas. Já essa aqui precisa de atenção - disse ela, tocando minha glande e pegando no meu pau, colocando-o na boca, sem aviso.
Eu gemi forte quando seus lábios passaram pela minha glande. Meu pau parece que ia explodir de tensão sexual. Ela sugava de leve, ao mesmo tempo em que me masturbava, subindo e descendo a mão. Aumentou a pressão dos lábios na minha glande e da mão no corpo do meu pau. Eu estava extasiado! Não resisti, e peguei os cabelos dela pela trança, e puxei para cima. Ela gemeu e continuou o que fazia, sugando com mais força. Eu queria ir para o próximo nível: comê-la ali mesmo. Mas já estávamos passando dos limites, e, se os gemidos fossem um pouco mais altos, a secretária suspeitaria.
— Doutora, vou gozar! - avisei.
Ela se afastou um pouco mas se manteve sugando minha glande. Eu coloquei minha boca na manga da camiseta e gemi forte, enquanto sentia minhas contrações penianas e explodia jatos de porra grossa em sua boca. A médica tentou engolir tudo, mas uma parte caiu no chão.
— Que foi isso! - disse ela, estendendo-me a mão e pedindo ajuda para se levantar.
— Eu que pergunto, doutora - respondi, ainda surpreso.
Ela me entregou uma caixa de lenços umedecidos para que eu me limpasse e se lavou na pia existente no canto do consultório.
— Desculpe-me, não resisti à tentação. O senhor me apresentou um membro rígido durante uma consulta médica. Eu deveria ter me comportado de acordo com a ética médica.
— Tudo bem, doutora. Estou aliviado em saber que está tudo certo - falei, com duplo sentido, terminando de me arrumar.
— Vamos fazer a biopsia agora? Demora 20 minutos.
— Pode ser, doutora.
Ela passou uma pomada anestésica, aguardou uns minutos. Então pegou o instrumento, pressionou contra a pele ao redor da lesão do nariz e colocou o conteúdo em um potinho, guardando-o na geladeira. Passou uma pomada no lugar da incisão e fez um pequeno curativo. Tudo isso em silêncio absoluto e constrangedor.
— Com o senhor relaxado o procedimento foi mais fácil - disse ela, sorrindo, enquanto me apresentava a receita — Quero vê-lo novamente em 15 dias.
— Tudo bem, doutora. Até breve.
— Tchau, Júnior.
Continua . . .